ELEIÇÕES 2018: Enfim, José Reinaldo encontrou um porto seguro. Agora, vai depender dele… 13

Ao lado de Alexandre Almeida, o primeiro nome ao Senado Federal anunciado pelo PSDB, o deputado José Reinaldo terá que ter a serenidade necessária para entender que sua opção pelo PSDB é uma opção, também, pelo projeto liderado por Roberto Rocha, Sebastião Madeira, Ildermar Gonçalves e demais lideranças tucanas locais.

No alto dos seus 80 anos de idade, o deputado federal José Reinaldo Tavares não tem “mais idade para pegadinhas”, como ele mesmo diz.

Ao desembarcar no PSDB, o ex-governador do Maranhão, ex-aliado de José Sarney (MDB) e de Flávio Dino (PCdoB) tem a consciência de que poderia ter chegado no ninho tucano mais por amor do que pela dor. É aquela história: colhemos o que plantamos ao longo da nossa vida.

O Maranhão inteiro sabe que a filiação de José Reinaldo no PSDB deu-se porque o ex-governador não encontrou abrigo em nenhum dos partidos dominados pelo governador Flávio Dino. Numa palavra: Zé Reinaldo foi abandonado à própria sorte por quem ele mesmo criou; foi devorado pelo monstro criado no laboratório político do Palácio dos Leões quando ele, Zé Reinaldo, era governador.

Entretanto, todavia, contudo, uma vez abrigado no PSDB, José Reinaldo entra com a consciência de que não sentará de pronto na “janela do ônibus”. Terá, em primeiro lugar, de mostrar claramente que tem compromisso não somente com o candidato a presidente Geraldo Alckmin, mas também com o candidato a governador dos tucanos, o senador Roberto Rocha.

Ao lado do deputado estadual Alexandre Almeida, o primeiro nome ao Senado Federal anunciado pelo PSDB, o deputado José Reinaldo terá que ter a serenidade e humildade necessárias para entender que sua opção pelo PSDB é uma opção, também!, pelo projeto liderado por Roberto Rocha, Sebastião Madeira, Ildermar Gonçalves e demais lideranças tucanas locais.

A FILIAÇÃO

Pelo que o Blog do Robert Lobato apurou, o ato de filiação do deputado José Reinaldo será em Brasília com a presença da bancada do PSDB da Câmara e do Senado, além de lideranças políticas nacionais e locais da relação do ex-governador. É esperada a presença de vários amigos de Zé Reinaldo, inclusive do DEM.

O ato será no gabinete do senador Roberto Rocha, presidente estadual do PSDB, como forma de mostrar para o Maranhão que a chegada de José Reinaldo no tucanato é para somar e não para dividir, como muitos de sonham e desejam.

Enfim, além do esperado julgamento do Habeas Corpus do ex-presidente Lula pelo Supremo Tribunal Federal, a semana será marcada pela filiação do deputado federal e ex-governador José Reinaldo Tavares ao quadros do PSDB do senador Roberto Rocha.

Semana de muitas emoções…

Abaixo, a nota de boas-vindas a José Reinaldo assinada pela Executiva do PSDB maranhense.

Navegar é preciso
O PSDB é feito de mulheres e homens destemidos e corajosos.

Ao longo de anos Jaime Santana, Sebastião Madeira, Roberto Rocha e João Castelo fizeram do PSDB um dos partidos mais importantes do Maranhão.

Há os que se queixam do vento. Os que esperam que ele mude. E os que procuram ajustar as velas.

Arrumamos o barco, içamos as velas, e estamos todos motivados e navegando na mesma direção.

Temos agora o desafio de manter a proa rumo a um porto seguro em outubro deste ano, com as candidaturas de Geraldo Alckmin, presidente e Roberto Rocha, governador.

Agora, o PSDB do Maranhão recebe de braços abertos os deputados Alexandre Almeida e Zé Reinaldo para compor a chapa majoritária comocandidatos ao Senado Federal.

No PSDB temos rumo e mapa. Como uma equipe coesa, rumamos na mesma direção.

Vamos tocar o barco, de vento em popa, todos juntos, para a vitória no Brasil e no Maranhão.

Executiva Estadual do PSDB/Maranhão

O que esperar do PSDB/MA em 2018 8

Ao contrário das previsões catastrofistas daqueles que queriam ver o PSDB maranhense como mero anexo do Palácio dos Leões e anunciaram uma “debandada do ninho”, o partido ganhará novos quadros políticos importantes entre prefeitos, vereadores, deputados, ex-prefeitos, ex-deputados, intelectuais, profissionais liberais etc.

É comum ouvir-se que o objetivo de um partido é chegar ao poder. Partidos não são fundados para brincar de fazer política ou para servir de “satélite” pra outros partidos.

O PSDB, por exemplo, resolveu dar uma guinada no Maranhão rumo a um projeto próprio de poder, estado, governo e sociedade em 2018.

Ora, nada mais correto para esse que é um dos maiores partidos do país e que, inclusive, tem planos e candidato para chegar ao poder central nas próximas eleições. Logo é imprescindível montar palanque nos estados para fortalecer seu projeto nacional.

Foi a partir desse entendimento que a cúpula nacional do PSDB resolveu fortalecer a legenda no estado tirando-o da órbita do PCdoB, um partido “nanico” se comparado com a sigla do 45, e forjando as condições para que os tucanos tenham candidatura própria ao governo no ano que vem.

O nome para a missão é do senador Roberto Rocha, um tucano de alma e concepção. Aliás, metade da sua carreira política foi exercida no PSDB.

Nesse sentido, 2018 sará um ano de grandes desafios para o tucanato local.

Ao contrário das previsões catastrofistas daqueles que queiram ver o PSDB maranhense como mero anexo do Palácio dos Leões e anunciaram uma “debandada” do ninho, o partido, segundo apurou o Blog do Robert Lobato, ganhará novos quadros políticos importantes entre prefeitos, vereadores, deputados, ex-prefeitos, ex-deputados, intelectuais, profissionais liberais etc.

Nada mais razoável para um partido da grandeza do PSDB ter o seu próprio projeto político-eleitoral. E caberá principalmente a Roberto Rocha e ao ex-prefeito Sebastião Madeira, bem como os demais membros da nova direção, unir o partido de Norte e Sul do Maranhão e conduzirem os rumos da legenda a partir de agora.

Flávio Dino, por sua vez, vai perceber da forma mais dura o que foi ter pedido a outra “asa” do avião que pegou voo em 2014.

É aguardar e conferir.

ELEIÇÕES 2018: O que muda no PSDB com a volta de Roberto Rocha ao partido

Um partido do porte do PSDB, independente da simpatia ou não que se tenha pelo sigla, só tem a ganhar saindo da condição de “satélite” do PCdoB que, embora com mais de 90 anos, é “nanico” perto da legenda tucana.

Amanhã, quarta-feira, 4, o senador Roberto Rocha carimba o ‘passaporte’ que oficializa a sua volta aos quadros do PSDB. E volta em grande estilo.

O ato será no seu gabinete, em Brasília, onde são esperadas lideranças de peso do tucanato nacional, incluindo o presidente do partido, senador Tasso Jereissati, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin – virtual candidato do PSDB a presidente da República.

Mas, o que se pode esperar do PSDB no estado do Maranhão após o retorno de Roberto Rocha ao ninho tucano?

Bom, em primeiro lugar, não haverá a tal “revoada” de filiados com entrada do senador na legenda como anunciado pelos adversários de Roberto Rocha. Talvez a única saída que possa ser considerada significativa seja a do deputado estadual Neto Evangelista, e assim mesmo por uma razão que é compreensível, qual seja o fato de estar no governo na condição de secretário desde o início do mandato e Flávio Dino. Aliás, Neto vem fazendo um bom trabalho à frente da Secretaria de Desenvolvimento Social.

Afora o caso de Neto Evangelista, não há notícias reais de que algum político de peso do PSDB deixará o partido em função da filiação de Roberto Rocha. Nem mesmo Luis Fernando, talvez o prefeito mais importante do PSDB pelo o que representou politicamente num passado recente e representa no presente, deu uma única declaração no sentido de que poderá deixar a sigla do 45.

O que há, de fato, é uma campanha financiada pelos cofres “leoninos” para desqualificar ou minimizar a filiação de Roberto Rocha ao PSDB. Tarefa nada fácil já que o ato de amanhã pode ser considerado o maior fato político de 2017, pelo menos até esta data!

Com a entrada do senador no PSDB, que deixa do PSB depois de ter chegado na legenda pelas mãos do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, em 2011, o braço tucano no Maranhão vai fortalecer o projeto nacional do partido na medida que Roberto Rocha chega para oferecer um palanque forte para Geraldo Alckimin no estado favorecendo, por conseguinte, a eleição de deputados estaduais, federais e até mesmo de senador.

O fato é que um partido do porte do PSDB, independente da simpatia ou não que se tenha pelo sigla, só tem a ganhar saindo da condição de “satélite” do PCdoB que, embora com mais de 90 anos, não passa de um “nanico” perto da legenda tucana.