O estado é o Maranhão, mas pode chamá-lo de “Impostolândia” 4

Enquanto o aumento de impostos é o caminho optado pelo governo maranhense, ‘nadica de nada’ sobre novos investimentos no estado. Pelo contrário, a notícia que se tem é sobre o fato do Maranhão ter deixado de ser o destino de empresas privadas que não confiam na conjuntura local sob Flávio Dino.

O Governo do Maranhão voltou a ser alvo de críticas por conta das novas “garfadas” no bolso dos contribuintes ao anunciar, novamente, aumentos de impostos.

Reportagem de O Estado publicada edição desta terça-feira, 4, aponta que o povo maranhense já pagou, só em 2018, R$ 6,2 bilhões em ICMS.

Agora o governo comunista de Flávio Dino (PCdoB) resolveu encaminhar à Assembleia Legislativa o Projeto de Lei nº 239/2018 que aumenta, mais uma vez, o ICMS de uma série de produtos no Maranhão, entre os quais: gasolina, refrigerante, energéticos, isotônicos, embarcações de esporte e de recreação. Até rodas esportivas para automóveis e drones serão sobretaxados.

Ao optar por novos aumentos de impostos, o governo dá razão aos seus críticos sobre a grave crise fiscal e financeira que atravessa o estado do Maranhão. Tanto que vários setores do funcionalismo público estão com salários atrasados, outros com vencimentos defasados, fornecedores há meses sem receber pelos serviços prestados e por aí vai. Isso sem falar da questão previdenciária que caminha a passos largos para o abismo.

O fato é que o aumento de impostos é o caminho optado pelo governo maranhense, nadica de nada sobre novos investimentos no estado. Pelo contrário, a notícia que se tem é sobre o fato do Maranhão ter deixado de ser o destino de empresas privadas que não confiam na conjuntura local sob Flávio Dino.

E, assim, enquanto os investimentos privados não chegam, o Maranhão vai se tornando a terra dos impostos ou, simplesmente, a “Impostolândia”.

Uma lástima!