Não é procurando culpados que José Reinaldo vai entender a sua não eleição ao Senado Federal 2

O ex-governador poderia ter aproveitado o seu artigo para fazer um agradecimento a Roberto Rocha, Sebastião Madeira e ao próprio Geraldo Alckmin por acolhê-lo no único partido que restou para que pudesse ser candidato a senador.

Eleição é jogo. E tal como um jogo, quem entra está sujeito a ganhar ou perder.

O ex-governador José Reinaldo Tavares, por exemplo, não tem nada a reclamar da sua longa trajetória na vida pública. Foi quase tudo o que muitos políticos gostariam de ser, inclusive governador e ministro de Estado.

Entretanto, por uma dessas contingências da vida, José Reinaldo não conseguiu coroar a sua história política como queria, qual seja sendo senador da República. E ninguém pode ser considerado culpado por isso. E se tiver alguém com culpa no cartório é o próprio!

No seu último artigo publicado no Jornal Pequeno, Zé Reinaldo faz uma avaliação um tanto quanto equivocada da sua não eleição ao Senado Federal.

O Blog do Robert Lobato não vai entrar no méritos das colocações do ainda deputado federal, mas tão somente ponderar alguns aspectos sobre o que escreveu o nosso valoroso Zé Reinaldo, Senão vejamos.

1. José Reinaldo Tavares reconhece: “há alguns anos que eu seria candidato em uma chapa junto com o governador Flávio Dino. Da fato, o ex-governador embalou esse sonho, mesmo não querendo acordar para a dura realidade de que desde o início do governo comunista ele foi vetado para vários cargos de primeiro escalão no que já poderia ser entendido como uma demonstração clara de que o ex-governador não fazia parte dos planos do governador para 2018.

2. É verdade sim!, que Zé Reinaldo sugeriu que o deputado Eduardo Braide fosse candidato a governador lugar do senador Roberto Rocha, mas naquela conjuntura não teve como Roberto abrir mão do projeto para Braide pelas razões expostas de forma transparente para o Zé. Aliás, o senador chegou até propor de pensar em abrir mão da sua então pré-candidatura, mas para o próprio Zé Reinado por conta da sua biografia.

3. Outra verdade contida no artigo do ex-governador: a candidatura a presidente de Geraldo Alckmin não vingou, fazendo com a que a de Roberto Rocha também não tivesse o resultado esperado, daí “que jogou por terra” as chances de Zé Reinaldo, como ele próprio reconhece. Quem poderia contar com o fator “facada no mito”?

4. José Reinaldo também acerta ao reconhecer que foi deixado para trás por muitos que considerava seus amigos: “quero agradecer aos amigos que me ajudaram a buscar votos. São amigos de verdade, em que posso confiar. Muitos, porém, que sempre estiveram comigo me viraram as costas”, desabafa. Faltou dizer que nem os tais “Encontros da Gratidão” sobreviveram por medo dos idealizadores serem retaliados pelo Palácio dos Leões.

5. Por fim, entre verdades, lamentos e desabados expostos no texto do José Reinaldo Tavares, ele poderia ter aproveitado para fazer um agradecimento a Roberto Rocha, Sebastião Madeira e ao próprio Geraldo Alckmin por acolhê-lo no único partido que restou para que pudesse ser candidato a senador. Mas, ao contrário, num momento em que deveria fazer esse gesto público de reconhecimento a essas lideranças do PSDB, tenta é apontar culpados pelo fraco desempenho nas urnas, quando se realmente houver um culpado, repito, é o próprio. Que o amigo Zé Reinaldo consiga olhar pra frente e continue disposto a lutar por um outro Maranhão.

Fiquem com a íntegra do artigo de José Reinaldo Tavares.

CORAGEM, DETERMINAÇÃO E AMIGOS

José Reinaldo Tavares

O jornalista Benedito Buzar colocou em sua coluna que muita gente não entendeu a minha baixa votação nas últimas eleições. Mas, não é difícil de entender. Vamos aos fatos: a minha eleição para o Senado foi montada em outras premissas. Primeiramente, estava combinada há alguns anos que eu seria candidato em uma chapa junto com o governador Flávio Dino. Acabou não dando certo. Eu não era o candidato dele, como ficou evidente.

Depois, eu e amigos discutimos a possibilidade de uma chapa com Eduardo Braide, com base em pesquisas qualitativas. Quase deu certo, despertou enorme curiosidade e simpatia, levando receio do “novo” a outras candidaturas ditas mais fortes. Isso pesou tanto que fez com que Braide não conseguisse um grande partido, com tempo de televisão, levando-o a não querer se arriscar e acabou que ele, no final, preferiu concorrer a deputado federal. Essa foi a decisão dele.

Depois conversei longamente com Roberto Rocha, sugerindo a ele abraçar a candidatura de Braide no PSDB para depois construir a dele a governador, já que pelo meu modo de entender o momento não era o ideal para sua candidatura ao governo do Estado. Ele não aceitou minhas ponderações e manteve a candidatura. Ali se acabou a chance de termos no Maranhão uma eleição equilibrada ao Governo e ao Senado. Flávio tem sorte, além de ter tido competência para manobrar bem a estrutura disponível e não teve problemas para ganhar e eleger seus candidatos a senador.

Voltando à minha candidatura ao Senado, eu tinha uma chapa montada, politicamente forte, o que me dava uma chance mínima de ganhar. Mas eis que na véspera da convenção, Roberto Rocha, com apoio do partido no estado, resolveu se intrometer em minha chapa, exigindo a retirada do meu primeiro suplente de Caxias, o jovem, muito capaz, Catulé Junior. Como consequência inevitável, perdi Caxias, um dos maiores colégios eleitorais do estado que, com razão, abandonou minha candidatura causando imenso prejuízo político e eleitoral, influenciando negativamente líderes de outros municípios, tirando parte da consistência eleitoral da minha candidatura.

Ao final, as candidaturas do PSDB – tanto a de governador, quanto a de presidente do país – que, naturalmente, seriam puxadoras de voto, caso tivessem expectativa de vitória, não vingaram, o que jogou por terra as minhas chances, já que no estado o PSDB ficou isolado, com uma chapa muito fraca, elegendo apenas um deputado estadual do partido. Madeira, grande líder do nosso partido, sofreu na carne o isolamento a que foi submetido. Com poucos recursos, com apenas trinta segundos de televisão não pude mostrar o muito que fiz pelo Maranhão durante minha vida profissional e política.

Por fim, quero agradecer aos amigos que me ajudaram a buscar votos. Esses são verdadeiros amigos, pois mesmo pressionados decidiram ficar comigo, mesmo conscientes das escassas condições de vitória. São amigos de verdade, em que posso confiar. Muitos, porém, que sempre estiveram comigo me viraram as costas. Coisas da vida.

Uma coisa a meu ver marcou esse pleito. Ninguém discutiu os graves problemas do Maranhão e de sua população. Será que não os conhecem? Nada têm a propor? A eleição foi feita em cima de slogans, promessas e nada mais. Passaram por cima dos graves problemas que impedem o nosso desenvolvimento.

Agora, sem Sarney para culpar, terão que trabalhar duro, com competência, para tirar o Maranhão dos últimos lugares. Caso contrário, como explicar a nossa situação?
Eu fui uma exceção, neste deserto de ideias. Discuti muito as soluções para a pobreza, para a educação, para atração de empresas, para o emprego e o desenvolvimento do estado.

O que se pode esperar? Não sei, sinceramente, me resta torcer para dar certo. Boa sorte aos eleitos e reeleitos, sinceramente.

Obrigado, meus amigos.

LIBEROU GERAL: PSDB decide liberar diretórios para escolher entre Haddad e Bolsonoaro 6

O PSDB, através do presidente nacional Geraldo Alckmin, informou nesta terça-feira (9) que o partido não apoiará Jair Bolsonaro (PSL) nem Fernando Haddad (PT) no segundo turno da eleição presidencial. Segundo o tucano, a partido também não vai compor o governo de quem vencer.

O anúncio foi feito após reunião da Executiva Nacional do PSDB. Ex-governador de São Paulo, ele disputou a eleição presidencial pela segunda vez e ficou em quarto lugar – recebeu 5.096.349 votos (4,76%).

Segundo Alckmin, a cúpula do PSDB decidiu liberar os diretórios estaduais da legenda e os filiados para fazer a escolha que quiserem.

As informações são do G1.

ELEIÇÕES 2018: A coerência de Roberto Rocha 12

Além de um gesto de lealdade, essa coerência política e partidária do tucano maranhense também é uma demonstração de que Roberto Rocha não é covarde para abandonar amigos e aliados pelo meio do caminho.

Se tem um candidato majoritário coerente nestas eleições no Maranhão chama-se Roberto Rocha, principalmente quando o assunto é lealdade ao projeto nacional do seu partido, o PSDB.

Ao contrário dos que escondem o candidato a presidente do partido a qual pertencem, outros omitem e alguns até pulam do barco partidário, o senador e candidato a governador Roberto Rocha tem orgulho de pedir votos para o presidenciável do PSDB Gerado Alckmin.

E olhem que no Maranhão a onda é colar a imagem no Lula/Haddad, muitas vezes por puro oportunismo eleitoreiro, como parece ser o caso do “pulo” dado pelo nosso querido “Maragato” Weverton Rocha (PDT), candidato a senador, que abandonou o seu correligionário Ciro Gomes, candidato a presidente, e agora é Lula e Haddad desde quando era uma criança pobre lá pras bandas de Imperatriz.

Roberto Rocha, pelo contrário, mantém-se firme ao lado do Geraldo Alckmin e não perde uma oportunidade de pedir voto ao seu candidato a presidente onde estiver.

Além de um gesto de lealdade, essa coerência política e partidária do tucano maranhense também é uma demonstração de que Roberto Rocha não é covarde para abandonar amigos, aliados e correlegionários pelo meio do caminho.

Que os eleitores façam o seu julgamento.

ELEIÇÕES 2018: O altruísmo de Waldir Maranhão e a unidade tucana 10

Num estado onde a precarização da política chega a níveis da depravação com lideranças políticas sendo claramente compradas pelo poder estabelecido, o altruísmo de Waldir Maranhão é digno de aplauso e reconhecimento.

O deputado federal Waldir Maranhão acaba de dar uma prova do seu caráter político ao abrir mão da sua candidatura ao Senado Federal pelo PSDB.

Como filiado de mandato, Waldir tinha todo o direito de manter a sua pré-candidatura até a convenção do partido, que foi realizada no último sábado, dia 4.

Contudo, ao sentir que levar a disputa para a convenção comprometeria de morte a unidade partidária necessária para viabilizar o projeto dos tucanos no estado, Waldir Maranhão preferiu sacrificar seu sonho de ser senador da República e se candidatar a mais um mandato de deputado federal.

A decisão do deputado foi elogiada pelo conjunto do PSDB local e também pelo presidente nacional do partido Geraldo Alckmin, que recebeu com a alegria a postura de Waldir – não será surpresa se com uma eventual de vitória de Alckmin ao Palácio do Planalto, Waldir Maranhão vier a ocupar um espaço de destaque no Governo Federal.

Para o presidente estadual do PSDB e pré-candidato a governador, senador Roberto Rocha, a atitude de Waldir Maranhão foi “o ponto de convergência para o partido estar unido e fortalecido no estado”.

Em um estado onde a precarização da política chega a níveis da depravação com lideranças políticas sendo claramente compradas pelo poder estabelecido sem o menor pudor, o altruísmo de Waldir Maranhão é digno de aplauso e reconhecimento.

Pelas redes sociais, Waldir Maranhão divulgou uma “Nota ao povo do Maranhão” onde comunica que vai concorrer a mais um mandato de deputado federal – certamente será um dos deputados mais votos do estado.

Abaixo, a nota do deputado Waldir Maranhão.

 

ELEIÇÕES 2018: Estratégia de Alckmin no Nordeste passa por programa concebido por Luis Fernando 2

O ex-governador Geraldo Alckmin: De olho no Nordeste (Foto: Ernesto Rodrigues / Folhapress).

O pré-candidato ao ao Palácio do Planalto pelo PSDB, Geraldo Alckmin, promete adotar programas voltados a crianças de 0 a 6 anos como uma das prioridades do seu programa de governo. Trata-se de uma tentativa de conseguir votos numa região em que o ex-presidente Lula reina: o Nordeste.

Durante ao programa Roda Viva (TV Cultura), exibido na última segunda, 23,  Geraldo Alckmin citou o projeto Criança Feliz, elaborado pelo atual prefeito de São José de Ribamar quando era secretário no governo José Reinaldo.

“Esse programa que eu e o Luis Fernando, prefeito de São José de Ribamar, montamos com apoio de técnicos recrutados por ele, é baseado nos ensinamentos do professor James Reckman, Nobel em Economia e professor de economia da Universidade de Chicago, que preconiza que cuidar das crianças de zero a seis anos desenvolverá o país”, enfatizou o deputado e pré-candidato a senador em recente artigo para o Jornal Pequeno.

A declaração de Geraldo Alckmin mostra que o tucano vai focar no Nordeste durante a campanha e o Maranhão pode ser dar bem com essa estratégia do presidenciável. Aliás, o senador Roberto Rocha (PSDB), pré-candidato a governador, já havia dito que uma vez Alckmin eleito presidente o Maranhão vai ter tratamento diferenciado.

A conferir.

 

JOSÉ REINALDO: Minha saudação a Geraldo Alckmin 18

por José Reinaldo

Resolvi divulgar aos amigos a saudação que fiz, por escrito e lida por mim na impressionante recepção a Alckmin no Centro de Convenções, sábado passado, pedindo a ele para levar consigo e guardar como recordação do glorioso momento que vivíamos ali, cheios de esperança. Isso serviria para cobranças e lembranças futuras.

“Ao caro amigo Presidente Geraldo Alckmin”

Ao chama-lo de presidente quero expressar o desejo que temos de vê-lo dirigindo o nosso país.

O Brasil que precisa de mãos firmes e experientes para nos conduzir em meio ao mais desalentador período de nossa história recente. Da desunião, do “nós contra eles”, da falta de diálogo e de confiança, de rumo a seguir, do desalento e da falta de esperança no futuro que só nos leva ao desemprego, a violência e a falta de perspectiva como nação.
É preciso mudar isso tudo e dar rumo e paz ao nosso país. O momento é propício com a escolha que teremos que fazer do nosso futuro presidente.

Nós do PSDB temos o melhor candidato, Geraldo Alckmin. Quatro vezes governador de São Paulo, homem competente, experiente, honesto, humilde, acostumado a cuidar das pessoas, conduziu São Paulo na maior crise, mantendo o estado equilibrado e firme, investindo, esse estado que é uma síntese do Brasil, sim, pois quantos maranhenses e de outros estados do Nordeste vivem ali, brasileiros de todos os estados tem uma vida melhor em São Paulo.

Quem mais entre os candidatos conhecidos a presidente pode se comparar a Geraldo? Ninguém. Quem mais preparado?

Presidente, São Paulo é isso tudo, sem dúvidas nenhuma, porque em grande parte do tempo foi governada pelo PSDB. Nós, o Maranhão, somos hoje o estado mais pobre do país. Menor renda per capita, menor renda domiciliar per capita, mais da metade de nossas famílias vivem do Bolsa Família, em meio a perversa desigualdade social, que nos leva a baixíssima produtividade e ao desemprego crônico. Agora mesmo o jornal Valor Econômico, com dados da PNAD continuada, mostra que nos últimos dois anos a pobreza absoluta aumentou no Maranhão. E na Ilha de São Luís, aumentou inacreditáveis 48 %. Não podemos nos conformar com isso, presidente.

Precisamos de socorro, precisamos de ajuda. O Sr. que governou São Paulo durante tanto tempo que ajudou o mais importante estado da Federação a ser o que é, dê as mãos ao Maranhão. Mãos firmes, sinceras, para nos ajudar como nunca antes. Ajude, presidente, a fazer do Maranhão um estado menos desigual, menos pobre, mais próspero como é o desejo de todos os maranhenses.

Já lhe falei e confio na promessa que me fez, de apoiar os nossos projetos mais sonhados, como a refinaria, o polo petroquímico, o centro espacial de Alcântara, o fundo financeiro de apoio aos quilombolas daquele município, afetados pelas necessidades de expansão do centro, tornando-os sócios dos lançamentos que ocorrerão ali, assim como também do Programa Primeiro Empurrão, para formar as novas gerações de maranhenses, e da cooperativa de microcréditos para as famílias pobres e para jovens empreendedores.

De mãos dadas, presidente Alckmin, vamos para a vitória. O Brasil precisa do senhor. E o Maranhão muito mais.

Com a candidatura de Roberto Rocha para o governo do estado, o PSDB marchará unido para a vitória.

Seja bem-vindo! “

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Ontem soubemos do Decreto do Governo Federal de 5 de Abril de 2018 que cria a reserva Extrativista da Baia do Tubarão, localizada nos Municípios de Icatú e Humberto de Campos, Estado do Maranhão.

Ninguém sabia disso. O bico do Papagaio, bem na entrada da Baia do Tubarão, era o local escolhido e já visitado inúmeras vezes para ser o porto da refinaria e do Polo Petroquímico, com estudos quase prontos o que poderia levar grande desenvolvimento para a região tão pobre.

Agora paciência, não há de nossa parte nenhuma crítica a criação da reserva, ninguém irá lutar contra a decisão que procura proteger o meio ambiente, tão importante para todos nós.

Assim o projeto atrasa um pouco pois outros locais serão estudados e a tendência é que o projeto vá para Bacabeira mais próximo da refinaria.

Vamos em frente.

Sobre Geraldo Alckmin 14

A impressão que o presidenciável Geraldo Alckmin deixa, ao menos para este blogueiro, é de que o Brasil tem a sua disposição um homem sério, correto, ético, competente e, sobretudo, simples para governar este país.

Quem conhece (de verdade) este blogueiro sabe que sou forjado na esquerda socialista desde quando me conheço por gente. “Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Robert! ser gauche na vida”, parodiando o mestre Carlos Drummond de Andrade.

Como todo jovem, já tive meus momentos de rebeldia, raiva, indignação e a justa vontade de querer mudar o mundo. Aliás, mudar o mundo é ainda o que me move.

Antes de ser um socialista por convicção, sou um humanista incorrigível! Aquariano, boliviano e flamenguista!

Tenho a convicção de que o ser humano, com suas virtudes e vícios, é a melhor obra de Deus. Sou renascentista por natureza no sentido de achar que o “homem é a medida de todas as coisas”.

Essas preliminares são para fazer, enquanto homem de esquerda e petista, um reconhecimento público ao ex-governador de São Paulo é pré-candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin.

Geraldo é um homem de bem. Aliás, de bem e do bem.

Geraldo está preparado para governar este país, caso o povo brasileiro resolva elegê-lo presidente.

Na sua passagem pelo Maranhão não vi um Geraldo Alckmin “vendilhão” da Pátria. Pelo contrário: vi um homem público com visão de estadista que sabe e reconhece o papel das empresas públicas enquanto instrumentos de construção de um Estado-Nação de verdade.

Meus companheiros do PT podem até zangarem-se comigo, mas ouso a afirmar que se Geraldo Alckmin chegar à presidência o nosso partido deveria dar uma trégua ao presidente eleito e, quicá, participar do seu governo se chamado a tal missão. O mesmo vale para Lula ou outro companheiro do PT se eventualmente chegar ao Palácio do Planalto, ou seja, chamar os social-democratas para coalizão de verdade, republicana!

A impressão que o presidenciável Geraldo Alckmin deixa, ao menos para este blogueiro, é de que o Brasil tem a sua disposição um homem sério, correto, ético, competente e, sobretudo, simples para governar este país.

“Porra, Robert, e o nosso Lula?“, pode perguntar, puto, um companheiro do PT.

Bom, respondo: Lula é não mais Lula, é uma ideia.

Um ótimo e abençoado domingo para todos e todas.

ELEIÇÕES 2018: Senador Roberto Rocha volta defender a presença de Lula como candidato 6

O senador tucano faz parte da corrente de pensamento que avalia que o PSDB pode derrotar o PT nas urnas com ou sem Lula. Daí que entende que deixar o petista fora das eleições pela via judicial pode ter um efeito contrário e, ao invés de enfraquecer o lulopetismo, acaba por fortalecê-lo.

Sempre muito firme e convicto nas suas posições e opiniões políticas, o senador Roberto Rocha (PSDB) voltou a defender a participação de Lula nas eleições de 2018 como candidato a presidente da República.

O tucano usou a rede social do Facebook para reproduzir uma postagem que havia feito ainda em julho de 2017.

“A saída da crise exige legitimidade plena. O ex-presidente Lula, mais que candidato, é símbolo de corrente política. Sua presença na campanha de 2018 é exigência democrática. (republicado, original de julho de 2017)”, postou.

Roberto Rocha faz parte da corrente de pensamento que avalia que o PSDB pode derrotar o PT nas urnas com ou sem Lula. Daí que entende que deixar o petista fora das eleições pela via judicial pode ter um efeito contrário e, ao invés de enfraquecer o lulopetismo, acaba por fortalecê-lo.

Pré-candidato a governador, Roberto Rocha vem articulando uma ampla frente de centro que possa fazer um contraponto qualificado entre o sarneysismo e comunismo, e superar essa dicotomia que tanto interessa ao projeto de reeleição de Flávio Dino (PCdoB).

A tendência é que muitos partidos que atualmente estão na base do governo comunista migrem para o palanque tucano liderado pelo senador Roberto Rocha, uma vez que o governador de São Paulo e pré-candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin, terá muita influência nas costuras das alianças nos estados.

A conferir.