Uma eleição que diverte e aterroriza em só tempo

Sem sombras de dúvidas a eleição de 2018 já está na história como a mais atípica de todos os tempos desde quando se vota neste país.

Coisa de maluco, meu!

O divisionismo que a gente poderia achar que só ficava restrito apenas à classe política e à sociedade, bateu às portas de famílias inteiras.

Grupos de WhatsApp de sagradas famílias viram “baixas” de membros que não suportaram intolerâncias à direita e à esquerda.

E quem dera, como se diz, que a coisa tivesse ficado restrita apenas no mundo virtual do WhatsApp… Que nada! As maluquices destas eleições foram para o mundo real ao ponto de familiares baterem a porta na cara de entes queridos e amados  – amados até antes do pleito de 2018, diga-se.

O que sobra de maluquices dos que defendem Haddad-13 ou Bolsonaro-17, sobra também de coisas hilárias de ambos os lados.

É assim na democracia.

E assim deverá continuar independente de quem ganhar para presidente no próximo dia 28 de outubro.

Até lá, espero, que ao menos as famílias e relações de amizades não sejam dizimadas por causa do “Andrade” e do “Bozo”…

Vida e luta que seguem.

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