ELEIÇÕES 2018: Senador Roberto Rocha volta defender a presença de Lula como candidato 6

O senador tucano faz parte da corrente de pensamento que avalia que o PSDB pode derrotar o PT nas urnas com ou sem Lula. Daí que entende que deixar o petista fora das eleições pela via judicial pode ter um efeito contrário e, ao invés de enfraquecer o lulopetismo, acaba por fortalecê-lo.

Sempre muito firme e convicto nas suas posições e opiniões políticas, o senador Roberto Rocha (PSDB) voltou a defender a participação de Lula nas eleições de 2018 como candidato a presidente da República.

O tucano usou a rede social do Facebook para reproduzir uma postagem que havia feito ainda em julho de 2017.

“A saída da crise exige legitimidade plena. O ex-presidente Lula, mais que candidato, é símbolo de corrente política. Sua presença na campanha de 2018 é exigência democrática. (republicado, original de julho de 2017)”, postou.

Roberto Rocha faz parte da corrente de pensamento que avalia que o PSDB pode derrotar o PT nas urnas com ou sem Lula. Daí que entende que deixar o petista fora das eleições pela via judicial pode ter um efeito contrário e, ao invés de enfraquecer o lulopetismo, acaba por fortalecê-lo.

Pré-candidato a governador, Roberto Rocha vem articulando uma ampla frente de centro que possa fazer um contraponto qualificado entre o sarneysismo e comunismo, e superar essa dicotomia que tanto interessa ao projeto de reeleição de Flávio Dino (PCdoB).

A tendência é que muitos partidos que atualmente estão na base do governo comunista migrem para o palanque tucano liderado pelo senador Roberto Rocha, uma vez que o governador de São Paulo e pré-candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin, terá muita influência nas costuras das alianças nos estados.

A conferir.

Vice de Alckmin, Márcio França busca apoio no PSDB

França, do PSB, tenta atrair deputados estaduais tucanos com o objetivo de ser o candidato único do bloco de sustentação do governador

Márcio França: estratégia é formar uma grande aliança para tentar isolar os projetos individuais de candidatura do PSDB (Divulgação/Assessoria de Imprensa/Divulgação)

Por Paula Reverbel, do Estadão Conteúdo

São Paulo – A sucessão ao Palácio dos Bandeirantes virou palco de disputa entre grupos ligados ao vice-governador Márcio França (PSB) e tucanos ligados ao prefeito João Doria e ao senador José Serra, ambos do PSDB.

França tenta atrair deputados estaduais tucanos com o objetivo de ser o candidato único do bloco de sustentação do governador Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB à Presidência. A ideia, contudo, sofre resistência de tucanos, que desde 1995 ganharam todas as disputas ao governo paulista.

A aliados, o governador Geraldo Alckmin afirma que não vai se posicionar sobre a disputa, mas tem dito a pessoas mais próximas que o ideal era não haver mais de uma candidatura dentro da sua base de apoio.

O vice-governador Márcio França convocou a imprensa nesta segunda-feira, 15, para anunciar o primeiro apoio oficial à sua candidatura: o PR.

Segundo contou, outras duas legendas devem ser anunciadas ainda esta semana: Solidariedade e Pros.

A estratégia de França é formar uma grande aliança para tentar isolar os projetos individuais de candidatura do PSDB ao Bandeirantes.

“Eu vou montar o tempo de TV, que é uma das coisas que eu sei fazer bem. Ajudei bastante a campanha do Doria com isso, já fiz várias vezes, em campanhas diferentes”, afirmou à reportagem.

Enquanto tenta atrair os partidos da base, França também tem conversado com deputados tucanos sobre a possibilidade de o PSDB abrir mão de ter candidato próprio, em prol das ambições presidenciais do governador Geraldo Alckmin, que gostaria de contar com o PSB para montar palanques nos Estados.

“As ações do PSDB na esfera estadual precisam estar em consonância com o projeto presidencial de Alckmin, a grande liderança local e nacional do partido”, defendeu o deputado estadual Carlos Bezerra Junior, um dos parlamentares que já aderiu à tese de França.

O vice-governador, que deve assumir o governo em abril caso Alckmin renuncie para disputar o Planalto, tem ressaltado aos colegas do Palácio dos Bandeirantes que trocará os tucanos da equipe caso o PSDB não o apoie. Segundo aliados, ele não está disposto a fazer campanha e, ao mesmo tempo, ter membros de seu governo apoiando um oponente.

Conversas
No fim de semana, França articulou para esvaziar um encontro tucano convocado pelo presidente da Assembleia estadual, Cauê Macris, em favor do prefeito João Doria, previsto para ocorrer nesta terça-feira, 16, às 15h, na sede da Prefeitura.

Dos 20 confirmados na semana passada, oito desistiram, segundo apurou a reportagem. E entre os que devem comparecer, há deputados que pretendem deixar claro que a visita não é um ato de apoio da bancada.

Procurado, Macris informou que o intuito do encontro segue sendo o de convidar João Doria a ser o candidato defendido pela bancada, embora ainda não haja consenso em torno de um nome para o governo.

Quem também teria ligado para esvaziar o anúncio de Macri foi o senador José Serra. O tucano, que já comandou o Estado, teria ligado para José Antônio Barros Munhoz, também da Alesp, e pedido para adiar o encontro. Disse, segundo o deputado estadual, que queria sair candidato ao governo paulista. “Eu respondi que o apoiaria”, informou Barros Munhoz. Procurado, Serra não quis comentar.

O deputado Pedro Tobias, presidente do PSDB estadual, descarta apoiar França, mas reconhece que a situação da candidatura nacional precisa ser definida antes. “Não tem possibilidade nenhuma do PSDB não ter candidato a governador”, afirmou. “Mas o caso federal precisa ser resolvido primeiro.”

Sobre o encontro com Doria, Tobias disse que a bancada também topará participar de reuniões com Serra e com outros pré-candidatos tucano.

“Antes de qualquer decisão, o PSDB tem que estar em sintonia com o desejo do cidadão paulistano e precisa ouvir as principais lideranças do partido: Alckmin, (o ex-presidente) Fernando Henrique Cardoso e Serra”, argumentou Bezerra. Para ele, todas as possibilidades estão em aberto, incluindo o apoio tucano à candidatura de Marcio França.

Anunciados
Mesmo que muitos nomes estejam circulando, a disputa tem apenas dois pré-candidatos tucanos assumidos: Floriano Pesaro, secretário de Desenvolvimento Social do Estado, e o cientista político Luiz Felipe D’Avila.

“Sou pré-candidato ao governo e, se for necessário, disputarei as prévias do PSDB”, afirmou Floriano. D’Ávila declarou ainda que não abre mão da disputa. “Não vislumbro como possibilidade realista o PSDB não ter candidato próprio em São Paulo”, disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

VÍDEO: “Quero levar as propostas de Geraldo Alckmin para o nosso Brasil que é o Maranhão”, afirma Roberto Rocha 2

Esta semana, durante a primeira reunião da nova executiva nacional do PSDB, será oficializada a Comissão Estadual Provisória do partido no Maranhão com o Roberto Rocha presidente da sigla do 45

O senador Roberto Rocha (PSDB) gravou vídeo onde destaca a eleição, por aclamação, do governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, presidente nacional dos tucanos, em convenção realizada no último sábado, 9.

Pré-candidato a governador, Roberto Rocha afirmou que irá organizar o PSDB local para oferecer um grande palaque para Alckmin no estado em 2018 quando o tucano disputará a sucessão de Michel Temer.

“Quero levar a sua voz [do Alckmin], sua mensagem, suas propostas para o nosso Brasil que é o Maranhão. E ficarei muito feliz em fazer o seu palanque, ele candidato a presidente da República e eu candidato a governador do estado”, assegurou.

Esta semana, durante a primeira reunião da nova executiva nacional do PSDB, será oficializada a Comissão Estadual Provisória do partido no Maranhão com o Roberto Rocha presidente da sigla do 45.

Confira a íntegra do vídeo com o senador tucano.

ELEIÇÕES 2018: Ascensão de Geraldo Alckmin a presidente do PSDB fortalece Roberto Rocha

Amigo pessoal de Alckmin, Roberto Rocha é um dos maiores entusiastas do projeto “Geraldo presidente – 45”, e já havia proposto a líderes nacionais do partido um acordo em torno do nome do governador paulista para ele presidir o partido.

A se confirmar o nome do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, na presidência nacional do PSDB, quem se fortalece no Maranhão é o senador Roberto Rocha, pré-candidato a governador pelo partido do 45.

Em um jantar previsto para esta segunda-feira no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, os dois candidatos à presidência do partido, o senador Tasso Jeiressatti (CE) e o governador de Goiás, Marconi Perillo, vão abrir mão de suas candidaturas para que o governador Alckmin seja o sucessor do senador Aécio Neves (MG) no comando da legenda. Tasso e Marconi já conversaram com Alckmin. Na conversa, o governador e pré-candidato a presidente os consultou se abririam mão em favor de seu nome. Com a resposta afirmativa, Alckmin aceitou assumir a presidência do PSDB na vaga do senador mineiro.

Ao blog O Antagonista, Roberto Rocha afirmou que o partido fará na convenção do próximo dia 9 “uma festa democrática” para o governador do mais rico estado brasileiro e que ele “é o mais preparado para assumir a legenda e o país”.

Amigo pessoal de Alckmin, Roberto Rocha é um dos maiores entusiastas do projeto “Geraldo presidente – 45”, e já havia proposto a líderes nacionais do partido um acordo em torno do nome do governador paulista para ele presidir o partido.

A ascensão de Geraldo Alckmin ao posto de presidente nacional do PSDB, portanto, fortalece, e muito, o projeto “Roberto Rocha governador – 45”.

É aguardar e conferir.

ELEIÇÕES 2018: O Solidariedade está no jogo e dá pressão em Flávio Dino 4

O Solidariedade é um dos partidos que Flávio Dino terá muito trabalho para fazer com que se mantenha na sua base, pois assim como o DEM, PPS, PTB e PSB, o partido de Simplício Araújo tem projeto nacional diferente do PCdoB e tende a apoiar candidatura de Geraldo Alckmin a presidente da República

O Solidariedade, partido presidido no Maranhão pelo secretário de Estado Simplício Araújo (Indústria e Comércio), está no jogo da sucessão do governador Flávio Dino (PCdoB) e demostra não aceitar ser tratado como mero coadjuvante no processo.

Em conversa com o Blog do Robert Lobato, Simplício afirmou ser pra valer a reivindicação do seu partido em ocupar uma vaga no chapa majoritária liderada pelo governador comunista.

“O Solidariedade tem crescimento real e quadros para pleitear a vaga. Não abrimos mão de forma alguma de participar da majoritária. Ajudamos a construir este projeto e temos que garantir nomes que possam ajudar verdadeiramente a reeleição do governador Flavio Dino e contribuir com este novo momento político no Brasil”, afirmou.

O Solidariedade é um dos partidos que Flávio Dino terá muito trabalho para fazer com que se mantenha na sua base, pois assim como o DEM, PPS, PTB, PSB, entre outros, o partido de Simplício Araújo tem projeto nacional diferente do PCdoB e tende a apoiar candidatura de Geraldo Alckmin a presidente da República.

Geraldo, como se sabe, é do PSDB, mesmo partido do senador Roberto Rocha, candidato a governador do estado em 2018.

Para bom entendedor, meia palavra basta…