ELEIÇÕES 2018: O altruísmo de Waldir Maranhão e a unidade tucana 10

Num estado onde a precarização da política chega a níveis da depravação com lideranças políticas sendo claramente compradas pelo poder estabelecido, o altruísmo de Waldir Maranhão é digno de aplauso e reconhecimento.

O deputado federal Waldir Maranhão acaba de dar uma prova do seu caráter político ao abrir mão da sua candidatura ao Senado Federal pelo PSDB.

Como filiado de mandato, Waldir tinha todo o direito de manter a sua pré-candidatura até a convenção do partido, que foi realizada no último sábado, dia 4.

Contudo, ao sentir que levar a disputa para a convenção comprometeria de morte a unidade partidária necessária para viabilizar o projeto dos tucanos no estado, Waldir Maranhão preferiu sacrificar seu sonho de ser senador da República e se candidatar a mais um mandato de deputado federal.

A decisão do deputado foi elogiada pelo conjunto do PSDB local e também pelo presidente nacional do partido Geraldo Alckmin, que recebeu com a alegria a postura de Waldir – não será surpresa se com uma eventual de vitória de Alckmin ao Palácio do Planalto, Waldir Maranhão vier a ocupar um espaço de destaque no Governo Federal.

Para o presidente estadual do PSDB e pré-candidato a governador, senador Roberto Rocha, a atitude de Waldir Maranhão foi “o ponto de convergência para o partido estar unido e fortalecido no estado”.

Em um estado onde a precarização da política chega a níveis da depravação com lideranças políticas sendo claramente compradas pelo poder estabelecido sem o menor pudor, o altruísmo de Waldir Maranhão é digno de aplauso e reconhecimento.

Pelas redes sociais, Waldir Maranhão divulgou uma “Nota ao povo do Maranhão” onde comunica que vai concorrer a mais um mandato de deputado federal – certamente será um dos deputados mais votos do estado.

Abaixo, a nota do deputado Waldir Maranhão.

 

SENADO 2018: Por que Waldir Maranhão 24

Quero aqui externar meu apoio e simpatia pela candidatura de Waldir Maranhão ao Senado Federal ao lado do jovem e promissor político Alexandre Almeida, uma das gratas surpresas da nova geração de políticos maranhenses, que não é apenas novo na idade, mas principalmente nas práticas e conceitos políticos

A gente aprende a gostar, admirar e respeitar pessoas.

Conheço o deputado Waldir Maranhão desde os tempos de Uema quando, ele reitor da Uema, eu dirigente do estudantil do Diretório Central dos Estudantes e do Diretório Acadêmico de Administração.

Na época não mantinha relação pessoal com Waldir e mal nos falávamos. Pelo contrário, fazia oposição sistemática à direção da Uema.

O tempo passa e a vida nos dá oportunidade de transformar “preconceitos” em “conceitos”. E hoje, com toda sinceridade, tenho um conceito sobre Waldir Maranhão, não somente sobre o deputado,mas principalmente sobre o ser humano Waldir Maranhão.

Trata-se de uma pessoa amiga, generosa, parceira, leal e grata. Qualidades reconhecidamente raras quando o assunto é política e políticos, ainda mais neste tempos que vivemos.

Na condição de petista, não me cabe meter a colher no pirão do PSDB quando a questão é decidir quem ou não deve ser candidato a isso ou aquilo. Os tucanos que sabem ou deverão saber o que melhor para o projeto partidário deles.

Desejo aqui apenas dar a minha opinião pessoal sobre o que entendo ser a melhor opção para o Senado Federal independente de partido, até porque não deixaram, aliás, proibiram o PT de ter quaisquer opções de candidatura majoritária.

E escrevo estas mal traçadas linhas muito à vontade porque defendi e fiz de tudo para que o nome do também deputado federal José Reinaldo Tavares fosse ungido para o cargo de senador!

Ocorre que não basta ter “um candidato”, tem que ser “o candidato”. E para ser “o candidato” é preciso saber de qual lado você está.

Waldir Maranhão, desde que foi traído covardemente pelo governador Flávio Dino, escolheu um novo campo político pelo qual se dedicou e se dedica diuturnamente.

Desde então, o deputado tem sido leal, fiel, enfim, um soldado nesse seu novo campo político que tem o senador Roberto Rocha como líder.

O projeto Roberto Rocha governador-45

Roberto Rocha é pré-candidato a governador e de longe o melhor senador que o Maranhão já elegeu. É também é o que o Maranhão precisa para tirar o nosso estado desse quadro em “branco e preto” que insistem em manter.

Criticado por não ter “grupo político”, após essas eleições de 2018, seja qual o resultado sair da urnas, poderão criticar Roberto Rocha de tudo, menos de não ter grupo político. E se o tucano vai passar a ter grupo político muito será pela postura correta e, repito, leal e fiel de Waldir Maranhão ao projeto Roberto Rocha governador-45.

Evidente que não apenas pelo Waldir, tem outros atores importantes, mas na atual conjuntura não tem como destacar o papel do ex-presidente da Câmara dos Deputados, o homem que não apenas foi contra o “golpe” contra Dilma, mas tentou anular o “golpe”, já que no nosso estado essa questão do “golpe”, ou impeachment como queiram, vai ser pauta não apenas no palaque real como no palaque eletrônico no horário eleitoral na tevê.

Enfim, quero aqui externar meu apoio e simpatia pela candidatura de Waldir Maranhão ao Senado Federal ao lado do jovem e promissor político Alexandre Almeida, uma das gratas surpresas da nova geração de políticos maranhenses, que não é apenas novo na idade, mas principalmente nas práticas e conceitos políticos.

Trata-se, repito, de uma posição pessoal, de um cidadão consciente dos seus direitos e deveres.

E sobretudo livre!

SENADO 2018: Entenda por que para o Palácio dos Leões serve qualquer senador menos Waldir Maranhão 11

Como Waldir Maranhão está colado em Roberto Rocha e convencido da eleição do pré-candidato a governador do PSDB, claro que isso o torna um adversário dos Leões a ser derrotado de qualquer jeito, de qualquer forma e seja por quem for!

O Palácio dos Leões teve orgasmos múltiplos com um vídeo que circulou em blogs e redes sociais onde o ex-governador de São Paulo e pré-candidato a presidente da República, Geraldo Alckimin (PSDB), aparece manifestando apoio à pré-candidatura do deputado federal José Reinaldo ao Senado Federal.

Ora, é lógico que enquanto presidente nacional do PSDB, e ainda mais na condição de presidenciável, o Geraldo gravaria e grava vídeos para qualquer pré-candidato tucano no país inteiro. Faria o mesmo para Alexandre Almeida e para Waldir Maranhão, também pré-candidatos a senador.

Ocorre que os comunistas, embora já tenham escolhidos os seus pré-candidatos à Câmara Alta do Congresso Nacional, aceitam a vitória de qualquer um: José Reinaldo, Lobão ou Sarney Filho, mas não aceitam jamais a de Waldir Maranhão.

Isso porque Waldir colocou o dedo na ferida dos comunistas em especial na de Flávio Dino quando revelou ao Brasil o ato de traição do governador maranhense ao então presidente da Câmara dos Deputados no episódio do impeachment de Dilma.

Com o ego ferido e vaidade ofendida depois de ser chamado por Waldir Maranhão de “maior traidor do país”, Flávio Dino quer ver o diabo no Senado Federal menos o seu ex-aliado, o homem que foi orientado, pelo próprio Flávio Dino, a anular o ato de afastamento de uma presidente honesta do Palácio do Planalto em 2016.

O fator Roberto Rocha

Mas não é só o fato de Waldir Maranhão expor as vísceras de traidor de Flávio Dino ao país que faz do pré-candidato a senador tucano um alvo a ser abatido pelo Palácio dos Leões.

Um outro aspecto fundamental é a lealdade que Waldir tem demonstrado ao projeto Roberto Rocha governador-45. Isso tem tirado o sono do comuna-mor do Maranhão!

Como Waldir Maranhão está colado em Roberto Rocha e convencido na eleição do pré-candidato a governador do PSDB, claro que isso o torna um adversário a ser derrotado de qualquer jeito, de qualquer forma e seja por quem for!

São esses fatos acima que explicam toda a euforia dos comunistas e sua camarilha com o vídeo pró-José Reinaldo gravado pelo Geraldo Alckimin.

Vídeo, repito, que o presidenciável tucano gravaria para qualquer correligionário seu no Maranhão e no resto do país.

ENTREVISTA: Waldir Maranhão abre o verbo e fala sobre a anulação do impeachment de Dilma e a decisão do desembargador Rogério Favreto de soltar Lula 4

“Mais importante do que estabelecer comparativos entre atos e fatos, cenários e seus personagens é ter a responsabilidade, a coragem e a competência de agir para transformar esse estado de coisas que aí está.”

Parte da mídia nacional, assim como parte da mídia local, acabaram associando Waldir Maranhão e Rogério Favreto. Waldir Maranhão, ex-presidente da Câmara Federal, anula a sessão que culminou com o impeachment da presidente Dilma. Rogério Favreto, desembargador do TRF4, autoriza a soltura do ex-presidente Lula.

Em entrevista exclusiva ao Jorna Extra, o ex-presidente da Câmara dos Deputados, deputado Waldir Maranhão (PSDB) falou sobre a crise no Poder Judiciário a partir da decisão do desembargador Rogério Favreto em soltar o ex-presidente Lula, no domingo, 8, e ração de outros magistrados inclusive o juiz federal Sérgio Moro.

Na entrevista, Waldir Maranhão, que pré-candidato a senador da República, fez a defesa do ex-presidente Lula e acredita que a prisão do petista, bem como o impeachment da Dilma “têm, enquanto motivação preponderante, muito maior quantitativo político do que legal”.

O parlamentar tucano aproveitou ainda para contar um pouco sobre a participação do governador Flávio Dino naquele histórico episódio onde ele decidiu anular o impeachment da ex-presidente do PT.

Confira a íntegra da entrevista com Waldir Maranhão.

Como Vossa Excelência vê os personagens?

Pelo fato de não conhecer ao desembargador Rogério Favreto, para não cometer alguma injustiça do tipo daquelas que eu já sofri, quando uma série de inverdades foram ditas sobre mim e todas desprovidas de qualquer fundamento, eu vou me reservar ao direito de apenas ressaltar a coragem de um homem que ousou fazer o que milhares de brasileiros e brasileiras desejam ver feito. Sem adentrar ao mérito da questão, é inegável a constatação de que o Brasil está dividido entre dois movimentos, a saber, Lula preso e Lula Livre e o desembargador revela intrepidez ao revelar, claramente, a qual movimento está vinculado. Quanto a mim, eu sou imensamente agradecido a Deus porque todas as coisas cooperam para o bem daqueles que andam no bom caminho. O ato do desembargador Rogério Favreto, que para tantos não serviu de nada, para mim, está sendo de uma validade imensa visto que trouxe à tona, novamente, o meu gesto patriótico de tentar reverter aquilo que eu e milhões de cidadãos e cidadãs deste país entenderam como desprovido de qualquer fundamentação legal. Eu, enquanto deputado e presidente da câmara federal à época, fui até aos extremos daquilo que me estava ao alcance fazer com um único intuito: RESGUARDAR A SOBERANIA DEMOCRÁTICA DA SUPERIOR VONTADE POPULAR. Fui execrado por parte da população, pelo meu partido de então – o PP – pelos atuais inquilinos do poder, pela mídia e até mesmo por aqueles a quem me somei por partilharmos, então, das mesmas convicções cívicas e políticas, o PT e o PCdoB na figura do governador Flávio Dino. Para além do deputado federal e do presidente da câmara, o homem Waldir Maranhão toma posição a despeito de todas as adversidades que, sabidamente, me adviriam. Eu me vejo enquanto personagem de um dos capítulos mais importantes da história do Brasil, matéria de cursos criados em importantes universidades nacionais e discutido internacionalmente com um protagonismo que me fez mergulhar quase que até o fundo do poço, mas, de onde eu emergi mais forte e mais determinado a bem servir ao povo brasileiro. Mergulhou um deputado rodeado de FALSOS LÍDERES E FALSOS ALIADOS. Emergiu um homem livre capaz de olhar nos olhos das pessoas abrigado pelo sentimento do dever cumprido, fiel e sem nunca ter traído ou apunhalado a quem quer que seja. Mergulhou o Waldir Maranhão acusado de envolvimento na lava jato. Emergiu um DEPUTADO FEDERAL FICHA LIMPA.

Como Vossa Excelência analisa os fatos?

Numa análise fria e objetiva dos fatos, a mais importante conclusão a que posso chegar é que, em ambos os casos, o impeachment da Dilma e a prisão do Lula têm, enquanto motivação preponderante, muito maior quantitativo político do que legal. Ambos os fatos da nossa história recentíssima extrapolam o previsto na lei de Murphy. Não Se trata apenas de achismo ou de pessimismo. Os dois fatos em questão não têm apenas “… a mais remota chance de darem errado…”. O impeachment da Dilma e a prisão do Lula reúnem todos os ingredientes necessários para darem errado e já estão produzindo e seguirão gerando incoerências e erros. E só para não ficar no limbo especulativo cito a greve dos caminhoneiros que parou o Brasil, afetou a economia nacional, ceifou vidas de brasileiros que tiveram suas rotinas alteradas para pior e revelou um governo fraco, perdido nas suas decisões e fadado ao caos. O governo segue entregando o nosso petróleo para quem nunca vai DAR MAIS, os combustíveis seguem sendo reajustados assim como a energia elétrica e a cor cinza dos botijões do gás de cozinha também parece pintar de chumbo o nosso horizonte eleitoral.

Como Vossa Excelência avalia os atos?

Eu avalio o meu ato (tentativa de anular o impeachment da Dilma) e o ato do desembargador Rogério Favreto (tentativa de libertar o Lula) sob a lente objetiva DEDUTIVA. Eu fui reitor da UEMA e aprendi na academia que a análise partindo do TODO para AS PARTES propicia a quem lê uma visão mais apurada dos atos e dos fatos. O TODO, do Favreto é o poder judiciário e o ministério público. Não dá pra sacar e crucificar ou santificar um desembargador de um tribunal regional, ainda que federal, e avaliá-lo isoladamente. Todo o sistema judiciário carece ser reformado e todos os seus atores avaliados nas suas práticas. O que dizer de juízes do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL libertando criminosos comprovadamente condenados ou ainda julgando casos de chegados e afins para os quais a configuração de notório impedimento é flagrante? Chegamos ao ponto de advogados e réus preferirem ter seus casos julgados pela turma tal não em razão de que esta se mostra mais justa, senão em razão de que a tal turma se têm revelado deveras mais indulgente. O TODO do deputado Waldir Maranhão é o poder legislativo. Em que pese o fato de eu ser um representante do povo do meu Estado, nem eu e nem ninguém em sã consciência negará as evidências de que se faz urgente e necessária a implementação de uma ampla reforma política nacional saneadora da democracia representativa. Um governo que tem rejeição popular de 72%, fosse verdadeira a representatividade dessa mesma população no congresso, esse tal governo, há muito, já deveria ter caído! Mas, os balcões de negócios operam e os valores financeiros suplantam outros valores. Assim é que, na minha avaliação, ambos os atos se diferem no que tange à vinculação com os respectivos planos gerais nos quais estão inseridos. Ambos os todos estão enfermos e carentes de reformas. Entretanto, enquanto o Favreto REPRODUZ o modus operandi do seu tecido geral, Waldir Maranhão ousa contrapor a todos os seus pares por entender que, maiores do que os deputados representantes são os eleitores que devem ser por eles representados. E só para que conste, o deputado federal Waldir Maranhão votou pela abertura de processo de investigação contra o atual governante fazendo eco aos 72% das vozes das ruas.

O que a associação de atos, fatos e personagens trás a lume?

O que está em jogo desde o impeachment da Dilma até a prisão do Lula e que completará um ciclo nas próximas eleições gerais de outubro vindouro é a soberania da vontade popular, é o estado democrático de direito e é a governabilidade desse gigante chamado BRASIL. Há forças e práticas retrógradas operando contra o Brasil e contra as brasileiras e brasileiros. E se o cenário verde e amarelo nacional é cada dia mais pródigo em tons de cinza, o vermelho com o qual pintam o nosso Maranhão só aponta para o rubro de vidas e esperanças que vão sendo derramadas na forma de sangue pelo caminho. O PSDB, partido que me abrigou sob a sua bandeira, aponta para projetos de governança nacional e estadual indicadores de novos rumos. Mais importante do que estabelecer comparativos entre atos e fatos, cenários e seus personagens é ter a responsabilidade, a coragem e a competência de agir para transformar esse estado de coisas que aí está.

Quais ganhos pedagógicos advém de tudo isso?

Eu gosto muito de um pensamento do Nelson Mandela que diz o seguinte: “Eu nunca perco! Ou eu ganho ou eu aprendo.” Nas minhas andanças pelos rincões, principalmente, do Maranhão, eu tenho me deparado com um misto de desesperança e fé. Eu tenho testemunhado esses sentimentos, na maioria das vezes, em pessoas diferentes e só em raras vezes, os dois, manifestados pela mesma pessoa. Para os desesperançosos eu cito Mandela que apesar de aprisionado por lutar por igualdade, preferiu enxergar a prisão como um aprendizado e, sem perder a esperança, recobrou a liberdade e tornou-se presidente de uma África sem “apartheid”. Já com as mulheres e homens de fé com os quais eu me encontro eu partilho um abraço no qual eu sempre saio ganhando uma carga a mais de uma energia positiva que me revigora e reabastece para seguir na luta. Quanto aos casos raros de pessoas que se mostram inicialmente tristes, frustradas mas que demonstram ainda possuírem um naco de fé, a minha mensagem é a de que dentro de todos nós há duas feras e aquela a qual nós mais e melhor alimentarmos é a que restará de pé. O melhor do Brasil é o POVO BRASILEIRO. Um outro país e um outro Maranhão são possíveis! E cabe a cada um de nós fazer real o Brasil e o Maranhão que queremos.

Waldir Maranhão e Rogério Favreto: Diferenças fundamentais 2

O parlamentar maranhense está no Congresso Nacional através do voto popular e não deve nada ao PT, o que não se pode dizer o mesmo em relação ao desembargador do TRF-4 Rogério Favreto que deve tudo ao petismo

A jornalista Eliane Cantanhêde (Estadão) foi a primeira a tentar fazer um paralelo entre a decisão tomada pelo deputado Waldir Maranhão (PSDB) de anular o impeachment da presidente de Dilma Rousseff, quando estava no exercício da presidência da Câmara dos Deputados em 2016, e o mandado de soltura do ex-presidente Lula assinado pelo desembargador federal Rogério Favreto, no último domingo, 8.

Depois dos blogueiros maranhenses também tentaram fazer uma associação entre os dois casos.

Em “Rogério Favreto e Waldir Maranhão: chacota nacional”, Gilberto Léda sustenta que ambos os personagens viraram motivo de tudo que é tipo de sarro devido suas decisões. Ah! Assim como Eliane Cantanhêde, Gilberto também lembrou que o Waldir Maranhão cumpriu uma missão que lhe foi atribuída, entre outros, pelo governador Flávio Dino (PCdoB).

Já o blogueiro Ricardo Fonseca, por sua vez, viu heroísmo nos atos de Waldir Maranhão e Rogério Favreto no post “Waldir Maranhão e Rogério Favreto, dois heróis nacionais que a história nunca irá esquecer”.

O Blog do Robert Lobato entende que há diferenças fundamentais entre um e outro caso.

Em primeiro lugar, o episódio da anulação do impeachment foi algo articulado por várias forças e atores políticas que não somente Flávio Dino, mas ainda o então ministro José Eduardo Cardozo (PT), os deputados federais Orlando Silva (PCdoB) e Werverton Rocha (PDT), o secretário-chefe da Representação Institucional do Governo do Maranhão, Ricardo Cappeli, entre outros.

Portanto, Waldir Maranhão cumpriu uma missão expressamente política a partir teses jurídicas sustentadas por aliados.

“Ora, Bob Lobato, me compre um bode! O Rogério Favre também cumpriu uma missão expressamente política a partir teses jurídicas sustentadas por aliados”, pode argumentar um leitor anti-PT.

Sim, é verdade! Mas no caso do Waldir Maranhão, repito, o processo foi construído por várias forças políticas e não só por petistas como aconteceu com Favre ao atender pedido de Habeas Corpus de três deputados do PT. E mais: Waldir nunca foi petista, nunca teve cargos em governos do PT e muito menos chegou a um cargo de desembargador federal através de uma canetada!

O parlamentar maranhense está no Congresso Nacional através do voto popular e não deve nada ao PT, o que não se pode dizer o mesmo em relação ao desembargador do TRF-4 Rogério Favreto que deve tudo ao petismo! E isso não é nenhum demérito não, apenas uma constatação, diga-se.

Pelo contrário, se for feito, digamos, um “encontro de contas político”, chegaríamos à conclusão de que são o PT e parte das esquerdas brasileiras, inclusive o PCdoB de Flávio Dino, que devem Waldir Maranhão.

Não tenho dúvidas de que os verdadeiros democratas e patriotas querem ver o Lula livre, e que a atitude de Rogério Favreto pode ser até admirável do ponto de vista da sua coragem, mas mesmo a liberdade do ex-presidente não traria a paz política, social, jurídica e institucional para o país como traria o impeachment caso tivesse sido evitado.

Foi essa compreensão histórica que teve o deputado e então presidente da Câmara Federal Waldir Maranhão ao anular o afastamento de Dilma.

São essas as diferenças fundamentais entre Waldir Maranhão e Rogério Favreto.

É a opinião do Blog do Robert Lobato.

TUCANATO: Waldir Maranhão exalta os 30 anos do PSDB 2

Recentemente filiado aos quadro do partido, Waldir Maranhão de imediato se adaptou ao ninho tucano e hoje é um entusiasta do projeto do PSDB tanto no plano local com a pré-candidatura do senador Roberto Rocha ao governo do Maranhão, quanto no plano nacional com a do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckimin, a presidente da República

O deputado federal Waldir Maranhão publicou nas redes sociais um texto que exalta os 30 anos da fundação do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

Recentemente filiado aos quadro do partido, Waldir Maranhão de imediato se adaptou no ninho tucano e hoje é um entusiasta do projeto do PSDB tanto no plano local com a pré-candidatura do senador Roberto Rocha ao governo do Maranhão, quanto no plano nacional com a do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckimin, a presidente da República.

É com esse ânimo que Waldir Maranhão cada vez mais se torna com tucano de plumagem qualificada, de bico grosso e disposto a dar voos altos nestas eleições de 2018.

A seguir as palavras do deputado sobre o PSDB de Mario Covas, Franco Montouro e Fernando Henrique Cardoso.

Há 30 anos, o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) tem dado a sua contribuição para o fortalecimento da Democracia no Brasil.

Desde a fundação do partido pelos saudosos Mario Covas e Franco Montoro, passando pelo ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, senadores, deputados federais, estaduais, governadores, prefeitos e vereadores, o PSDB tem construído ao longo da sua história uma trajetória baseada na pluralidade de ideias e sempre a favor do Brasil.

Nosso pré-candidato à presidência, Geraldo Alckmin, tem conquistado ao longo dos seus mandatos no Estado de São Paulo o reconhecimento da população pelo seu trabalho e comprometimento como gestor público. Ele está preparado para governar o país.

O PSDB, continuará trabalhando por todos os brasileiros, o melhor presente para nós, é um país melhor para todos.

COMUNIDADES INDÍGENAS: Waldir Maranhão cumpre agenda no Ministério da Saúde 2

A agenda faz parte do desdobramento da vista que Waldir Maranhão fez, no último domingo, 17, em Barra do Corda, quando integrou a comitiva liderada pelo senador e pré-candidato a governador Roberto Rocha

Dep. Waldir Maranhão foi recebido pelo secretário especial da Saúde Indígena Marco Toccolini.

O deputado federal Waldir Maranhão (PSDB) cumpriu na manhã desta quarta-feira, 20, agenda na Secretaria de Saúde Indígena, órgão do Ministério da Saúde, em Brasilia.

O parlamentar tucano foi recebido pelo secretário especial de Saúde Indígena, senhor Marco Antônio Toccolini.

Na pauta, as demandas que estão tramitando no Ministério em benefícios das comunidades indígenas no estado do Maranhão.

Essa agenda faz parte do desdobramento da vista que Waldir Maranhão fez, no último domingo, 17, em Barra do Corda, na companhia da comitiva liderada pelo senador e pré-candidato a governador Roberto Rocha (PSDB).

Na oportunidade, os pré-candidatos que integraram a comitiva foram recepcionados por índios de diversas comunidades.

Roberto Rocha ladeados por índios da tribo Canela.

Pelo que informou o secretário especial Marco Antônio Toccolini, estão em curso os procedimentos burocráticos para construção 8 poços em várias aldeias, sendo que dois já serão inaugurados no dia 29 deste mês: um na aldeia Pé de Galinha, em Barra do Corda, e outro na aldeia Planalto, no município de Jenipapo dos Vieiras, ambas pertencentes a tribo dos Guajajaras.

“Estamos cumprindo o nosso papel de parlamentar e vimos cobrar os compromissos dos órgãos públicos em Brasília com o estado do Maranhão. Quando da nossa passagem em Barra do Corda, no domingo passado, o nosso pré-candidato ao governo, senador Roberto Rocha, fez anúncio de várias ações a favor de municípios daquela Região, inclusive de construção de unidades habitacionais, sem falar que foi muito recebido pelas comunidades indígenas daquelas localidades. Agora temos a notícia da construção de poços em diversas aldeias, uma ótima notícia, diga-se”, comemorou Waldir Maranhão, que é pré-candidato a senador.

Ressalta-se que essas demandas no Ministério da Saúde favoráveis aos indígenas maranhenses, também conta com a atuação determinada do deputado federal Hildo Rocha (MDB).

SENADO 2018: Waldir Maranhão segue se movimentando dentro do projeto do PSDB 2

O deputado federal soube valorizar o seu acolhimento nos quadros do PSDB nos últimos momentos do fechamento da janela partidária. E agora pode colher bons frutos.

O deputado federal Waldir Maranhão (PSDB) segue movimentando-se bem dentro do campo político que escolheu trilhar, nas eleições de 2018, após ser catapultado do grupo do governador Flávio Dino (PCdoB).

Em primeiro lugar, Waldir vestiu a camisa do projeto político e de sociedade liderado pelo senador e pré-candidato ao Governo do Maranhão, Roberto Rocha (PSDB).

Em segundo lugar, o parlamentar “colou” nas agendas de pré-campanha dos tucanos e tem cumprido o seu papel de homem de grupo e de posição política, o que é fundamental para garantir a confiança de todos, pois o PSDB tem pré-candidato ao governo declarado.

Em terceiro lugar, Waldir Maranhão assumiu, igualmente, o projeto nacional do PSDB com Geraldo Alckmin presidente da República, o que também é importante para criar liga e passar confiança à tropa.

Outro aspecto fundamental na postura de Waldir Maranhão dentro do PSDB nessa fase de pré-campanha é que consegue dar, digamos, um perfil mais popular às candidaturas de Roberto Rocha e Geraldo Alckmin – e isso ficou bem evidente no ato ocorrido no Multicenter Sebrae, no mês de maio, quando Waldir mobilizou caravanas de vários municípios que lotaram o local.

O fato inconteste é que o deputado soube valorizar o seu acolhimento nos quadros do PSDB nos últimos momentos do fechamento da janela partidária.

Tem feito de forma exemplar o dever de casa.

E poderá colher bons frutos…

ELEIÇÕES 2018: A popularidade de Waldir Maranhão

Em tempos hostis para a política e os políticos, traços de personalidade com simplicidade, carisma, ser atencioso com as pessoas, cumpridor dos compromissos assumidos etc., são fundamentais para que um postulante a cargo eletivo possa sonhar com o sucesso eleitoral.

O deputado federal Waldir Maranhão (PSDB), por exemplo, é um político que demonstra os traços de personalidade mencionados acima. E mais do que possuir tais características, o tucano as revelam de forma natural, tranquila, nada de artificialidades ou forçações de barra.

Isso ficou bem claro durante a passagem de Waldir Maranhão pelo XVIII Festival da Abóbora, no povoado Faísa, no município de Santa Luzia do Tide, realizado no último domingo, 10.

Cercado de liderança políticas de peso como a prefeita da cidade França do Macaquinho (PP), o vice-prefeito Juscelino Marreca (PEN), primo do deputado federal Júnior Marreca (PEN) que também estava presente no festival, o deputado estadual Zé Inácio, vários vereadores e centenas de populares muitos dos quais se dirigiam ao Waldir para deixar palavras de carinho e apoio, principalmente por conta da sua passagem pela presidência da Câmara dos Deputados quando anulou o impeachment da presidente Dilma, mostrando que o povo tem memória.

Cito esse exemplo da passagem de Waldir Maranhão por Santa Luzia do Tide apenas para efeito de ilustração, mas por onde o parlamentar tem ido por este Maranhão afora a receptividade tem sido marcante do ponto de vista da sua grande popularidade.

Fica difícil, com tanta manifestação de apoio e declarações espontâneas de votos, o deputado federal Waldir Maranhão não pensar e trabalhar para dar voos mais altos na política maranhense já nestas eleições de 2018.

A conferir.

ELEIÇÕES 2018: Algumas considerações sobre a disputa para o Senado Federal 14

A pré-candidata ao governo Roseana Sarney é a única que não enfrenta maiores problemas com a composição da chapa ao Senado Federal.

(Foto: Roberta Aline)

Dos pré-candidatos ao governo do Maranhão colocados, somente Roseana Sarney (MDB) não enfrenta problemas com a formação da chapa ao Senado Federal. Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV) serão os nomes para Câmara Alta pelo lado da ex-governadora.

Por outro lado, tanto os pré-candidatos Flávio Dino (PCdoB) e quanto Roberto Rocha (PSDB) parecem ainda não terem 100% certo sobre quais os nomes que apresentarão aos maranhense como candidatos a senador. Senão vejamos.

Tecnicamente, o governador tem seus dois nome anunciados: Eliziane Gama (PPS) e Weverton Rocha (PDT), ambos deputados federais. A chapa que o Blog do Robert Lobato chama de “o sagrado e o profano”.

Entretanto, estar “tecnicamente” anunciada não quer dizer que a chapa governista esteja politicamente fechada.

É que ainda há indefinições na composição partidária do lado governista com o PT, DEM e PP de olhos numa vaga na majoritária. Desses três partidos, o PT possui dois pré-candidatos a senador e está jogando duro para emplacar um dois dois, no caso os professores Márcio Jardim e Nonato Chocolate.

Isso sem falar que, lá na frente, o próprio Flávio Dino pode tirar um nome do bolso e indicá-lo para o Senado Federal. Ou alguém tem a coragem de duvidar dessa possibilidade? Óbvio que não!

Outra: não se pode ignorar o fato de Weverton Rocha se incomodar com o crescimento de Eliziane Gama nas pesquisas, sua condição de evangélica e de ficha limpa. Não é por acaso que começa aparecer vários “memes” nas redes sociais tentando desqualificar a irmã no que leva ao mais dos inocentes observadores perceber que trata-se de fogo amigo. De onde? Os “maragatistas” como a palavra.

Já em relação ao grupo liderado pelo pré-candidato Roberto Rocha, até poucas semanas atrás estava praticamente tudo resolvido em relação à chapa para o Senado Federal com o deputado estadual Alexandre Almeida e o deputado federal José Reinaldo Tavares protagonizando a cena tucana.

Acontece, que de repente o experiente ex-governador reaparece com teses que já haviam sido superadas dentro do PSDB. Pior: inicia uma série de articulações à revelia do partido e do pré-candidato ao governador Roberto Rocha lançando até primeiro suplente, precipitando, assim, uma séria de dúvidas sobre o seu futuro político e eleitoral no PSDB.

E nesse, digamos, descuido do deputado José Reinaldo, surge o também deputado federal Waldir Maranhão, que, assim como o ex-governador, foi covardemente defenestrado do grupo de Flávio Dino e agora desponta como uma possibilidade real e concreta de ser um dos senadores na chapa do projeto Roberto Rocha governador-45.

Esse é o quadro atual da chapa de pré-candidatos ao Senado Federal no campo político de Flávio Dino e no de Roberto Rocha.

E que deve permanecer assim até as convenções.

Ou não!