Caso Allana: Em que mundo nós estamos? 2

Por muito tempo fui resistente à penas duras como prisão perpétua e/ou pena de morte, mas hoje sou forçado a admitir que pelo menos prisão perpétua deveria ser considerada para alguns crimes, tipo esse que Allana foi vítima.

Não é o primeiro e, infelizmente, não será o último caso.

O pequena Alanna Ludmilla, 10 anos, é mais uma vítima, ao que parece, de um “amor tóxico”, aquele que é capaz de tudo, até matar uma criança inocente que sequer tem noção do que uma relação doentia de uma pessoa por outra.

O padastro da menina é o principal suspeito do crime que chocou a sociedade maranhense. E pior: a mãe da garotinha é acusada de ser cúmplice do assassinato da Allana – rogo a Deus que não esteja envolvida!

Isso mostra que o mundo em que vivemos está cada vez mais cruel, violento e onde não se pode confiar mais em ninguém.

Tenho três filhos, mas se pudesse voltar o tempo talvez não teria coragem de colocá-los no mundo novamente, tal o nível de crueldade que esse mundo chegou!

É que você faz tudo certo em casa e aí vem um “lixo humano” e estraga tudo.

A ser confirmada a participação da mãe da Allana nessa barbaridade é de se perguntar o que ela e o padastro da menina merecem pagar por tamanho crime hediondo.

Por muito tempo fui resistente à penas duras como prisão perpétua e/ou pena de morte, mas hoje sou forçado a admitir que pelo menos prisão perpétua deveria ser considerada para alguns crimes, tipo esse que Allana foi vítima.

Direitos humanos? Sim!, mas para quem é humano e é subjugado pelo sistema, mas não para quem atenta de forma tão bárbara contra a vida de outro ser humano, ainda mais quando se trata de uma criança.

Que os culpados paguem na forma da lei por esse crime bárbaro que cometeram.

E o ideal seria que apodrecessem na cadeia!