EMAP: Wellington fala em “caixa-preta”. E está correto!

A Emap é considerada uma “mãe” por tudo que pode oferecer para ajeitar aliados políticos e resolver questões práticas: uma despesa aqui, um pagamento acolá, uma tenebrosa transação mais adiante e por vai.

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) trouxe à tona uma questão de fundamental importância envolvendo a EMAP (Empresa Maranhense de Administração Portuária).

O parlamentar tucano questionou ao governador Flávio Dino sobre o destino dos R$ 80 milhões e cobrou uma justificativa para essa transferência financeira sem qualquer motivo aparente.

“De acordo com as denúncias que recebemos, o Estado do Maranhão, jamais repassou recursos à sua estatal administradora do Porto do Itaqui. Todas as suas instalações e seus empreendimentos foram executados com recursos federais ou sob o modelo de arrendamentos privados. Como é que agora Flávio Dino vem exigir que R$80 milhões sejam repassados para o Tesouro Estadual? A população quer saber para onde foram os R$80 milhões que Flávio Dino pegou da EMAP. Respeite a população do nosso Estado, Governador! Aprenda que os recursos públicos não são seus e não podem ser alterados por sua única vontade. Respeite a lei. Respeite os maranhenses”, disse Wellington.

A Emap é considerada uma “mãe” por tudo que pode oferecer para ajeitar aliados políticos e resolver questões práticas: uma despesa aqui, um acerto acolá, uma tenebrosa transação mais adiante e por vai.

Trata-se realmente de uma verdadeira “caixa-preta” que ao longo dos tempos os gestores têm feito o que bem entendem por lá. Virou uma espécie de “Emapoduto”!

E parece que a coisa ficou mais escabrosa no atual governo comunista do senhor Flávio Dino…

Wellington aciona o MPF para se posicionar contra a inconstitucionalidade na apreensão de veículos com IPVA atrasado 10

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) protocolou, na tarde da última terça-feira (17), representação no Ministério Público Federal para se posicionar em relação àapreensão de carros por não pagamento do IPVA no Maranhão. A representação foi encaminhada à Dra. Talita de Oliveira, titular da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, Ordem Econômica e Consumidor.

No pedido, Wellington solicita que o MPF ajuíze Ação Civil Pública a fim de suspender a apreensão de veículos tendo por motivo o não pagamento do IPVA, caracterizando o efeito de confisco ao tributo, prática constitucionalmente vedada.

“O pedido aqui feito não é meu enquanto deputado estadual, mas sim da população e, principalmente, dos homens e mulheres que estão tendo os seus carros e motos apreendidos e leiloados por Flávio Dino. Em menos de 3 anos, o Governo já leiloou mais de 12 mil veículos. O STF já consolidou entendimento de que tal prática é inconstitucional. Não se pode confiscar o bem do cidadão. Esperamos que seja ajuizada a Ação e, de imediato, se conceda a liminar impedindo que o Governador, de forma arbitrária, continue apreendendo e arrecadando com os bens do trabalhador, disse Wellington.

Na Assembleia, tramita o Projeto de Lei 99/2017, de autoria do deputado Wellington, que busca impedir a apreensão de veículos pelo não pagamento do IPVA, algo que já é válido em outros estados, a exemplo do Tocantins.

A atuação parlamentar de Wellington do Curso e a irresponsabilidade de um governador 10

Ao sugerir que Wellington do Curso poderia estar “a serviço de facções criminosas”, Flávio Dino não apenas comete uma irresponsabilidade medonha como esquece que o seu governo, isso sim, foi acusado por entidades e autoridades sérias ligadas ao direitos humanos de ter feito acordos com facções do crime organizado para conter rebeliões no Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

“Muito empenho de alguns políticos em combater ações policiais sérias no Maranhão, que estão reduzindo criminalidade. Fico preocupado se não estão a serviço de facções criminosas. Infelizmente esse tipo de infiltração acontece no Brasil”.

Foram com as palavras acima que o governador Flávio Dino (PCdoB), no alto da sua bazófia, tentou desqualificar a ação parlamentar do deputado estadual Wellington do Curso (ainda no PP).

Wellington é conhecido e reconhecido pela forma aguerrida com que atua na Assembleia Legislativa e tem sido um crítico ferrenho quanto à forma com que o governador comunista tem tratado a segurança pública no Maranhão, inclusive em relação às atrapalhadas cometidas na realização de concursos para o setor.

Ao sugerir que Wellington do Curso poderia estar “a serviço de facções criminosas”, Flávio Dino não apenas comete uma irresponsabilidade medonha como esquece que o seu governo, isso sim, já foi acusado por entidades e autoridades sérias ligadas ao direitos humanos de ter feito acordos com facções do crime organizado para conter rebeliões no Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

São arroubos do tipo que fazem crescer a cada dia, no seio do povo maranhense, o sentimento de que esse governador não tem rumo.

E precisa pegar um cartão vermelho nas eleições de outubro.

Moção de Aplauso a PF foi um equívoco similar à tentativa de desqualificar as operações da instituição

Esse tipo de “homenagem seletiva” tem efeito contrário do desejado, pois além de limitar todo um trabalho amplo e tecnicamente complexo que são essas operações da Polícia Federal pelo Brasil afora, fica a impressão que trata-se apenas de oportunismo político

Ao contrário de alguns colegas blogueiros que criticaram o fato dos parlamentares da base do governo terem rejeitado a aprovação Moção de Aplausos à Polícia Federal pela Operação Sermão aos Peixe, que se desdobrou na Operação Pegadores, que expôs as vísceras necrosadas pela corrupção no governo Flávio Dino (PCdoB), o Blog do Robert Lobato entende que o Poder Legislativo agiu corretamente nesse particular.

É que da mesma forma que os governistas tentaram, e ainda tentam, desqualificar a Pegadores, sugerindo que a operação é perseguição política com as digitais do Sarney, a oposição tentou capitalizar politicamente o trabalho da Polícia Federal ao apresentar essa Moção de Aplauso, cuja autoria é do deputado Wellington do Curso (PP).

Há outras formas de reconhecer os trabalhos da Polícia Federal sem necessariamente ter que apontar uma operação específica.

Esse tipo de “homenagem seletiva” tem efeito contrário do desejado, pois além de limitar todo um trabalho amplo e tecnicamente complexo que são essas operações da Polícia Federal pelo Brasil afora, fica a impressão que trata-se apenas de oportunismo político – sem falar que as operações geralmente são realizadas em conjunto com outros órgãos federais e não apenas pela PF.

Não é à toa que a mais famosa das operações da Polícia Federal, a Lava Jato, é muito criticada por vários setores importantes da sociedade justamente pela espetaculização que tentam fazer dela.

Wellington do Curso é um dos mais atuantes e aguerridos deputados da Assembleia Legislativa do Maranhão, mas às vezes peca por alguns “excessos”, em fazer confusões retóricas e tomar decisões de “veneta”, provavelmente sem ouvir ninguém, ou então fingir que ouve, e fazer aquilo que já está tudo esquematizado na sua cabeça.

Portanto, a proposta de Moção de Aplauso à Polícia Federal foi um equívoco similar à tentativa de desqualificar as operações da instituição, principalmente a Pegadores, tal como o Palácio dos Leões e alguns deputados governitas têm feito.

É a opinião do Blog do Robert Lobato.

Deputado Wellington volta a cobrar idade de 35 anos para todos os candidatos no concurso da PM

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) voltou a cobrar uma resposta do Governador Flávio Dino quanto à ampliação da idade máxima de 30 para 35 anos no concurso da Polícia Militar do Maranhão. A solicitação de vários maranhenses foi apresentada pelo deputado Wellington há mais de duas semanas e, até o presente momento, o Governo segue se omitindo diante da solicitação de homens e mulheres que sonham em ingressar na Polícia Militar.

Ao justificar a cobrança, o deputado Wellington destacou a necessidade de se estabelecer a idade única, amparando-se assim em fundamentos legais, e não a distinção de 35 anos para Oficial (tenente) e 30 anos para Praça (soldado).

“Há mais de 02 semanas, eu levei à Assembleia Legislativa a solicitação de candidatos que sonham em ingressar nos quadros da Polícia Militar do Maranhão, mas que serão prejudicados caso a idade de 35 anos permaneça sendo apenas para os cargos de nível superior. Tanto o estatuto da PM quanto a Medida Provisória, que alterou o estatuto, estabelecem uma idade única para a formação de Oficiais, Sargentos e Soldados PM, QOPM e QOPM Fem. Se é assim, por que o Edital não impõe 35 anos tanto para os praças quanto para os oficiais? Os candidatos do concurso da PM aguardam a resposta, Governador. Continuaremos na luta para que o Princípio da Igualdade, estabelecido na Constituição Federal, seja respeitado e para que haja isonomia no tratamento de todos os candidatos que sonham em integrar a Polícia Militar do Maranhão”, afirmou o deputado Wellington.

Wellington quer PF e MPF apurando malversação da verba do BNDES por Dino

Parlamentar solicitou investigação sobre o uso do dinheiro oriundo do banco de desenvolvimento no Mais Asfalto. Obras estão se deteriorando dias após ser entregues

Via Atual 7

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) encaminhou ofício à Superintendência da Polícia Federal (PF) no Maranhão e ao Ministério Público Federal (MPF), na última quinta-feira 28, em que solicita a apuração da malversação do dinheiro oriundo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pelo governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

As investigações, segundo o progressista, devem ser feitas no âmbito do programa Mais Asfalto. Outros órgãos de controle e de fiscalização também devem ser acionados.

No documento, Wellington justifica o pedido apontando diversas obras de péssima qualidade que, com poucos dias de entregues, já estão se deteriorando. Registros de obras executadas pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra) nos municípios de Bequimão, Arari e Carolina, inaugurada recentemente, mas já tomadas por buracos e rachaduras, foram anexados na denúncia.

“É dinheiro público jogado fora em um asfalto de péssima qualidade evidenciado tanto na capital como no interior do estado. Algo tem que ser feito diante disso. Não é porque o serviço é público que pode ser feito de qualquer forma. Alguém precisa ser responsabilizado por esse crime”, ressalta Wellington.

O caso de desperdício de recursos públicos na rodovia MA-272, entre Barra do Corda e Fernando Falcão, que foi asfaltada com dois postes no meio da via, também faz parte da denúncia.