ELEIÇÕES 2018: A coerência de Roberto Rocha 12

Além de um gesto de lealdade, essa coerência política e partidária do tucano maranhense também é uma demonstração de que Roberto Rocha não é covarde para abandonar amigos e aliados pelo meio do caminho.

Se tem um candidato majoritário coerente nestas eleições no Maranhão chama-se Roberto Rocha, principalmente quando o assunto é lealdade ao projeto nacional do seu partido, o PSDB.

Ao contrário dos que escondem o candidato a presidente do partido a qual pertencem, outros omitem e alguns até pulam do barco partidário, o senador e candidato a governador Roberto Rocha tem orgulho de pedir votos para o presidenciável do PSDB Gerado Alckmin.

E olhem que no Maranhão a onda é colar a imagem no Lula/Haddad, muitas vezes por puro oportunismo eleitoreiro, como parece ser o caso do “pulo” dado pelo nosso querido “Maragato” Weverton Rocha (PDT), candidato a senador, que abandonou o seu correligionário Ciro Gomes, candidato a presidente, e agora é Lula e Haddad desde quando era uma criança pobre lá pras bandas de Imperatriz.

Roberto Rocha, pelo contrário, mantém-se firme ao lado do Geraldo Alckmin e não perde uma oportunidade de pedir voto ao seu candidato a presidente onde estiver.

Além de um gesto de lealdade, essa coerência política e partidária do tucano maranhense também é uma demonstração de que Roberto Rocha não é covarde para abandonar amigos, aliados e correlegionários pelo meio do caminho.

Que os eleitores façam o seu julgamento.

ELEIÇÕES 2018: O altruísmo de Waldir Maranhão e a unidade tucana 10

Num estado onde a precarização da política chega a níveis da depravação com lideranças políticas sendo claramente compradas pelo poder estabelecido, o altruísmo de Waldir Maranhão é digno de aplauso e reconhecimento.

O deputado federal Waldir Maranhão acaba de dar uma prova do seu caráter político ao abrir mão da sua candidatura ao Senado Federal pelo PSDB.

Como filiado de mandato, Waldir tinha todo o direito de manter a sua pré-candidatura até a convenção do partido, que foi realizada no último sábado, dia 4.

Contudo, ao sentir que levar a disputa para a convenção comprometeria de morte a unidade partidária necessária para viabilizar o projeto dos tucanos no estado, Waldir Maranhão preferiu sacrificar seu sonho de ser senador da República e se candidatar a mais um mandato de deputado federal.

A decisão do deputado foi elogiada pelo conjunto do PSDB local e também pelo presidente nacional do partido Geraldo Alckmin, que recebeu com a alegria a postura de Waldir – não será surpresa se com uma eventual de vitória de Alckmin ao Palácio do Planalto, Waldir Maranhão vier a ocupar um espaço de destaque no Governo Federal.

Para o presidente estadual do PSDB e pré-candidato a governador, senador Roberto Rocha, a atitude de Waldir Maranhão foi “o ponto de convergência para o partido estar unido e fortalecido no estado”.

Em um estado onde a precarização da política chega a níveis da depravação com lideranças políticas sendo claramente compradas pelo poder estabelecido sem o menor pudor, o altruísmo de Waldir Maranhão é digno de aplauso e reconhecimento.

Pelas redes sociais, Waldir Maranhão divulgou uma “Nota ao povo do Maranhão” onde comunica que vai concorrer a mais um mandato de deputado federal – certamente será um dos deputados mais votos do estado.

Abaixo, a nota do deputado Waldir Maranhão.

 

ELEIÇÕES 2018: Estratégia de Alckmin no Nordeste passa por programa concebido por Luis Fernando 2

O ex-governador Geraldo Alckmin: De olho no Nordeste (Foto: Ernesto Rodrigues / Folhapress).

O pré-candidato ao ao Palácio do Planalto pelo PSDB, Geraldo Alckmin, promete adotar programas voltados a crianças de 0 a 6 anos como uma das prioridades do seu programa de governo. Trata-se de uma tentativa de conseguir votos numa região em que o ex-presidente Lula reina: o Nordeste.

Durante ao programa Roda Viva (TV Cultura), exibido na última segunda, 23,  Geraldo Alckmin citou o projeto Criança Feliz, elaborado pelo atual prefeito de São José de Ribamar quando era secretário no governo José Reinaldo.

“Esse programa que eu e o Luis Fernando, prefeito de São José de Ribamar, montamos com apoio de técnicos recrutados por ele, é baseado nos ensinamentos do professor James Reckman, Nobel em Economia e professor de economia da Universidade de Chicago, que preconiza que cuidar das crianças de zero a seis anos desenvolverá o país”, enfatizou o deputado e pré-candidato a senador em recente artigo para o Jornal Pequeno.

A declaração de Geraldo Alckmin mostra que o tucano vai focar no Nordeste durante a campanha e o Maranhão pode ser dar bem com essa estratégia do presidenciável. Aliás, o senador Roberto Rocha (PSDB), pré-candidato a governador, já havia dito que uma vez Alckmin eleito presidente o Maranhão vai ter tratamento diferenciado.

A conferir.

 

JOSÉ REINALDO: Minha saudação a Geraldo Alckmin 18

por José Reinaldo

Resolvi divulgar aos amigos a saudação que fiz, por escrito e lida por mim na impressionante recepção a Alckmin no Centro de Convenções, sábado passado, pedindo a ele para levar consigo e guardar como recordação do glorioso momento que vivíamos ali, cheios de esperança. Isso serviria para cobranças e lembranças futuras.

“Ao caro amigo Presidente Geraldo Alckmin”

Ao chama-lo de presidente quero expressar o desejo que temos de vê-lo dirigindo o nosso país.

O Brasil que precisa de mãos firmes e experientes para nos conduzir em meio ao mais desalentador período de nossa história recente. Da desunião, do “nós contra eles”, da falta de diálogo e de confiança, de rumo a seguir, do desalento e da falta de esperança no futuro que só nos leva ao desemprego, a violência e a falta de perspectiva como nação.
É preciso mudar isso tudo e dar rumo e paz ao nosso país. O momento é propício com a escolha que teremos que fazer do nosso futuro presidente.

Nós do PSDB temos o melhor candidato, Geraldo Alckmin. Quatro vezes governador de São Paulo, homem competente, experiente, honesto, humilde, acostumado a cuidar das pessoas, conduziu São Paulo na maior crise, mantendo o estado equilibrado e firme, investindo, esse estado que é uma síntese do Brasil, sim, pois quantos maranhenses e de outros estados do Nordeste vivem ali, brasileiros de todos os estados tem uma vida melhor em São Paulo.

Quem mais entre os candidatos conhecidos a presidente pode se comparar a Geraldo? Ninguém. Quem mais preparado?

Presidente, São Paulo é isso tudo, sem dúvidas nenhuma, porque em grande parte do tempo foi governada pelo PSDB. Nós, o Maranhão, somos hoje o estado mais pobre do país. Menor renda per capita, menor renda domiciliar per capita, mais da metade de nossas famílias vivem do Bolsa Família, em meio a perversa desigualdade social, que nos leva a baixíssima produtividade e ao desemprego crônico. Agora mesmo o jornal Valor Econômico, com dados da PNAD continuada, mostra que nos últimos dois anos a pobreza absoluta aumentou no Maranhão. E na Ilha de São Luís, aumentou inacreditáveis 48 %. Não podemos nos conformar com isso, presidente.

Precisamos de socorro, precisamos de ajuda. O Sr. que governou São Paulo durante tanto tempo que ajudou o mais importante estado da Federação a ser o que é, dê as mãos ao Maranhão. Mãos firmes, sinceras, para nos ajudar como nunca antes. Ajude, presidente, a fazer do Maranhão um estado menos desigual, menos pobre, mais próspero como é o desejo de todos os maranhenses.

Já lhe falei e confio na promessa que me fez, de apoiar os nossos projetos mais sonhados, como a refinaria, o polo petroquímico, o centro espacial de Alcântara, o fundo financeiro de apoio aos quilombolas daquele município, afetados pelas necessidades de expansão do centro, tornando-os sócios dos lançamentos que ocorrerão ali, assim como também do Programa Primeiro Empurrão, para formar as novas gerações de maranhenses, e da cooperativa de microcréditos para as famílias pobres e para jovens empreendedores.

De mãos dadas, presidente Alckmin, vamos para a vitória. O Brasil precisa do senhor. E o Maranhão muito mais.

Com a candidatura de Roberto Rocha para o governo do estado, o PSDB marchará unido para a vitória.

Seja bem-vindo! “

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Ontem soubemos do Decreto do Governo Federal de 5 de Abril de 2018 que cria a reserva Extrativista da Baia do Tubarão, localizada nos Municípios de Icatú e Humberto de Campos, Estado do Maranhão.

Ninguém sabia disso. O bico do Papagaio, bem na entrada da Baia do Tubarão, era o local escolhido e já visitado inúmeras vezes para ser o porto da refinaria e do Polo Petroquímico, com estudos quase prontos o que poderia levar grande desenvolvimento para a região tão pobre.

Agora paciência, não há de nossa parte nenhuma crítica a criação da reserva, ninguém irá lutar contra a decisão que procura proteger o meio ambiente, tão importante para todos nós.

Assim o projeto atrasa um pouco pois outros locais serão estudados e a tendência é que o projeto vá para Bacabeira mais próximo da refinaria.

Vamos em frente.

Sobre Geraldo Alckmin 14

A impressão que o presidenciável Geraldo Alckmin deixa, ao menos para este blogueiro, é de que o Brasil tem a sua disposição um homem sério, correto, ético, competente e, sobretudo, simples para governar este país.

Quem conhece (de verdade) este blogueiro sabe que sou forjado na esquerda socialista desde quando me conheço por gente. “Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Robert! ser gauche na vida”, parodiando o mestre Carlos Drummond de Andrade.

Como todo jovem, já tive meus momentos de rebeldia, raiva, indignação e a justa vontade de querer mudar o mundo. Aliás, mudar o mundo é ainda o que me move.

Antes de ser um socialista por convicção, sou um humanista incorrigível! Aquariano, boliviano e flamenguista!

Tenho a convicção de que o ser humano, com suas virtudes e vícios, é a melhor obra de Deus. Sou renascentista por natureza no sentido de achar que o “homem é a medida de todas as coisas”.

Essas preliminares são para fazer, enquanto homem de esquerda e petista, um reconhecimento público ao ex-governador de São Paulo é pré-candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin.

Geraldo é um homem de bem. Aliás, de bem e do bem.

Geraldo está preparado para governar este país, caso o povo brasileiro resolva elegê-lo presidente.

Na sua passagem pelo Maranhão não vi um Geraldo Alckmin “vendilhão” da Pátria. Pelo contrário: vi um homem público com visão de estadista que sabe e reconhece o papel das empresas públicas enquanto instrumentos de construção de um Estado-Nação de verdade.

Meus companheiros do PT podem até zangarem-se comigo, mas ouso a afirmar que se Geraldo Alckmin chegar à presidência o nosso partido deveria dar uma trégua ao presidente eleito e, quicá, participar do seu governo se chamado a tal missão. O mesmo vale para Lula ou outro companheiro do PT se eventualmente chegar ao Palácio do Planalto, ou seja, chamar os social-democratas para coalizão de verdade, republicana!

A impressão que o presidenciável Geraldo Alckmin deixa, ao menos para este blogueiro, é de que o Brasil tem a sua disposição um homem sério, correto, ético, competente e, sobretudo, simples para governar este país.

“Porra, Robert, e o nosso Lula?“, pode perguntar, puto, um companheiro do PT.

Bom, respondo: Lula é não mais Lula, é uma ideia.

Um ótimo e abençoado domingo para todos e todas.

ELEIÇÕES 2018: Senador Roberto Rocha volta defender a presença de Lula como candidato 6

O senador tucano faz parte da corrente de pensamento que avalia que o PSDB pode derrotar o PT nas urnas com ou sem Lula. Daí que entende que deixar o petista fora das eleições pela via judicial pode ter um efeito contrário e, ao invés de enfraquecer o lulopetismo, acaba por fortalecê-lo.

Sempre muito firme e convicto nas suas posições e opiniões políticas, o senador Roberto Rocha (PSDB) voltou a defender a participação de Lula nas eleições de 2018 como candidato a presidente da República.

O tucano usou a rede social do Facebook para reproduzir uma postagem que havia feito ainda em julho de 2017.

“A saída da crise exige legitimidade plena. O ex-presidente Lula, mais que candidato, é símbolo de corrente política. Sua presença na campanha de 2018 é exigência democrática. (republicado, original de julho de 2017)”, postou.

Roberto Rocha faz parte da corrente de pensamento que avalia que o PSDB pode derrotar o PT nas urnas com ou sem Lula. Daí que entende que deixar o petista fora das eleições pela via judicial pode ter um efeito contrário e, ao invés de enfraquecer o lulopetismo, acaba por fortalecê-lo.

Pré-candidato a governador, Roberto Rocha vem articulando uma ampla frente de centro que possa fazer um contraponto qualificado entre o sarneysismo e comunismo, e superar essa dicotomia que tanto interessa ao projeto de reeleição de Flávio Dino (PCdoB).

A tendência é que muitos partidos que atualmente estão na base do governo comunista migrem para o palanque tucano liderado pelo senador Roberto Rocha, uma vez que o governador de São Paulo e pré-candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin, terá muita influência nas costuras das alianças nos estados.

A conferir.

Vice de Alckmin, Márcio França busca apoio no PSDB

França, do PSB, tenta atrair deputados estaduais tucanos com o objetivo de ser o candidato único do bloco de sustentação do governador

Márcio França: estratégia é formar uma grande aliança para tentar isolar os projetos individuais de candidatura do PSDB (Divulgação/Assessoria de Imprensa/Divulgação)

Por Paula Reverbel, do Estadão Conteúdo

São Paulo – A sucessão ao Palácio dos Bandeirantes virou palco de disputa entre grupos ligados ao vice-governador Márcio França (PSB) e tucanos ligados ao prefeito João Doria e ao senador José Serra, ambos do PSDB.

França tenta atrair deputados estaduais tucanos com o objetivo de ser o candidato único do bloco de sustentação do governador Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB à Presidência. A ideia, contudo, sofre resistência de tucanos, que desde 1995 ganharam todas as disputas ao governo paulista.

A aliados, o governador Geraldo Alckmin afirma que não vai se posicionar sobre a disputa, mas tem dito a pessoas mais próximas que o ideal era não haver mais de uma candidatura dentro da sua base de apoio.

O vice-governador Márcio França convocou a imprensa nesta segunda-feira, 15, para anunciar o primeiro apoio oficial à sua candidatura: o PR.

Segundo contou, outras duas legendas devem ser anunciadas ainda esta semana: Solidariedade e Pros.

A estratégia de França é formar uma grande aliança para tentar isolar os projetos individuais de candidatura do PSDB ao Bandeirantes.

“Eu vou montar o tempo de TV, que é uma das coisas que eu sei fazer bem. Ajudei bastante a campanha do Doria com isso, já fiz várias vezes, em campanhas diferentes”, afirmou à reportagem.

Enquanto tenta atrair os partidos da base, França também tem conversado com deputados tucanos sobre a possibilidade de o PSDB abrir mão de ter candidato próprio, em prol das ambições presidenciais do governador Geraldo Alckmin, que gostaria de contar com o PSB para montar palanques nos Estados.

“As ações do PSDB na esfera estadual precisam estar em consonância com o projeto presidencial de Alckmin, a grande liderança local e nacional do partido”, defendeu o deputado estadual Carlos Bezerra Junior, um dos parlamentares que já aderiu à tese de França.

O vice-governador, que deve assumir o governo em abril caso Alckmin renuncie para disputar o Planalto, tem ressaltado aos colegas do Palácio dos Bandeirantes que trocará os tucanos da equipe caso o PSDB não o apoie. Segundo aliados, ele não está disposto a fazer campanha e, ao mesmo tempo, ter membros de seu governo apoiando um oponente.

Conversas
No fim de semana, França articulou para esvaziar um encontro tucano convocado pelo presidente da Assembleia estadual, Cauê Macris, em favor do prefeito João Doria, previsto para ocorrer nesta terça-feira, 16, às 15h, na sede da Prefeitura.

Dos 20 confirmados na semana passada, oito desistiram, segundo apurou a reportagem. E entre os que devem comparecer, há deputados que pretendem deixar claro que a visita não é um ato de apoio da bancada.

Procurado, Macris informou que o intuito do encontro segue sendo o de convidar João Doria a ser o candidato defendido pela bancada, embora ainda não haja consenso em torno de um nome para o governo.

Quem também teria ligado para esvaziar o anúncio de Macri foi o senador José Serra. O tucano, que já comandou o Estado, teria ligado para José Antônio Barros Munhoz, também da Alesp, e pedido para adiar o encontro. Disse, segundo o deputado estadual, que queria sair candidato ao governo paulista. “Eu respondi que o apoiaria”, informou Barros Munhoz. Procurado, Serra não quis comentar.

O deputado Pedro Tobias, presidente do PSDB estadual, descarta apoiar França, mas reconhece que a situação da candidatura nacional precisa ser definida antes. “Não tem possibilidade nenhuma do PSDB não ter candidato a governador”, afirmou. “Mas o caso federal precisa ser resolvido primeiro.”

Sobre o encontro com Doria, Tobias disse que a bancada também topará participar de reuniões com Serra e com outros pré-candidatos tucano.

“Antes de qualquer decisão, o PSDB tem que estar em sintonia com o desejo do cidadão paulistano e precisa ouvir as principais lideranças do partido: Alckmin, (o ex-presidente) Fernando Henrique Cardoso e Serra”, argumentou Bezerra. Para ele, todas as possibilidades estão em aberto, incluindo o apoio tucano à candidatura de Marcio França.

Anunciados
Mesmo que muitos nomes estejam circulando, a disputa tem apenas dois pré-candidatos tucanos assumidos: Floriano Pesaro, secretário de Desenvolvimento Social do Estado, e o cientista político Luiz Felipe D’Avila.

“Sou pré-candidato ao governo e, se for necessário, disputarei as prévias do PSDB”, afirmou Floriano. D’Ávila declarou ainda que não abre mão da disputa. “Não vislumbro como possibilidade realista o PSDB não ter candidato próprio em São Paulo”, disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

VÍDEO: “Quero levar as propostas de Geraldo Alckmin para o nosso Brasil que é o Maranhão”, afirma Roberto Rocha 2

Esta semana, durante a primeira reunião da nova executiva nacional do PSDB, será oficializada a Comissão Estadual Provisória do partido no Maranhão com o Roberto Rocha presidente da sigla do 45

O senador Roberto Rocha (PSDB) gravou vídeo onde destaca a eleição, por aclamação, do governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, presidente nacional dos tucanos, em convenção realizada no último sábado, 9.

Pré-candidato a governador, Roberto Rocha afirmou que irá organizar o PSDB local para oferecer um grande palaque para Alckmin no estado em 2018 quando o tucano disputará a sucessão de Michel Temer.

“Quero levar a sua voz [do Alckmin], sua mensagem, suas propostas para o nosso Brasil que é o Maranhão. E ficarei muito feliz em fazer o seu palanque, ele candidato a presidente da República e eu candidato a governador do estado”, assegurou.

Esta semana, durante a primeira reunião da nova executiva nacional do PSDB, será oficializada a Comissão Estadual Provisória do partido no Maranhão com o Roberto Rocha presidente da sigla do 45.

Confira a íntegra do vídeo com o senador tucano.