Combo da maldade: Governo aprova o “Mais Impostos” e o “Mais Empréstimos”

Na verdade, o que foi aprovado ontem pelos deputados governistas foi uma espécie de “combo da maldade”, já que além do “Mais Impostos” veio junto também o “Mais Empréstimos”.

O Governo do Estado passou o rolo compressor na Assembleia Legislativa e conseguiu, sob protesto da oposição, aprovar na sessão desta quinta-feira (26), o Projeto de Lei nº 262/2017, que autoriza o Poder Executivo a contratar empréstimo junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), no valor de 35 milhões dólares, mais de 110 milhões de reais.

O dinheiro do empréstimo será investido na implantação do Projeto de Modernização da Gestão Fiscal do Estado (Profisco II), que na prática, vai ampliar a efetividade do sistema de cobrança de impostos no Maranhão, ou seja, aqui os maranhenses convencionaram chamar de programa “Mais Impostos”.

Na verdade, o que foi aprovado ontem pelos deputados governistas foi uma espécie de “combo da maldade”, já que além do “Mais Impostos” veio junto também o “Mais Empréstimos”.

Durante a apreciação da matéria, a oposição tentou obter explicações a respeito do projeto, que tramitou em regime de urgência e não foi discutido nas comissões técnicas da Casa.

Eduardo Braide (PMN) criticou o teor do projeto e apontou inconstitucionalidade de trecho do artigo 1º.

“A Assembleia acaba de assinar um cheque em branco para o governador Flávio Dino”, disse.

Ele explicou que o parágrafo único do artigo 1º fere a Constituição. “O artigo 6º da nossa Constituição é muito claro, não existe mais lei delegada em nosso ordenamento jurídico. E o que é a lei delegada? É aquela que se aprova e um Poder delega poderes a outro Poder para que ele tome medidas em nome desse e é isso que faz o parágrafo único”, completou.

Adriano Sarney justificou a votação contrária a proposta. “Um governo que aumenta impostos, aumenta a conta de luz, corta projetos sociais. Esse é um governo que não tem a confiança de quem quer um Maranhão melhor e desenvolvido. Esse governo comunista não dá chance para nossos empreendedores e para os nossos trabalhadores. E quem vai pagar esse empréstimo, que não tem a mínima transparência, são os trabalhadores. Esse empréstimo não tem carência, não tem prazo, não tem informação alguma”, completou.

(Com informações do blog do Ronaldo Rocha)

A sanha comunista por dinheiro

“Mais Impostos”, “Mais Empréstimos”, “Mais Financiamentos”, “Mais”, “Mais”, “Mais”…

Assim segue o governo do comunista Flávio Dino com uma sanha incontrolável por dinheiro. O povo maranhense não suporta mais as “facadas” no bolso que tem levado desse governo.

Que venha o programa “Mais Vergonha Cara”, governador!

O povo paga? (via coluna Estado Maior, de O Estado do Maranhão)

Está em curso nos gabinetes principais do Palácio dos Leões uma trama do governo comunista que pode levar o povo maranhense a arcar com um rombo bilionários nas contas do estado a partir de 2020. Além de tentar arrancar R$ 8,1 bilhões em impostos dos maranhenses, Dino tenta esticar a dívida com o BNDES em mais seis anos, jogando a dívida para os próximos ocupantes do palácio.

A jogada comunista consiste no seguinte: o Maranhão precisa arcar com parcelas mensais de um empréstimo de R$ 2 bilhões que Flávio Dino deveria ter usado em obras estruturantes, sobretudo em São Luís, mas usa apenas em pequenos projetos em favor de aliados. Ocorre que ele quer, agora, alongar a dívida para mais seis anos, com quatro anos de carência para começar a pagar, já a partir de 2018, quando pretende disputar a reeleição.

Em outras palavras, Flávio Dino quer usar os bilhões do BNDES sem ônus, em plena campanha pela reeleição, deixando a conta para o maranhense pagar a partir de 2020.

Além do dinheiro do BNDES, Dino tem outro projeto em tramitação na Assembleia, que força o maranhense a pagar uma conta de R$ 8,1 bilhões em impostos, exatamente no ano eleitoral.São R$ 500 milhões a mais que em 2017.

Totalizando, são R$ 2 bilhões do BNDES mais R$ 500 milhões em impostos, o que dá R$ 2,5 bilhões para o comunista usar como quiser em plena campanha eleitoral. É uma espécie de fundo eleitoral próprio, que Dino terá à sua disposição.

E o maranhense pagará essa conta sozinho, depois, como herança do comunismo.

Uma conta amarga demais…