COISAS DO CORAÇÃO: Sobre “fake love”

Para se defender deles e não cair nas armadinhas, tem-se que ficar vigilante e não ficar preso a uma relação que machuca, que não é saudável.

 

Nunca se falou em tanto em fake news como neste ano de 2018, principalmente por conta do processo eleitoral.

Como se sabe, a expressão inglesa significa “notícias falsas” ou “falsas informações”.

Mas não é apenas no mundo do jornalismo onde a prática de “fakes” ocorrem. Aliás, fakes estão por toda parte, em todas as relações humanas, inclusive no amor. Isso mesmo, no amor!

Os exemplos estão por aí aos montes e muitos deles acabam, desgraçadamente, em tragédias onde “pombinhos” apaixonados matam “por amor”. Nada mais fake, não é mesmo?

Contudo, um amor não precisa acabar em sangue para ser fake. Basta tão somente não haver sinceridade, cumplicidade, carinho, paixão e, claro, sexo, para uma relação afetiva ser considerada um “fake love”.

Não adianta também prevalecer o sentimento de posse, aquela coisa sufocante, pegajosa, que não respeita o espaço, a privacidade e a intimidade do parceiro/parceira. Amor verdadeiro é tranquilo e confiante. Sabem aquela história de “confiar no seu taco”? Pois é.

Enfim, o mundo em que vivemos é cercado a cada dia mais por mais e mais “fakes” de todas as espécies e naturezas.

Para se defender deles e não cair nas suas armadinhas, tem-se que ficar vigilante e não ficar preso a uma relação que machuca, que não é saudável.

Não há nada que mais arrasa um coração humano do que um “fake love”.

Por isso, todo o cuido é pouco.

Até a próxima.

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