SENADO 2018: Weverton Rocha quer Fernando Fialho de primeiro suplente 2

Fernando Fialho é sogro de outro traquino igual a Weverton Rocha, o também deputado federal Juscelino Rezende, que vem ser sobrinho do deputado estadual Stênio Rezende e ainda é presidente do DEM.

Roseana Sarney orientando seu secretário Fernando Fialho.

O deputado federal e pré-candidato a senador pelo PDT deseja emplacar o ex-secretário de Roseana Sarney, Fernando Fialho, para primeiro suplente de senador na sua chapa.

Fernando Fialho era um dos nomes de confiança de Roseana Sarney (MDB) e do seu marido Jorge Murad, e um dos homens fortes do governo da emedebista, mas de repente virou “queridinho” do governo Flávio Dino (PCdoB) tanto que faz parte do time dos ex-gestores do governo da Branca que não foi alcançado pelo “Controle e Transparência” do secretário Rodrigo Lago, filho do ex-deputado Aderson Lago. E olha que Fernando Fialho operou horrores!

“E por que Fernando Fialho, Bob”?, pergunta aquele leitor inquieto.

Ora, bolas!

Fernando Fialho é sogro de outro traquino igual a Weverton Rocha, o também deputado federal Juscelino Rezende, que vem ser sobrinho do deputado estadual Stênio Rezende e ainda é presidente do DEM.

Tudo combinado com o governador Flávio Dino que não quer ver nem de perto o PT na sua chapa.

Resumindo a história: Flávio Dino prefere o DEM ao PT.

Entenderam, né?

O governo Flávio Dino, o DEM e a Saúde S/A 14

A Operação Pegadores, da Polícia Federal, já havia tirado o véu dos esquemas que assolam a gestão do secretário Carlos Lula. Agora, surge o que seria uma espécie de “Mercado Persa” comandado pelo DEM do deputado Juscelino Rezende

A ser rigorosamente factual a série de postagens do blog do Luís Pablo sobre denúncias envolvendo de familiares, aliados e correligionários do deputado federal Juscelino Filho, presidente estadual do Democratas, estamos diante de um escárnio, do mais completo apodrecimento da gestão no sistema de saúde pública maranhense e o escancaramento da promiscuidade nas relações políticas do Governo do Estado com os partidos da base.

Não é de agora que a Saúde do Maranhão foi transformada em uma espécie de S/A da corrupção e do aparelhamento político que só tem servido de business para alguns sabidos.

A Operação Pegadores, da Polícia Federal, já havia tirado o véu dos esquemas que assolam a gestão do secretário Carlos Lula (SES). Agora, surge o que seria uma espécie de “Mercado Persa” comandado pelo DEM do deputado Juscelino Rezende.

As novas denúncias que estão vindo à tona pelos blogs revelam os fundamentos, nada republicanos, diga-se, que sustentam a relação entre o governo comunista e o DEM. Fundamentos estes caracterizados pelo mais vergonhoso toma lá dá cá, e que explica o porquê do deputado Juscelino Rezende ter se transformado num dos principais “Menudos” do governador Flávio Dino.

Mas isso é assunto para outra postagem…

ELEIÇÕES 2018: DEM ainda em disputa 6

Fortes movimentos de bastidores nesta semana, em Brasília, pode ocasionar numa reviravolta surpreendente nessa disputa partidária com reflexos políticos devastadores nas hostes dinistas

Engana-se quem pensa que a questão do Democratas no Maranhão já está resolvida. Não está!

A disputa pela legenda direitista ainda segue em disputa entre os deputados federais Juscelino Resende, atual presidente do partido e pró-aliança com o PCdoB de Flávio Dino, e o também deputado federal José Reinaldo Tavares, que deseja ver o DEM longe do colo comunista.

Os “demos vermelhos”, que desejam estar no palanque de reeleição do governador, já estiveram mais fortes e certos de que entregariam a mercadoria para o Palácio dos Leões.

Porém, fortes movimentos de bastidores nesta semana, em Brasília, pode ocasionar numa reviravolta surpreendente nessa disputa partidária com reflexos políticos devastadores na seara dinista.

Vale aguardar e conferir.

O silêncio de Felipe Camarão é um mau presságio 6

Felipe Camarão parece estar servido de “bucha” para os interesse mesquinhos do Palácio dos Leões nas barganhas politiqueiras e eleitoreiras

O silêncio do secretário de Educação, Felipe Camarão, sobre a sua suposta filiação ao partido de direita Democratas (DEM) é um mau presságio em todos os aspectos. Senão vejamos.

Em primeiro lugar, fica feio para um maior de idade ter que “terceirizar” as suas intenções políticas. Ou seja, do governador Flávio Dino ao presidente estadual do DEM, o sabido do Juscelino Rezende Filho, falam que Felipe vai se filiar ao partido, mas até agora o próprio não deu um pio sobre o assunto.

Em segundo lugar, o silêncio de Felipe pode mostrar que o secretário é só mais um “novo velho”, que se deixa levar pelos interesses mesquinhos e oportunistas do “chefe” e aceita tudo quieto e calado.

Ora, Felipe Camarão não é e nunca foi político, pode até um dia a vir ser, mas até aqui não demostrado apetite pela área.

Se o governador está empurrado goela abaixo uma vocação que o jovem e talentoso secretário não tem é uma outra história.

O fato é que, até o momento, Felipe Camarão parece estar servido apenas de “bucha” para os interesses mesquinhos do Palácio dos Leões nas barganhas politiqueiras e eleitoreiras. Não é possível que o pai “Phil” não veja isso!

Resta saber até quando Felipe Camarão vai se sujeitar a ser a “Olga Simão” de Flávio Dino.

Com todo respeito a ele e à Olga.