FLÁVIO DINO: “Moro é um bom juiz, um juiz técnico e tem acertado” 18

Num passado muito recente Flávio Dino tinha uma opinião sobre o juiz Moro muito diferente daqui possui hoje

O mal do político que usa e abusa do “gogó” é que é fica vulnerável a ser pego em mentiras e contradições. É o que parece ser o caso do governador Flávio Dino (PCdoB).

O comunista parece ter uma personalidade para cada circunstância, uma palavra para cada momento, uma declaração para cada interlocutor.

Nesta semana, por exemplo, Flávio Dino pegou um avião e vazou dos afazeres de governante para fazer uma visita ao ex-presidente Lula em Curitiba, onde o líder petista está preso. Ex-juiz federal, Flávio sabia que não conseguiria “dar um abraço” no Lula, mas ainda assim preferiu embarcar visando tão somente tirar proveito político-eleitoral da popularidade do ex-presidente. O nome disso é oportunismo, para quem não sabe.

Pois bem. Na tentativa de surfar na “onda Lula”, o governador maranhense vive criticando a Operação Lava Jato e o juiz Sérgio Moro.

Contudo, num passado não muito distante Flávio Dino tinha uma opinião sobre o juiz Moro muito diferente daqui possui hoje. Basta ver o que ele achava do algoz do ex-presidente Lula quando Moro estava no auge condução Lava Jato.

As declarações foram dadas ao jornalista Mario Sergio Conti, apresentador do programa Diálogos, da Globo News, em 2016. É com você Flávio Dino:

Flávio Dino, o ‘Moro’ do Maranhão 32

Pelas práticas, pela empáfia, pela vaidade pessoal e pelo autorismo fruto da “síndrome da juizite”, Flávio Dino pode ser considerado o “Moro” do Maranhão. Com a diferença de não poder fazer uso do discurso anticorrupção.

O governador Flávio Dino (PCdoB) criticou duramente o juiz federal Sérgio Moro por ter determinado a prisão do ex-presidente Lula obedecendo a uma determinação do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o tal TRF-4.

Com a ideia fixa de se tornar uma “liderança nacional” e até ocupar um espaço de destaque na esquerda brasileira a partir da fragilidade que o ex-presidente Lula enfrenta, cabe a Flávio Dino criar factoides como esse de criticar o juiz Sérgio Moro por oportunismo.

Todavia, Flávio Dino sofre do mesmo mal do juiz da república de Curitiba no tocante ao autoritarismo e vaidade pessoal.

O maior exemplo disso foi o esforço que o comunista fez para que o PT vetasse a filiação do deputado federal Waldir Maranhão ao partido do Lula. Aliás, e é bom que se diga, não foi apenas um veto ao Waldir, mas ao próprio PT, que Flávio Dino esnoba por saber que o domina através de cargos, sinecuras e outros instrumentos pecuniários, inclusive o próprio presidente estadual do partido, que pela manhã vai despachar na sede do PT e à tarde corre para bater o ponto no Palácio dos Leões.

Flávio Dino utilizou-se da sua autoridade de chefe dos petistas que têm contracheque no seu governo para tripudiar, enganar e trair Waldir Maranhão, cujo único pecado que cometeu foi ter atendido a uma orientação do comunista para anular o impeachment da Dilma.

O que Flávio Dino fez contra Waldir Maranhão foi de uma covardia sem tamanho! E o fez sem o menor pudor, sem a menor cerimônia.

Pelas práticas, pela empáfia, pela vaidade pessoal e pelo autorismo fruto da “síndrome da juizite”, Flávio Dino pode ser considerado o “Moro” do Maranhão.

Com a diferença que não poder fazer uso do discurso anticorrupção.

ROBERTO ROCHA: “Não há o que comemorar com a prisão de Lula” 8

O senador Roberto Rocha (PSDB) usou as redes sociais para se manifestar sobre a prisão do ex-presidente Lula decretada pelo juiz Sérgio Moro, ontem, quinta-feira, 5.

Segundo o tucano, não há que comemorar a prisão do petista e que Lula não é apenas um político, mas representa uma legítima corrente de opinião e pensamento.

“Já me manifestei que o ex-presidente Lula não é apenas um político, mas representa uma legítima corrente de opinião e pensamento. Não há o que comemorar com a sua prisão. Os erros e os acertos do PT devem ser julgados pelo instrumento sagrado do voto soberano do povo. Que Lula responda por seus atos, dentro da Lei, mas que esse processo não se transforme num ritual de humilhação e de confronto entre brasileiros. Nossa democracia deve, acima de tudo, respeitar as diferenças”, assegurou.

O ex-presidente encontra-se em São Bernado do Campo, na Região do ABC paulista, berço político do Lula, onde avalia, ao lado de advogados e lideranças do PT, se ele se entrega à Polícia Federal, como determinou Moro, ou se força a polícia prendê-lo na sede do Sindicato dos Metalúrgicos.