Em postagem nas redes sociais, irmão de Flávio Dino admite ter apoiado Ciro Gomes no primeiro tuno da eleição presidencial 6

O que chama atenção na postagem de Sálvio Dino é que ele teve a sua ficha de filiação ao PT abonada pelo ex-presidente Lula, no que seria de se julgar que o apoio e voto do mano do governador deveriam ser para Ferando Haddad desde o primeiro turno da eleição presidencial.

O advogado Sálvio Dino fez uma postagem nas redes sociais onde expressa uma certa indignação com personalidades públicas como o ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa; e ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por ambos tentarem “limpar as suas biografias há menos 24h da votação” – numa referência ao fato das duas autoridades antipetistas declararem voto em Haddad no último momento do segundo turno.

Contudo, a carga crítica do irmão do governador Flávio Dino (PCdoB) foi mais pesada em relação ao ex-candidato a presidente pelo PDT, Ciro Gomes.

“Pior ainda foi Ciro Gomes, que se escondeu. Nunca mais o apoiarei, como fiz no primeiro turno”, detonou o causídico.

O que chama atenção nesse trecho da postagem de Sálvio Dino é que ele teve sua ficha de filiação ao PT abonada pelo ex-presidente Lula quando da sua visita a São Luis através da caravana “Lula pelo Brasil”, no que seria de se julgar que o apoio e voto do mano do governador deveriam ser para Fernando Haddad desde o primeiro turno da eleição presidencial.

Aí quando é com blogueiro Bob Lobato querem a cabeça do pobre…

BOLSONARO-17: Um voto crítico de um socialista convicto 43

Vou dar esse voto no “17” acreditando que o Maranhão vai precisar de interlocução no planalto, já que na planície a coisa está feia com um governador ideologizado totalmente de oposição a um eventual governo Jair Bolsonaro.

Milito na esquerda socialista/marxista desde o final da década de 80.

Meus primeiros flertes com o pensamento socialista foi com uma professora de História chamada Leila, uma simpática coroa lá do Colégio Franco Maranhense.

Depois veio o professor Joan, também de História, que fez eu ser cada vez mais de esquerda.

Contudo, foi só no Rio de Janeiro, em 1989, que consolidei minha ideologia esquerdista impulsionado por um companheiro do PCB, do Piauí, quando me convidou para uma plenária do partido convocada pelo então reitor da UFRJ, professor Horácio Macedo, de saudosa memória.

Poucas pessoas sabem, mas apenas uma vez deixei de votar no PT para presidente.

Foi exatamente em 1989, quando votei em Leonel Brizola no primeiro turno daquela eleição presidencial embalado pela adesão do “Cavaleiro da Esperança”, Luis Carlos Prestes, à candidatura do líder trabalhista.

Em 2010, apesar do apelo do também saudoso Jackson Lago, por pouco não votei em José Serra (PSDB) para presidente. Na época havia uma indignação de boa parte da esquerda maranhense por conta da cassação do ex-governador. Mesmo assim votei na Dilma.

Fui vice-presidente e tesoureiro estadual do PT no Maranhão. Tenho uma história nesse partido e protagonizei um papel importante no caso do “mensalão”, quando fui procurado por Domingos Dutra e Augusto Lobato, lá no SESC Itapecuru, para falar sobre o que sabia.

Não tenho arrependimento algum do que fiz, mas não faria novamente, confesso!

Pois bem. O Brasil está numa encruzilhada. Não é hora para omissões e Robert Lobato nunca foi de ficar omisso politicamente! Mais do que um blogueiro, sou um agente e militante político!

Vou dar um voto crítico no 17 amanhã, domingo 28.

Não acho que Bolsonaro seja o que o Brasil precisa, como também não acho que o professor Haddad seja essa “Brastemp” como querem fazer a gente acreditar. Aliás, nem Lula acha, tanto que demorou uma vida para escolher o “poste” ou a “Dilma de saia”, como muitos lulistas de carteirinha se referem a Fernando Haddad.

E falando em Lula, tenho lá minhas dúvidas se realmente o ex-presidente deseja ver Haddad eleito presidente. Se quisesse não teria publicado uma carta que, ao contrário de apoio ao candidato petista, na verdade é um tiro de morte na candidatura do “13”.

Também tenho lá minhas dúvidas se Lula queria ou não o impeachment da Dilma, mas isso é outra história que um dia tratarei em livro.

Vou dar esse a voto no “17” acreditando que o Maranhão vai precisar de interlocução no planalto, já que na planície a coisa está feia com um governador ideologizado totalmente de oposição a um eventual governo Jair Bolsonaro.

Não se trata de um voto de amor; de paixão muito menos.

Trata-se tão somente de um voto. Um voto de um socialista convicto!

Um voto também de lealdade a amigos e aliados.

Até segunda-feira, 29.

E seja o que Deus e os eleitores quiserem.

Em editorial, Estadão trata do ego de Lula

O Blog do Robert Lobato reproduz editorial do Estadão sobre a carta do ex-presidente Lula em apoio a Fernando Haddad, publicada pelo líder-maior do PT nesta semana.

O editorial é muito duro com Lula, mas tem razão em alguns pontos.

O Blog do Robert Lobato irá comentar, à luz do editorial do Estadão, sobre a carta do ex-presidente, que se encontra preso em Curitiba (PT).

Por enquanto fiquem com o texto do jornal que já declarou apoio a Jair Bolsonaro.

O ego de Lula

Lula não consegue soar democrático nem quando isso poderia favorecer o campo petista. Sua carta é uma reafirmação das mistificações que fazem de Lula um dos demagogos mais perniciosos da história nacional.

O Estado de S.Paulo 25 Outubro 2018 | 05h00 Por mais que o PT tenha se esforçado para fingir que seu candidato à Presidência, Fernando Haddad, não é um mero preposto de Lula da Silva, há algo que nenhum truque de marketing será capaz de mudar: o PT sempre foi e continuará a ser infinitas vezes menor do que o ego de Lula. Na reta final da campanha eleitoral, justamente no momento em que Haddad mais se empenha para buscar apoio fora da seita lulopetista, o demiurgo de Garanhuns, decerto inquieto na cela em que cumpre pena por corrupção, resolveu divulgar uma carta para exigir – a palavra adequada é essa – que todos reconheçam a inigualável grandeza de seu legado como governante e que votem no seu fantoche se estiverem realmente interessados em salvar a democracia brasileira, supostamente ameaçada pelos “fascistas”.

O tom da mensagem é o exato oposto do que seria recomendável para quem se diz interessado em angariar a simpatia daqueles que, embora não tenham a menor inclinação para votar em Jair Bolsonaro (PSL) para presidente, tampouco gostariam de ver o PT voltar ao poder. Para esses eleitores, somente se o PT reconhecesse, de maneira honesta e sem adversativas, seu papel preponderante na ruína econômica, política e moral do Brasil nos últimos anos, cujos frutos mais amargos foram o empobrecimento do País e a desmoralização da política, talvez houvesse alguma chance de mudar de ideia. Mas isso é impossível, em se tratando de Lula da Silva, que se considera o mais importante brasileiro vivo e o maior líder que este país jamais terá.

Na carta em que diz que “é o momento de unir o povo, os democratas, todos e todas em torno da candidatura de Fernando Haddad, para retomar o projeto de desenvolvimento com inclusão social e defender a opção do Brasil pela democracia”, Lula não reserva uma única vírgula ao desastre econômico do governo de Dilma Rousseff, outra de suas inesquecíveis criações. Ao contrário: afirma que Dilma sofreu impeachment em razão de uma imensa conspiração de “interesses poderosos dentro e fora do País”, incluindo “todas as forças da imprensa” e “setores parciais do Judiciário”, para “associar o PT à corrupção” – omitindo escandalosamente o fato de que Dilma foi cassada exclusivamente por ter fraudado as contas públicas com truques contábeis e pedaladas. O petrolão, embora tenha sido motivo mais que suficiente para que o PT fosse defenestrado do poder para nunca mais voltar, não foi levado em conta no processo.

Como jamais teve compromisso real com a democracia – que pressupõe respeito a quem tem opinião divergente, para que seja possível o consenso – e também nunca reconheceu a legitimidade de nenhum governo que não fosse o seu ou de seus títeres, Lula não consegue soar democrático nem quando isso poderia favorecer o campo petista. A carta, ao contrário, é uma reafirmação de todas as mistificações que fazem de Lula um dos demagogos mais perniciosos da história nacional.

Lá estão as patranhas que tanto colaboraram para fazer do antipetismo um movimento tão sólido e vibrante, conforme atestam as pesquisas de opinião. Lula, sempre no plural majestático, diz que “fizemos o melhor para o Brasil e para o nosso povo” e por isso “tentam destruir nossa imagem, reescrever a história, apagar a memória do povo”. O sujeito desse complô, claro, é indeterminado, mas unido no que Lula chamou de “ódio contra o PT”. Tudo porque, diz Lula, “tiramos 36 milhões de pessoas da miséria”, porque “promovemos o maior ciclo de desenvolvimento econômico com inclusão social”, porque “fizemos uma revolução silenciosa no Nordeste” e porque “abrimos as portas do Palácio do Planalto aos pobres, aos negros, às mulheres, ao povo LGBTI, aos sem-teto, aos sem-terra, aos hansenianos, aos quilombolas, a todos e todas que foram discriminados e esquecidos ao longo de séculos”. Nada mais, nada menos.

Esse panegírico só serve para mostrar que Lula é mesmo incorrigível – e que seu arrogante apelo para “votar em Fernando Haddad” e assim “defender o estado democrático de direito” contra a “ameaça fascista que paira sobre o Brasil” não vale o papel em que está escrito.

O que o PT e as esquerdas podem aprender com o discurso de Mano Brown? 2

O PT e as esquerdas brasileiras podem e devem aprender muito com o discurso de Mano Brown caso tenham a humildade de se despirem da arrogância política e ideológica que há temos os dominam. Mas, infelizmente, vão continuar preferindo fazer tal como no mito Édipo, que optou pela cegueira para não enfrentar a dura realidade diante de si.

“Vim aqui representar a mim mesmo. Não vim representar ninguém. Não gosto do clima de festa. A cegueira que atinge lá, atinge aqui também”.

Com as palavras acima, o rapper Mano Brown inciou o seu discurso em ato pró-Haddad, realizado ontem, terça-feira, 23, na cidade do Rio de Janeiro.

Para um plateia formanda pelo próprio presidenciável do PT e sua vice Manu (PCdoB), e por artistas do porte de Chico Buarque e Caetano Veloso; intelectuais como o teólogo Leonardo Boff, além de  outros ilustres representantes da esquerda brasileira, entre eles Chico Alencar e Guilherme Boulos, ambos do PSOL, Mano Brown falou verdades duras, porém necessárias para uma elite da esquerda brasileira que se acham os donos da verdade, os iluminados que são portadores do monopólio da ética, da moral e da retidão político-ideológica.

O discurso de Mano Bromw é muito diferente, na forma e no conteúdo, de discursos do tipo daquele que Cid Gomes fez em Fortaleza na semana passada, também para um público do PT e aliados.

Enquanto o senador eleito pelo Ceará partiu para o bate-boca desqualificado expondo um certo ressentimento com o PT, Lula e o petismo, o Bromw fez um desabado pontuado, qualificado, democrático e inteligentemente bem construído. O rapper falou para dentro e para fora, não preocupando-se em agradar uma militância cega, burra e autoritária, que muitas vezes é dominada por certos sentimentos muito parecidos com aqueles dos adversários à direita.

O PT e as esquerdas brasileiras podem e devem aprender muito com o discurso de Mano Brown caso tenham a humildade de se despirem da arrogância política e ideológica que há temos os dominam. Mas, infelizmente, vão continuar preferindo fazer tal como no mito Édipo, que optou pela cegueira para não enfrentar a dura realidade diante de si.

A seguir o vídeo com o discurso do Mano Brown, que na verdade não é apenas um discurso, mas uma ode ao bom senso e à democracia popular. Confira.

Afinal, o PT deve ou não fazer “mea-culpa”? 4

O partido do Lula não tem outra escolha que não a de deitar no divã e fazer uma “terapia política” se quiser garantir um futuro eleitoralmente mais próspero a partir das eleições municipais de 2020.

Repercutiu bastante, ainda repercute, as declarações dadas por Cid Gomes (PDT), senador eleito pelo Ceará, durante ato que seria em apoio ao candidato a presidente Fernando Haddad, do PT, mas acabou gerando constrangimento amplo, geral e irrestrito para petistas.

“Tem de pedir desculpas, tem de ter humildade, e reconhecer que fizeram muita besteira” (…) É sim, é? Pois tu vai perder a eleição. Não admitir um mea-culpa, não admitir os erros que cometeu, isso é para perder a eleição e é bem feito. É bem feito perder a eleição”, disse o cearense, que teve o apoio do PT para senador e é irmão do ex-presidenciável Ciro Gomes, também do PDT.

O PT e os petistas não toleram essas sugestões de autocrítica e/ou mea-culpa. E Cid Gomes não foi o primeiro a sugerir tal postura para o PT.

Mesmo entre petistas ilustres, como Olívio Dutra, Tarso Genro, Jorge Viana, Eduardo Suplicy e intelectuais ligados ao partido como Frei Betto e Leonardo Boff, sempre defenderam um comportamento, digamos, mais humilde do PT em relação aos erros de conduta no campo político e ético – que foram muitos -, cometidos desde que a sigla subiu a rampa do Palácio do Planalto em 2003 tendo Lula à frente como líder máximo.

Contudo, o PT sempre se manteve resistente a fazer autocríticas. Aliás, os políticos e partidos de uma forma geral não são afetos a fazer mea-culpa, basta ver que o PMDB e o PSDB estão encolhendo eleitoralmente, mas não conseguem encontrar uma maneira de reconhecer seus erros. Com o PT não é diferente.

De qualquer forma, parece que o partido do Lula não tem outra escolha que não a de deitar no divã e fazer uma “terapia política” se quiser garantir um futuro eleitoralmente mais próspero a partir das eleições municipais de 2020.

E mesmo se for empurrado para a oposição através das urnas, como indicam as pequisas, o PT terá que se reinventar como ator importante da cena política nacional.

Em tempos que se mostram incertos, a democracia exige um PT reinventado.

Declaração de voto de Roberto Rocha repercute no O Antagonista: “Que o PT e o PSDB ouçam o clamor das ruas e refaçam seus destinos” 14

O tucano Roberto Rocha — derrotado na disputa ao governo do Maranhão, mas com mandato garantido de senador até 2023 — declarou voto em Jair Bolsonaro no segundo turno da corrida presidencial.

Ele escreveu que o Brasil caminha para “tempos ainda incertos, mas a população já deu uma demonstração de que não aceita que o velho continue dominando a política”.

“Manifesto meu voto em Jair Bolsonaro, sem pedir nada em troca. Mas apenas me associar à vontade geral do povo, para que brote o novo dos escombros do velho. E que os derrotados, tanto o PT quanto o PSDB, ouçam o clamor das ruas e refaçam seus destinos.

D’O Antagonista.

SEGUNDO TURNO: Dirigente petista sai em solidariedade à Eliziane Gama

Senadora eleita Eliziane Gama : solidariedade petista.

A dirigente estadual do PT, bibliotecária e professora Berenice Gomes, divulgou um texto em solidariedade à deputada federal e senadora eleita pelo PPS, Eliziane Gama, por entender que a parlamentar, que é evangélica, “está sendo desautorizada pela sua condição de mulher”, a declarar apoio ao candidato petista a presidente da Republica Fernando Haddad –  a cúpula da Igreja da Assembleia de Deus publicou nota desautorizando apoio da parlamentar ao candidato do PT.

Embora faça parte de um grupo de mulheres petistas que foram resistentes ao nome de Eliziane Gama no primeiro turno das eleições sob o argumento da irmã ter votado a favor do impeachment da Dilma, a mudança de posição de Berenice Gomes pode ser, eu disse “pode ser”, uma forma das feministas da “partida” fazer uma espécie de autocrítica pelo sectarismo anterior num momento em que o PT precisa mais do que nunca eleger Haddad presidente do Brasil.

É aquela história: antes tarde do que nunca.

A segui a íntegra da nota da petista Berenice Gomes (sem edição).

Solidariedade à Deputada e Senadora eleita Elisiane Gama!

Certamente as pessoas irão estranhar esta minha posição e outras precipitadamente irão dizer que eu estou manifestando apoio e solidariedade à Elisiane pelo fato de ela ter declarado apoio ao Haddad no 2o turno e porque  a minha solidariedade se sustenta em 3 pontos:

1. A Deputada Elisiane está sendo desautorizada pela cúpula da igreja, mas a sua posição faz parte do compromisso político com o Grupo liderado pelo Governador Flávio Dino, portanto, não se trata de uma posição individual. Eu e outras companheiras do PT, tivemos a oportunidade de indaga-lá pessoalmente sobre a sua posição de ter votado a favor do impeachment da presidenta Dilma e a mesma argumentou que como líder do PPS, seu partido, ela não tinha como deixar de seguir a sua posição. Foi a própria Elisiane quem relatou ao buscar diálogo com as mulheres do PT para buscar apoio à sua candidatura ao senado, ocasião na qual tivemos um diálogo franco intermediado por duas amigas da sua assessoria; ela não teve o nosso apoio e soube respeitar a nossa decisão,.

2) Elisiane está sendo desautorizada pela sua condição de mulher, pois infelizmente as pressões sobre as mulheres ocorrem não apenas na cúpula das igrejas pentecostais, mas em partidos e em diversas organizações sociais também. Quantas de nós não somos chamadas atenção pela nossas posições próprias? Lógico que as decisões, sobretudo na política, são coletivas. Mas poucos questionam a posição adotada pelo Pastor de desautorizar publicamente uma representante do povo, ainda que a mesma tenha sido eleita sem o meu voto e da grande maioria das mulheres dos movimentos sociais, do meu partido, o PT e de toda a esquerda. Ela poderia ter sido chamada ao diálogo ao invés de desautorizada.Esta posição compromete a própria igreja e constrange boa parte de seus membros e líderes.

3) Elisiane tem posição firme ainda que esta não seja a minha mesma posição! Ela paga o preço! Foi o que ocorreu na votação a favor do impeachment da Presidenta Dima, quando ela era pré-candidata à prefeita de São Luis resultado foi pífio, após ter sido eleita a Deputada Federal mais votada. É de conhecimento público que a senadora Elisiane teve o apoio massivo da igreja evangélica, assim como é público, notório e lícito o apoio do Governador Flávio Dino que foi essencial para a sua eleição. Nas regras do jogo político nao há nada que a condene. Há sim, uma tentativa clara de desautoriza-la, certamente, porque a sua posição é diferente dos que decidem sem critérios e passando por cima de uma senadora que teve prestígio político e eleitoral. Falo isso como mulher é como pertencente de uma família de Assembleianos na qual conheci os ensinamentos cristãos desde o meu nascedouro até aos 17 anos quando eu residia em Pedreiras, na época do saudoso Pastor Meton Soares. Foi nesta época que eu conheci de perto o funcionamento da igreja, inclusive discordei da sua doutrina sobre os usos e costumes. Meu pai, Firmino Soares da Silva, um líder evangélico, sindicalista e de organizações sociais, foi candidato a vereador em 1982 e não teve o apoio oficial da igreja, mesmo assim encarou as urnas e foi eleito. Não vou entrar no mérito da hierarquia e da doutrina da igreja, mas no método e na forma como uma mulher pública, Deputada Federal e recém eleita Senadora foi tratada pelo líder da igreja!  Se há discordância sobre a posição política tomada por ela que haja respeito pelo que ela representa! Chamar para conversar era necessário e não expor uma mulher que também é líder.

Finalmente, registro que além do método autoritário e constrangedor para uma grande maioria dos fiéis que não concordam com esta postura de um líder que ao tentar envergonhar uma Senadora acaba revelando os acordos de como elegeu a sua filha Deputada Estadual e muitos fieis e a sociedade em geral, desconheciam, o mesmo também falta com a verdade e faz calúnias sobre o candidato do PT Haddad, inclusive plausíveis de medidas judiciais. Inverdades estas que merecem respostas ponto a ponto.
E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!

Elisiane, a sua batalha na política, assim como de outras mulheres, não é fácil, assim como não foi fácil enfrentar as calúnias pelas suas escolhas na vida pessoal.

Seja qual for a sua posição final, você tem o meu respeito!

Berenice Gomes

Zé Inácio conquista mais um mandato de deputado estadual

O deputado Zé Inácio (PT) conseguiu renovar o mandato para a Assembleia Legislativa do Maranhão.

O petista obteve mais 31 mil votos para deputado estadual e por pouco não conseguiu “puxar” o segundo nome do PT, candidato Luiz Henrique “Lula da Silva”, que atingiu a marca de quase 20 mil votos.

A reeleição de Zé Inácio é a certeza do Maranhão bem representado no parlamento maranhense, em particular a Região da Baixada.

É isso aí.