Sem a menor cerimônia, Marcelo Tavares torce pela desgraça de Carlos Brandão. E Flávio Dino só observa…

Não custa lembrar que Marcelo Tavares não teve consideração nem com o seu tio, o ex-governador José Reinaldo (PSDB) que rompeu com Flávio Dino e ainda assim o sobrinho preferiu ficar do lado do “tio” do Palácio dos Leões

“Se Brandão estiver impedido, o PSB apresentará meu nome para vice”.

Assim falou, sem a menor cerimônia, o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Marcelo Tavares (PSB), segundo publicação no blog do colega Diego Emir.

A declaração soa como uma torcida do ex-chefe da Casa Civil pela desgraça do atual vice-governador Carlos Brandão (PRB), que está sob ameaça de impedimento de renovar o mandato por ter assumido o cargo de governador após o dia 7 de abril, o que contraria a legislação eleitoral na visão de alguns juristas.

Pela segurança na sua declaração, parece que o Marcelo Tavares não fala apenas por si. Resta saber se essa segurança do socialista conta com um “de acordo” do governador Flávio Dino (PCdoB).

Não é demais lembrar que Marcelo Tavares não teve consideração nem com o seu tio, o ex-governador José Reinaldo (PSDB), que rompeu com Flávio Dino e ainda assim o sobrinho preferiu ficar do lado do “tio” do Palácio dos Leões.

Até  momento o governador comunista não se manifestou sobre tal possibilidade de substituição de Brandão por Marcelo.

Ele só observa…

CARLOS BRANDÃO: Uma candidatura “sub judice” 14

Por Abdon Marinho

NINGUÉM duvida dos vastos conhecimentos jurídicos do governador Flávio Dino e sua equipe de auxiliares – quase todos advogados militantes, autores de livros, artigos temáticos e professores universitários.

O próprio governador é professor antigo do curso de Direito da Universidade Federal do Maranhão – UFMA, foi juiz federal – cargo que seus aliados, simpatizantes e aduladores, fazem questão de ressaltar: para o qual foi aprovado em primeiro lugar no concurso em ingressou na magistratura federal o juiz Sérgio Moro, a quem ele, Flávio Dino, faz questão de passar lições de direito, sobretudo depois que o paranaense prolatou a sentença que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e seis meses de pena.

Logo após a sentença o governador maranhense ocupou os veículos de comunicação e redes sociais (seu canal favorito para dirigir-se à patuleia) tecendo-lhe severas críticas, dizendo que o decreto condenatório não tinha qualquer chance de confirmação nas instâncias superiores e todo repertório da discurseira norteadora da irresignação contra a condenação do ex-presidente.

Apesar disso, em segunda instância a sentença, não apenas foi confirmada, como foi ampliada, passando para doze anos e um mês, pena que já vem sendo cumprida.

E, embora as instâncias superiores, nos termos do ordenamento pátrio, não possa mais rever fatos e provas, o governador do Maranhão, continua a insistir e asseverar que será revista pelas cortes superiores.

Em todo caso, não é sem razão, de qualquer forma, que muitos o ouvem e respeitam seus conhecimentos jurídicos, neste e noutros temas.

Pois bem, no tempo em que passou como juiz federal, atuando na seção judiciária do Maranhão, se não me falha a memória, foi juiz eleitoral mais de uma vez – uma, com certeza, foi, produzindo votos extensos e memoráveis.

Diante de tudo isso, causou-me incomum estranheza a notícia de que o governador teria revelado surpresa ao saber que vice-governador, Carlos Brandão, poderia ter a candidatura questionada em virtude de haver ocupado o cargo de governador nos seis meses anteriores ao pleito, o que o tornaria elegível – conforme entendimento de inúmeros juristas consultados sobre o tema –, apenas para o cargo de governador.

O alerta, segundo noticiado, teria sido feito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do Partido Democratas – o liberal que virou o mais novo amigo de infância do comunista, já encaminhou uma consulta ao TSE, através do partido, que poderá atualizar o tema. Em todo caso terá pouca ou nenhuma valia ao comunista. Por se tratar de matéria constitucional, aquela deverá ser instada a se manifestar.

Com relação a este assunto específico, a inelegibilidade do vice-governador que ocupou o cargo de governador nos seis meses anteriores ao pleito, o entendimento do Tribunal Superior Eleitoral – TSE, tem sido vacilante, tendo sido infirmada de forma distinta algumas vezes. Em 2004, através da resolução, entenderam pela inelegibilidade, já em 2006, respondendo a uma consulta, entenderam pela elegibilidade do vice-governador.

A consequência desta jurisprudência vacilante para a candidatura do governador Flávio Dino, caso decida manter, conforme prometido, o vice-governador Carlos Brandão na chapa, é que a eleição do Maranhão só terá o “martelo batido”, definitivamente, pelo Supremo Tribunal Federal – STF, o que, certamente, não ocorrerá antes do prazo final para substituição.

A pergunta que não quer calar: o senhor Flávio Dino, em nome da palavra empenhada, da lealdade, vai querer correr o risco de levar o resultado da eleição para uma possível decisão do Supremo?

Se for correr o risco, será bom olhar o último entendimento daquela Corte Superior, consta no livro a “Constituição e Supremo” a seguinte interpretação do parágrafo sexto do artigo 14 da Carta Constitucional: “§ 6º – Para concorrerem a outros cargos, o Presidente da República, os Governadores de Estado e do Distrito Federal e os Prefeitos devem renunciar aos respectivos mandatos até seis meses antes do pleito.”

Até aqui, o entendimento é o seguinte: “Presidente da Câmara Municipal que substitui ou sucede o Prefeito nos seis meses anteriores ao pleito é inelegível para o cargo de vereador. CF, art. 14, § 6º. Inaplicabilidade das regras dos § 5º e § 7º do art. 14, CF.” (RE 345.822, Rel. Min. Carlos Velloso, julgamento em 18-11-2003, Segunda Turma, DJ de 12-12-2003.)”

Alguns amigos, conhecedores dos vastos conhecimentos jurídicos do governador e de grande parte do seu ciclo de assessores, pela gravidade e importância da situação, chegam a sugerir que “esquecimento” de Carlos Brandão no cargo de governador, fora feito de propósito para catapultá-lo da candidatura.

Argumentam que tal regramento é de conhecimento mediano e que ocorre em todas eleições.

Agora mesmo, por conta de uma viagem de 24 horas a Lima, no Peru, do presidente Temer, tanto o presidente da Câmara dos Deputados quanto o do Senado Federal, se ausentaram do país, deixando a Presidência da República para a presidente do Supremo, Carmen Lúcia.

Nesta linha de raciocínio, afirmam que o correto a ser feito, seria todos que estivessem na linha de sucessão e disputarão cargos eletivos se ausentassem do estado, o próprio vice-governador, o presidente da Assembleia e o presidente do Tribunal de Justiça (que, dizem, terá um filho candidato), assumindo o vice-presidente do TJMA.

Sinceramente não creio que o “esquecimento” da Constituição tenha se dado de forma proposital, como estratagema para afastar o vice-governador da campanha. Pareceu-me mais, que tenha sido um simples “vacilo”, um pouco de autossuficiência com pitadas de presunção, dos que pensam saber tudo.

O certo é que a eleição, mantida a chapa informada, será decidida no plenário do STF que terá de se manifestar sobre o caso concreto, mantendo ou não o entendimento já esboçado em 2003, citado acima.

O questionamento sobre a inelegibilidade do senhor Carlos Brandão ao cargo de vice-governador, infelizmente, não é o único contratempo jurídico a ser enfrentado pelo comunista, caso decida manter a chapa já anunciada.

Esse é até o mais fácil, basta “convencer” e compensar o aliado com alguma coisa – e entregar antes, tendo em vista as lembranças dos ocorridos com com os deputados José Reinaldo Tavares e Waldir Maranhão –, para resolver o problema. Tem até 15 de agosto para fazer isso.

Não registrado a candidatura o assunto morre antes de nascer.

Complicadas mesmo são as demais situações jurídicas, já consolidadas e que não dependem da sapiência jurídica do governador e seus auxiliares.

Observo que certamente – e estranhamente –, este é o governo que mais forneceu espontaneamente munição a ser utilizada pelos adversários na campanha e nos tribunais da Justiça Eleitoral.

Só para citar os que lembro, de tão grave que foram, temos o comício feito em praça pública para o ex-presidente Lula. Não bastasse o comício em si, teve a transmissão “ao vivo” do mesmo por uma emissora pública. Frise-se: por uma emissora pública, estatal.

O ex-presidente, a despeito de encontrar-se preso, possui uma grande aceitação popular, o que levará a justiça a se debruçar sobre o assunto sob a ótica do abuso de poder, sem falar no uso da emissora oficial o que, em tese, caracterizaria o abuso dos meios de comunicação.

Um outro assunto que, certamente, levará a judicialização da eleição será a suposta catalogação dos opositores do governo estadual efetuado pela polícia militar revelada recentemente. A cada dia que passa surge novos fatos e circunstâncias a comprometerem o governo na ação criminosa que, de tão grave, não encontra paralelo na história recente. Há documentos oficiais, e-mails, etc. Uma investigação competente pela Polícia Federal poderá lançar luzes a todas as circunstâncias deste e de outras situações capazes de tornar a eleição uma incógnita.

Estes são apenas os fatos que lembro no momento e que, acredito, são mais do que suficientes para levar as eleições para além do depósito dos votos nas urnas. Entretanto, pelo que deixou a entender um competente advogado que assessora um dos grupos opositores ao atual governo, possuem muito mais munição que isso. Sem contar que já possuem expertise em eleição decidida nos tribunais. Até lembrou que por bem menos que isso, mandatos já foram cassados. Aqui mesmo, temos o exemplo do ex-governador Jackson Lago.

Como certeza para o jogo eleitoral que se inicia, temos o seguinte: que ele está bem longe de ser decidido; que os tribunais terão, mais uma vez, o protagonismo; que o TSE e/ou o STF, terão a palavra final.

A se confirmar o que imagino, pelo desenho dos fatos, quem estará certo é o ex-deputado Marcony Farias, que costuma dizer que o maior adversário do governador Flávio Dino é ele mesmo.

Uma outra certeza também se fará presente que é aquela materializada no dito popular: “casa de ferreiro, espeto de pau”.

Quem poderia imaginar que um governo composto, basicamente, por juristas, a começar pelo próprio governador, fosse fornecer, justamente neste campo, tanta munição aos adversários?

Mas, como dizia o ensinamento de outro maranhense, Lister Caldas: “Quem viver, verá”

Abdon Marinho é advogado.

ELEIÇÕES 2018: Carlos Brandão no TCE? Washington Oliveira deputado federal? 11

O atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA), o ex-vice-governador Washington Oliveira, seria convidado pelo governador Flávio Dino a ceder a vaga para Brandão com a garantia, dado pelo comunista, de elegê-lo deputado federal provavelmente pelo PT

O Blog do Robert Lobato foi informado agora a pouco sobre uma movimento que está engendrado pelo Palácio dos Leões com objetivo de tentar resgatar o vice-governador Carlos Brandão do limbo político em que se encontra desde que perdeu o controle estadual do PSDB. Uma reunião, inclusive, estaria sendo realizada neste momento em um famoso Centro Empresarial lá para as bandas do Calhau.

Chamada de “Operação Branquinho”, em virtude de como Brandão é chamado pelos amigos, ela funcionaria da seguinte forma.

O atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA), o ex-vice-governador Washington Oliveira, seria convidado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) a ceder a vaga para Brandão com a garantia, dado pelo comunista, de elegê-lo deputado federal provavelmente pelo PT.

É sabido que Washington, tirando a questão do contracheque, nunca gostou dessa função de conselheiro do TCE-MA, já que o seu ramo de fato é a politica. Ele só foi parar na corte de contas para atender uma engenharia política, em 2014, que visava derrotar Flávio Dino, então foi nomeado por Roseana Sarney (MDB) para sair da linha sucessória do Governo do Estado.

Agora, o Palácio dos Leões trataria de cuidar dos aspectos legais para adiantar a aposentadoria de conselheiro para Washington Oliveira, que não pode sair de “mãos abanando” do TCE-MA, e no seu lugar ficaria o “Branquinho”, ou melhor, Carlos Brandão, cujo pai já foi conselheiro desse mesmíssimo Tribunal de Contas.

A questão é: será que isso tem algum futuro mesmo?

Carlos Brandão: De vice-governador a estafeta político 12

O vice-governador chegar na cara dura e oferecer mundos e fundos quando não ameaças subliminares a prefeitos, deputados, vereadores etc, é algo abonável do ponto de vista ético

O ainda vice-governador Carlos Brandão (PRB) caminha para se tornar uma figura folclórica da política maranhense.

Antes um político bem articulado, secretário de Estado, deputado federal até chegar ao segundo posto mais importante do executivo estadual, Brandão atualmente é a expressão de um homem público que desce ladeira a baixo e pode cair em decadência se perder a compostura e o rumo.

É que o vice-governador passou a se prestar, mesmo estando fora do PSDB, a assediar prefeitos e demais lideranças tucanas na tentativa de esvaziar o partido e levá-los para a base do governo de qualquer jeito.

Ora, tudo bem que Carlos Brandão se movimente no sentido de esvaziar o PSDB para enfraquecer o senador Roberto Rocha, faz parte do jogo.

Contudo, que tivesse pelo menos a decência de fazê-lo ainda estando no partido, disputando por dentro e não filiando-se a outra legenda para, de fora, seduzir lideranças para colocá-las no colo de Flávio Dino. Isso não é papel de um político decente, pelo amor de Deus!

O vice-governador chegar na cara dura e oferecer mundos e fundos quando não ameaças subliminares a prefeitos, deputados, vereadores etc, é algo abominável do ponto de vista ético.

Agindo assim, Brandão deixa de ser um vice-governador de Estado e passa ser tão somente um estafeta politico.

Para não dizer coisa mais feia…

BRIGA NO PALÁCIO: Brandão e Jerry teriam ido às vias de fato. Ambos negam 6

Tanto Carlos Brandão quanto Márcio Jerry negam que tenham “engatado”, e não há testemunhas que comprovem o episodio, então resta acreditar nas palavras dos dois governistas. Sem esquecer de que: “Onde há fumaça, há fogo”.

A sabedoria popular nos ensina: “Onde há fumaça, há fogo”.

Pois bem. Nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira, 1º, o Blog do Robert Lobato recebeu a seguinte mensagem por WhatsApp.

O “telequete” entre o vice-governador Carlos Brandão (ainda no PSDB) e o secretário de Comunicação e Articulação Política, Márcio Jerry (PCdoB), teria ocorrido na noite de ontem, 30, nas dependências do Palácio dos Leões.

É do conhecimento público que Brandão e Jerry não morrem de amores um pelo outro. Contenciosos políticos na cidade de Colinas, terra natal de ambos os governistas, impedem relações mais amistosas.

A princípio o Blog do Robert Lobato chegou a acreditar na história, até porque, além das broncas provincianas lá pras bandas de sertão, a Operação Pegadores deixou muita gente no governo com os nervos a flor da pele. Logo, não seria difícil que o vice-governador e o assim chamado “supersecretário” tivessem “engatado” por alguma razão muito séria.

Negativas

O Blog do Robert Lobato entrou em contato com ambos os supostos brigadores e “pegadores”. Os dois negam a informação.

Márcio Jerry, como de costume, tratou logo de desqualificar as fontes dizendo: “Jamais. Nem é meu estilo tampouco o dele. Não temos motivo algum para briga e se tivéssemos não brigaríamos. Invenções tão ficando malucas”.

Já o Carlos Brandão, o Blog do Robert Lobato não conseguiu contato direto, mas através de um secretário muito próximo do vice-governador, ele, Brandão, afirmou: “Eu nem vi Márcio Jerry ontem”.

Bom, se tanto Carlos Brandão quanto Márcio Jerry negam que tenham “engatado”, e não há testemunhas que comprovem o episodio, então resta acreditar nas palavras dos dois governistas.

Sem esquecer de que: “Onde há fumaça, há fogo”.

PS: O Blog do Robert Lobato pesquisou no Google uma imagem apenas com “Márcio Jerry e Carlos Brandão”, mas não encontrou. Por que será? 

ELEIÇÕES 2018: O fim de uma farsa contra Roberto Rocha 2

Nunca antes na história política do Maranhão se viu tantas manobras, ardis, conspirações e tramoias contra um político como estamos vendo agora em relação ao que fazem para impedir que o senador Roberto Rocha (PSDB) tenha o direito de ser candidato ao Governo do Maranhão nas eleições de 2018.

Primeiro foi o tratamento vergonhoso que recebeu pelo PSB, partido no qual Roberto se elegeu senador. O parlamentar nunca teve um dia de sossego na legenda socialista, principalmente após a morte do ex-governador Eduardo Campos, o responsável pela sua filiação aos quadros da legenda socialista. A pressão foi tamanha que o senador foi obrigado a deixar o partido.

Agora tentam fazer o mesmo com a volta de Roberto Rocha ao PSDB.

O pior e mais vergonhoso é que são ações orquestradas de fora para dentro, tanto como foi no caso do PSB como é agora no PSDB. Ou seja, não são necessariamente os partidos que atentam contra os direitos do senador, mas sim “corpos” externos que comandam todas essas conspirações com o único e claro objetivo: impedir a consolidação do projeto “Roberto Rocha governador-45”.

A grande farsa

Quando pensava-se que fossem capazes de tudo, eis que os adversários e inimigos do senador Roberto Rocha partiram para o impensável, que foi fraudar a sua filiação ao PSDB não enviando a documentação de recém-filiado à Justiça Eleitoral, tarefa que deveria ser feita pelo Diretório Municipal do partido, presidido em São Luis por Pinto Itamaraty, que vem ser o primeiro suplente do Roberto.

Ou seja, tentaram criar uma farsa de que Roberto Rocha não estava filiado ao PSDB e, portanto, impedido de presidir o partido no Maranhão.

Ocorre que a Assessoria de Comunicação do senador encaminhou ontem, sexta-feira, 10, documentos que comprovam sua filiação ao PSDB e desmontam a grande farsa!

Entre os documentos estão a ficha de filiação, abonada pelo senador cearense Tasso Jereissati, então presidente do partido, e pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckimin, no dia 4 de outubro, e já protocolada no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), e o Ofício 038/2017-CEM PSDB protocolado, em 17 de outubro na 76ª Zona Eleitoral de São Luís, dando ciência da filiação.

No documento, assinado por advogados-delegados da executiva nacional do partido, comunicava a juíza Maria José França Ribeiro, e solicitava ainda, que o nome de Roberto Rocha fosse incluído na relação dos filiados da legenda.

Consta ainda a comunicação oficial nº 039/2017 à comissão provisória, presidida pelo suplente de senador Pinto Itamaraty, para que o senador fosse incluído na relação dos filiados e encaminhado ao juízo da 76º Zona Eleitoral.

Toda a documentação desfazem não apenas mais um factoide criado pelo vice-governador Carlos Brandão e por Pinto Itamaraty, mas, sobretudo, uma farsa, um golpe sujo que jamais podia-se imaginar que tivessem a coragem de engendrar!

E tudo isso para agradar o “poderoso chefão” deles.

Que coisa!

DEU NO D.O: Após perder o PSDB, Flávio Dino manda Carlos Brandão para Alemanha

Entre os acompanhantes do vice-governador está o secretário Marcelo Coelho, outro governista que em breve vai ter que ganhar uma passagem internacional para relaxar a perda de partido, no caso o PSB

O vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão (ex-PSDB) não tem do que reclamar do seu “camarada” Flávio Dino (PCdoB).

Sabendo que o seu vice perderia o comando estadual do PSDB, o governador comunista o presenteou com uma viagem de descaso para a Alemanha, com direito a acompanhantes e todo mais. E melhor ainda: sem prejuízo da remuneração, conforme Diário Oficial de 31 de outubro de 2017 (abaixo).

Nada mau para relaxar o estresse depois de ser defenestrado do partido que até ontem era presidente.

Detalhe: acompanha o vice-governador, o secretário Marcelo Coelho (Meio Ambiente), outro governista que em breve vai ter que ganhar uma passagem internacional para relaxar a perda de partido, no caso o PSB. A conferir.

Fiquem com o D.O:

 

PSDB: Destino de Carlos Brandão pode ser selado ainda nesta segunda-feira

O vice-governador terá mesmo que “vazar” do PSDB e se abrigar no arraial comunista do PCdoB e rezar para viabilizar ao menos uma candidatura de deputado estadual no ano que vem

O vice-governador Carlos Brandão pede ter ainda nesta segunda-feira, 6, o seu destino selado enquanto presidente estadual do PSDB.

Segundo informa matéria do site de notícia imirante.com, o senador Roberto Rocha receberá daqui a pouco, em Brasília, uma resolução política da Direção Nacional do PSDB destituindo o atual comando do partido e indicando o próprio Roberto presidente estadual.

“O presidente nacional da sigla, senador Tasso Jereissati, entregará uma resolução da direção instituindo uma direção provisória no estado. A resolução prevê a destituição da atual direção do PSDB no Maranhão comandada pelo vice-governador do Estado, Carlos Brandão.Com Brandão destituído, Roberto Rocha, que terá encontro com Jereissati no início da noite, assume o ninho tucano”, diz o Imirante.

Os tucanos maranhenses travam uma guerra interna pelo comando do ninho local.

Uma parte, comandada por Carlos Brandão, quer ver o PSDB submetido aos caprichos do PCdoB/Flávio Dino/Palácio dos Leões. Já uma outra, liderada por Sebastião Madeira, luta para levar o partido para construção de uma projeto político e partidário visando as eleições de 2018, cujo nome para comendar esse processo é do senador Roberto Rocha.

Pelo que tem notícia até agora, o Carlos Brandão terá mesmo que “vazar” do PSDB e se abrigar no arraial comunista do PCdoB e rezar para conseguir ao menos uma candidatura de deputado estadual no ano que vem.

É aguardar e conferir.

Roberto Rocha assume comando do PSDB no MA (OU: Carlos Brandão cavou a própria cova) 2

O vice-governador pode até ser descartado pelos comunistas por, ao perder o PSDB, não ter mais serventia alguma ao projeto de manutenção de poder de Flávio Dino.

O vice-governador Carlos Brandão cavou a própria cova, como se diz.

Submisso aos caprichos dos comunistas do PCdoB, Brandão corre o risco de “ficar sem mel nem cabaça”, como também se diz.

Além de perder a presidência estadual do PSDB no Maranhão para o senador Roberto Rocha, Carlos Brandão pode ficar sem a vaga de vice de Flávio Dino em 2018 e sem qualquer mandato, já que é missão quase impossível, a essa altura, o governador conseguir dar um mandato, seja qual for, para o futuro “ex-tucano”, a não ser que o chefão comunista sacrifique, por exemplo, a candidatura de deputado federal do seu pupilo do coração Márcio Jerry.

O fato é que Carlos Brandão paga, desgraçadamente, um preço alto por ser tão subserviente ao governador Flávio Dino sabendo que o seu patrão não tem quaisquer compromisso como o projeto dos tucanos seja no plano estadual, pior ainda no plano nacional.

No mais, Brandão pode até ser descartado pelos comunistas por, ao perder o PSDB, não ter mais serventia alguma ao projeto de manutenção de poder de Flávio Dino.

Triste fim!

ELEIÇÕES 2018: Sebastião Madeira pede intervenção no PSDB maranhense

O pedido protocolado pelo ex-prefeito faz referência à irregularidades na prestação de contas do partido nos anos de 2013 e 2014, além de infidelidade programática e partidária da atual direção estadual

O que já era esperado pode acontecer a qualquer momento: a intervenção nacional do PSDB no diretório do partido no Maranhão.

No último dia 24 de outubro, Sebastião Madeira entrou com um pedido de intervenção no PSDB local. O ex-prefeito de Imperatriz e ex-presidente estadual do partido solicitou ainda o afastamento imediato de Carlos Brandão, assim como a suspensão da convenção estadual prevista para 11 de novembro.

Madeira sustentou seu pedido de intervenção em pelo menos dois pontos básicos, um de cunho político e outro de natureza administrativa.

Do ponto de vista político, o ex-prefeito alega que o atual comando do PSDB no Maranhão joga contra o projeto local e nacional da legenda, uma vez que a cúpula nacional já definiu que o partido deve ter candidatura própria a governador em 2018, tendo o senador Roberto Rocha como candidato, além de lançar um candidato tucano a presidência da República, provavelmente o governador de São Paulo, Geraldo Alckimin.

No Maranhão, como se sabe, o presidente estadual do PSDB, Carlos Brandão, é considerado “tucano de bico vermelho”, pois é completamente submisso à cartilha do PCdoB e do governador Flávio Dino.

No aspecto administrativo, o pedido de intervenção denuncia a malversão dos recursos do fundo partidário do PSDB no Maranhão, inclusive com irregularidade na prestação de contas nos anos de 2013 e 2014, o que levou a Justiça Eleitoral, a pedido pelo Ministério Público Federal/MA, por intermédio da Procuradoria Regional Eleitoral no Maranhão, desaprová-las.

Após a denúncia protocolada por Sebastião Madeira, o presidente Carlos Brandão tem até oito dias para apresentar a sua defesa, o qual se encerra nesta quarta-feira (1).