A PM KÁTIA DA SILVA SASTRE: Vilã ou heroína? 30

Entre outras mães, filhas e inocentes que correram risco naquele fatídico dia, o desfecho do ocorrido foi melhor para as pessoas de bem.

A PM Kátia da Silva Sastre, do estado de São Paulo, protagonizou um dos eventos mais comentados na imprensa, na sociedade e, claro, nas redes sociais, neste final de semana.

À paisana, a PM reagiu a um assalto na cidade paulista de Suzano e disparou contra o assaltante, que morreu no hospital. O meliante já tinha passagem pela polícia, inclusive com acusação de ocultação de cadáver.

O ato da policial dividiu opiniões à esquerda e à direita do espectro politico nacional.

Pela lado das esquerdas, a ação da policial foi algo desumano, arriscado (pois colocou outras vidas em perigo) ou “uma carnificina”, como exagerou a colunista Nathalí Macedo no artigo “A mãe PM que matou um ladrão em Suzano e a espetacularização da irresponsabilidade”, publicado no site Diário do Centro do Mundo.

Já para os direitistas, a PM Kátia Sastre agiu corretamente mostrando que “ladrão bom é ladão morto” e coisas do tipo.

De uma forma ou de outra, esse episódio foi trágico em todos os aspectos.

Em primeiro lugar, revelou o quanto nós, cidadãos, pais e mães de famílias, nossos filhos etc.,  estamos vulneráveis à ações de marginais que não tem qualquer empatia pela vida alheia.

Em segundo lugar, serviu para mostrar o quanto também vivemos numa sociedade totalmente dividida entre os que ainda acreditam nas leis enquanto instrumentos para punir marginais e aqueles que defendem que justiça pode ser feita com as próprias mãos.

Em terceiro lugar, o evento mostra ainda como a sociedade está carente à procura de heróis e/ou heroínas, uma vez que não acredita mais no Estado enquanto ente que pode resolver os problemas que lhe afligem no cotidiano, como é o caso da falta de segurança nas cidades independente do tamanho delas – antes, apenas os grandes centros urbanos padeciam com a insegurança, atualmente qualquer cidade pelo Brasil afora está à mercê da marginalidade.

Mas, respondendo ao questionamento que dá titulo a este post, ou pelo menos tentando respondê-lo, penso que a brava policial militar Kátia da Silva Sastre não é nem vilã e nem heroína. Trata-se de tão somente uma cidadã que fez aquilo para o qual foi treinada, qual seja defender seus concidadãos. Agiu de forma não apenas corajosa, mas com muita competência e preparo técnico.

Se a mídia glamorizou o episódio isso é uma outra questão. E nesse particular tanto a mídia de direita quanto a de esquerda cometeram e cometem seus excessos.

Por fim, mas do qualquer coisa, Kátia da Silva Sastre, ou simplesmente PM Sastre, agiu como mãe quando estava se preparando para participar com a filha de um homenagem ao Dia das Mães.

Só isso já a coloca na condição, se não de heroína, na condição de uma “super mãe”.

Entre outras mães, filhas e inocentes que correram risco naquele fatídico dia, o desfecho do ocorrido foi melhor para as pessoas de bem.

A fama de traidor de Flávio Dino já é nacional 4

Flávio Dino terá que passar o resto do ano carregando o fardo de ser ingrato, desleal e mesmo um político inclinado a trair os aliados, o que pode contabilizar prejuízos irreversíveis durante a campanha eleitoral de outubro

O Blog do Robert Lobato já havia feito o alerta de que a ingratidão do governador Flávio Dino (PCdoB) em relação aos aliados poderia deixar o comunista com a má fama de traidor. Não deu outra!

Depois de passar uma rasteira no ex-governador e atual deputado federal José Reinaldo Tavares, principal responsável pela sua carreira política, Flávio Dino faz do também deputado federal Waldir Maranhão a sua última (ou penúltima?) vítima – ambos os deputados filiaram-se ao PSDB do senador Roberto Rocha na semana passada.

Diferentemente da traição a José Reinaldo, no caso de Wadir Maranhão a coisa ganhou repercussão nacional.

Primeiro foi no site Diário do Poder através da matéria onde o ex-presidente de Câmara dos Deputados revela um pouco dos bastidores que o levaram a pedir a anulação do impeachment da Dilma (veja aqui).

Ontem, 9, foi a vez do site Ucho.Info dar repercussão ao fato de Flávio Dino ter abandonado o compromisso político-eleitoral que tinha firmado com Waldir Maranhão.

Num texto duríssimo, a redação do Ucho.Info afirma que o governador maranhense é “um traidor que bambeia entre o ego doentio e o comportamento pusilânime” (veja aqui).

O fato é que Flávio Dino terá que passar o resto do ano carregando o fardo de ser ingrato, desleal e mesmo um político inclinado a trair os aliados, o que pode contabilizar prejuízos irreversíveis durante a campanha eleitoral de outubro.

E por falar em lealdade ou deslealdade política, como queiram, o Blog do Robert Lobato deixa para reflexão as palavras do atual governador São Paulo, Márcio França (PSB), que recentemente provou do gostou amargo da ingratidão ao ter apoio negado, a sua reeleição de governador, pelo prefeito da capital paulista João Doria (PSDB), que irá enfrentar o socialista na disputa ao governo.

Para quem não sabe ou não lembra, França, ao lado do agora ex-governador Geraldo Alckimin (PSDB), que deixou o cargo para se candidatar a presidente da República, foi um dos principais avalistas da candidatura de Doria a prefeito em 2016.

Confira as palavras de Márcio França ditas durante a sua posse no Palácio Bandeirantes.

(Qualquer semelhança com o que aconteceu no Maranhão não é mera coincidência).

Ah a lealdade… essa velha e honrada senhora certeira
Não tem dia e não tem hora, que eu te esqueça
Nem que o mundo acabe ou que eu desapareça…
Lá vai você comigo, minha querida companheira

Não sei se nasceu em mim, ou se meus pais me impregnaram
Só se sei que me acompanha resistente pela vida inteira,
E me abriu caminhos decisivos, que só por ti passaram

Ah a Lealdade
Condutora segura do meu destino, presente em mim, desde menino, orientou meus passos e minha conduta
Assim, sempre, fui leal a Deus, sobre todas as coisas, pois sei que ao final, não seria em vão a minha luta

Fui leal a fé e aos exemplos dos nossos antepassados na história
De luta resistente de Bartyra e Tibiriçá, de João Ramalho e do Bacharel de saudosa memória

De sabedoria do gênio José Bonifácio, de resistência cívica de Júlio Prestes, que nunca procurou o fácil, da coragem de Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo,

De quem ingere o remédio, ainda que seja amargo
De caridade De Dom Paulo Evaristo Arns, do gênio de Monteiro Lobato e a sua história famosa
Da sensibilidade Oswald de Andrade e Adoniran Barbosa

Fui leal a família, essa cesta de almas acolhedoras e queridas,
Que me dedicam o seu melhor,
Dispondo parte das suas próprias vidas

Fui leal a minha Pátria, que me concedeu a liberdade
Que me permitiu exercer minha vocação
lutar por mais justiça e igualdade
E ser feliz ao exercer e amar a minha profissão

Fui leal a minha terra querida, origem da minha jornada
São Vicente: mãe da Pátria, por vezes esquecida
Terra de gente simples e honrada

Fui leal aos amigos de infinitas caminhadas,
Muitos hoje, governador, por aqui, e outros que aqui não chegaram
Mas estão sempre comigo, pelas vitórias conquistadas
E pelas marcas profundas que em mim deixaram

Meu conterrâneo Mario Covas, o cavaleiro heroico que me transmitiu coragem
Miguel Arraes de Alencar, meu eterno mestre e inspirador
Eduardo Campos, irmão querido, alma gêmea que a vida me emprestou de passagem,
Tercio Garcia, herdeiro dos meus sonhos e sócio da minha dor
Todos estes, e tantos outros, estão por aqui, em algum canto deste salão

Felizes, orgulhosos, e me passando a emoção
Que reforça minha fé de poder cumprir minha nova missão!

Fui leal aos meus pais,
Primeiro amor que senti minha querida mãe Myrthes
Que Deus permite que hoje esteja aqui linda, guerreira, forte e decidida
Caiçara de Iguape, outra terra querida

E leal principalmente ao que me ensinou Luiz Gonzaga, meu herói, meu pai
Que da vida se foi, mas que de mim não sai
Médico dos pobres, herdeiro da melhor tradição
De que palavra dada que é palavra cumprida
De que a honra é marca pra não ser esquecida
De só fazer o bem a todos, e trabalhar por missão

Fui leal aos meus filhos, amados, Helena e Caio, Fernanda, e aos meus netos Enzo e Laurinha
Que me permitiram esclarecer, uma velha dúvida minha
Pois que com eles fiquei certo
De que de fato atingimos a eternidade,
Quando temos nossa continuidade por perto,
Quando filhos e netos se tornam realidade

Fui leal a minha metade querida
Lucia, luz dos meus caminhos,
Eu sempre soube que Deus me havia reservado você, minha prometida
Para facilitar as rosas e me poupar espinhos,
Desde que lhe vi, primeira namorada, sabia que era para sempre e que dividiríamos a estrada
Cá estamos, querida, para dividir contigo mais um compromisso de fé e de responsabilidade
Só sei que seremos capazes pela nossa total cumplicidade
Amo tudo em você, mas acima de tudo, sua lealdade….

Fui finalmente leal aos meus princípios e ao meu ideal
Meu partido pra mim não é uma sigla banal,
Vivo para permitir que todos possam ter as mesmas oportunidades que eu tive na vida
Que todos possam ser felizes como eu fui, que a lembrança lhes seja querida
Que todos possam exercer suas vocações, que trabalhem por prazer
Que os meninos não tenham que vender os seus sonhos nem vilipendiar o seu ser
Que amem seu País e admirem seus governantes
Que o futuro seja sempre melhor do que foi antes

Que todos possam acreditar mais no que são, do que no que têm
Que a Lei sirva a todos e que não privilegie ninguém
Que as decisões mais importantes possam vir do voto do povo
Que a tolerância e a generosidade possam vencer de novo

Que digam com orgulho que moram em
Uma Pátria Amada, e gentil
Que não fujam da luta
E que nunca desistam do Brasil!!!

Por fim, Governador, Eternamente Governador Geraldo Alckmin, amigo e companheiro,
Sou e serei leal ao seu legado,
A sua conduta e ao seu exemplo certeiro
Sua humildade, seu exemplo, sua discrição, sua perseverança e a sua retidão

Seu Pai, por certo, lhe acompanha orgulhoso e feliz, junto com outros queridos de tantos momentos
Sabe que o senhor também fez na vida o que quis
E foi leal a ele, aos seus princípios e ensinamentos

Vá em Paz, Governador, que o Senhor lhe acompanhe
Um abraço a Dona Lu, sua metade querida na eterna caminhada de vida
Nós estaremos sempre aqui, felizes e orgulhosos do seu sucesso e das suas realizações,
Do cumprimento do seu destino e das suas missões

Saiba que no dicionário cravado nas nossas almas e guardado no coração
Só há uma palavra que precede a palavra lealdade…
E essa palavra é gratidão!
Todos nós, brasileiros de São Paulo, agora, de pé e a ordem, lhe pedem permissão
Para aplaudi-lo por toda sua dedicação, sua lealdade ao povo, seus amigos e a sua Nação!

Palmas a Geraldo Alckmin!
Palmas e palmas a Geraldo Alckmin!
O filho humilde e brilhante que de Pinda saiu, que serviu aos seus e deu exemplo ao Brasil!
Viva São Paulo, terra de quem tem palavra, terra que vive a lealdade
Viva o Brasil, viva a verdade!!

Alckmin diz que apoiará só um nome ao governo de SP

Ao mostrar que irá chancelar apenas um nome, Alckmin mexe no cenário eleitoral; seu vice, Márcio França (PSB), será candidato em 2018; o PSDB também quer lançar um nome; aliados acreditavam que o governador apoiaria as duas campanhas

Via 247

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, convocou um grupo de aliados de diversos partidos para uma reunião antes da virada do ano. Regada a pizza, a reunião serviu para sinalizar que a montagem dos palanques estaduais só vai deslanchar depois que o PSDB formalizar seu nome na disputa ao Planalto, e que o arranjo começará por SP. A novidade é que Alckmin só apoiará um nome como seu sucessor ao governo do Estado.

Ao mostrar que irá chancelar apenas um nome, Alckmin mexe no cenário eleitoral. Seu vice, Márcio França (PSB), será candidato em 2018. O PSDB também quer lançar um nome. Aliados acreditavam que o governador apoiaria as duas campanhas. O prefeito de São Paulo, João Dória e o senador José Serra despontam como opções tucanas. Doria convidou deputados estaduais do PSDB para um café no dia 16 de janeiro – o prefeito quer criar a sensação que há unanimidade no PSDB em torno do seu nome.

Já França é dirigente do PSB. Um eventual apoio a Alckmin para a Presidência dependeria da reciprocidade em SP. Ou seja, se fechar com o vice, Alckmin pode levar o suporte do PSB para a campanha presidencial.

Papai Noel aprende Libras para conversar com crianças surdas

José Mario Graciano, 68, conversa com Ana Beatriz Aguiar, 8, que nasceu com deficiência auditiva

Quando duas irmãs pararam à sua frente sorrindo sem dizer uma palavra, José Mário
dos Santos Graciano, 68, não entendeu o porquê de elas não responderem às
tradicionais perguntas e brincadeiras do Papai Noel.

Discretamente, o pai delas revelou o motivo do silêncio. Eram surdas.

“Então pensei: ‘O abraço é um gesto de carinho que todos entendem’. Sorri para elas, abri meus braços e elas vieram felizes, se sentiram acolhidas pelo Papai Noel”, disse Graciano.

Foi naquele momento que ele decidiu aprender Libras (Língua Brasileira de Sinais).

“Percebi que só aprendendo a linguagem de sinais eu poderia dar oportunidade para as crianças surdas levarem seus pedidos ao Papai Noel, sentirem verdadeiramente a magia
do Natal”, afirmou o petroleiro aposentado, que há 13 anos personifica o Papai Noel em
shoppings e festas familiares em São José dos Campos (SP) e cidades próximas.

Esse primeiro encontro com crianças surdas aconteceu há cerca de quatro anos, Hoje ele
ainda não se considera fluente em Libras, mas já consegue se comunicar muito bem com
elas, quando atua como o bom velhinho em um shopping da cidade. “Vou continuar aprendendo para ficar cada vez melhor, a felicidade dessas crianças ao perceberem que Papai Noel consegue falar com elas é muito gratificante, compensa qualquer esforço”, disse Graciano.

A proximidade das festas de fim de ano alegra a estudante Ana Beatriz Alves Aguiar, 8. Ela nasceu com deficiência auditiva profunda bilateral e usa Libras para se comunicar.

Ana Beatriz conheceu o Papai Noel Graciano em 2015 e, desde então, vai visitá-lo para
conversar e fazer o seu pedido de Natal. Este ano, foi ganhar uma boneca Cinderela.

“Essa iniciativa é muito importante para as crianças com deficiência auditiva. Elas sentem uma felicidade imensa quando são compreendidas pelo Papai Noel”, disse Edna Maria Alves da Silva, mãe de Ana Beatriz.

A pequena Jamilly, 4, deixou a timidez de lado e deu muitas gargalhadas ao lado do
Papai Noel Graciano. “Eu fiquei surpresa, minha filha é muito tímida, retraída. Mas com
o Papai Noel ela se soltou, ficou muito feliz mesmo por conseguir conversar com ele”,
afirmou Yasmini Ribeiro Bastos, mãe de Jamilly.

As duas estudantes foram ao shopping com um grupo de crianças assistido pela AADA (Associação de Apoio ao Deficiente) da cidade.

“As crianças se sentem surpresas e felizes quando em um ambiente diferente do familiar e institucional encontram pessoas que compreendem a linguagem de sinais”, disse a
psicopedagoga Jussara Alvarenga, da AADA.

“Poder ir a um lugar como o shopping e conseguir conversar com o Papai Noel é uma
felicidade muito grande para elas”.

No shopping, Graciano divide a função de Papai Noel com Paulo do Canto Hubert, de 73 anos. A escolha dos dois representantes foi estratégica: Graciano se comunica em libras e Hubert, em inglês.

“Encontramos o senhor Paulo, que fala inglês, o que é fundamental aqui na nossa região, recebemos muitos estrangeiros”, afirmou a gerente de marketing do shopping, Margarete Sato.

(Fonte: Folha de SP)

VÍDEO: “Quero levar as propostas de Geraldo Alckmin para o nosso Brasil que é o Maranhão”, afirma Roberto Rocha 2

Esta semana, durante a primeira reunião da nova executiva nacional do PSDB, será oficializada a Comissão Estadual Provisória do partido no Maranhão com o Roberto Rocha presidente da sigla do 45

O senador Roberto Rocha (PSDB) gravou vídeo onde destaca a eleição, por aclamação, do governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, presidente nacional dos tucanos, em convenção realizada no último sábado, 9.

Pré-candidato a governador, Roberto Rocha afirmou que irá organizar o PSDB local para oferecer um grande palaque para Alckmin no estado em 2018 quando o tucano disputará a sucessão de Michel Temer.

“Quero levar a sua voz [do Alckmin], sua mensagem, suas propostas para o nosso Brasil que é o Maranhão. E ficarei muito feliz em fazer o seu palanque, ele candidato a presidente da República e eu candidato a governador do estado”, assegurou.

Esta semana, durante a primeira reunião da nova executiva nacional do PSDB, será oficializada a Comissão Estadual Provisória do partido no Maranhão com o Roberto Rocha presidente da sigla do 45.

Confira a íntegra do vídeo com o senador tucano.

ELEIÇÕES 2018: Pesquisa do Vox Populi sobre a corrida sucessória estadual no MA será divulgada daqui a pouco 4

Acontece daqui a pouco a coletiva com diretores da Jakarta Publicidade quando será divulgada, às 15h, no Hotel Luzeiro, a primeira pesquisa do Instituto Vox Populi sobre as intenções de votos para as eleições de 2018 no Maranhão.

Para o diretor-presidente da Jakarta Publicidade, Janderson Landim (na foto com o ex-presidente Lula), a ideia de contratar uma pesquisa via um instituto nacional é para dar o máximo de isenção aos dados, uma vez que a maioria dos institutos locais é, de uma ou de outra, ligados a grupos políticos do estado.

“Pensamos em contratar um instituto nacional para dar maior isenção ao levantamento, pois mesmo tendo bons institutos de pesquisas no Maranhão, é sabido que os principais são ligados, de uma forma ou de outra, a grupos políticos locais. Daí que achamos mais interessante contratar o Vox Populi”, disse.

Sediada em São Paulo, a Jakarta Publicidade está de olho no mercado publicitário maranhense e, principalmente, no processo eleitoral de 2018 onde deverá ter participação ativa enquanto empresa especializada em marketing político.

Vale aguardar e conferir.

A importância do João Doria para o debate sobre o país

Nesse sentido, não há como desconhecer que o prefeito paulistano pauta alguns temas essenciais que dão mais e melhor qualidade no debate do processo político nacional, até porque é gestor da maior e mais rica cidade brasileira

Adianto que não sou fã, admirador, ou coisa o valha, do prefeito de São Paulo, João Doria Júnior (PSDB). Pelo contrário, sou avesso ao seu estilo exibicionista e excessivamente midiático.

Mas, claro, não sou idiota para desconhecer as competências e a importância que o tucano tem para o debate sobre o país.

O grande mérito de Doria é não esconder as suas posições e concepções sobre a política, economia, partido, sociedade e papel do Estado. Ele é o que se pode chamar de um ativista da “direita liberal”. Daí a sua crítica contundente às esquerdas em geral.

João Doria acredita na força do capital privado e nos mecanismos de mercado enquanto motores da economia. Quase não fala em Estado, pois não confia neste ente público como ator protagonista nas melhorias socioeconômicas.

Outra questão fundamental é que Doria vem de “fora” da política, aquilo que convencionou-se chamar de outsider.

E o que isso quer dizer? Explico.

Por não ser um, digamos, “político profissional”, o tucano acaba forçando os atores políticos tradicionais e reverem algumas práticas e conceitos, principalmente no que diz respeito à gestão pública com mais resultados e menos discurso, o famoso “gogó”, muito em voga no Maranhão, aliás.

Nesse sentido, não há como desconhecer que o prefeito paulistano pauta alguns temas essenciais que dão mais e melhor qualidade no debate do processo político nacional, até porque é gestor da maior e mais rica cidade brasileira.

São por estas e outras coisas que o prefeito João Doria Júnior é importante para o debate sobre o país.

Goste-se ou não do tucano.

ELEIÇÕES 2018: Em São Luis, Roberto Rocha recebe João Doria e dá ainda mais demonstração de força política no PSDB 2

Ao recepcionar o prefeito da maior e mais importante cidade brasileira, o senador Roberto Rocha dá, ainda mais, demonstração de força junto ao PSDB nacional e, claro, com reflexos diretos no tucanato local

O senador Roberto Rocha (PSDB) recebe, na tarde desta quinta-feira, 30, em seu escritório de representação em São Luis, o prefeito da cidade de São Paulo, o também tucano João Doria.

O prefeito paulistano desembarca na ilha para cumprir uma intensa agenda como já tem feito em outras cidades brasileiras.

Antes de ser recebido por Roberto Rocha, Doria vai reunir com empresários na Federação das Indústria do Estado do Maranhão (Fiema), onde proferirá a palestra “Gestão para Resultados”, apresentando experiências exitosas à frente da
capital paulista.

Consta ainda na agenda de Doria uma encontra palestra, desta vez com estudantes de uma universidade privada de São Luis.

Elogios a Roberto Rocha

Ao recepcionar o prefeito da maior e mais importante cidade brasileira, o senador Roberto Rocha dá, ainda mais, demonstração de força junto ao PSDB nacional e, claro, com reflexos diretos no tucanato local.

O senador maranhense assumirá o comando do PSDB maranhense logo após a convenção nacional do partido, que acontecerá no dia 9 dezembro de 2017 e quando o governador de São Paulo Geraldo Alckimin, outro aliado e amigo de Roberto Rocha, será aclamado presidente nacional do PSDB.

Pré-candidato a governador nas eleições 2018, Roberto Rocha recebeu elogios do prefeito João Doria que, em entrevista ao jornal O Estado do Maranhão, afirmou que o senador maranhense “tem todas as qualificações” para pleitear a candidatura de governador.

“As decisões são locais e são respeitadas. O senador Roberto Rocha tem todas as qualificações para assumir essa condição, se assim desejar, e obviamente submetendo o seu nome à convenção estadual do PSDB”, destacou.

Dória diz esperar, a partir da convenção estadual, a pacificação do partido, principalmente levando-se em conta que o principal objetivo das articulações estaduais é garantir palanques fortes para a candidatura presidencial da legenda.

“[Espero do PSDB do Maranhão] Conciliação, bom entendimento e a consolidação para que, com o novo presidente, o PSDB no Maranhão possa seguir sua rota, quem sabe até ter um candidato ao Governo do Estado e, com isso, criar, também, palanque e condições para as propostas do PSDB na eleição de 2018”, comentou.

(Com informações do jornal O Estado do Maranhão)

Conheça as 10 melhores cidades para empreender no Brasil. São Luis ficou na 29ª posição

São Paulo (SP) continua na liderança, seguida por Florianópolis (SC) e Vitória (ES). Na lanterna estão Manuas (AM), Macéio (AL), Campo Grande (MS) e São Luis (MA).

São Paulo é a cidade que reúne as melhores condições para abertura de empresas ou expansão de negócios no país. Seguida de perto por Florianópolis (SC), a capital paulista lidera pelo terceiro ano consecutivo o Índice de Cidades Empreendedoras – ICE 2017, elaborado pela Endeavor, cujos dados foram antecipados para o Valor.

Nesta quarta edição do ICE foram analisadas 32 cidades brasileiras, que variam consideravelmente entre si: a cidade de São Paulo, por exemplo, tem mais de 11 milhões de habitantes, enquanto Blumenau, Vitória e Maringá possuem menos de 400 mil moradores.

Para reduzir a distorção, causada pelo tamanho da população ou da economia das cidades, grande parte dos dados utilizados na análise foram ajustados para refletir o desempenho proporcional das cidades em cada indicador. Os indicadores foram calculados de maneira cuidadosa e em função da natureza do dado. Em geral, apresenta-se o desempenho das cidades em cada indicador pelo número total de empresas da cidade, população ou PIB, dentre outros exemplos.

Paraná tem 3 cidades entre as melhores do país para empreender. Duas estão no top 10

Curitiba voltou a figurar no ranking. A capital paranaense subiu 11 posições, e saltou do 15.º (em 2016) para a 4.ª colocação, no ranking deste ano (2017). Os dados da pesquisa (que será lançada em um congresso de prefeitos, no próximo dia 27) foram publicado pelo jornal Valor Econômico, na edição desta sexta-feira (24).

Lanterna. Entre as piores cidades para se empreender no Brasil, Manaus (AM) perdeu quatro posições no ranking geral desde o ano passado e ficou na 32ª posição, a última da pesquisa da Endeavor. Já Macéio (AL) avançou uma posição ficando em penúltimo. Campo Grande (MS) e São Luís (MA) aparecem em 30º e 29º no ranking, respectivamente. Ambas ganharam uma posição em relação a 2016. Belém (PA) completa a lista das cinco piores cidades, conforme o levantamento, no 28º lugar depois de perder duas posições.

Confira as 10 melhores cidades do Brasil para empreender:

1.º São Paulo

Índice: 8,49

Posição 2016: 1.ª colocada

Posição 2015: 1.ª colocada

2.º Florianópolis

Índice: 8,18

Posição 2016: 2.ª colocada

Posição 2015: 2.ª colocada

3.º Vitória

Índice: 7,31

Posição 2016: 5.ª colocada

Posição 2015: 3.ª colocada

4.º Curitiba

Índice: 7,12

Posição 2016: 15.ª colocada

Posição 2015: 8.ª colocada

5.º Joinville

Índice: 7,01

Posição 2016: 4.ª colocada

Posição 2015: 9.ª colocada

6.º Rio de Janeiro

Índice: 6,73

Posição 2016: 14.ª colocada

Posição 2015: 10.ª colocada

7.º Campinas

Índice: 6,73

Posição 2016: 3.ª colocada

Posição 2015: 5.ª colocada

8.º Maringá

Maringá

Índice: 6,62

Posição 2016: 9.ª colocada

Posição 2015: 11.ª colocada

9.º Belo Horizonte

Índice: 6,62

Posição 2016: 11.ª colocada

Posição 2015: 12.ª colocada

10.º São José dos Campos

Índice: 6,51

Posição 2016: 6.ª colocada

Posição 2015: 6.ª colocad

(Fontes: Valor Econômico e Endeavor)

Entrada do Uber não afetou renda dos taxistas, mostra levantamento

ANA ESTELA DE SOUSA PINTO
FOLHA DE SÃO PAULO

Protesto de taxistas contra a liberação do Uber em frente à sede da prefeitura do Rio

O principal efeito do Uber e de outros aplicativos de transporte foi acrescentar novos consumidores ao serviço, mostram relatório ainda inédito do Cade e dados de dois estudos acadêmicos.

A entrada do Uber não afetou a renda média por hora dos taxistas em sete capitais brasileiras, segundo levantamento dos economistas Cristiano Aguiar de Oliveira e Gabriel Costeira Machado, da Universidade Federal do Rio Grande (Furg).

O trabalho levantou o rendimento dos taxistas nos meses anteriores e posteriores à entrada do Uber, com base na Pnad contínua, pesquisa do IBGE. Foi o primeiro estudo a usar tais evidências no país.

O resultado reforça a conclusão de levantamento feito em 2015 pelo Cade (órgão federal que zela pela livre concorrência): o Uber não reduziu as corridas dos taxistas nas cidades em que passou a operar.

Novo estudo do Cade, ainda inédito, conclui que a entrada da empresa foi benéfica para a concorrência: reduziu o preço do transporte, aumentou a disponibilidade e ampliou o mercado.

NA PRAÇA

Representantes de sindicatos de taxistas, no entanto, dizem que a renda da categoria caiu. “Se não estivessem nos afetando não estaríamos nos manifestando em nível nacional”, diz Dirceu Vilarino, diretor do sindicato da categoria em Belo Horizonte, que estima queda de 50%.

Em Goiânia, segundo Hugo Nascimento, presidente do sindicato, a queda foi de até 70% nas chamadas e na renda. “Vários não conseguem pagar os financiamentos.”

Os ganhos menores pode ter sido provocada pela recessão por que passou o Brasil de 2014 a 2016, dizem economistas.

Para medir apenas o impacto do Uber, os professores da Furg levantaram os dados dos motoristas de táxi que participaram da Pnad em todo o país, em dois períodos: 2014/2015, quando o Uber entrou em operação no Rio, em São Paulo e em Belo Horizonte, e 2015/2016, quando chegou a Goiânia, Recife, Salvador e Fortaleza.

A remuneração dos motoristas nessas sete capitais foi comparada com a de cidades sem o aplicativo, nos mesmos períodos.

Para afastar a hipótese de que algum evento excepcional pudesse ter afetado a renda dos taxistas (como um grande evento na cidade, por exemplo), a pesquisa também controlou o que aconteceu com a renda de motoristas de outros segmentos, como vans e mototáxis.

Motoristas da Uber protestam contra projeto de regulação que tramita no Senado

FALTA INFORMAÇÃO

“A primeira coisa que me veio à cabeça quando cheguei aos resultados é que a guerra, até violenta, entre motoristas era por nada. Havia falta de informação”, diz Oliveira.

Ele nota que os principais afetados pela nova tecnologia são os donos de licenças de táxi, cujo preço caiu muito no mercado secundário. “Os motoristas, principalmente os de frota, podem agora escolher o trabalho que lhes der maior renda.”

O resultado da Furg é semelhante ao de pesquisa da Universidade de Oxford, que avaliou a entrada do Uber nas 50 maiores cidades dos Estados Unidos. Os dados, publicados neste ano, mostram que o número de motoristas autônomos (de aplicativos ou de táxi) cresceu 50%, e o de taxistas empregados, 10%.

A renda por hora dos empregados caiu um pouco, enquanto a dos autônomos subiu. Tanto os pesquisadores de Oxford quantos os de Rio Grande advertem para o fato de que suas conclusões se referem apenas às cidades e períodos estudados.

Outros trabalhos sobre economia compartilhada apontam para o mesmo lado. Estudos de 2015 indicam que o número de trabalhadores em bancos aumentou mesmo com a proliferação de caixas automáticos e, nos Estados Unidos, também cresceu o emprego em postos de gasolina após a introdução de bombas automáticas.

Já o Cade acompanhou em seu novo estudo a popularidade de três empresas —Uber, 99 Táxis e Easy Taxi— em pesquisas feitas pelos consumidores na internet, que podem ser um indicador para a atividade econômica.

Os dados mostram crescimento forte do Uber, com ápice em dezembro de 2016, e uma redução modesta nas buscas pelo Easy Taxi e ainda menor nas da 99.

Uma primeira conclusão, diz o trabalho, é que após sua estreia o Uber criou uma nova demanda (capturando usuários que antes não utilizavam o serviço de táxi) e passou também a rivalizar com os aplicativos 99 Taxis e EasyTaxi.

O Cade fará novos estudos para avaliar números de corridas, impactos sobre as tarifas e tempo trabalhado.

Colaborou FERNANDA PEREIRA NEVES

O que falta saber

Informações que os governantes deveriam ter sobre as novas formas de transporte

Qual o tamanho da frota de veículos operando com aplicativos?
Qual a previsão de crescimento?
Os carros com aplicativos substituem carros próprios ou se adicionam a eles?
Quantos carros próprios deixam de sair às ruas?
Quantas vagas de estacionamento deixam de ser ocupadas?
Se há aumento da frota total, que regiões são mais afetadas? Há piora do trânsito?
É possível remanejar o tráfego para acomodar a nova frota ou são necessárias novas vias?
Quem arcará com os riscos de mais congestionamento e mais poluição?
Fonte: Cade, 2015