ELEIÇÕES 2018: Eliziane Gama e PT são humilhados por Flávio Dino 16

Eliziane Gama tão somente sugeriu o nome da presidente da CUT-MA, Adriana Oliveira para primeira suplente, mas o nome da companheira foi rejeitado por Flávio Dino de forma violenta e deselegante.

A deputada federal e pré-candidata senadora Eliziane Gama (PPS) foi escorraçada do Palácio dos Leões quado foi propor ao governador Flávio Dino (PCdoB) que ajudasse na articulação para o PT indicar o seu ou a sua suplente na chapa: “Não quero o PT em nenhuma chapa. Não quero o PT na majoritária”, disse o o comunista na lata da irmã.

Segundo a fonte do Blog do Lobato, gente grande do PPS, o governador jogou pesado com Eliziane Gama dizendo que ainda não definiu quem serão os suplentes da pré-candidata, mas que pode ser qualquer um e de qualquer partido da base, menos do PT.

Eliziane Gama tão somente sugeriu o nome da presidente da CUT-MA. Adriana Oliveira, mas a petista foi rejeitada por Flávio Dino de forma violenta e deselegante.

E assim segue Eliziane Gama, favorita nas pesquisas, mas completamente tutelada pelo “O grande ditador”….

Enquanto isso, os covardes Márcio Jardim e Nonato Chocolate só observam.

Mas isso é assunto para outra postagem….

ELEIÇÕES 2018: Os registros das pré-candidaturas petistas (OU: Saudações a quem tem coragem) 2

No próximo dia 27 deste mês será o encontro do PT que decidirá qual o rumo que o partido irá tomar no estado. Isso se a direção nacional não emitir alguma resolução política sobre a situação do Maranhão até antes do encontro

O pré-candidato a governador Aníbal Lins registra o acolhimento das assinaturas dos demais pré-candidatos. Ao fundo a pré-candidata a senadora Adriana Oliveira. Márcio Jardim também teve sua pré-candidatura ao Senado oficializada.

Na noite de ontem, segunda-feira, 16, os pré-candidatos Aníbal Lins, Márcio Jardim e Adriana Oliveira tiveram as suas pré-candidaturas oficialmente registradas na sede estadual do PT.

Aníbal Lins pré-candidato ao Governo do Estado, Márcio Jardim e Adriana Oliveira pré-candidatos ao Senado Federal.

O registro dessas pré-candidaturas é uma dura derrota para o presidente estadual do PT, Augusto Lobato e do secretário Francisco Gonçalves (Direitos Humanos), ambos trabalharam arduamente para impedir os registros que não interessam ao Palácio dos Leões.

Contudo, os pré-candidatos estavam convencidos da importância do processo e conseguiram o número de assinaturas suficiente para garantir o direito de ao menos sonhar com um PT mais forte e unido no Maranhão.

Gesto solidário de Márcio Jardim

Além da determinação do sindicalista Aníbal Lins, que foi um herói ao lado de outros companheiros seus que se dedicaram de corpo e alma na busca das assinaturas, um gesto solidário marcou o dia de ontem nesse processo de registro das pré-candidaturas petistas.

Márcio Jardim assinou o documento de registro da pré-candidatura da presidente da CUT-MA, Adriana Oliveira. No que pode algo de pouca importância, na verdade representa muito para o PT no Maranhão, um partido acostumado com a conflagração entre companheiros, com um canibalismo interno constante.

Ao assinar o registro da pré-candidatura de Adriana Oliveira, o professor Márcio Jardim dá demonstração que nem tudo ainda está perdido no PT maranhense e que é possível, sim!, construir um partido minimante solidário e unido.

No próximo dia 27 deste mês será o encontro do PT que decidirá qual o rumo que o partido irá tomar no estado. Isso se a direção nacional não emitir alguma resolução política sobre a situação do Maranhão até antes do encontro.

O fato é que os três pré-candidatos, Aníbal Lins, Márcio Jardim e Adriana Oliveira estão de parabéns!

Agora é aguardar as próximas etapas do processo interno do PT.

No mais, “Saudações a quem tem coragem”.

ELEIÇÕES 2018: PT mantém pré-candidaturas ao governo e ao Senado 6

E o jogo de pressão e contrapressão entre o PT e o PCdoB segue a toda prova.

Nesta quarta-feira, 11, o sindicalista Aníbal Lins protocolou junto ao Diretório Estadual do PT, na pessoa do presidente Augusto Lobato, documento em que reitera a sua pré-candidatura a governador e aguarda resposta de um outro documento este encaminhado a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, com cópia para o ex-presidente Lula (reveja aqui).

“Protocolei agora com Augusto Lobato, reiterando minha pré candidatura e confirmando que estou regularmente filiado ao partido e por isso muito à vontade para provocar o debate a respeito dessas teses, que estão no meu manifesto inicial”, disse Aníbal Lins ao Blog do Robert Lobato.

Além da pré-candidatura de Aníbal Lins ao governo, o professor Márcio Jardim também resolveu manter a sua pré-candidatura ao Senado Federal e articula apoio junto à cúpula nacional petista para se viabilizar.

Na semana passada, correu notícias sobre suposta desistência de Márcio Jardim do projeto de senador, mas o professor não só garante que mantém a pré-candidatura como divulgou documento comprobatório da sua desincompatibilização, conforme print abaixo.

A aliados mais próximos, Márcio Jardim tem dito que covardia não tem morada no seu coração e que poderia ainda estar no governo com bom salário e numa condição confortável. O pré-candidato lembra ainda que ficou por mais de 2 anos na condição de primeiro suplente de deputado federal no primeiro mandato de Lula, mas nunca fez qualquer movimento para assumir de qualquer jeito – o primeiro suplente foi Washington Oliveira, atual conselheiro do TCE-MA, que assumiu o mandato no lugar do então titular do cargo Remi Trinta.

De fato, em 2002 Márcio Jardim obteve cerca de 20 mil votos para deputado federal, o que para época foi uma votação extraordinária para um jovem petista que fez campanha sem qualquer estrutura material ou financeira.

A verdade é que o PT mantém não apenas a pré-candidatura ao governo de Aníbal Lins, mas também ao Senado Federal com Márcio Jardim e a simpática e brava Adriana Oliveira, presidente da CUT-MA, que é bancada pelo que está sendo chamado de “Comando do TCE”.

Mas isso é assunto para outra postagem.

Em tempo: O professor Nonato Chocolate desistiu da pré-candidatura a senador depois de aceitar o convite do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) para assumir a Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa).

SENADO 2018: Projeto político ou oportunismo de algumas mulheres do PT? 2

O movimento pró-Adriana acaba por enfraquecer ainda mais a relação entre o PT e o governo, pois sabe-se que o Palácio dos Leões já tem seus candidatos ao Senado Federal. E isso é tudo que os comunistas querem, ou seja, mostrar que se nem o PT se entende internamente como é querer vaga na chapa majoritária liderada por Flávio Dino.

Um grupo de mulheres do PT maranhense lançou o nome da presidente da CUT, a sindicalistas Maria Adriana Oliveira, como pré-candidata a senadora.

Até aí nada demais e é legítima a atitude de parte dessas meninas do PT, que é liderada pelas mesmas forças foram os responsáveis pelo racha na corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), levaram algumas vantagens via o vereador de São Luis, Honorato Fernandes, além de sinecuras e outros penduricalhos do Governo do Estado (Agência Estadual de Mobilidade de Urbana – MOB) em troca de darem a vitória ao atual presidente do PT Augusto Lobato e, assim, derrotar deputado Zé Inácio no último PED.

Ocorre que a legitimidade do grupo esbarra no que pode ser mero oportunismo por parte das moças. Explico.

Ora, o PT possui dois pré-candidatos ao Senado que são os professores Nonato Chocolate e Márcio Jardim, cujos registros foram feitos no início do ano. E ambos defendem uma posição mais autônoma do PT em relação ao governo.

Ao lançarem o nome de Adriana Oliveira, o grupo de mulheres parece apostar não na viabilidade política e eleitoral da petista, mas na luta interna para levar o partido a mais um desgaste desnecessário. Aliás, esse movimento parece mais uma invenção do que realmente uma proposta política, até porque nem a própria Adriana demonstra lá muita empolgação com nesse projeto.

Isso sem falar que o movimento pró-Adriana acaba por enfraquecer ainda mais a relação entre o PT e o governo, pois sabe-se que o Palácio dos Leões já tem seus candidatos ao Senado Federal. E isso é tudo que os comunistas querem, ou seja, mostrar que se nem o PT se entende internamente como é querer vaga na chapa majoritária liderada por Flávio Dino.

Outro aspecto importante é que nem todas as mulheres do PT apoiam esse projeto, a exemplo de ex-deputada federal Terezinha Fernandes e outras.

Sobre essa pré-candidatura de Adriana, uma fonte do PT revelou ao Blog do Robert Lobato: “Washington [ex-vice-governador Washington Oliveira, atual concelheiro do TCE-MA) e Zé Carlos [deputado federal] só se uniram nesse projeto [Adriana senadora] para não dividir o Fundo Partidário com uma possível candidatura majoritária, pois sabem que no máximo Adrina pode vir a ser suplente de Weverton Rocha”.

O fato é que chega a ser até uma maldade o que estão fazendo como a presidente da CUT, Adriana Oliveira.

Não só expõem a companheira como o próprio PT…