Por que no Brasil nunca terá uma revolução. (OU: Enquanto não faltar chope, samba, feijoada, futebol e cachaça a vida segue sem crise)

O Brasil é único. Não é por acaso que o maestro Antônio Carlos Jobim dissera coisas do tipo: “O Brasil não é para principiantes” e “O Brasil é de cabeça para baixo e, se você disser que é de cabeça para baixo, eles o põem de cabeça para baixo, para você ver que está de cabeça para cima”.

Entre crises e mais crises uma certeza: nunca haverá revolução neste país. Povo espirituoso como o nosso não faz revoluções.

Essa crise de abastecimento de combustível mostra o quanto o brasileiro consegue brincar até com a sua desgraça. Um povo assim não faz revolução jamais!

A nossa criatividade é extraordinária e isso perfeitamente visível nas redes sociais através de memes sobre a greve dos caminhoneiros.

Que gasolina, etanol, diesel que nada: o combustível que move é o humor.

O país pegando fogo e sequer um único som de panela. Panelas e paneleiros mudos!

O Brasil é único. Não é por acaso que o maestro Antônio Carlos Jobim dissera coisas do tipo: “O Brasil não é para principiantes”“O Brasil é de cabeça para baixo e, se você disser que é de cabeça para baixo, eles o põem de cabeça para baixo, para você ver que está de cabeça para cima.”

Se é verdade que nunca haverá revolução neste país, também é verdade que a nossa passividade diante tantas merdas que acontecem neste pedaço do planeta chega ser assustadora.

E assim é o nosso Brasil.

E assim é o povo brasileiro.

Enquanto não faltar chope, samba, feijoada, futebol e cachaça a vida segue sem crise.

Viva o Brasil!

SOBRE REALEZAS: Lady Di e Charles (OU: O verdadeiro conto fadas) 6

Mais do que o casamento entre Charles e Diana, o verdadeiro conto da fadas foi a relação extraconjugal do príncipe com a sua amante Camila. Não é fácil, imagino eu, trocar uma bela e jovem loira por uma velha sem graça e que foge completamente aos padrões de beleza

Permitam, meus caros leitores, sair um pouco do enfadonha pauta da política e comentar sobre um assunto que ganhou a mídia internacional nos últimos dias, qual seja a família real britânica a partir do casamento do príncipe Harry e a americana Meghan Markle.

Porém, não é especificamente sobre o casamento dos pombinhos reais Herry e Meghan  que vou tratar nestas mal traçadas linhas, mas sobre o relacionamento entre o pai de Herry, o príncipe Charles, e sua mãe, a legendária princesa da Diana.

Saio em defesa de Charles. E digo o porquê.

A princesa Diana virou um mito. Linda, carismática, humilde e dedicada às causas que dão sentido à vida, Lady Di conquistou o mundo com a sua simplicidade. Particularmente, sou fã da finada princesa.

Porém, vejo muita injustiça no que a mídia fez e faz com o herdeiro do trono da monarquia britânica, o príncipe Charles. É que santificaram a princesa e demonizaram o príncipe.

E para não parecer que seja machismo da minha parte, cito trechos de um texto da saudosa Heloneida Studart, mulher e feminista, que escreveu um dos mais belos artigos sobre relação de amor. Acompanhe. Volto em seguida.

Não me interesso por reis, nem os do baralho.

Mas como me interesso pelo amor e, principalmente, por histórias de amor, não pude evitar o envolvimento diante do final feliz da saga amorosa do príncipe Charles, herdeiro do trono da Inglaterra e daquela senhora de meia-idade, Camila Parker sua eterna namorada.

Trinta e quatro anos de dificuldades de toda ordem, imposições da família real, intrometimentos da igreja, casamentos com pessoas diferentes, cerimônias espetaculares (o casamento com Lady Di foi um dos eventos de maior pompa que o mundo já viu), e o amor dos dois lá, brilhando como a luz do sol.

O romance do feio e desengonçado filho da rainha Elizabeth com a feiosa Camila tinha fortes raízes eróticas, como mostrou o telefonema gravado de um diálogo entre os dois (“eu queria ser um tampax”).

Não valeu o tempo, não importaram as rugas e as pelancas.
O mundo inteiro, convertido aos mitos de beleza da juventude, torceu para que ele amasse a formosa Diana.

No entanto, o príncipe desengonçado só amou a sua bruxinha, com aquela cara amassada e cheia de marcas.

Camila Parker é uma vitória do amor sobre os estereótipos de nosso tempo.

Comigo de novo
Relações a dois nem sempre é como parece nos retratos ou, para ser mais moderno, nos selfies.

Esse caso do príncipe Charles e Diana – e a Camila “comendo e sendo comida por fora” – mostra que nem sempre os esteriótipos convencionais prevalecem.

Mais do que o casamento entre Charles e Diana, o verdadeiro conto da fadas foi a relação extraconjugal do príncipe com a sua amante Camila. Não é fácil, imagino eu, trocar uma bela e jovem loira por uma velha sem graça e que foge completamente aos padrões de beleza.

Mas, quem sabe da gente é a gente. No caso específico, quem sabe do Charles é o Charles!

A princesa Diana já não está mais entre nós. Morreu tragicamente junto com o seu amante, o bilionário Dodi al Fayed. Provavelmente estava feliz ao ter se “libertado” dos protocolos da realeza britânica.

Entre trocas de “chifres reais”, tanto Diana quanto Charles ao final foram felizes, pois souberam e tiveram a coragem de reconhecer que a falência do amor que sentiam um pelo outro era um fato.

Enfim, o príncipe ainda está vivo. Deve herdar o trono da monarquia e reinar a Grã-Bretanha por alguns anos.

Ao lado da mulher que sempre amou.

Isso sim é um conto de fadas!

Advogado ostentação, preso na Operação Lava Jato, perde ação contra o blog (OU: A vitória da competência) 6

O Blog do Robert Lobato agradece profundamente a dedicação com que o amigo e advogado Alex Ferreira Borralho se dedicou a uma causa que não somente deste blogueiro, mas da Liberdade de Expressão.

Willer Tomaz de Souza, conhecido como “advogado ostentação”, com clientes milionários em todo o país e grande relação de amizade no Poder Judiciário, que conseguiu colocar no seu currículo o status de prisoneiro da Operação da Polícia Federal durante a deflagração da “Operação Patmos”, uma subsidiária da Lava Jato, e envolvido na delação do empresário Joesley Batista, dono da JBS, processou o titular deste blog no âmbito da Justiça do Distrito Federal, solicitando a retirada de postagem e indenização por danos morais, em decorrência de matéria publicada na data de 22 de novembro do ano de 2017, com título “NÃO PÔDE COM O POTE: Weverton Rocha devolverá Sistema Difusora à família Lobão”. Dentre as linhas noticiadas na referida matéria, e que irritou Willer Tomaz, estão as seguintes: a) Willer seria “operador dos famigerados” Joesley e Wesley Batista; e b) que Tomaz ainda estaria “recolhido no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal.”

Entendendo que não ocorreu qualquer exorbitância do direito de informar, considerando que a matéria foi noticiada com evidente cunho informativo, sendo a manifestação do pensamento livre, bem como a expressão de atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, conforme a garantia prevista nos artigos 5º, incisos IV e IX e 220, da Constituição Federal, procurou o Blog do Robert Lobato defender judicialmente a sua liberdade de expressão, que constitui um fundamento essencial da sociedade democrática.

Para tanto, o o Blog do Robert Lobato contratou o jovem e talentosa advogado Alex Ferreira Borralho, que sustentou em sua peça defensiva que a postagem que ensejou a ação judicial “se manteve dentro dos limites do normal exercício da liberdade de imprensa, seja pela proporcionalidade entre as críticas e a gravidade dos fatos, notórios, subjacentes e que deram sentido às mesmas críticas” tendo tais fundamentos sido acolhidos em sentença prolatada pela juíza Giselle Rocha Raposo, que registrou que “levando em consideração os fatores citados, a matéria jornalística publicada pelo réu ostenta, em minha avaliação, caráter eminentemente informativo, em que se faz presente, inquestionavelmente, uma dimensão de interesse público”, assim como, que não verificou “ato ilícito ou abusivo capaz de fundamentar a retirada da matéria do blog ou indenização por danos morais.”

Essa não é a primeira vez que o advogado Alex Ferreira Borralho e Willer Tomaz de Souza se enfrentaram juridicamente em uma ação judicial.

Em uma outra demanda judicial, desta feita formalizada no Supremo Tribunal Federal (STF), Tomaz foi derrotado por Borralho, que também teve todos os seus argumentos acolhidos pelo Ministro Luiz Fux (Relator), dando ensejo a extinção e arquivamento do processo.

O Blog do Robert Lobato agradece profundamente a forma com que o amigo e advogado Alex Ferreira Borralho se dedicou a uma causa que não somente deste blogueiro, mas da Liberdade de Expressão.

Valeu, amigo!

Há um apelo para que elites se juntem em torno de um projeto. Mas, que elites? 2

Para o debate democrático.

‘Projeto nacional’

William Waack, O Estado de S.Paulo

Sempre um hábil piadista, consta que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso encontrou-se recentemente com um arcebispo brasileiro em jantar. “Seu nome eu conheço bem”, teria dito o sociólogo ao prelado. “Mas não é curioso que a gente não se lembre do nome praticamente de mais nenhum bispo ou cardeal?” E acrescentou, enquanto a ironia ocupava o recinto: “Mas tem sido assim também com os generais, com os empresários – a gente não lembra de muitos deles”.

Fernando Henrique tem sido lembrado nos últimos dias como o autor do mais recente apelo para que grupos de liderança, especialmente políticos, se unam em torno de uma plataforma democrática e reformista – interpretada precipitadamente por alguns como “união do centro” quando, me parece, é muito mais abrangente. No fundo, é um apelo para que elites se juntem em torno de um projeto. Mas, que elites?

Na insuperável descrição de “elites brasileiras”, publicada aqui no Estado no último sábado por Bolívar Lamounier, o que temos não é nada remotamente parecido com o que os livros de sociologia designam como elites. “Temos, isso sim, corporações, grupos de interesse, setores aguerridamente engalfinhados, cada um querendo sua parte no erário”, escreveu Bolívar. Quando, em recentes tempos, houve algo parecido a uma união em torno de um projeto, boa parte dessas elites comprou o projeto do… PT.

Não estou falando das empreiteiras envolvidas na Lava Jato, nem dos tais “campeões nacionais” igualmente enrolados em propinodutos em troca de acesso a crédito barato e proteção de mercados. Refiro-me a vários exemplos de empresários que achavam que instalar um escritório de assessoramento de gestão no 3.º andar do Planalto ajudaria a dar um “choque administrativo” na coisa pública – sem perceber, ou fazendo de conta que não percebiam, que a máquina de aparelhamento montada pelo PT e seus associados (como o MDB) era, sobretudo, um formidável instrumento de assalto ao cofre público.

Para mencionar um item no centro do noticiário dos últimos dias, com a Venezuela não foi diferente: a entrada do embuste chavista no Mercosul por uma molecagem diplomática da qual o Brasil participou foi acolhida como positiva para os negócios. Talvez alguns que celebraram as “oportunidades” que Chávez sugeria em 2012 se lembrem desse entusiasmo agora que são vítimas de calotes. Por outro lado, entende-se que qualquer um que enfrente o cipoal tributário, regulatório, trabalhista e jurídico brasileiro acabe pensando se não é melhor empenhar-se em ser amigo do rei.

“Projeto nacional” é uma expressão associada ao último regime militar, que o entendia sobretudo como ocupação do espaço físico, crescimento econômico e projeção regional de poder. Se “leio” corretamente o que me parece que desponta em alguns grupos de liderança setoriais, sobretudo os mais jovens, “projeto nacional” hoje começa a ter uma acepção mais “cultural” e de grande amplitude, no sentido de se desenrolar uma narrativa política que se oponha ao exclusivismo (e vitimismo) de grupos apegados a políticas identitárias cegas a qualquer outro tema de maior abrangência.

No fundo, considerando o tamanho do desastre no qual nos enfiamos como consequência sobretudo da adesão a ideias profundamente equivocadas, compartilhadas também por “elites”, não posso excluir (é a minha esperança, na verdade) que da presente crise surja um “projeto” diferente e antagônico ao “modelo” do período do lulopetismo, mas não só dele. Para continuar na linha da piada do Fernando Henrique, seria um projeto em busca de elites.

SENADO 2018: Fogo amigo contra Eliziane Gama? 6

Enquanto os “inimigos íntimos” de Eliziane conspiram contra a sua pré-candidatura, ela segue consolidando e ampliando a sua caminhada rumo à Câmara Alta do Congresso Nacional

A imagem acima circulou pelas redes sociais, principalmente em grupos de WhatsApp.

De imediato gerou uma discussão a partir de quem interessaria pichar os muros da cidade de Timon com frases que visam claramente atingir o projeto da deputada federal Eliziane Gama (PPS) rumo ao Senado Federal.

Pelo que o Blog do Robert Lobato pôde observar nas discussões dos grupos de WhatsApp, a principal suspeita recai sobre “aliados” da irmã ligados ao Palácio dos Leões, mas precisamente dos que ainda insistem com a candidatura de senador do deputado estadual Bira do Pindaré (PSB).

Mas, enquanto os “inimigos íntimos” de Eliziane conspiram contra a sua pré-candidatura, ela segue consolidando e ampliando a sua caminhada rumo à Câmara Alta do Congresso Nacional, como mostra o blog do colega Marco D’Eça.

Confira AQUI.

Vaquinha virtual eleitoral

Por Flávio Braga

A reforma eleitoral de 2017 introduziu o mecanismo do financiamento coletivo (crowdfunding eleitoral) como modalidade de arrecadação de recursos para as campanhas eleitorais. De acordo com a Lei das Eleições, as instituições que promovam técnicas e serviços de financiamento coletivo por meio de sítios na internet, aplicativos eletrônicos e outros recursos similares, podem oferecer a contratação dessa prestação de serviço, desde que observados os comandos legais e as instruções da Justiça Eleitoral.

Nesse passo, o Tribunal Superior Eleitoral editou a Resolução TSE nº 23.553/2018 para regulamentar a arrecadação de recursos, os gastos eleitorais e a prestação de contas das eleições de 2018. A doação pela modalidade de financiamento coletivo encontra-se disciplinada no artigo 23 da mencionada resolução.

A ferramenta do crowdfunding eleitoral deve ganhar adesão expressiva por causa da proibição de doações empresariais na eleição deste ano. Por meio desse instrumento o cidadão pode se engajar na campanha eleitoral e contribuir financeiramente para o candidato da sua preferência. De acordo com o presidente do TSE, ministro Luiz Fux, “a possibilidade de impulsionar o seu candidato, através do voto e do financiamento, gera no eleitor o desejo da vitória, a sensação de disputa e de que está integrado ativamente no processo eleitoral”.

A partir do dia 15 de maio os pré-candidatos estão autorizados a utilizar a arrecadação prévia de recursos para campanha eleitoral. No entanto, estão proibidos de pedir votos durante a divulgação desse modelo de financiamento.

Os pré-candidatos donatários só receberão o repasse dos recursos após a apresentação do requerimento de registro de candidatura, a inscrição no CNPJ eleitoral e a abertura de conta bancária específica para registrar a movimentação financeira da campanha. Se o registro não for efetivado, as entidades arrecadadoras deverão devolver os valores arrecadados aos respectivos doadores.

As doações são limitadas a 10% dos rendimentos brutos auferidos pelo doador no ano-calendário de 2017. A doação acima desse limite sujeita o infrator ao pagamento de multa no valor de até 100% da quantia em excesso.

Por fim, não se pode olvidar que, no pleito deste ano, os partidos disporão de 2,6 bilhões provenientes de recursos públicos. Esse montante corresponde ao somatório do Fundo Partidário (888,7 milhões) e do Fundo Eleitoral (1,7 bilhão). Além disso, as emissoras de rádio e televisão têm direito a compensação fiscal pela cedência do horário eleitoral gratuito.

PINDARÉ-MIRIM: Dr. Leonardo Sá prestigia da 4ª edição da Cavalgada do Cabeça Branca 6

Na manhã do último domingo (20), aconteceu em Pindaré-Mirim a 4ª edição anual da Cavalgada do Cabeça Branca que já é tradição no município. Conhecida e comentada em todo Maranhão, a atividade recebeu centenas de amazonas e cavaleiros de várias cidades do estado que percorreram as ruas de Pindaré até o destino final no Parque Surpresa.

Dr. Leonardo Sá é pré-candidato a deputado estadual e foi convidado a prestigiar e participar da cavalgada este ano, acompanhado do Dr. Alexandre Colares e do pré-candidato a deputado federal Junior Lourenço, que fizeram todo o trajeto da cavalgada juntos a frente dos cavaleiros levando as bandeiras de Pindaré, do Maranhão e do Brasil que representavam mudança, desenvolvimento e principalmente a grande vaqueirama do país.

Em entrevista ao jornal local Dr. Leonardo falou sobre a importância do incentivo à cultura da vaqueirama: “me sinto lisonjeado por estar aqui, e agradeço pelo convite de participar deste evento lindo, me surpreendi com a organização e acho muito importante que um evento deste aconteça e sobreviva anos após anos mesmo com a evolução da tecnologia, porque é uma demonstração muito bonita da cultura nordestina, amazonas e cavaleiros, toda a vaqueirama em geral estão de parabéns por ajudarem a se manter viva essa história que todos conhecem e amam que é a cavalgada símbolo da vaquejada, como nordestino que sou agradeço, muito obrigado”, agradeceu Leonardo.

A 4ª edição da Cavalgada do Cabeça Branca bateu recorde de participantes este ano, que acompanharam a cavalgada em motos, carros e até a pé. A organização da cavalgada é do vereador Antônio Martins que incentiva a ideia como uma forma de homenagear seu falecido pai.

O DIA SEGUINTE: A reação raivosa e desesperada dos governistas ao anúncio da pré-candidatura de Roseana Sarney 18

Uma reação pra lá de estranha, já que uma semana antes de Roseana reafirmar que irá disputar o pleito de 2018, os governistas/comunistas soltaram foguetes pelos quatro cantos por conta de uma mais pesquisa em que Flávio Dino aparece com mais de 60% dos votos vencendo, portanto, a eleição em primeiro turno.

O Governo do Estado reagiu de forma raivosa ao anúncio oficial da pré-candidatura de Roseana Sarney (MDB) ao governo do Maranhão.

Basta uma visita rápida pela blogosfera chapa branca – e tem ser rápida mesmo para evitar ânsia de vômito – para vermos que os governistas acusaram o golpe desgraçadamente!

Os blogs mantidos pelos calabouços do Palácio dos Leões, alguns deles, dizem, obrigados por contrato a passar a login e senha de acesso para os chefes da Secom, dedicaram postagens e mais postagens não para analisar o ato em que Roseana afirmou ser pré-candidata a governadora, mas para atacá-la, atacar a sua família e aliados políticos.

Uma reação pra lá de estranha, já que uma semana antes de Roseana reafirmar que irá disputar o pleito de 2018, os governistas/comunistas soltaram foguetes pelos quatro cantos por conta de uma mais pesquisa em que Flávio Dino aparece com mais de 60% dos votos vencendo, portanto, a eleição em primeiro turno.

Ora, para quem goza de índices de intenção de voto tão generosos não pode se incomodar com um mero anúncio de pré-candidatura de quem só reúne “velhos” e “acusados pela Lava Jato”.

A não ser que o desespero bateu às portas do Palácios dos Leões e nem as famosas pesquisas tabajaras são mais capazes de enganar o povo.

Que seja bem-vindo o segundo turno.

O Maranhão agradece!

ELEIÇÕES 2018: Vem aí, um nome “Nobre” da cultura para a Assembleia Legislativa do MA 14

O petista Armando Nobre quer oferecer os seus 26 anos dedicados à causa da cultura como músico, professor, pesquisador, ao julgamento popular e assim concorrer a uma vaga de deputado estadual nas eleições de 2018.

As eleições de 2018 no Maranhão terá presença de uma opção para os amantes e militantes da cultura, principalmente da cultura popular.

Trata-se de Armando Nobre, que está colocando o seu nome como pré-candidato a deputado estadual pelo PT.

Ex-presidente do Conselho Estadual de Cultura e do Fórum Nacional de Conselhos de Cultura, Armando Nobre, 38 anos, é assíduo militante das causas da cultura do Maranhão. Um típico caso de quem carrega o DNA cultural nas veias!

Armando afirma que, a princípio, não tinha pretensões de entrar na política, mas a decisão de disputar uma vaga no Legislativo Maranhense nasceu pelo sentimento de que a sociedade anseia por mudança da cena política atual, e que todos os valores que aprendeu no movimento cultural, com a experiência como músico, professor, pesquisador, e de todos esses 26 anos dedicados à causa da cultura, devem ser convertidos em trabalhos na vida pública.

“Quero fazer política para contribuir, não para dilapidar. Quem milita na cultura o faz por paixão, porque acredita que a cultura é transformadora, pois ela mexe não apenas com a mente das pessoas, mas principalmente com o coração”, assegura.

Armando Nobre durante reunião com a equipe de coordenação da pre-campanha.

O pré-candidato petista diz ainda que a política atual precisa de novas práticas e que estaria forçando a algo positivo e pedagógico, caso eleito deputado estadual, já que não é filho de político e que não ostenta alto patrimônio financeiro.

“Não venho de uma família de políticos e nem sou rico. O que me move é a carência do povo por novas práticas e conceitos políticas, além da necessidade do movimento cultural precisar de um legítimo representante na Assembleia Legislativa do Maranhão”, afirma.

Projetos

Armando Nobre acredita na reeleição de Flávio Dino. O jovem petista diz que está preparado e cheio de energia para contribuir na base de sustentação do governo no parlamento a favor de projetos voltados para a valorização da cultura maranhense, dos projetos de transversalidade entre cultura e educação (que não podem ser dissociadas), da descentralização dos equipamentos culturais (a maioria estão na capital de São Luís), como Teatros, Espaços Multiculturais, Escolas de Música com ensino Técnico, e maior aporte financeiro para o fomento que alcance o maior número de municípios.

O petista aposta no diálogo com os movimentos sociais e culturais para conseguir os votos necessários para sua eleição ao parlamento maranhense.

Um dos projetos que o mesmo pretende defender é a criação das Superintendências Regionais de Cultura. Armando Nobre explica:

“Temos um estado de dimensões imensas, onde vários de nossos municípios estão bem distantes da nossa capital onde está fixada a nossa secretaria de cultura, com a criação das Superintendências Regionais de Cultura teremos uma aproximação maior com os fazedores de cultura, e dessa forma, deixá-los mais próximos e informados das políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Estado, e auxiliando-os em buscar e/ou apresentar projetos por meio de editais ou outros mecanismos que estão disponíveis como a lei de incentivo à cultura”.

Armando Nobre é formado em Administração Pública, Pós-Graduando em Gestão Cultural e também formando no curso de Música da Universidade Estadual do Maranhão – UEMA.

Com certeza está credenciado a disputar uma das 42 cadeiras do parlamento maranhense.

ELEIÇÕES 2018: Os discursos dos sarneysistas sobre Flávio Dino 14

Mas saiu da boca do deputado federal Sarney Filho talvez a maior das verdades entre os discursos proferidos na “Sarneyland”, mansão da família localizada ali, no bairro do Calhau.

Ontem, 21, durante anúncio oficial da pré-candidatura de Roseana Sarney ao governo do Maranhão, as principais lideranças do grupo disseram algumas verdades sobre o governador Flávio Dino e o sua gestão.

A própria Roseana, o mano Sarney Filho e o senador Edison Lobão, foram duros nos seus pronunciamentos, mas não faltaram com a verdade ao avaliar a personalidade política do governador comunista.

A agora pré-candidata afirmou em alto e bom tom que Flávio Dino é um “ditador”.

“Ele tem uma rejeição muito grande, porque ele não é essa pessoa que se fez passar na eleição passada. Que era um ex-juiz, uma pessoa honesta, um deputado, um democrata, que trabalhava pelo Maranhão. Não existe isso. Ele é um ditador, ele persegue as pessoas. Persegue as pessoas humildes e os grandes também”, disparou.

O senador Edison Lobão, por sua vez, afirmou que ““O Maranhão elegeu uma mentira. Erramos, e porque erramos estamos pagando o preçotira”. E depois arrematou: “o povo foi iludido uma vez [por Flávio Dino], mas não será iludido uma segunda”.

Mas saiu da boca do deputado federal Sarney Filho talvez a maior das verdades entre os discursos proferidos na “Sarneyland”, mansão da família localizada ali, no bairro do Calhau. Disse Zequinha: “A entrada da Roseana na disputa é culpa do governador Flávio Dino. Quem fez Roseana candidata foi o péssimo governo Flávio Dino”. Perfeito, o mano!

De fato, os planos de Roseana Sarney, depois que deixou o governo em 2014, era curtir as brisas do litoral Leste dos Estados Unidos na companhia do maridão Jorge Murad e dos netos.

Contudo, como o atual governador nunca desceu do palanque, nunca focou no presidente e apontou para o futuro, preferindo governar olhando fundamentalmente para o passado e todo ato oficial de governo o nome mais citado é dos Sarney, claro que Roseana, seus familiares e o grupo como um todo se sentiram convidados a entrar para disputa de 2018 ao Palácio dos Leões.

E para animar ainda mais o espírito da “Branca”, eis que chega as suas mãos uma pesquisa que a coloca no centro da disputa com chances reais de levar a eleição de governador para o segundo turno.

Agora Flávio Dino que se segure…