Secretario-geral do PPS e coordenador da campanha de Eliziane Gama prega voto contra Bolsonaro e declara apoio a Haddad

As declarações de Gledson Brito aumentam a polêmica sobre a posição da senadora eleita em relação ao segundo turno da eleição presidencial, já que num primeiro momento ela  declarou voto a Haddad.

O secretário geral do PPS e coordenador da campanha da senadora eleita Eliziane Gama, historiador e professor Gledson Brito, usou suas redes sociais para pregar voto contra o o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) e declarar apoio ao candidato petista Fernando Haddad (PT).

“Enquanto agente político e secretário geral do PPS declaro que sou crítico do PT, mas que entendo que a agenda defendida pelo candidato Jair Bolsonaro é uma afronta à democracia e a tudo que defendo. Por isso formalmente ajudarei e apoiarei Fernando Haddad”, postou no Twitter.

O professor afirmou ainda que fará “campanha ostensiva contra Bolsonaro”.

As declarações de Gledson Brito aumentam a polêmica sobre a posição da irmã em relação ao segundo turno da eleição presidencial, já que num primeiro momento Eliziane Gama declarou voto a Haddad, mas foi imediatamente desautorizada pelos “coronéis” e “mercadores” evangélicos que desejam patrulhar a postura da senadora eleita.

Pelo que apurou o Blog do Robert Lobato, porém, a adesão a candidatura Haddad deve ser seguida de uma grande estrutura política e eleitoral que sustentou a campanha dentro do eleitorado da irmã, inclusive no setor evangélico, onde deve surgir muitas frentes aos eleitores de Bolsonaro.

É aguardar e conferir.

2 comentários sobre “Secretario-geral do PPS e coordenador da campanha de Eliziane Gama prega voto contra Bolsonaro e declara apoio a Haddad

  1. júnior disse:

    Tem que aparecer um deputado(a) ou senador(ora) com coragem para propor uma CPI das igrejas, todas elas, católica e evangélicas, que tem isenção de alguns impostos, faturam bilhões de reais, fazendo seus lideres milionários a custa do trabalho duro dos incautos fieis, querendo inclusive influenciar no seu direito constitucional do voto livre, e que não tem controle por nenhum órgão governamental dos valores que arrecadam.

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