FARRA DOS CAPELÃES: Duas baixas na “Capelania Comunista” 2

Ambas as exonerações foram “a pedido”, mas há suspeitas de que o real motivo foi que tanto o padre quanto o pastor negaram-se a rezar e orar na “biblia” de Flávio Dino, daí as baixas

Pelo menos duas baixas ocorreram no que foi batizada de “Capelania Comunista”, em virtude da farra de nomeações de capelães operada pelo governo Flávio Dino (PCdoB) para atrair a comunidade religiosa para o seu projeto de reeleição – o caso ganhou repercussão na imprensa nacional.

Segundo chegou ao Blog do Robert Lobato, o padre Moisés Pereira Dias, da Igreja Nossa Senhora de Aparecida, em Imperatriz, que seria também diretor da TV Anajás (afiliada da Rede Vida) e ex-candidato a deputado estadual nas eleições de 2010 pelo PSS, foi exonerado do cargo de capelão, conforme print do Diário Oficial do Estado do Maranhão.

Além do padre Moisés Dias, outro religioso também foi exonerado da “Capelania Comunista”.

Trata-se do pastor Venino Aragão de Sousa, da Igreja Universal do Reino de Deus, apresentador de um programa de TV na Difusora. Confira o print abaixo do Diário Oficial do Estado do Maranhão.

Ambas as exonerações foram “a pedido”, mas há suspeitas de que o real motivo foi que tanto o padre quanto o pastor negaram-se a rezar e orar na “biblia” de Flávio Dino, daí as baixas.

Será?

Como dia Dona Milú da novela Tieta: mistério…

FARRA DE CAPELÃES: Pastor Porto entre o sagrado e o profano 19

O que está acontecendo não é apenas simples nomeações de capelães, mas financiamento de “cabo eleitorais”, sobretudo das igreja evangélicas, onde historicamente o governador Flávio Dino, por ser comunista, tem dificuldades de penetração

“Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai”. (Mateus 10:8).

E o governo Flávio Dino (PCdoB) segue abrindo a sua caixa de atrapalhadas sem limites.

A mais nova patacoada, na verdade mais um atentado aos cofres públicos do estado, é a já famosa “farra de capelães”, também conhecida como “Programa Mais Capelães”, que consiste em transformar qualquer policial civil ou militar em capelão ainda que alguns promovidos com a honraria sequer sabem bater continência.

Os defensores da farra saíram da toca para fazer a defesa de tamanha esbórnia eleitoreira com o dinheiro do povo.

Contudo, foi a defensa do Pastor Porto, homem do governo para recrutar, selecionar e indicar para o governador os contemplados para a capelania, que mais a atenção do Blog do Robert Lobato.

Em primeiro lugar, é bom que se diga, Pastor Porto é uma pessoa de e do bem. Mas, como qualquer cristão, não perfeito.

Numa nota em que defende a farra de capelães promovida por Flávio Dino, o Pastor Porto começa afirmando: “Desde Lobão os capelães são nomeados. Nunca houve concurso para eles. São cargos de conança do governante. Lobão, Roseana, José Reinaldo, Jackson Lago e Flávio Dino, todos nomearam capelães”.

Tudo bem,tudo legal, meu caro Porto, mas o que está em discussão não se apenas Flávio Dino nomeou capelães, mas, sim!, a forma e a quantidade abusiva com que acontece no governo que Vossa Reverendíssima participa.

O que está acontecendo de fato não é apenas simples nomeações de capelães, mas financiamento de “cabo eleitorais”, sobretudo das igreja evangélicas, onde historicamente o governador Flávio Dino, por ser comunista, tem dificuldades de penetração. E uma das formas de atrair o rebanho evangélico foi abrir essa temporada de “procura-se capelães”, que chamou não só a atenção da imprensa nacional quanto do Ministério Público.

Voltando à nota do velho e bom Pastor Porto, no final ele arremata: “Quem dera que todos os governadores do Brasil seguissem o exemplo do governador Flávio Dino, e nomeasse padres e pastores para o Sistema de Segurança! É uma ajuda significativa no apoio aos militares, detentos e seus familiares”.

Não há qualquer dúvida de que a a religiosidade e o apoio espiritual fazem bem para o ser humano, pois alimentam a alma. Mas, mais uma vez, não é esse o caso. E tem mais: se os outros 26 governadores seguissem o exemplo do governador Flávio Dino, como advoga o Pastor Porto, levariam mais rapidamente à falência financeira que a maioria dos estados se encontra.

A verdade é que a “farra de capelães” promovida pelo governo é uma vergonha.

Só falta o Palácio dos Leões publicar edital de seleção para a capelania do estado.

Com a assinatura do Pastor Porto.

É impressionante a capacidade de Flávio Dino de macular a imagem de pessoas de bem…