ENTREVISTA: Roberto Rocha fala sobre federalização de estradas estuais, ZEMA e outros projetos de sua autoria em discussão no Senado

Confira a entrevista concedida pelo senador Roberto Rocha (PSDB) ao programa Ponto Final, da Mirante AM, e apresentado pelo jornalista Roberto Fernandes.

O parlamentar tucano tratou sobre vários projetos de sua autoria em tramitação atualmente no Senado Federal, entre eles a federalização de estradas estaduais, a Zona de Exportação do Maranhão (ZEMA), a tarifa social de energia elétrica, Praia Limpa, SOS Águas etc. Confira.

A dor de um pai e a força de um filho 30

Há casos e mais casos de pessoas que superam essa doença que Paulo Rocha enfrenta, e se depender da vontade de viver desse jovem rapaz, ele vai vencer esse drama. Se depender também das correntes de orações e energias positivas dos familiares e amigos, sem dúvida alguma Paulinho vai sair dessa!

Quem acompanha de perto o drama familiar enfrentado pelo senador Roberto Rocha aprende muito sobre o sentido da vida.

Em primeiro lugar, é de admirar a forma como Roberto encara a dor de um filho que passa por um momento pra lá de delicado do ponto de vista da saúde.

Sofrendo calado, candidato a governador do Maranhão, o homem público Roberto Rocha nunca tratou abertamente sobre assunto durante a campanha até porque não precisava e de forma alguma iria tentar tirar algum proveito eleitoreiro do estado de saúde do seu filho amado. Aliás, Roberto pensou em desistir da sua candidatura, mas foi desautorizado pelo seu filho Paulinho no leito do hospital. Pensem numa sinuca de bico? (Rsrsr).

“Jamais falaria dessa questão pessoal no período eleitoral, como não falei. Sofri calado. Mas agora, creio que as pessoas merecem e tem o direito de saber, afinal sou Homem público”, desabafou o pai Roberto Rocha.

Mas a dor de um pai é amenizada pela força de um filho.

A força de Paulinho é de admirar!

Há casos e mais casos de pessoas que superam essa doença que Paulo Rocha enfrenta, e se depender da vontade de viver desse jovem rapaz ele vai vencer esse drama. Se depender também das correntes de orações e energias positivas dos familiares e amigos, sem dúvida alguma Paulinho vai sair dessa!

Fica aqui a manifestação de solidariedade e apoio do Blog do Robert Lobato ao pai Roberto Rocha, a mãe Ana Cristina, aos irmãos e todos os familiares de Paulo Roberto Diniz Rocha.

#DeusNoComando

Não é procurando culpados que José Reinaldo vai entender a sua não eleição ao Senado Federal 2

O ex-governador poderia ter aproveitado o seu artigo para fazer um agradecimento a Roberto Rocha, Sebastião Madeira e ao próprio Geraldo Alckmin por acolhê-lo no único partido que restou para que pudesse ser candidato a senador.

Eleição é jogo. E tal como um jogo, quem entra está sujeito a ganhar ou perder.

O ex-governador José Reinaldo Tavares, por exemplo, não tem nada a reclamar da sua longa trajetória na vida pública. Foi quase tudo o que muitos políticos gostariam de ser, inclusive governador e ministro de Estado.

Entretanto, por uma dessas contingências da vida, José Reinaldo não conseguiu coroar a sua história política como queria, qual seja sendo senador da República. E ninguém pode ser considerado culpado por isso. E se tiver alguém com culpa no cartório é o próprio!

No seu último artigo publicado no Jornal Pequeno, Zé Reinaldo faz uma avaliação um tanto quanto equivocada da sua não eleição ao Senado Federal.

O Blog do Robert Lobato não vai entrar no méritos das colocações do ainda deputado federal, mas tão somente ponderar alguns aspectos sobre o que escreveu o nosso valoroso Zé Reinaldo, Senão vejamos.

1. José Reinaldo Tavares reconhece: “há alguns anos que eu seria candidato em uma chapa junto com o governador Flávio Dino. Da fato, o ex-governador embalou esse sonho, mesmo não querendo acordar para a dura realidade de que desde o início do governo comunista ele foi vetado para vários cargos de primeiro escalão no que já poderia ser entendido como uma demonstração clara de que o ex-governador não fazia parte dos planos do governador para 2018.

2. É verdade sim!, que Zé Reinaldo sugeriu que o deputado Eduardo Braide fosse candidato a governador lugar do senador Roberto Rocha, mas naquela conjuntura não teve como Roberto abrir mão do projeto para Braide pelas razões expostas de forma transparente para o Zé. Aliás, o senador chegou até propor de pensar em abrir mão da sua então pré-candidatura, mas para o próprio Zé Reinado por conta da sua biografia.

3. Outra verdade contida no artigo do ex-governador: a candidatura a presidente de Geraldo Alckmin não vingou, fazendo com a que a de Roberto Rocha também não tivesse o resultado esperado, daí “que jogou por terra” as chances de Zé Reinaldo, como ele próprio reconhece. Quem poderia contar com o fator “facada no mito”?

4. José Reinaldo também acerta ao reconhecer que foi deixado para trás por muitos que considerava seus amigos: “quero agradecer aos amigos que me ajudaram a buscar votos. São amigos de verdade, em que posso confiar. Muitos, porém, que sempre estiveram comigo me viraram as costas”, desabafa. Faltou dizer que nem os tais “Encontros da Gratidão” sobreviveram por medo dos idealizadores serem retaliados pelo Palácio dos Leões.

5. Por fim, entre verdades, lamentos e desabados expostos no texto do José Reinaldo Tavares, ele poderia ter aproveitado para fazer um agradecimento a Roberto Rocha, Sebastião Madeira e ao próprio Geraldo Alckmin por acolhê-lo no único partido que restou para que pudesse ser candidato a senador. Mas, ao contrário, num momento em que deveria fazer esse gesto público de reconhecimento a essas lideranças do PSDB, tenta é apontar culpados pelo fraco desempenho nas urnas, quando se realmente houver um culpado, repito, é o próprio. Que o amigo Zé Reinaldo consiga olhar pra frente e continue disposto a lutar por um outro Maranhão.

Fiquem com a íntegra do artigo de José Reinaldo Tavares.

CORAGEM, DETERMINAÇÃO E AMIGOS

José Reinaldo Tavares

O jornalista Benedito Buzar colocou em sua coluna que muita gente não entendeu a minha baixa votação nas últimas eleições. Mas, não é difícil de entender. Vamos aos fatos: a minha eleição para o Senado foi montada em outras premissas. Primeiramente, estava combinada há alguns anos que eu seria candidato em uma chapa junto com o governador Flávio Dino. Acabou não dando certo. Eu não era o candidato dele, como ficou evidente.

Depois, eu e amigos discutimos a possibilidade de uma chapa com Eduardo Braide, com base em pesquisas qualitativas. Quase deu certo, despertou enorme curiosidade e simpatia, levando receio do “novo” a outras candidaturas ditas mais fortes. Isso pesou tanto que fez com que Braide não conseguisse um grande partido, com tempo de televisão, levando-o a não querer se arriscar e acabou que ele, no final, preferiu concorrer a deputado federal. Essa foi a decisão dele.

Depois conversei longamente com Roberto Rocha, sugerindo a ele abraçar a candidatura de Braide no PSDB para depois construir a dele a governador, já que pelo meu modo de entender o momento não era o ideal para sua candidatura ao governo do Estado. Ele não aceitou minhas ponderações e manteve a candidatura. Ali se acabou a chance de termos no Maranhão uma eleição equilibrada ao Governo e ao Senado. Flávio tem sorte, além de ter tido competência para manobrar bem a estrutura disponível e não teve problemas para ganhar e eleger seus candidatos a senador.

Voltando à minha candidatura ao Senado, eu tinha uma chapa montada, politicamente forte, o que me dava uma chance mínima de ganhar. Mas eis que na véspera da convenção, Roberto Rocha, com apoio do partido no estado, resolveu se intrometer em minha chapa, exigindo a retirada do meu primeiro suplente de Caxias, o jovem, muito capaz, Catulé Junior. Como consequência inevitável, perdi Caxias, um dos maiores colégios eleitorais do estado que, com razão, abandonou minha candidatura causando imenso prejuízo político e eleitoral, influenciando negativamente líderes de outros municípios, tirando parte da consistência eleitoral da minha candidatura.

Ao final, as candidaturas do PSDB – tanto a de governador, quanto a de presidente do país – que, naturalmente, seriam puxadoras de voto, caso tivessem expectativa de vitória, não vingaram, o que jogou por terra as minhas chances, já que no estado o PSDB ficou isolado, com uma chapa muito fraca, elegendo apenas um deputado estadual do partido. Madeira, grande líder do nosso partido, sofreu na carne o isolamento a que foi submetido. Com poucos recursos, com apenas trinta segundos de televisão não pude mostrar o muito que fiz pelo Maranhão durante minha vida profissional e política.

Por fim, quero agradecer aos amigos que me ajudaram a buscar votos. Esses são verdadeiros amigos, pois mesmo pressionados decidiram ficar comigo, mesmo conscientes das escassas condições de vitória. São amigos de verdade, em que posso confiar. Muitos, porém, que sempre estiveram comigo me viraram as costas. Coisas da vida.

Uma coisa a meu ver marcou esse pleito. Ninguém discutiu os graves problemas do Maranhão e de sua população. Será que não os conhecem? Nada têm a propor? A eleição foi feita em cima de slogans, promessas e nada mais. Passaram por cima dos graves problemas que impedem o nosso desenvolvimento.

Agora, sem Sarney para culpar, terão que trabalhar duro, com competência, para tirar o Maranhão dos últimos lugares. Caso contrário, como explicar a nossa situação?
Eu fui uma exceção, neste deserto de ideias. Discuti muito as soluções para a pobreza, para a educação, para atração de empresas, para o emprego e o desenvolvimento do estado.

O que se pode esperar? Não sei, sinceramente, me resta torcer para dar certo. Boa sorte aos eleitos e reeleitos, sinceramente.

Obrigado, meus amigos.

OPINIÃO: Por que votar em Roberto Rocha 30

Um voto em Roberto Rocha significa abrir uma janela para um novo horizonte neste estado e para o seu povo, ambos carentes de tudo, inclusive de esperança.

O Maranhão é um estado de grandes potencialidades e de uma riqueza natural comparável ao que temos no Brasil como um todo. Aliás, sempre sustentei que o Maranhão é um “Brasil”, considerando que o estado tem características socioeconômicas e ambientais similares a do nosso país..

Infelizmente, porém, ainda não houve um governante que entendesse o fato de que o Maranhão nasceu para dar certo!

O que sobra de riquezas no nosso estado, falta governo, falta gestão!

Ainda não apareceu um chefe do executivo estadual que efetivamente apresentasse um projeto de Estado que explore, de forma sustentável, as nossas riquezas; pelo contrário, a regra tem sido a explotação da pobreza como forma de manutenção de poder e privilégios para poucos.

O que o Maranhão precisa é de um gestor que compreenda a complexidade do nosso estado. Complexidade esta que não inclui apenas aspectos sociais, culturais e econômicos, mas, sobretudo,políticos!

Por isso, o Blog do Robert Lobato entende que votar em Roberto Rocha é depositar a confiança em alguém que entende do Maranhão; que conhece cada palmo deste chão. Não é exagero afirmar que Roberto Rocha é um especialista quando o assunto é o Maranhão!

Não se trata, portanto, de apenas votar num candidato.

Trata-se de votar em alguém que reúne as condições necessárias para fazer deste estado o que foi feito, por exemplo, no vizinho Ceará.

Trata-se também de votar em quem possui a consciência de que no Maranhão deve ser instituída uma nova cultura política que una o nosso povo e principalmente a classe política, respeitando as diferenças de ideias, ideais e concepção de cada força ou campos políticos.

Um voto contra a cultura do medo e da perseguição que foi implantada no estado desde que Flavio Dino assumiu o poder. Basta ver que ao invés de agregar aliados, o comunista afugentou vários deles que o ajudaram a chegar no Palácio dos Leões e aí estão os inúmeros exemplos!

Um voto em Roberto Rocha é a certeza de que uma nova cultura vai fazer-se presente no Maranhão: a cultura do fazer!

Um voto em Roberto Rocha significa a abertura de uma janela para um novo horizonte neste estado e para o seu povo, ambos carentes de tudo, inclusive de esperança..

Enfim, votar em Roberto Rocha governador-45 é um voto de rebeldia!

É a opinião do Blog do Robert Lobato.

VÍDEO DO DIA: Alexandre Almeida alerta eleitores sobre o voto em Weverton Rocha 8

Com discurso que é o mais novo candidato a senador do país, o que é verdade, o deputado estadual Alexandre Almeida (PSDB) apresentou no seu programa eleitoral o lado polêmico e controverso do também candidato a senador Weverton Rocha (PDT), além de revelar que o deputado federal é alvo de investigação por corrupção pelo Ministério Público Federal.

Na peça publicitária do tucano, supostos eleitores de Weverton Rocha desistem de votar no candidato pedetista após tomarem conhecimento do lado, digamos, nada admirável do nosso querido Maragato.

Confira.

IMPERATRIZ: Coisa feia, meu caro Assis Ramos 6

Será que pelo fato de Roberto Rocha ser candidato ao Governo do Maranhão fez com que o prefeito Assis Ramos “esquecesse” dos serviços prestados pelo senador não somente a sua gestão, mas principalmente ao povo imperatrizense?

O prefeito de Imperatriz, Assim Ramos (MDB), digamos, pisou na bola.

O emedebista ir para as suas redes sociais agradecer a quem ajuda o município de Imperatriz não é apenas um gesto de reconhecimento como de gratidão, já que a situação das cidades maranhenses está muito ruim do ponto de vista financeiro, ainda mais quando administradas por maus gestores.

Pois bem. Pela rede social do Instagram, nosso prefeito-delegado agradeceu alguns deputados e senadores que teriam ajudado o município de Imperatriz. Há paramentares tanto do seu campo político, quanto ligados a Flávio Dino, como é o caso deputado federal Cleber Verde (PRB). Bonito o gesto do prefeito, não é mesmo?

O que ficou, muito feio, é que Assis Ramos simplesmente “esqueceu” de citar o parlamentar que mais tem ajudado a cidade de Imperatriz com recursos e equipamentos públicos: o senador Roberto Rocha (45).

Foram milhões e milhões de reais em emendas e projetos que o senador viabilizou para a “Princesa do Tocantins”, conforme tabela abaixo:

Pergunta-se: será que o fato de Roberto Rocha ser candidato ao Governo do Maranhão fez com que o prefeito Assis Ramos tivesse um surto de amnésia a ponto de fazê-lo esquecer dos serviços prestados pelo senador não somente a sua gestão, mas principalmente ao povo imperatrizense?

Mas, para não parecer que o Blog do Robert Lobato está sendo injusto com Assis Ramos, vamos ver o que ele achava da ação parlamentar de Roberto Rocha em prol de Imperatriz pouco tempo antes das eleições.

É com você, prefeito.

ELEIÇÕES 2018: Roberto Rocha aciona CNJ, CNMP e PGR para acompanhamento de processo que declarou Flávio Dino inelegível e ainda para garantir a independência funcional de magistrada 14

O senador pede ainda investigação, via Conselho Nacional do Ministério Público, sobre conduta de promotora de Justiça que pediu o arquivamento do pedido de inlegibilidade do governador e outros políticos mesmo sem “contexto probatório sólido”, no entender de Roberto Rocha.

Numa atitude surpreendente, democrática e necessária em virtude dos rumos que o processo eleitoral de 2018 pode ganhar no Maranhão, o senador Roberto Rocha (PSDB) solicitou, em expediente dirigido à Ministra Carmen Lúcia, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para que “sejam tomadas providências, visando garantir a magistrada Anelise Nogueira Reginato e aos demais juízes que vierem a oficiar na referida ação judicial eleitoral, a independência na atuação de suas atividades judicantes, assim como, que sejam identificados, pela Polícia Federal através de abertura de inquérito, para as providências cabíveis, todos os detratores da referida juíza, que ao que se tomou conhecimento, implementaram até fake news para constrangê-la”.

Segundo o senador tucano. a justificativa de instar o CNJ visa “assegurar a plena autonomia e independência da citada magistrada e de todos os togados que venham a atuar na ação antes identificada, para o exercício judicioso de suas funções, como parcela que são da soberania estatal e do regime democrático e nos termos do previsto no artigo 103-B, § 4º, incisos I e II, da Constituição Federal c/c artigo 4º, incisos I e II, do Regimento Interno do Conselho Nacional de Justiça (RICNJ)”.

Ao se referir a atuação da magistrada Anelise Nogueira Reginato, da 8ª zona eleitoral de Coroatá, Roberto Rocha considerou ser inadmissível que diante do exercício de suas funções, tal integrante da magistratura tenha sido alvo de acusações e ataques pessoais infundados e proferidos, de forma anônima e identificada, através de publicações em redes sociais e de entrevistas de várias autoridades, isso em decorrência da sentença que implementou na referida ação, na tentativa de desqualificá-la e intimidá-la.

“Decorrente do símbolo da transição entre o autoritarismo e a democracia, a Constituição traz a previsão do princípio do juiz natural e da garantia ao devido processo legal a todo indivíduo (artigo 5º, incisos LIII e LIV). Tais normatizações, contudo, somente são passíveis de concretização quando assegurada a independência funcional dos magistrados brasileiros, o que é ensejado por meio do exercício da atividade judicial de forma imparcial e livre de quaisquer pressões, ameaças e interferências voltadas à aniquilação da motivada convicção do julgador”, argumentou o senador.

“Se qualquer jurisdicionado não está satisfeito com uma eventual decisão judicial que lhe foi desfavorável, tem todo o direito de recorrer e não de tentar desqualificar uma autoridade do Poder Judiciário”, arrematou.

ESCALADA DE ATAQUES

A juíza Anelise Nogueira Reginato tem sido vítima de uma escalada de ataques de aliados políticos do governador Flávio Dino (PCdoB), bem como da mídia alugada pelo Palácio dos Leões, desde que teve a coragem de decretar a inelegibilidade do comunista por abuso de poder político nas eleições de 2016.

Além do chefe do executivo maranhense, o ex-secretário Márcio Jerry, presidente estadual PCdoB, também foi declarado inelegível, e ainda decretada a cassação e inelegibilidade do prefeito e do vice de Coroatá, Luis Filho (PT) e Domingos Alberto (PSB), respectivamente.

Com essa iniciativa do senador Roberto Rocha, as eleições no Maranhão devem ganhar maior segurança política, jurídica e institucional, diferentemente do que aconteceu em 2016, quando governador desdenhou, menosprezou e subestimou as instituições praticando um verdadeiro festival de abuso de poder político pelo estado afora.

É aguardar e conferir.