ELEIÇÕES 2018: Pesquisa “Tabajara” é desmoralizada pela “voz roucas das ruas” 2

A pesquisa foi contratada pela ‘facção’ da TV Difusora controlada pelo Palácio dos Leões.

Não demorou 24 hora para que a última pesquisa “Tabajara”, encomendada pelo Governo do Maranhão, fosse desmoralizada pelo povo.

A pesquisa foi contratada pela ‘facção’ da TV Difusora controlada pelo Palácio dos Leões. Ocorre que na mesma emissora é transmitido o programa Algo Mais, que tem o quadro Conversa Franca, apresentado pelo jornalista e blogueiro Diego Emir. E foi bem aí que coisa pegou!

É que os governistas amanheceram esta segunda-feira tudo sassariqueiros com mais um resultado “positivo” de mais uma pesquisa da desconhecida Data Ilha, com direito até “memes” compartilhados pelo chefe da comunicação oficial, jornalista Márcio Jerry.

Só que aí o jornalista Diego Emir resolveu ouvir a “voz rouca das ruas” para comprovar se os números da tal Data Ilha encontravam eco no seio do povo. Vejam no que deu. (Rsrsr).

O Maranhão na encruzilhada do atraso

Via, Abdon Marinho*

“Embora o cidadão comum não consiga identificar muito bem, os dois postulantes, tanto a ex-governadora, Roseana Sarney, quanto o atual governador, Flávio Dino, têm estilos parecidos de governar: voltado para as práticas do passado e não apontam um rumo de desenvolvimento para o futuro, como fizeram os políticos do Ceará e mesmo do Piauí.”

DIZIA o saudoso Rui Barbosa que “a palavra é o instrumento irresistível da conquista da liberdade”. Uso-a no frontispício do meu site.

Há alguns anos resolvi que era hora de expor o que penso publicamente, usar a palavra para dar o meu testemunho sobre os dias que vivemos. Minha opção foi pela palavra escrita.

Em todos estes anos, por onde passo, escuto uma pergunta recorrente: – você não tem medo de escrever estes textos?

Ouço tal inquisição de médicos, advogados, servidores públicos, estudantes, cidadãos comuns.

Já ouvia muito isso no governo da senhora Roseana Sarney e, agora, até com mais frequência, no governo do senhor Flávio Dino.

Somente o fato de alguém, a essa altura do século 21, fazer tal pergunta é motivo de preocupação para cidadãos de bem – e que coloca em xeque o discurso de que vivemos uma democracia plena.

Democracia onde as pessoas temem a liberdade de expressão?!

Se as pessoas não se sentem confortáveis para dizerem o que pensam por temerem represálias por parte dos donos do poder é de se perguntar que espécie de democracia é essa que tanto se propala.

Existem razões palpáveis para que a “cultura do medo” esteja tão presente na vida dos cidadãos, a ponto de alcançar as pessoas indistintamente, de diversas profissões ou atividades?

A leitura que faço a partir dos questionamentos que recebo é que, os cidadãos, efetivamente, não se sentem livres, e, pelo menos no aspecto da liberdade de expressão, enxergam os dias atuais com mais temor ou pessimismo que os anos do que ficou conhecido como sarneysmo.

E, nem falemos da Era anterior, o vitorinismo, já que a grande maioria dos vivos só a conhece através dos livros de história.

Acredito que o temor ainda sentido pelos cidadãos, decorra do fato dos integrantes do atual governo – e toda sua mídia –, disseminarem a ideia que vivemos sobre a égide de outra Era, o dinismo. Isso, apenas uma nova Era, uma continuidade das anteriores.

Para os cidadãos que me param nos corredores é como se Maranhão apenas tivesse mudado de donatário. Tivemos o vitorinismo, o sarneysmo, e agora, pasmem, o dinismo.

A percepção é, na essência, que o chicote apenas tenha mudado de dono.
Faz sentido essa percepção dos cidadãos? Talvez. Lembro que nos primeiros meses do atual governo até escrever artigo na capa de jornal (no caso o Pequeno), o governador fez, copiando a prática do senador Sarney n’O Estado do Maranhão.

Depois de falar diversas vezes, levaram a coluna semanal para a página 4. Seria um indício?

As “eras” anteriores ficaram reconhecidas pelo patrimonialismo, pela utilização dos poderes do estado em benefícios de uma minoria. Mas, será que isso é muito diferente do que vemos hoje, onde pessoas que, se deixadas por sua conta não se elegeriam a inspetores de quarteirão e, pelo poder ou cargos que acumulam, são cotados para serem os mais bem votados?

Outro dia li (e até agora ninguém desmentiu), que se negocia a colocação da esposa de determinado secretário como suplente de senador de um dos candidatos majoritários apoiados pelo governo. Li, ainda, sobre as inúmeras nomeações de parentes, aderentes, etc.

Isso é muito diferente do filho do senador ser seu suplente? Da esposa ser deputada? Do genro ser deputado? Do filho do deputado federal ser deputado estadual? Dos amantes – de quaisquer dos sexos, abaixo o preconceito! – serem nomeados para este ou aquele cargo comissionado, muitas vezes, para, sequer trabalhar? Ou eleitos para mandatos pelo poder dos amásios? Continuar lendo

Roberto Rocha analisa situação da segurança no MA

Segurança: um pacto pela verdade (publicado originalmente no Jornal Pequeno, edição de domingo, 15)

“Pior, nos limites do grotesco, foi a nota do Governo debitando a conta ao governo anterior. Ou seja, exatamente o oposto do que fez o governador de São Paulo, isentando o adversário, aqui no Maranhão a culpa foi jogada sobre a adversária política. Custava admitir o absurdo, punir os agentes, chamar a si a responsabilidade e acenar com soluções para o futuro?”

Há certos temas que parecem estar sempre no ponto cego das políticas públicas. O mais grave deles, certamente, é a questão da segurança. Apesar de ser, hoje, uma tragédia social, apontada em todas as pesquisas de opinião como a preocupação central da população, o tema continua desafiando gestores públicos, governantes, lideranças e organizações sociais.

Basta ver que quando se trata da saúde, da educação ou do meio ambiente, há centenas, senão milhares de ongs dedicadas a essas causas. A segurança, no entanto, não merece esse prestígio.

Talvez por estar enraizada na nossa estrutura social desigual, com enormes dívidas de cidadania, o fato é que a execução das políticas de segurança é tributária de um modelo de contenção social, de viés militar, baseado no uso da força, das ações policiais armadas, da lógica repressiva.

Há boas experiências em curso, baseadas noutra lógica, como é o caso do gerenciamento dado pelo Governo de São Paulo, que vem registrando sucessivas baixas nos índices de homicídios. Esse resultado é fruto de ações permanentes desenhadas no Plano de Combate aos Homicídios, seguido do fortalecimento das agências policiais e o uso de projetos de tecnologia e inteligência policial.

Mas para que essas ações deem resultado, há que ter uma nítida cadeia de comando, atuando com metas claras e o reconhecimento real do problema.

Ainda esta semana o governador Geraldo Alckmin afastou um delegado, sem alarde e sem espetacularização, pelo fato do agente ter excedido de suas funções, ao promover uma ação de busca a partir de uma denúncia anônima. E, vale dizer, essa ação atingia o filho do ex-presidente Lula, um adversário político.

Bem diferente do que vimos esta mesma semana no Maranhão. Aqui, agentes da lei enjaulavam seres humanos numa horrenda cena pública de humilhação e barbárie. A morte trágica de um empresário, encarcerado por um simples incidente de trânsito, desencadeou protestos pelo Brasil todo, merecendo aqui, no entanto, um eloquente silêncio da Secretaria de Direitos Humanos do Estado.

Pior, nos limites do grotesco, foi a nota do Governo debitando a conta ao governo anterior. Ou seja, exatamente o oposto do que fez o governador de São Paulo, isentando o adversário, aqui no Maranhão a culpa foi jogada sobre a adversária política. Custava admitir o absurdo, punir os agentes, chamar a si a responsabilidade e acenar com soluções para o futuro?

A segurança tem que ser entendida como um bem público, cujo centro está na cidadania. Há que se redefinir o pacto federativo, dando condições para os municípios também atuarem, em conjunto com os governos Federal e Estadual. Eu mesmo já propus uma alteração na Constituição (PEC 33/2014) definindo dotação orçamentária para os entes municipais. O projeto já foi aprovado na CCJ e aguarda votação no plenário.

Transformar o paradigma de segurança exige continuidade das políticas públicas, planejamento, modernização de sistemas e mobilização social. E, principalmente, um pacto de verdade entre o Governo e os cidadãos, É necessário que através desse pacto o Governo gere informações estatísticas confiáveis, reconheça a gravidade do problema e não escamoteie as responsabilidades pelas quais o povo, soberanamente, lhe outorgou o mandato.

*Roberto Rocha* senador da República.

ELEIÇÕES 2018: A expressão do desespero comunista 2

Como sabem que não terão vida fácil em 2018, que o sonho de disputar apenas contra Roseana Sarney (PMDB) foi por água abaixo, agora os comunistas resolveram colocar todos os seus adversários no mesmo cofo sarneysista.

O secretário de Estado da Articulação Política e da Comunicação, Márcio Jerry, amanheceu a sua segunda-feira de trabalho (?) compartilhando, em grupos de WhatsApp, esse material aqui:

Mais uma pesquisa “Tabajara”: o desespero comunista aumenta a cada dia.

A peça, produzida nas masmorras do Palácio dos Leões, visa, claro, confundir a população através da surrada narrativa de que qualquer candidatura que se meter no meio das pretensões de releição de Flávio Dino (PCdoB) é considerada “do Sarney”.

Logo, não será de surpreender quando o PSTU, PSOL, PCB, PCO etc lançaram seus nomes para governador em 2018, a lista dos “candidatos do Sarney” aumente consideravelmente. O nome disso é canalhice que, aliás, uma das marcas da comunicação desse governo.

Como sabem que não terão vida fácil em 2018, que o sonho de disputar a eleição apenas contra Roseana Sarney (PMDB) foi por água abaixo, agora os comunistas resolveram colocar todos os seus adversários no mesmo cofo sarneysista.

No que pode ser considerada a máxima expressão do desespero comunista.

Que só tende a aumentar até outubro de 2018…

Bequimão: Grupo Damas de Vermelho realiza ação social em comunidades do município

O grupo Damas de Vermelho, em parceria com o Movimento Quilombola de Bequimão (MOQBEQ), distribuiu brinquedos e lanches para crianças em comunidades da zona rural e sede do município. A ação aconteceu entre os dias nos dias 10 e 12 de outubro, em comemoração ao Dia das Crianças.

Os meninos e meninas beneficiados moram nas comunidades Ramal de Quindíua, Iriritiua, Boa Vista I e II, Muricinzal, Vila Zé Inácio, Vila Juca Martins, Santa Tereza e Sibéria. O grupo Damas de Vermelho doou o lanche e o MOQBEQ os brinquedos.

O grupo Damas de Vermelho foi criado para incentivar a participação das mulheres na política bequimãoense. Este ano a ação realizada durante os três dias em homenagem ao Dia das Crianças só foi possível após promoção de rifas e apoio da iniciativa privada, além de ajuda dos integrantes do grupo, que conseguiram reunir 600 brinquedos. O prefeito Zé Martins é apoiador da iniciativa.

Com apenas um ano de existência, o grupo já realizou várias ações sociais, objetivando unir forças entre o poder público, sociedade civil organizada e comunidades. O próximo passo é trabalhar visando ao natal. Os empresários que queiram colaborar com o Natal Feliz das crianças bequimãoenses podem procurar o grupo Damas de Vermelho para fazer sua contribuição.

Deputado Wellington destaca luta e apoio incondicional aos professores da Rede Pública de Ensino do Maranhão 4

“Guerreiros que enfrentam a falta de valorização profissional, a ausência de condições dignas de trabalho e, ainda assim, não desistem de incentivar os alunos a transformarem sonhos em realidade”. Foi assim que o deputado Wellington caracterizou os professores do Maranhão, na manhã deste domingo (15), considerado o dia dos professores.

Ao prestar homenagem à categoria, o deputado Wellington, que também educador, reafirmou o seu compromisso e apoio incondicional com professores do Maranhão.

“Muitos questionam o motivo pelo qual eu ajo em defesa da educação pública de forma tão incisiva. Na Assembleia, já apresentei vários projetos em defesa dos professores. Faço isso porque é inútil qualquer outra ação que não parta da educação. Não se pode ter um Maranhão desenvolvido enquanto a educação não for prioridade e os professores não forem valorizados como devem ser. Meu compromisso está firmado com cada um de vocês e continuarei em defesa de todos, independentemente de qualquer coisa. Vocês são guerreiros que enfrentam a falta de valorização profissional, a ausência de condições dignas de trabalho e, ainda assim, não desistem de incentivar os alunos a transformarem sonhos em realidade. Eu conheço a realidade das escolas públicas e sei que, muitas vezes, o professor acaba ocupando a função até mesmo da família. Não é uma simples profissão. Por isso, desejo um feliz dia dos professores a todos os que transmitem o bem mais precioso que o homem pode ter: o conhecimento”, disse Wellington.

Na Assembleia, Wellington é autor de vários projetos que buscam a valorização dos professores. Pode-se citar como exemplo o Projeto que combate à violência contra professor e, ainda, o que garante a saúde vocal da categoria. Além disso, Wellington é um dos poucos parlamentares que sempre apoiou os professores, seja nas reivindicações formais quanto nos movimentos grevistas. Como o próprio parlamentar costuma dizer, “esse mandato é dos professores do Maranhão”.

ELEIÇÕES 2018: Blogueiro caxiense vê em Roberto Rocha opção mais viável para o MA 4

Assim como esse jovem blogueiro de Caxias, outros tantos maranhenses começam a despertar para uma realidade inconteste: a de que o Maranhão deseja sair desse “Fla-Flu” que só interessa ao establishment comunista.

Muito interessante o artigo da lavra do blogueiro Ludwig Almeida, publicado neste domingo, 15, no seu blog.

Na avaliação do talentoso blogueiro, cuja credibilidade extrapola a Região Leste do estado, o senador Roberto Rocha (PSDB) “pode ser o político que o Maranhão precisa para assumir o governo e inaugurar um novo ciclo de desenvolvimento para o estado, onde as potencialidades econômicas de cada região sejam levadas em consideração de fato através de projetos viáveis, sem “lero-lero” ou “gogó”, como estamos acostumados ver”.

Ludwig Almeida, que afirma ainda não ter candidato a governador, admite, porém, que o perfil de uma candidatura como a de Roberto Rocha pode conquistar o seu voto na medida que está “convencido de que o povo do Maranhão, e olha que resido numa região de grande densidade eleitoral, assim como demonstra não querer voltar ao passado sarneysista, também já começa a dar sinais que não deseja manter o comunismo à frente do governo estadual”.

Assim como esse jovem blogueiro de Caxias, outros tantos maranhenses começam a despertar para uma realidade inconteste: a de que o Maranhão deseja sair desse “Fla-Flu” que só interessa ao establishment comunista.

Fiquem com a íntegra do equilibrado texto de Ludwig Almeida:

Roberto Rocha caminha para ser o próximo governador do Maranhão

Ainda não defini em quem irei votar para governador em 2018, sei apenas em quem não votarei.

Mesmo sem ter ainda candidato a governador, não posso deixar de reconhecer que entre os nomes colocados até aqui, o do senador Roberto Rocha (PSDB) é o que mais se aproxima do que o Maranhão precisa para poder sair dos grilhões do atraso e rumar para dias mais prósperos do ponto de vista do desenvolvimento econômico e, por conseguinte, de mais justiça social.

Roberto Rocha tem demonstrado ser um político que conhece a fundo os problemas do Maranhão e, o que é melhor, sabe apontar caminhos através de soluções viáveis e factuais – o projeto da Zona de Exportação do Maranhão (ZEMA) é um bom exemplo.

O senador conhece o estado em números e, pelo que chega ao meu conhecimento, ele acaba de receber um estudo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), ligado ao Ministério de Planejamento, com dados socioeconômicos fresquinhos da hora sobre o nosso estado.

Estou convencido de que o povo do Maranhão, e olha que resido numa região de grande densidade eleitoral, assim como demonstra não querer voltar ao passado sarneysista, também já começa a dar sinais que não deseja manter o comunismo à frente do governo estadual.

A solução, nesse caso, é uma saída por uma terceira alternativa que consiga ir além desse “bipartidarismo” implantado no Maranhão que só beneficia aqueles que querem o poder real não para construir um projeto de sociedade e de vida para os maranhenses, mas tão somente manter seus projeto de poder, pura e simplesmente.

Nesse sentido, o senador pode ser o político que o Maranhão precisa para assumir o governo e inaugurar um novo ciclo de desenvolvimento para o estado, onde as potencialidades econômicas de cada região sejam levadas em consideração de fato através de projetos viáveis, sem “lero-lero” ou “gogó”, como estamos acostumados ver.

Sem falar numa necessária transformação na cultura política deste estado, onde, infelizmente, o medo ainda é arma principal utilizada por quem reside no Palácio dos Leões, e que ao invés de fazer da política um instrumento para mudar a vida da população para melhor, é usada como arma para dominar e amedrontar adversários e mesmo aliados!

Por tudo isso, não posso de deixar de reconhecer que o Roberto Rocha pode estar caminhando para ser o próximo governador do Maranhão.

E até outubro de 2018, quem sabe, com o voto deste humilde blogueiro caxiense.

MEDIOCRIDADE: Enquanto gente está morrendo nos “gaiolões” espalhados pelo MA, o secretário de Direitos Humanos comemora inauguração de poço 4

Ao que parece, há uma seletividade nos movimentos de diretos humanos, pois quando a vítima é um marginal logo saem em defesa e pedindo punição às autoridade públicas, mas como nesse caso do gaiolão de Barra do Corda a vítima foi um empresário, aí neguinho cala boca.

É de deixar qualquer um embasbacado o silêncio do secretário de Direitos Humanos, Francisco Gonçalves, sobre a morte do empresário Francisco Ediney, ocorrida numa delegacia na cidade do Barra do Corda.

Francisco Ediney morreu depois de passar várias horas exposto ao sol no “gaiolão da tortura” sem sequer ter o direito de tomar água e os remédios para hipertensão.

O clima em Barra do Corda é de total indignação até porque o senhor Francisco Ediney era tido como um homem de bem e muito querido na cidade, tanto que houve um grande protesto na cidade logo após a sua morte e neste sábado, a partir das 17h, está prevista outra grandiosa manifestação em protesto pela morte do empresário e contra a omissão do Governo do Estado em relação ao caso.

Gailões em quanto “política de Estado”

Existem pelo menos uns 50 “gaiolões da tortura” espalhados pelo Maranhão. O episódio de Barra do Corda, portanto, não é um caso isolado.

Segundo um experiente delegado da Polícia Civil, já aposentado, em conversa com o Blog do Robert Lobato, a prática dos gaiolões funciona “quase como uma política de Estado do sistema prisional maranhense”.

Ora, se é assim como o diz o delegado aposentado então conclui-se que a tal “herança maldita” deixada pela ex-governadora Rosana Sarney (PMDB), como os comunistas gostam de vociferar, não é tão maldita assim, já que o atual governo segue com a mesma política dos “gaiolões da tortura”.

Além do silêncio sepulcral do secretário Francisco Gonçalves, que prefere ir para as redes sociais comemorar inauguração de poço, chama atenção também o silêncio de personalidades notórias que militam pelos direitos humanos, tais como Wagner Cabral, Luis Antônio Pedrosa, Digo Cabral, Josiene Gamba entre outros.

Ao que parece, há uma seletividade nos movimentos de diretos humanos, pois quando a vítima é um marginal logo saem em defesa e pedindo punição às autoridade públicas, mas como nesse caso do gaiolão de Barra do Corda a vítima foi um empresário, aí neguinho cala boca.

O fato é que esse caso de Barra do Corda ainda vai dar muito o que falar.

Continuem em silêncio ou não o secretário de Direitos Humanos do Governo do Maranhão e entidades e personalidades que atuam na área.

Sedel é negociada com o PP e o petista Márcio Jardim, atordoado, vira candidato a senador 8

Renegado por Flávio Dino e Márcio Jerry, e não pelo presidente do PT Augusto Lobato, como avalia, Márcio Jardim jura que vai voltar para a sala de aula e articular a sua campanha para o Senado Federal.

Conforme o Blog do Robert Lobato já havia antecipado meses atrás que aconteceria, o petista Márcio Jardim foi defenestrado sem dó e sem piedade da Secretaria do Esporte e Lazer do governo Flávio Dino.

O governador comunista há tempos vinha tentando arrumar uma desculpa para limpar o “jardim” da Sedel, que na gestão de Márcio estava enfestada de “malas” fazendo miseras em alguns programas da pasta, entre os principais um ex-policial civil, um “sufista” e os dois irmãos Barbosa.

Márcio Jardim foi um dos petistas mais entusiasmado pela candidatura de Flávio Dino nas eleições de 2014, e atuou como “ponta de lança” do projeto comunista lançando-se até candidato a deputado federal carregando o número “65” no material de campanha, já que o seu número era “1365”, “entendeu, né?”.

No PT, a avaliação é de que o Palácio dos Leões poderia ter negociado outra Secretaria com o PP do deputado federal André Fufuca e preservado Márcio Jardim dessa situação vexatória não apenas para ele, mas para o campo político da tal Resistência Petista, do qual faz parte.

Material de campanha para o Senado.

Agora, renegado por Flávio Dino e Márcio Jerry, e não pelo presidente do PT Augusto Lobato, como avalia, Márcio Jardim jura que vai voltar para a sala de aula e articular a sua candidatura para o Senado Federal. Dá pra acreditar?

Por fim, o que mais deixou Márcio Jardim triste foi a crueldade palaciana de não deixar sequer que o petista reinaugurasse o ginásio Costa Rodrigues…

Enquanto isso, nos grupos do PT, no WhatsApp, a companheirada zoa: “Ô jardineira porque estás tão triste/Mas o que foi que aconteceu/Foi a SEDEL que caiu no ralo e o Miguelito que te comeu”.

Falta de aviso não foi, não é mesmo “Babilônia”?

Caso ‘Gaiolão’: Versões e contradições

por Abdon Marinho

“É possível que esteja errado, mas quer me parecer tratar-se de uma cela de castigo, um instrumento de tortura para onde são levados os presos como punição e não como conquista legal.”

O GOVERNO estadual emitiu mais uma manifestação sobre a gaiola para presos em Barra do Corda.

Por tal versão, a gaiola, na verdade, é uma “conquista” dos presos, pois é onde tomam o banho de sol a que têm direito, conforme a Lei de Execuções Penais – LEP.

O problema desta manifestação é que ela contradiz o que já foi dito anteriormente, senão vejamos.

O delegado ao ser ouvido por uma reportagem disse que tal gaiola era parte da estrutura da delegacia, onde ficavam os detidos, por curto espaço de tempo, até serem ouvidos pela autoridade policial e serem encaminhados para a acomodação adequada ou soltos.
Em nenhum momento a autoridade policial falou tratar-se de um “solário” destinado ao banho de sol dos presos.

Em resposta a uma reportagem do Bom Dia Brasil, da rede Globo, fontes do governo teriam informado que se tratava de uma “herança maldita” da gestão anterior.
A apresentadora do telejornal, ao narrar a resposta, além da cara de pouco crédito, questionou se não era tempo demais para se falar em resquícios do governo anterior já passados três anos do atual.

Diante de tudo que foi dito restam alguns questionamentos:

O delegado não sabe para que serve a gaiola… que é garantir o banho de sol dos presos.
Se sabe, não deve achar nada demais que o custodiado passasse a tarde inteira no “banho de sol”, afinal, quanto mais vitamina D, melhor.

Talvez, para compensar o “banho de sol” em excesso, deve ter deduzido que um banho de lua também era bem-vindo.

Aliás, no domingo para segunda-feira, ela estava esplendorosa, um autêntico luar do sertão, conforme cantou certa vez o poeta.

E se estavam tão preocupado com a segurança e bem-estar do custodiado falta só explicar a negativa em lhe permitir os medicamentos e mesmo água, conforme denunciou familiares.

Pois bem, sendo, então a gaiola uma “conquista” dos presos, estaria equivocada a narrativa de que tal gaiola seria uma “herança maldita”, afinal a governadora de outrora, fê-la em cumprimento da lei, não é mesmo?

Seria o caso de mandar uma nota a Globo dizendo que a tal gaiola é uma conquista dos presos é uma “brilhante” iniciativa do governo anterior.

Poderiam acrescentar que a preocupação com o bem-estar dos presos é tamanha que até quando não querem, lhes é garantido um seguro banho de sol durante toda tarde, na agradável temperatura de quarenta graus à sombra. E para completar o tratamento vip um, não menos agradável, banho de lua, com o propósito educativo de lhes inspirar.
Como vêm, estou sendo sarcástico.

Claramente, percebe-se, ainda que seja verdadeira a história da gaiola do banho de sol, a realidade do uso é outro.

É possível que esteja errado, mas quer me parecer tratar-se de uma cela de castigo, um instrumento de tortura para onde são levados os presos como punição e não como conquista legal.

Se assim não o fosse, que razão teria a Defensoria Pública para denunciar o tal espaço as autoridades competentes, segundo nota que distribuiu? A Defensoria é contra uma “conquista” dos presos, uma garantia legal?

Essa profusão de versões contraditórias em si em muito se parece aquelas dadas para o dinheiro encontrado na famosa Operação Lunus, que no fim das contas acabou voltando para seus “legítimos” donos.

O tempo passa, os governos mudam, mas as versões continuam ao sabor dos interesses, enquanto enfrentam suas próprias contradições.