Em quem você votaria para prefeito de São Luis em 2020? 58

Em quem você votaria para prefeito de São Luis em 2020?

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Evangelista garante sessão de cinema a pessoas com Transtorno do Espectro Autista

Aprovado nesta segunda-feira (17), pelo plenário da Assembleia Legislativa, projeto de autoria do deputado Neto Evangelista (DEM) que dispõe sobre a obrigatoriedade da realização de sessão de cinema adaptada a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e seus familiares, no Maranhão.

A medida, segundo o parlamentar, justifica-se pelas limitações inerentes às pessoas com TEA. “O acesso desses consumidores ao cinema é uma tarefa difícil. Eles têm uma grande dificuldade de concentração e uma sensibilidade auditiva e visual muito apurada. Nossa proposição tem a finalidade de garantir aos portadores de autismo uma oportunidade de lazer, desfrutando do cinema, e assegurando sua inclusão social”, justificou Neto Evangelista.

De acordo com o projeto, as salas de cinema serão obrigadas a reservar, no mínimo, uma sessão mensal a pessoas com Transtorno do Espectro Autista. As empresas responsáveis deverão informar, mensalmente, as entidades sociais situadas no estado a data e o horário de exibição do filme. Durante as sessões, não serão exibidas publicidades comerciais, as luzes deverão estar levemente acesas e o volume de som reduzido.

Pessoas com TEA e seus familiares também terão acesso irrestrito à sala, sendo permitido entrar e sair ao longo da exibição. Por fim, fica determinado que as sessões deverão ser identificadas com o símbolo mundial do espectro autista, que será afixado na entrada da sala de exibição.

(Assecom / Dep. Neto Evangelista)

CULTURA: Te cuida, Marlon Botão!

Resta saber se o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) vai topar trocar o Marlon Botão por um aliado de um potencial concorrente seu. Aliás, comenta-se que há meses Marlon não é recebido pelo prefeito da nossa capital.

O Blog do Robert Lobato apurou que o secretário municipal de Cultura, Marlon Botão (PT) está em apuros.

É que o deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) está de olho no cargo do petista para emplacar o suplente de vereador e capoeirista Nelsinho Brito, também do PSB e antigo aliado do parlamentar que já foi do PT.

Pré-candidato a prefeito de São Luis, Bira do Pindaré é o nome preferido do governador Flávio Dino (PCdoB) isso se o secretário Márcio Jerry (Comunicação e Articulação Política) não se viabilizar. Jerry, como revelou o Blog do Robert Lobato, já conta com apoio de setores do PT para o projeto “Márcio Jerry prefeito-65” (reveja aqui).

Resta saber se o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) vai topar trocar o Marlon Botão por um aliado de um potencial concorrente seu. Aliás, comenta-se que há meses Marlon não é recebido pelo prefeito da nossa capital.

De qualquer forma é de bom alvitre o ainda secretário municipal de Cultura abrir os olhos.

Quem avisa amigo é….

Quem paga o imposto?

Por Eden Jr.*

“O aumento de impostos, se por um lado disponibiliza mais recursos para as políticas públicas, por outro penaliza a população, e por isso mesmo o tema deveria ter sido tratado com mais ênfase na campanha eleitoral. Nesse contexto, é oportuno discutir alguns princípios da teoria econômica a respeito do sistema de tributação.”

A votação e aprovação da Lei nº 10.956/2018, que trouxe diversas alterações para o Sistema Tributário Estadual, causou disputa renhida entre governistas e oposicionistas nos últimos dias. Denominada de “Pacote Anticrise”, pelos primeiros, e “Pacote de Maldades”, pelos segundos, a norma instituiu um conjunto de medidas com que o Governo do Estado pretende ajustar as finanças públicas para um novo ciclo de quatro anos. Entre a criação de programa social e o parcelamento de multas, sobressaíram-se as mudanças em alíquotas de dois dos mais relevantes impostos estaduais, o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).

Lembra-se, que o aumento da tributação, mesmo não sendo o único recurso, tem sido amplamente empregado pelos gestores estaduais nos últimos anos para evitar, ou pelo menos postergar, o colapso das finanças regionais. Adicionam-se a essa, outras providências utilizadas por outros governos, como corte de despesas, enxugamento de estrutura administrativa e a implementação de ações que garantam mais eficiência na prestação do serviço público – “fazer mais com menos”. O contraditório, é que grandes instituições financeiras, como Banco Central, Itaú e Bradesco, elevaram suas projeções de crescimento do país para 2019, de 2,5% (antes das eleições) para até 3% (depois das eleições), e aqui no Maranhão, em sentido contrário, o governador Flávio Dino afirmou que viria uma crise, justamente após o período eleitoral, e chegou a levantar a possibilidade de o país só crescer 1% no ano que vem. Num episódio que faz lembrar o ocorrido em 1999, quando FHC surpreendeu a todos e desvalorizou abruptamente o real, gerando problemas inflacionários, isso após vencer o pleito do ano anterior, ou com Dilma Rousseff em 2014, que depois de reeleger-se admitiu a que o país estava metido numa grande enrascada econômica.

O aumento de impostos, se por um lado disponibiliza mais recursos para as políticas públicas, por outro penaliza a população, e por isso mesmo o tema deveria ter sido tratado com mais ênfase na campanha eleitoral. Nesse contexto, é oportuno discutir alguns princípios da teoria econômica a respeito do sistema de tributação.

O IPVA incide sobre a propriedade de veículos automotores, como carros, motos e lanchas. Até outubro deste ano, cerca de R$ 309 milhões haviam sido arrecadados com esse imposto, e até o final do ano outros R$ 100 milhões podem ser coletados. Entre os impostos estaduais ele é o segundo mais rentável, perdendo apenas para o ICMS.

O IPVA está classificado na categoria dos impostos diretos, e assim como outros que incidem sobre a propriedade de um bem, como o IPTU, ou renda, como o Imposto de Renda, o Fisco sabe quem será o responsável pelo pagamento do tributo. Sendo assim, é um bom instrumento para se promover a justiça fiscal, pois pode-se instituir uma alíquota menor sobre os veículos mais baratos, como motos, em que comumente os donos têm um menor poder aquisitivo, e uma maior para automóveis de luxo, onde espera-se que os proprietários tenham uma maior capacidade de pagamento. Ademais, o ônus pelo pagamento do imposto direto – diferentemente do indireto – tem pouca possibilidade de ser transferido para outrem. Dessa forma, em geral e em última instância, é o proprietário do veículo que arca com o pagamento do imposto. Tal fato reforça a característica de equidade tributária do IPVA, pela qual se busca cobrar mais dos que possuem mais. Nessa direção, é propícia a isenção de IPVA concedida pelo governo do estado para os proprietários de motos de até 100 cilindradas, veículos mais modestos cujo donos, quase sempre, tem pouca capacidade de pagamento de impostos.

O ICMS incide sobre várias operações de venda e fornecimento das mais diversas mercadorias e serviços, como alimentos, eletrodomésticos, combustíveis, comunicações e transportes. Ao final de outubro de 2018, R$ 4,7 bilhões já tinham sido arrecadados com ICMS, fazendo dele o imposto mais importante para o cofre estadual, responsável por cerca de um terço de todas as receitas do Estado. O ICMS é tido como um tributo indireto, a exemplo do ISS e IPI, e por conta disso, suas repercussões no mundo fiscal e econômico são mais complexas. Os impostos indiretos recaem sobre compras e fornecimentos de serviços, e assim, é mais difícil estabelecer quem realmente vai suportar o ônus do pagamento do tributo. Isso pois, há a possibilidade de repassar esse custo para outros contribuintes.

Via de regra, em relação ao real pagamento dos impostos indiretos – como o ICMS – pelos consumidores ou vendedores, uma máxima econômica diz: “quem é mais inelástico paga o tributo”. Explicando: se a operação de compra e venda envolver um produto como a manteiga, que não é essencial, e pode ser facilmente substituído por outro, como a margarina, o ônus do pagamento do tributo vai recair pouco sobre o comprador e mais sobre o vendedor. Contudo, se o bem em questão for essencial, como os combustíveis, em que o consumidor tem pouca possibilidade de o substituir por outro, provavelmente o comprador arcará com a maior fatia do imposto. Nesse quadro, é pouco recomendável o acréscimo do ICMS sobre a gasolina e o óleo diesel, como feito pelo governo, pois quem pagará, de fato, a conta será o consumidor final. Um agravante adicional, é que a elevação no valor dos combustíveis tem alto poder de se espalhar para toda a sociedade. Isso pois, essa alta encarece o custo dos transportes e dos fretes, insumos que de tão básicos, pois são usados por todos, impactam na formação de quase todos os preços da economia. Outro inconveniente, é que o ICMS é um imposto regressivo. A taxação recai mais – em termos porcentuais em relação à renda do contribuinte – sobre os mais pobres. Por exemplo, suponha-se que para se encher o tanque de um carro se gaste R$ 100,00 de gasolina, e desse montante R$ 10,00 corresponde ao ICMS. Tanto o cidadão que ganha mensalmente R$ 10 mil quanto o que recebe R$ 1 mil pagam o mesmo R$ 10,00 de imposto. Entretanto, esse valor representa, porcentualmente, menos na renda do primeiro (0, 1%) do que na do segundo (1%).

Sendo que essa já não é a primeira majoração de impostos no atual governo, é pertinente lembrar ainda da hipótese da “Curva de Laffer”. Em 1974, o economista americano Arthur Laffer, que depois veio a participar do Governo Reagan (1981 a 1989), sugeriu que havia um limite para se elevar um tributo, e que a partir dele a arrecadação cairia. Isso se daria, porque quando alcançada uma alíquota máxima suportável pelo contribuinte, haveria dificuldade financeira para pagar o imposto, seja pela redução da produção e do consumo de bens, seja pelo estímulo à sonegação fiscal. Mesmo tratando-se de uma suposição, em tempos de impostos crescentes e de intolerância da população para com aumentos de tributos, é muito apropriado lembrar da “Curva de Laffer”.

*Doutorando em Administração, Mestre em Economia e Economista (edenjr@edenjr.com.br)

Duarte Júnior e um exemplo a ser seguido pelo PCdoB 4

O exemplo de Duarte Júnior poderia ser seguido por outro parlamentares na Assembleia Legislativa do Maranhão, principalmente pelos mandatários do PCdoB, inclusive na Câmara Federal pelo dois deputados do partido Rubens Pereira Júnior e novato Márcio Jerry, por que não?

O Blog do Robert Lobato foi o primeiro a dizer que a iniciativa do deputado estadual eleito Duarte Júnior (PCdoB), em fazer seletivo para vagas de sua assessoria na Assembleia Legislativa, embora louvável, não é inédita (reveja aqui). A repercussão em outros blogs foi grande.

Contudo, o exemplo de Duarte Júnior poderia ser seguido por outros parlamentares na Assembleia Legislativa do Maranhão, principalmente pelos mandatários do PCdoB, inclusive na Câmara Federal pelos dois deputados do partido Rubens Pereira Júnior e o novato Márcio Jerry, por que não?

Na verdade, o que Duarte Júnior está fazendo tem a ver com uma nova prática política no que diz respeito a mandatos eletivos, algo como prega a Rede de Ação Política pela Sustentabilidade – RAPS, confira AQUI.

Claro que a novidade gera polêmica e controvérsias mil, mas o deputado eleito Duarte Júnior teve a coragem de colocar o dedo na ferida e, mesmo sendo do PCdoB, um partido totalmente vertical, fez a diferença.

Agora é saber se os demais parlamentares comunistas terão a coragem de seguir o seu exemplo.

A conferir.

Luis Fernando abre programação especial de fim de ano com entrega de escola, ônibus e várias ações

Após as festividades do aniversário da cidade, o prefeito ribamarense encerra o ano, entregando outro grande pacote de obras nas mais variadas áreas de gestão.

O prefeito de São José de Ribamar, Luis Fernando Silva, deu início na manhã desta quinta-feira, (13), a uma grande programação de Fim de Ano, que inclui a entrega de um grande pacote de obras, como equipamentos, assinaturas de novas ordens de serviços, reconstrução de importantes equipamentos voltados ao lazer e entretenimento e shows na virada. A programação segue até o dia 31 de dezembro, inclusive com direito a atrações culturais no réveillion.

A programação teve início pela localidade do Riozinho. No bairro, o prefeito ribamarense entregou a reforma e ampliação da unidade escolar São José, que atende hoje 386 alunos nos turnos matutino e vespertino, na oferta da educação infantil e ensino fundamental. Com a entrega aumenta para 81 o número de equipamentos escolares já entregues na gestão do prefeito.

A escola, que passou por sua única reforma e ampliação em 2006, quando da administração do prefeito Luis Fernando, passou o período da última administração completamente esquecida, realidade classificada pelo prefeito como “dura e cruel” para as crianças que não merecem.

“É lamentável perceber que tanto tempo se passou para que a comunidade escolar tivesse de volta um equipamento digno para que as crianças sentissem orgulho e estímulo para estudar. Hoje com muita alegria devolvemos a escola ampliada e com o conforto devido, tanto para as crianças quanto para os profissionais que aqui trabalham”, disse o prefeito.

A Escola São José agora conta com três novas salas, o que amplia para seis o número de salário de aula, uma sala de informática, sala de professores, cantina, sala de diretoria e sala de secretaria.

Em seguida, acompanhado do deputado federal Júnior Marreca, o prefeito fez a entrega oficial de 15 novos ônibus escolares, fruto de emenda parlamentar do parlamentar. Com a entrega, não apenas aumenta o efetivo que atende a demanda escolar da rede municipal de ensino, como também oferece mais conforto para os estudantes ribamarenses.

“Tomei posse e assim como as demais áreas, a educação estava sucateada, sem escolas e sem ônibus. Hoje não entregamos apenas um, e sim quinze novos ônibus e claro que não posso deixar de agradecer ao deputado Júnior Marreca que sensível a causa da reconstrução do município, contemplou o município com sua emenda”, agradeceu.

O deputado, bastante feliz, falou de sua satisfação em colaborar pelo desenvolvimento do município, principalmente numa área tão sensível que é a educação. “O prefeito Luis Fernando tem o nosso respeito e admiração, acima de tudo porque é um excelente gestor e sabemos que o recurso que se configura nos ônibus, serão utilizados em prol da reconstrução da educação, uma das principais áreas de qualquer gestão”, completou.

Ainda como parte da programação especial de Natal, o prefeito também abriu a Feira do Programa Mais Renda e Artesanato. De forma inédita no município, a iniciativa visa estimular os pequenos empreendedores locais que participam dos programas Mais Renda e Arranjo Produtivo, na exposição e comercialização dos produtos agrícolas e artesanais. A feira será realizada sempre as quintas-feiras.

Em seguida foi a vez da certificação de conclusão de mais de 230 jovens que participaram dos cursos do Caminhão da Juventude. Os cursos profissionalizantes oferecidos pela Prefeitura e coordenado pela Secretaria Municipal de Juventude (SEMJUV), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC), já são considerados um marco na vida dos jovens.

O secretário da juventude, Antônio Filho, lembrou que foi na gestão do prefeito Luis Fernando que os jovens começaram a sonhar. “Hoje os jovens ribamarenses voltaram a ter sonhos, planos e projetos. O caminhão da juventude criado na gestão do prefeito Luis Fernando e abandonado por anos pela gestão passada, agora cumpre sua verdadeira missão que é promover cidadania e inserir os nossos jovens no mercado de trabalho”, agradeceu o secretário.

Nesta edição, foram oferecidos os cursos nas áreas de cursos de Informática Básica, Web design, Edição de Imagem, Fotografia Digital, Impressão 3D, Logística e Distribuição, além de Gestão Documental, Excelência em Vendas, Excelência em Atendimento ao Público, Ferramentas de Planejamento, Gestão Empresarial e Práticas Administrativas ministrados pelo SENAC.

Durante toda a programação que abriu as festividades de Natal, também estiveram presentes os vereadores Manoel do Nascimento, Vereador Cristiano Pinheiro, líder do governo, Cássio Salis, Marlene Monroe e Nádia Barbosa, além do vice-prefeito Eudes Sampaio.

SAÚDE: O governo Flávio Dino e volta das “procissões de ambulâncias” 8

O governador ainda acho o máximo sair distribuindo ambulâncias a torto e a direito para as prefeituras sem estruturar o sistema estadual de saúde nos municípios, não sabendo que está apenas estimulando o caos nos hospitais da capital como corajosamente denunciou o médico Alan Roberto Costa Silva.

Paciente deita no chão no Socorrão I, em São Luís — Foto: Douglas Pinto/TV Mirante.

O médico Alan Roberto Costa Silva, que trabalha na emergência do Hospital Djalma Marques, o “Socorrão I”, criticou prefeituras do interior e o governo do estado devido a situação crítica pela qual passa o hospital do Centro de São Luís.

Nesta quinta-feira (13), foram flagrados pacientes lotando os corredores em macas e um homem, com um curativo na cabeça, estava deitado no chão do hospital. A situação é tão grave que o médico informou que quarto pacientes morreram nos corredores esperando por cirurgia, sendo três nessa quarta e um nas primeiras horas de quinta.

As informações estão em matéria publicada no site de noticias G1 Maranhão e atestam o estado de falência em que se encontra o sistema de saúde do estado sob o governo de Flávio Dino (PCdoB).

Na matéria, o médico Alan Roberto Costa Silva culpa o governo comunista pelo estado crítico dos atendimentos tanto no Socorrão I quanto no Socorrão I, afirma que a culpa não do município e fala também em desmonte da saúde.

“O problema dos Socorrões I e II não é São Luís, mas é sim o interior do estado e mais recentemente um verdadeiro desmonte que o governo do estado está fazendo na saúde, e o município é que está sofrendo as consequências. Estamos à beira, realmente, de um colapso” (…)  , disse o médico.

Médico culpa prefeituras e governo por superlotação no Socorrão 1.

A atual situação do sistema de saúde remete aos tempos em que havia no Maranhão as famigeradas “procissões de ambulâncias”, ou seja, com a saúde no interior do estado não funciona e os município não contam com o apoio do governo, os prefeitos encaminham os enfermos para São Luis fazendo que unidades de saúde como os Socorrões fiquem superlotadas.

E o pior é que o governador acha o máximo sair distribuindo ambulâncias a torto e a direito para as prefeituras sem estruturar o sistema estadual de saúde nos municípios, não sabendo que está apenas estimulando o caos nos hospitais da capital como corajosamente denunciou o médico Alan Roberto Costa Silva.

Ambulâncias estacionada no pátio do Palácio dos Leões prontas para as “procissões”.

SANTA RITA: Hilton Gonçalo antecipa 13º salário dos servidores

A Prefeitura de Santa Rita concluiu nesta quinta-feira (13), o pagamento do 13º salário de todos os servidores da administração municipal. A medida é mais uma demonstração do comprometimento do prefeito Hilton Gonçalo com o funcionalismo público e também honrando os direitos trabalhistas.

A data limite para pagamento do 13º é no dia 20 de dezembro, porém a administração municipal antecipou em uma semana, iniciando na quarta-feira (12) e concluindo nesta quinta-feira. O objetivo do prefeito Hilton Gonçalo também é garantir injeção de dinheiro na economia local, garantindo a circulação monetária e o fluxo normal do comércio.

Desde que assumiu a Prefeitura de Santa Rita, o prefeito Hilton Gonçalo tem antecipado os salários dos servidores bem como todos os direitos trabalhistas estão sendo pagos, como férias e 13º salário.

ELEIÇÕES 2020: É de um publicitário petista a ideia do projeto “Márcio Jerry prefeito-65” 19

Na avaliação do petista, que é um dos líderes da corrente Esquerda Popular Socialista (EPS), a candidatura de Márcio Jerry é viável e pode contar ainda com um nome do PT na condição de vice-prefeito numa eventual chapa liderada pelo comunista.

É do amigo, publicitário e jornalista Eri Castro, a ideia de fazer do deputado federal eleito e atual secretário de Estado da Comunicação Social, Márcio Jerry(PCdoB), candidato a prefeito de São Luis nas eleições de 2020.

Tudo começou quando da visita do ex-candidato a presidente pelo PT, Fernando Haddad, a São Luis no segundo turno da eleição presidencial, em outubro passado.

Eri teve uma agenda política com o homem forte do governo Flávio Dino logo após a caminhada com Haddad, no bairro do Anil, e apresentou a proposta para o agora deputado federal eleito.

Na avaliação do petista, que é um dos líderes da corrente Esquerda Popular Socialista (EPS), a candidatura de Márcio Jerry é viável e pode contar ainda com um nome do PT na condição de vice-prefeito numa eventual chapa liderada pelo comunista – aliás, Márcio está incluindo na enquete do Blog do Robert Lobato sobre em quem votar para prefeito de São Luis em 2020 e está atualmente com 26 votos dos leitores – a enquete encerra na próxima sexta-feira, 21.

A princípio, presidente estadual do PCdoB teria resistido ao projeto “Márcio Jerry prefeito-65” idealizado por Eri Castro, mas, ao que parece, depois de uma entrevista concedida para “amigos da imprensa”, realizada ontem, quinta-feira, 13, o comunista já vê com bons olhos tal projeto.

Teria Márcio Jerry sido picado pela mosca azul, ou melhor, pela “mosca vermelha”?

A conferir.

“Com Flávio Dino, a saúde no Maranhão está à beira do colapso”, alerta deputado Wellington

Falta de medicamentos, corrupção e desvio de recursos da saúde, demissão em massa de médicos e precariedade quanto à infraestrutura de hospitais. Essa é a descrição do sistema público de saúde no Maranhão, objeto de discussão do deputado Wellington do Curso, na Assembleia Legislativa. Entre os principais pontos, o deputado Wellington ponderou os relatos de médicos e de pacientes que não aguentam mais conviver com o descaso na saúde pública.

Ao abordar o caso, o deputado Wellington alertou a Flávio Dino que com a saúde das pessoas não se brinca e enfatizou que permanecerá firme combatendo o descaso do atual Governo.

“A saúde pública no Maranhão está à beira de um colapso. O governador Flávio Dino tem ido na contramão do que o nosso estado precisa: as UPA’s estão reduzindo os atendimentos; médicos estão sendo demitidos; medicamentos e demais insumos estão em falta. Enquanto isso, o governador insiste em fazer a propaganda de uma saúde que não existe. Em duas operações da Polícia Federal os relatórios apontam corrupção sistemática e continuada. E esses recursos que foram desviados na saúde ainda não foram devolvidos. Estamos atentos e vigilantes e não permitiremos que Flávio Dino continue brincando com saúde das pessoas”, afirmou o deputado Wellington ao alertar sobre o caos enfrentado pela população na saúde pública maranhense.

‘Ainda questionam uma mulher na cadeira principal’, diz Rachel Maia

CEO da Lacoste no Brasil afirma que ainda enfrenta dificuldade por causa do gênero e que diversidade é a saída para mudar empresas

Executiva já comandou as operações das joalherias Tiffany e Pandora no Brasil

via blog Capitu

Rachel Maia chegou ao topo. Aos 47 anos, a executiva tem uma trajetória invejável no mundo dos negócios. Já comandou as operações das joalherias Tiffany e Pandora no Brasil e, em novembro, assumiu o cargo de CEO da Lacoste, gigante do luxo que tem no País um de seus maiores mercados. O currículo impressionante é ainda mais pontuado pelo fato de que Rachel faz parte de um grupo muito restrito: o de mulheres negras com cargos de CEO em grandes empresas.

Apesar de ser uma figura estabelecida no universo dos negócios, ela afirma que não está imune ao preconceito. “Com certeza as pessoas questionam o porquê de uma mulher estar sentada na cadeira principal”, diz Rachel. “Mas aí você mostra suas qualificações e competência. A razão de eu estar sentada aqui é minha capacidade de fazer a roda girar.”

Em uma conversa com o Estado, Rachel fala sobre os desafios de ser uma mulher no mundo corporativo, e dá dicas para aquelas que querem seguir este caminho. “Capacitar-se é se empoderar.”

Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista:

A senhora já disse que, por ser uma mulher negra, representa apenas 0,4% dos CEOs de empresas globais no Brasil. Desde que virou CEO, em 2010, tem notado mudanças? Ou ainda estamos andando a passos lentos em direção a uma situação mais igualitária?

Sinto que a alta gestão, aqueles que fazem a roda girar, querem entender como tratar esse tema. Porque não é um tópico tão simples. Existe um desafio para compreender como fazer tudo isso se encaixar. É quase um quebra-cabeças. Mas eu vejo que existe abertura para montar esse quebra-cabeças.

Mas ainda estamos longe de solucionar a questão?

Existem pessoas pensantes olhando para esse tema. Se você perguntar: ‘Rachel, você já consegue ver a imagem do quebra-cabeças?’. Ainda não. Tem uma fase que fica mais fácil, que já dá para visualizar o que estamos montando. Ainda não estamos lá, mas existe essa vontade de montar.

Então as mulheres ainda enfrentam desafios no mundo corporativo?

Sim, é indiscutível. Enfrentam porque, até pouco tempo atrás, o núcleo das empresas era perfil padrão. Homens, brancos, de uma idade x, que viessem de faculdade x ou y, que falassem a língua x. E aí a mulher disse: ‘Eu também quero’. Acho que isso é muito bacana. Nós estamos procurando as ferramentas para fazer parte desse mundo.

E você? Ainda enfrenta dificuldades por ser mulher?

Ah, enfrento sim. A gente não anda com o título na testa. A gente não bate no peito e fica gritando para a recepcionista: ‘Olha, eu sou tal pessoa’. Então, naturalmente, o gênero vem antes de qualquer coisa. Com certeza as pessoas questionam o porquê de uma mulher estar sentada na cadeira principal. Mas aí você mostra as suas qualificações e competência. A razão de eu estar sentada aqui é a minha capacidade de fazer a roda girar.

O que você considera ter sido imprescindível para chegar à posição em que está hoje?

Vários desafios apareceram na minha vida e eu tinha consciência de que alguns eram maiores que eu. Mas eu buscava me qualificar e corria atrás. Com certeza já me questionei se estava preparada para tal. E está tudo certo, eu não preciso ser boa em tudo. Hoje, tenho a consciência de que sou uma boa maestra. Eu sei juntar tudo e todos e fazer com que seja uma excelente orquestra.

Então o importante é achar a área em que se encaixa e buscar capacitação?

A capacitação é a palavra-chave de tudo isso aqui. Capacitar-se é se empoderar. Primeiro, tem de querer. Não adianta vir um terceiro e falar: ‘Eu vou te empoderar’. Você tem de descobrir onde estão suas lacunas e preenchê-las. Assim, seu círculo expande e novas lacunas vão aparecer. Aí é hora de voltar para o fim da fila e começar de novo.

Por quase uma década você se manteve no topo de grandes empresas. Como consegue?

Eu já tive vontade de desistir diversas vezes. Fiz muito coaching, análise. Nunca quis lidar com meus monstros eu mesma, mas sempre contei com a ajuda de pessoas. Tive a ajuda de profissionais porque sei que não sou capaz de tudo, mas sou esforçada. Então, com pessoas ao meu lado, deu para fazer a coisa direitinho.

E como conciliar com a família e a vida pessoal? Você já tem uma filha e está adotando um menino. Como faz?

Não concilia. É desafiador. Tem de tratar bem a mente. Você realmente acaba dando menos tempo para seu filho, mas é uma opção de vida. É isso. Os 5% ou 10% que eu dou para a minha filha são com muita qualidade. E eu nem quero fazer diferente. Eu quero ser feliz e isso hoje me deixa feliz.

Como você acha que a mulher pode se comportar para chegar em papéis de liderança?

Eu acho que perceber o ambiente foi algo muito importante no meu processo de estar contemplada em ambientes que antes não tinham mulheres. Perceber o ambiente e entender a oportunidade, o momento certo de falar, de se expressar, é essencial. E, se esse momento não aparecer, tem de fazer com que ele surja. Criar oportunidade para ser vista é muito importante. Tem de armar o ambiente e se fazer presente, não pode passar despercebido.

Em situações de pressão e conflito em ambientes dominados por homens, é melhor se retrair ou avançar?

Eu acho que nem um nem outro. Muitas vezes, por exemplo, quando existia uma predominância masculina e eu era a única mulher, me pediam a resposta para alguma questão. Se eu não estava tão bem preparada para dar uma resposta com convicção de que aquilo era o esperado de mim, procurava deixar claro que ia procurar a resposta que estavam buscando. Quando você é a única do processo, óbvio que a atenção é redobrada, então é preciso prestar muito mais atenção.

Você acha que um ambiente mais diverso é efetivamente mais produtivo?

Isso é indiscutível. Hoje, nós estamos em um processo de transformação. O mesmo não vai trazer a transformação. E, se você está acostumado a buscar a resposta em cima daquilo que ontem te dava segurança, isso não funciona mais. Temos de ter pessoas disruptivas que pensem fora da casinha e que vão trazer respostas que você jamais pensaria. Se há muitas pessoas iguais ao seu redor, seu círculo não é diverso. E isso é um problema.

Você tem agido para promover essas condições de igualdade nas empresas pelas quais passou?

Sempre. Eu tenho esse olhar muito próximo a mim porque acho que, se eu pude apresentar bons resultados nas empresas onde eu passei, é porque soube ouvir o diverso. E eu não estou falando só de etnia ou gênero, acho que o diverso é muito mais amplo.

E que medidas já tomou para promover isso?

Por exemplo, eu passei por empresas em que o conselho executivo não tinha mulheres. Então, eu não podia ser a única. Eu trazia mais mulheres. Mesmo que não ocupassem o mesmo nível de diretoria, de vice-presidência. E a equidade, né? Se a pessoa é talentosa, mas não tinha inglês, por exemplo, a gente apostava dois anos nela. Você leva o conhecimento até ela. Eu sou muito atenta nessa questão da transformação e tenho convicção de que ela só vem pela diversidade, seja de pensamento, seja de atitude.

Se pudesse dar um conselho a uma mulher que quer conquistar o mundo corporativo como você, qual seria?

Sempre me perguntam isso e eu respondo a mesma coisa. Não dou conselhos porque o que é bom para mim não necessariamente vai ser bom para você. Mas acho que temos de ter atitude. Pude entender que cada um pode ter sucesso desde que faça com muita originalidade e presteza. Isso é muito claro para mim neste momento da vida. Não basta fazer mais ou menos, tem de mostrar que é o melhor naquilo.