ELEIÇÕES: Sobre “esconder” sobrenomes 10

Imaginem se adianta alguma coisa Ricardo, Andrea, Roseana, Zequinha, Edinho etc., “esconderem” os sobrenomes dos eleitores…

A luta política no Maranhão tem umas idiotices que é de fazer dó.

Agora passaram a dizer que os pré-candidatos da família Murad e Sarney estão “escondendo” os seus sobrenomes dos eleitores por vergonha. Santo Deus!

Esse negócio de omitir sobrenomes em material de campanha nada tem a ver com fatos negativos envolvendo as famílias citadas. Tudo não passa de coisa de marqueteiro e que não é de agora.

Eu, particularmente, acho isso uma bobagem e quando for candidato não abrirei mão do meu Lobato nem que Duda Mendonça peça, ora bolas!

Imaginem se adianta alguma coisa Ricardo, Andrea, Roseana, Zequinha, Edinho etc., “esconderem” os sobrenomes dos eleitores…

Será que existe no Maranhão alguém que não saiba quem são essas pessoas pelo nome e sobrenome? Até é possível que sim, claro, mas qualquer eleitor com a miníma da miníma informação sabe quem são todos, independente se os sobrenomes estejam ou não estampados no material de campanha.

Enfim, é cada factoide que neguinho inventa.

Eu, hein!

CONTRA PRIVATIZAÇÃO: Ex-presidente Sarney recebe sindicalistas do setor elétrico 8

Sarney recebeu os sindicalistas na sua residência no Calhau, conversou bastante sobre as ações do seu governo em benefício do setor elétrico e voltou a se colocar à disposição da luta dos eletricitários contra a privatização do sistema Eletrobras

Ex-presidente José Sarney ladeado pelo diretor Jurídico Wellington Diniz (esq.) e diretor de Energia da FRUNE, Fernando Neves (dir.).

O ex-presidente José Sarney (MDB) recebeu na tarde de ontem, terça-feira, 17, sindicalistas do setor elétrica que foram agradecer o empenho do líder emedebistas para tirar o projeto de privatização de sistema Eletrobras que tramitava no Congresso Nacional.

O Coletivo Nacional dos Eletricitários recebido por Sarney esteve representado por dois dos seus dirigentes: Fernando Neves (Diretor de Energia da Federação Regional dos Eletricitários do Nordeste – FRUNE) e Wellington A. Diniz (Diretor Jurídico do Sindicato dos Urbanitários do Maranhão – STIU/MA).

Na opinião de Fernando Neves, o presidente Sarney “foi fundamental para que a ofensiva conservadora contra o sistema Eletrobras fosse barrada no Congresso Nacional e sua interlocução com os trabalhadores do setor ajudou, inclusive, para que vários governistas se convencessem do erro que é privatizar um setor estratégico para o país, principalmente para as regiões mais pobres do país, como os estado do Norte e Nordeste”.

O diretor Jurídico do STIU/MA, Wellington Diniz, afirmou por sua vez que “o Coletivo Nacional dos Eletricitários, não poderia deixar de fazer esse reconhecimento ao presidente de José Sarney, que foi muito importante não apenas para estancar o processo de privatização do setor elétrico no âmbito do Congresso Nacional, mas também defender os serviços que empresas como a Eletronorte prestam ao país e ao Maranhão, e que o presidente já se posicionou claramente contra a privatização da estatal”.

Sarney recebeu os sindicalistas na sua residência no Calhau, conversou bastante sobre as ações do seu governo em benefício do setor elétrico e voltou a se colocar à disposição da luta dos eletricitários contra a privatização do sistema Eletrobras.

São posturas como essa que fazem do Sarney o que ele é…

SARNEY: “Voto em Lula se ele for candidato” 5

A declaração do emedebista foi dada na tarde desta segunda-feira, 17, quando recebeu sindicalistas do setor elétrico que foram agradecer o esforço do ex-presidente contra a privatização do sistema Eletrobras.

O ex-presidente José Sarney (MDB) afirmou que votará em Lula para presidente caso o petista consiga mesmo ser candidato.

A declaração do emedebista foi dada na tarde desta segunda-feira, 17, quando recebeu sindicalistas do setor elétrico que foram agradecer o esforço do ex-presidente contra a privatização do sistema Eletrobras.

Sarney disse ainda que considera uma injustiça a prisão de Lula e que tudo não passa de orquestração política, apesar de não apontar quem seriam os carrascos do petista.

“Se Lula for candidato a presidente será o meu candidato. Voto nele. Somos amigos, falávamos constantemente e na véspera da sua prisão liguei para me solidarizar com ele. Acho isso uma injustiça e tudo não passa de orquestração política”, disse.

O ex-presidente Sarney, um dos mais experientes e inteligentes políticos do país, lembrou que quando Lula deixou o Palácio do Planalto fez questão de acompanhá-lo até a sua residência em São Bernado do Campo (SP).

A relação de Sarney com Lula realmente é de compadrio.

No auge dos seus cabelos brancos, Gastão Vieira vai ter que optar entre ser chamado de “velho” ou de “velhaco” 16

Fico a pensar se Flávio Dino acredita ou confia em Gastão Vieira. Aliás, vou mais longe, fico a imaginar se o governador comunista no seu íntimo não pensa mais ou menos assim: “Esse Gastão Vieira é um canalha, mas um canalha necessário para os meus interesses políticos e eleitorais. Gastão é meu canalha favorito!”.

Sempre tive o ex-deputado federal Gastão Vieira na cota de boa gente, gente proba, bom caráter e demais qualidades que fazem de um homem público alguém digno de respeito.

Se eu tiver o privilégio de chegar a ter todos os fios de cabelos brancos e pelo menos completar a idade de Gastão Vieira, quero estar com a consciência tranquila que aproveitei a idade provecta para corrigir eventuais erros que cometi na juventude.

É que quando somos jovens temos a obrigação de cometer erros. Faz parte dessa fase da nossa vida. Com o tempo é que vamos criando maturidade de rever conceitos, comportamentos e paradigmas. Com a idade nos tornamos referência para os mais jovens. É força e privilégio de quem chega aos cabelos brancos.

O nosso querido Gastão Vieira resolveu nadar contra a maré da vida. Deve ter tido uma vida comportada na juventude, errado pouco e agora opta por errar de forma mais escrota possível aos bem vividos 72 anos de idade!

Nada contra o ex-deputado estadual, ex-deputado federal, ex-secretário de Governo, ex-ministro de Estado, ex-presidente do FNE deixar pra trás todos aqueles que são responsáveis pelo que o Gastão Vieira foi e é, e agora se debandar para o outro lado da margem do rio. Nada contra. Como diria aquele ex-BBB Kleber Bambam: “faz parte”.

Agora, tudo contra a forma como Gastão Vieira está construindo a sua nova trajetória de vida e seu opção política: escarrando no prato que passou mais da metade da vida comendo e se lambuzando.

Fico a pensar se Flávio Dino acredita ou confia em Gastão Vieira. Aliás, vou mais longe, fico a imaginar se o governador comunista no seu íntimo não pensa algo mais ou menos assim: “Esse Gastão Vieira é um canalha, mas um canalha necessário para os meus interesses políticos e eleitorais. Gastão é meu canalha favorito!”.

Só para fazer uma comparação: se José Reinaldo Tavares resolvesse definitivamente fazer as pazes com o ex-presidente José Sarney, voltar para o seu grupo político de origem e morrer com a consciência tranquila de que não levará para o túmulo o signo da ingratidão, o ex-governador estaria corrigindo, concordando-se ou não com ele, um erro cometido num passado recente.

Já o Gastão Vieira a quem é devedor aos Sarney até a medula faz exatamente o contrário. E pior: parece fazer com júbilo.

Torço sinceramente para que o governador Flávio Dino veja em Gastão Vieira um novo aliado, leal, fiel e disposto à lutar pela causa do seu governo e quiçá até pela causa comunista.

Para encerrar: Certa vez, o então presidente da República Fernando Collor de Melo chamou o saudoso Ulisses Guimarães de “velho”, achando que tal predicado ofenderia o pai da “Constituição Cidadã”.

Sereno, Ulisses respondeu: “Sou velho, mas não sou velhaco”.

Penso que Gastão Vieira, em breve, enfrentará o drama na sua vida de optar entre ser chamado de “velho” ou de “velhaco”.

A história dirá.

SENADO 2018: Esperto, Weverton Rocha quer ser também o senador do Sarney 14

É difícil imaginar que o Maragato tenha algum futuro utilizando-se da “catinga” dos Sarney e assim achar que pode enganar o povo, fazendo um discurso nos grandes centros contra a “oligarquia”, e nos grotões levantando a mão de um dos principais herdeiros de Zé Sarney

Que o deputado federal Weverton Rocha (PDT) é sabido que só a moléstia todo mundo sabe. Só que o homem está indo longe demais na sua esperteza e pode acabar se dando mal.

É que leio no blog do colega Diego Emir que o nosso bravo Maragato – maldosamente chamado por um blogueiro palaciano e funcionário da Radio Difusora FM de “Maragatuno” – anda pra cima e pra baixo com o também deputado federal Sarney Filho (PV) fazendo “dobradinha” para o Senado Federal. É bem aí que reside a malandragem.

Zequinha Sarney é um homem polido, tem pedigree, muito educado e não tem a manina de sair por aí detonando adversários e muito menos agredindo familiares dos seus opositores. É um homem é fino, diga-se.

Já Weverton Rocha vem da barbárie, da vida dura, de família humilde, não tem pedigree e sempre usou um discurso duro contra os poderosos, as oligarquias, os golpistas e por aí vai.

E entre os oligarcas que Weverton mais gosta de detonar, esculhambar e escrachar é justamente o pai de Zequinha, o ex-presidente José Sarney. Sem falar nas porradas que o pedetista dá mana Roseana quase que diariamente. É um homem é bruto, diga-se.

Nesse sentido, é difícil imaginar que o Maragato tenha algum futuro utilizando-se da “catinga” dos Sarney e assim achar que pode enganar o povo, fazendo um discurso nos grandes centros contra a “oligarquia”, e nos grotões levantando a mão de um dos principais herdeiros de Zé Sarney.

Como perguntar não ofende, pergunta-se: quem teria mais vergonha dessa “dobradinha” inusitada, o fino Sarney Filho ou o bruto Werverton Rocha?

E o leitor, o que acha?

A quem Joaquim Haickel serve? (Parte I) 35

Joaquim é, e sempre foi, do grupo Sarney, ainda que tenha e faça críticas públicas e duras a principal herdeira do grupo, a ex-governadora Roseana.

Antes de mais nada, quero deixar bem claro o respeito que nutro pelo ex-deputado, escritor, cineasta e político Joaquim Haickel.

Resolvi, assim mesmo, na primeira pessoa, fazer uma série de três postagens para instigar o debate sobre as teses políticas de Quincas, notadamente a sua repentina obsessão em tirar o senador Roberto Rocha da disputa eleitoral de 2018 para o governo do Maranhão em favor do deputado estadual Eduardo Braide (PMN).

Bom, assim como Roberto Rocha, Joaquim é de família tradicional da política maranhense. Seu pai, o saudoso Nagib Haickel, foi um político respeitado, presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, amigo e aliado do Sarney assim como o pai de Roberto, o também saudoso ex-governador Luiz Rocha. Ambos são órfãos dos seus respectivos genitores. E as semelhanças entre Roberto e Joaquim acabam por aí.

Diferentemente de Joaquim Haickel, o senador Roberto Rocha é um sobrevivente da política! Sem o pai, conseguiu na unha construir o seu próprio destino político num estado que é não é para qualquer um sobreviver politicamente. Basta ver onde está Quincas Haickel e onde está Bob Rocha.

Mas vamos lá!

No final do ano passado, Joaquim Hacikel me procurou para “dialogar sobre o projeto Roberto Rocha governador”.

Animado, Quincas chegou a sugerir a criação de um “núcleo estratégico” para pensar a candidatura do Roberto ao governo do Maranhão citando nomes de algumas personalidades para compor esse tal núcleo.

Claro que atendi a sugestão do amigo e tratei de submeter ao Roberto, que a princípio gostou da proposta, mas pediu para aguardar, pois, na avaliação do senador, ainda era cedo para definir esse tipo de coisa.

Pois bem. De uma hora para outra, eis que surge um Joaquim Haickel apaixonado pela tese da candidatura de Eduardo Braide a governador do Maranhão. Não entendi mais nada!

Ora, Joaquim é, e sempre foi, do grupo Sarney, ainda que tenha e faça críticas públicas a principal herdeira do grupo, a ex-governadora Roseana, de quem foi secretário de Estado.

A quem Joaquim Haickel serve?

Até a próxima postagem.

PS: Quero deixar bem claro que não tenho absolutamente nada contra o amigo Eduardo Braide ser candidato a governador, pelo contrário, sou, inclusive, defensor que o deputado converse com o PT. O foco das minhas postagens é apenas polemizar, democraticamente, como meu colega de blogosfera Joaquim Haickel. 

Quem tem medo de Roberto Rocha e Eduardo Braide? 2

Até as eleições a ordem, tanto no Palácio dos Leões quanto nas redações do sistema Mirante, é estimular a cizânia não somente entre Roberto Rocha e Eduardo Braide quanto entre eles e Ricardo Murad e Maura Jorge

A resposta para a pergunta acima é óbvia: O grupo Sarney e Flávio Dino.

Basta ver como os apoiadores de Roseana Sarney e de Flávio Dino analisam os movimentos da pré-campanha eleitoral de 2018.

Tanto roseanistas quanto dinistas fazem questão de estimular a intriga entre o senador Roberto Rocha (PSDB) e Eduardo Braide (PMN). Fazem tempestade em copo d’água para criar um clima de discórdia entre os dois pré-candidatos a governador.

Ocorre que Roberto e Braide têm conversado mais do que simplesmente a questão eleitoral de 2018. O que tem pautado as conversas entre os dois pré-candidatos ao governo é o Maranhão! Aliás, não somente Roberto e Braide, mas outros pré-candidatos como Ricardo Murad (PRP) e Maura Jorge (Podemos).

Ora, é lógico que essas conversas incomodam roseanistas e comunistas num só tempo.

E até as eleições a ordem, tanto no Palácio dos Leões quanto nas redações do sistema Mirante, é estimular a cizânia não somente entre Roberto Rocha e Eduardo Braide quanto entre eles e Ricardo Murad e Maura Jorge.

Só o ex-presidente Sarney para segurar esse povo.

Mas, infelizmente, no Brasil só Rosena não escuta o mestre da política.

Fazer o quê?

O carnaval do Maranhão não se resume à pessoa do governador Flávio Dino 8

O comportamento do governador maranhense pode ser muito bem resumido num trecho da cantiga “Sampa”, de Caetano Veloso, que diz assim: “É que Narciso acha feio o que não é espelho”

Narcisismo é algo complicado e dependendo do nível pode ser muito perigoso, tanto para para o próprio narcisista quando pessoas próximas a ele.

Ao reclamar de forma que beira o patológico contra o fato de não aparecer na TV Mirante, afiliada da Globo, durante o carnaval, o governador Flávio Dino comete vários equívocos, todos originados na sua personalidade narcisista.

Em primeiro lugar, é estranho alguém se martirizar porque não consegue aparecer na “telinha” de uma emissora que integra um sistema de comunicação que é tratado costumeiramente de forma desrespeitosa pelo governador e o seus auxiliares mais próximos. Aliás, desrespeitos que não se limitam ao sistema em si, mas também a alguns dos seus profissionais de jornalismo.

Em segundo lugar, fica feio para um governador jovem ficar o tempo inteiro atacando o ex-presidente Sarney, um idoso de quase 90 anos, e acusando-o de ser a mente por traz do hipotético boicote da TV Mirante a sua pessoa.

Em terceiro lugar, quem acompanha os telejornais da TV Mirante sabe que houve, sim!, um registro diário do carnaval não apenas de São Luis, mas de diversas cidades do Maranhão em todas as regiões do estado.

Ocorre que para Flávio Dino só vale se durante as reportagens miranteanas o comunista aparecer tocando tambor com uma claque palaciana, sob o comando do diretor do Procon, Duarte “Shoktox” Júnior, gritando “Dino, eu te amo”. Aí não dá, né?

Esse tipo de comportamento do governador maranhense pode ser muito bem resumido num trecho da cantiga “Sampa”, de Caetano Veloso, que diz assim: “É que Narciso acha feio o que não é espelho”.

Mas nada que uma boa terapia não resolva ou animize o transtorno…

URGENTE: Sarney teria transferido o seu domicílio eleitoral para o MA 26

A se confirmar a transferência de domicílio, os desdobramentos políticos no estado serão imprevisíveis, além de colocar a conjuntura local de pernas para ar. Muda tudo!

O Blog do Robert Lobato foi informado agora a pouco de que o ex-presidente da República e ex-presidente do Congresso Nacional, José Sarney (PMDB), transferiu o seu domicílio eleitoral do estado do Amapá para o Maranhão, ontem, quarta-feira, 24, mas transferência de domicílio eleitoral pode ser realizada até 6 meses antes das eleições.

Após deixar a presidência em 1990, Sarney resolveu disputar um mandato de senador pelo Amapá e desde então obteve sucessivas vitória sendo atualmente um dos políticos mais longevos, experientes e influentes da República, se não o mais influente, e completará 88 anos no próximo mês de abril.

A se confirmar a transferência de domicílio eleitoral do ex-presidente, os desdobramentos políticos no estado serão imprevisíveis, além de colocar a conjuntura local de pernas para ar. Muda tudo!

O Blog do Robert Lobato não conseguiu a confirmação se Sarney voltará ao Maranhão somente para votar ou se pensa também em ser votado e tentar encerrar a sua carreira política de grande sucesso no seu estado natal.

Será que esse santo quer reza?

A conferir.

Em tempo: José Sarney aparece com índices superiores a 60% de intenção de voto para senador no estado do Amapá.

“Pedro Fernandes não quis ser ministro”, afirma Roberto Jefferson 2

“Não tem movimento de sair do governo. Sarney é o presidente de honra do PTB e não havia razões para Pedro Fernandes se recusar a falar com ele. Pedro não quis mesmo ser o ministro.”

O líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes (GO), não está convidado a participar da conversa entre o presidente Michel Temer e o presidente nacional da sigla, Roberto Jefferson, às 15h desta quarta-feira, 3, no Palácio do Planalto. Jovair é enfático ao discordar do veto à indicação do deputado federal Pedro Fernandes ao Ministério do Trabalho. À Coluna do Estadão, o líder disse que Temer precisa decidir se quer manter o apoio da legenda na base aliada. “O Planalto está com muita credibilidade para escolher seus problemas. E precisa decidir se quer o PTB na base aliada ou fora dela”, ironizou.

O movimento que vetou Pedro Fernandes causou um certo mal-estar entre o líder e o governo. Para acalmar a crise, Michel Temer ligou para Roberto Jefferson, que embarcou nesta manhã para Brasília. Jefferson alega não ter motivos para o “radicalismo”. “Não tem movimento de sair do governo. Sarney é o presidente de honra do PTB e não havia razões para Pedro Fernandes se recusar a falar com ele. Pedro não quis mesmo ser o ministro. Não tem razão para radicalismo”, minimizou. (Naira Trindade).

(Via Estadão)