Senador Roberto Rocha quer recuperar a Lagoa da Jansen pela CODEVASF

Empresa pública federal já tem atuado no restante do Maranhão em áreas de revitalização e conservação hídrica e ambiental

O Governo Federal deve editar, nos próximos dias, uma Medida Provisória contendo uma emenda do senador Roberto Rocha (PSDB-MA) para incluir a Ilha de São Luís na área de atuação da Codevasf. Na última quarta-feira,16, o parlamentar maranhense esteve em audiência com o ministro da Integração Nacional, Antônio de Pádua, e avançou sobre o assunto. Até a próxima segunda-feira, o texto da emenda será entregue na Casa Civil do Palácio do Planalto.

“Assim que a legislação se adequar, a Codevasf poderá também atuar na capital, e eu e os demais colegas parlamentares, tanto da Câmara quanto do Senado, teremos condições reais de viabilizar recursos federais, por exemplo, para elaborar projetos e promover ações e obras de revitalização da Lagoa da Jansen, que deixou de ser um cartão postal já algum tempo e se transformou em águas poluídas e impróprias”, afirmou o senador.

Além de obras para recuperar a lagoa em São Luís, a empresa pública também realiza a implementação de infraestrutura de irrigação, apoia produtores de pesca e aquicultores, monitora ações de preservação ambiental, recuperação dos rios e bacias, protege nascentes, constrói barragens, controla processos erosivos, além de realizar a compra de equipamentos e maquinários pesados.

“Desde o ano passado, a Codevasf já está operando em praticamente todo território maranhense, graças a uma lei federal aprovada de nossa autoria. E por causa disso, já consegui distribuir uma série de veículos, tratores e maquinários de todo tipo a diversas associações rurais pelo interior do Maranhão”, destacou o senador Roberto Rocha.

DIQUES DA BAIXADA
A implantação de diques na Baixada Maranhense, ao longo da Baía de São Marcos, também foi tema da audiência do senador o ministro. O parlamentar solicitou que sejam realocados os projetos e as execuções das obras no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

“Essa obra gigantesca vai beneficiar diretamente milhares de maranhenses na região mais pobre do estado e do Brasil. Vamos transformar os trabalhadores que moram na Baixada em um dos maiores produtores de alimentos do Maranhão”, disse o senador.

O sistema de diques vai proteger os campos e os lagos, impedindo que a água do mar penetre nas áreas de água doce. Assim, ele pretende melhorar a atividade econômica da região, gerando milhares de empregos às famílias da baixada e, principalmente, mudando o quadro social da região mais carente do estado.

MORROS: Prefeito participa do lançamento do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos

O prefeito de Morros, Sidrack Feitosa juntamente com gestores de outros 13 municípios que compõem a Região Metropolitana da Grande São Luís (RMGSL), participou nesta terça-feira (17), do Seminário de Lançamento do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos da Região Metropolitana da Grande São Luís. O evento aconteceu no auditório do Palácio dos Leões, e contou ainda com a presença de secretários de Estado e representantes de entidades de classe e da sociedade civil.

A abertura do Seminário, foi realizada pelo presidente da Agência Executiva Metropolitana (AGEM), Lívio Jonas Mendonça Corrêa que destacou a importância do Plano para a integração e gestão de resíduos na Região Metropolitana. “O documento será um norteador de ações para os 13 municípios que compõe a Região e por essa razão precisa da participação efetiva de todos”, completou.

Para o prefeito Sidrack que vem participando de todo o processo desde a concepção da Região Metropolitana, até a sua aprovação, os avanços já alcançados significa se aproximar cada vez mais das soluções conjuntas para destinação adequada não apenas do lixo, como também fomentar mecanismos que possibilitem a geração de recursos por meio dele.

“Sabemos que o lixo sempre vai existir e com perspectiva de aumento, porém a formatação do plano prevê exatamente soluções sustentáveis que não apenas dê uma destinação ao volume como também suscite meios de reaproveitamento para geração de renda”, avaliou o prefeito.

Projeto

O Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos da Região Metropolitana de São Luís, define as políticas e estabelece as diretrizes para a gestão integrada de resíduos sólidos na RMGSL. O Plano inclui cinco etapas, sendo a primeira delas, o diagnóstico, seguido do prognóstico e estudo de alternativas, em seguida o estudo de viabilidade da implementação da alternativa selecionada e diretrizes para educação ambiental da comunidade, estratégias de implementação, capacitação, difusão e promoção do Plano. E finalmente a quinta e última fase é a conclusão do Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos e preparação dos produtos em sua forma definitiva.

FAMEM viabiliza auxílio para municípios através da tecnologia de filtragem de água

Joaquim Neto expõe aos prefeitos sobre seu invento

Premiado internacionalmente, o médico veterinário Joaquim Neto, atualmente exercendo o cargo de secretário municipal de Educação de Rosário, participou, na última quinta-feira (12), de reunião na sede da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), em São Luís.

Na oportunidade, prefeitos e prefeitas de várias regiões do estado, além de representantes do governo maranhense e da Defesa Civil, discutiram estratégias para amenizar o sofrimento de moradores de várias cidades que foram alvos das enchentes.

Joaquim Neto, que é inventor, se colocou à inteira disposição da entidade, presidida pelo prefeito Cleomar Tema, no sentido de levar para os municípios atingidos tecnologia desenvolvida por ele e que consiste na implantação de equipamentos que filtram água contaminada e a transforma em líquido potável para o consumo humano.

A ideia foi prontamente aceita por Cleomar Tema, que hipotecou apoio ao projeto, além de ter destacado aos gestores municipais a importância de tal tecnologia, já testada e aprovada.

Cleomar Tema sugeriu aos seus colegas prefeitos que também adotem as medidas necessárias para a decretação do estado de emergência, identificando número de desabrigados, prédios públicos e privados danificados e que recorram de imediato à Defesa Civil.

De acordo com ele, a decretação do estado emergência faz-se necessária com o objetivo de fazer com que as prefeituras atingidas estejam aptas a receber recursos federais e estaduais.

Em 1994, durante um surto de cólera no Maranhão, ele apresentou seu invento, ajudou na eliminação do problema, foi alvo de uma vasta matéria do Fantástico da TV Globo e seu invento foi adotado pela Universidade de São Paulo (USP). Posteriormente foi premiado no Brasil e no exterior.

Ecos da Baixada, literatura e política

Se é verdade que os “gritos” em forma de letras contidos no livro Ecos da Baixada ecoaram pelo Maranhão afora, não é menos verdade que eles precisam ecoar também na política para que possam, além de ser ouvidos, atendidos nos seus legítimos pleitos

Não sei ao certo se a expressão “noite de gala” cabe para expressar o grandioso evento que foi o lançamento do livro Ecos da Baixada, ocorrido ontem, terça-feira, 14, na sede da Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB).

De qualquer forma, foi uma noite histórica para literatura maranhense e para os amantes das coisas simples, mas que dão sentido à vida. Aliás, simplicidade é uma marca do povo baixadeiro.

O livro foi organizado pelo escritor Flávio Braga e reúne textos de 32 coautores, naturais ou vinculados afetivamente à Baixada Maranhense, e conta através de artigos, crônicas, poesias etc, casos e causos referentes esse pedaço de terra que é um dos mais e belos ricos do estado.

No clássico “Os Sertões”, Euclides da Cunha escrevera: “O sertanejo é, antes de tudo, um forte”. Parodiando o imortal da Academia Brasileira de Letras, pode-se afirmar que “O baixadeiro é, antes de tudo, um forte”. Sim, pois viver naquelas brenhas entres rios, lagos e campos precisa ser realmente forte, macho, fêmea!

Há uma sensação de que já passa da hora de apenas escrever, filosofar e poetizar sobre a Baixada Maranhense. É hora do “fazer” pela Região!

E só é possível fazer algo pela Baixada se for através da política, mas política assim, com “P” grande.

Para tanto, os baixadeiros precisam se impor e exigir espaços expressivos nas eleições de 2018, quiçá com candidato a vice-governador ou mesmo a senador. Além, claro, de candidatos a deputado estadual e deputado federal, gente realmente comprometida com a Região e com o seu povo.

Enfim, se é verdade que os “gritos” em forma de letras contidos no livro “Ecos da Baixada” ecoaram pelo Maranhão afora, não é menos verdade que eles precisam ecoar também na política para que possam, além de ser ouvidos, atendidos nos seus legítimos pleitos.

E viva a Baixada Maranhense!

Essa é a palavra de ordem do povo baixadeiro.

Foto oficial com os autores do livro Ecos da Baixada. Bob Lobato presente.

PS: A partir da semana que vem o Blog do Robert Lobato estreia o espaço “Ecos da Baixada” com textos, matérias e informações sobre a nossa querida Baixada Maranhense! Aceita-se colaboração de conteúdos.

Lançamento do livro “Ecos da Baixada”

Ler o livro é fazer uma impressionante viagem pela Baixada, percorrendo os seus encantos naturais, lendas, valores, saberes, tradições, costumes, gastronomia… e as nostalgias, prantos, sonhos, reflexões e reminiscências dos cronistas e articulistas.

Capa do livro – divulgação EDIÇÕES FDBM

Acontece amanhã, terça-feira, 14/11, o lançamento da obra intitulada “Ecos da Baixada: coletânea de artigos e crônicas sobre a Baixada Maranhense”. O evento será realizado na sede da AABB (Calhau), a partir das 19 horas.

O livro foi organizado pelo escritor Flávio Braga (foto ao lado) e os textos são assinados por 32 coautores, naturais ou vinculados afetivamente à Baixada Maranhense.

A mencionada coletânea inaugura o catálogo de publicações do selo editorial “edições FMDB”, projeto literário concebido pelo Fórum em Defesa da Baixada Maranhense (FDBM), entidade da sociedade civil, sem fins lucrativos, com atuação na Capital e nos municípios da Baixada Maranhense e do Litoral Ocidental Maranhense.

A publicação congrega uma plêiade de escritores baixadeiros, uns noviços e outros já consagrados no mundo das letras, amantes de sua região de origem, que, a despeito da riqueza natural, da diversidade multifacetada de mar, rios, lagos, terra, campos, flora e fauna, de ostentar uma riquíssima cultura – até um sotaque peculiar, um léxico de palavras únicas – continua amargando o esquecimento e um desenvolvimento espasmódico que alcança, só precariamente, a sua gente laboriosa.

Ler o livro é fazer uma impressionante viagem pela Baixada, percorrendo os seus encantos naturais, lendas, valores, saberes, tradições, costumes, gastronomia… e as nostalgias, prantos, sonhos, reflexões e reminiscências dos cronistas e articulistas.

Esteja presente e seja testemunha do nascimento de uma obra que o ajudará a melhor conhecer a intimidade e bem compreender os encantos da nossa Região ecológica.

Prefeitura de São José de Ribamar resolve destinação final do lixo produzido no município

Medidas tomadas pela atual gestão ribamarense representam os primeiros passos concretos para o fim do famigerado “Lixão do Timbuba”

A prefeitura de São José de Ribamar deve resolver de forma definitiva no próximo dia 5 a destinação final do lixo coletado diariamente nos seus quase 400 mil km² de território, sendo grande parte dele totalmente urbano. De acordo com aviso publicado nos diários oficiais, do Município e da União, está marcado para o dia 5 de outubro a “Contratação de empresa especializada para execução de serviços de natureza contínua de manejo dos resíduos sólidos e limpeza pública”.

Terceiro maior município do Maranhão, em população, a questão da coleta dos resíduos sólidos e sua destinação final, se agravou nos últimos seis anos pela falta de uma solução definitiva por parte da gestão passada, que deixou de cumprir as exigências do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, cujos termos definia o ano de 2014 para que estados e municípios preparassem medidas que garantissem o destino adequado ao lixo que não pode ser reciclado, evitando a poluição do solo, do ar e, consequentemente, a situação degradante de vida dos catadores.

Em vez de apresentar solução para o problema, a prefeitura de São José de Ribamar, na gestão anterior, optou por travar uma luta na Justiça contra as inúmeras ações de autoria do Ministério Público, que exigia o cumprimento da Lei dos Resíduos Sólidos (12.305/ 20100). Vários TAC’s (Termos de Ajustamento de Conduta) foram descumpridos e diversas liminares foram alcançadas, adiando o cumprimento da legislação e a consequente solução para o problema que ganhou repercussão nacional, em virtude do lixão, localizado nas áreas do Canavieira, Timbuba e Pau Deitado, funcionar irregularmente, manter catadores atuando de forma desumana, além de expor a população da região a sérios problemas de saúde.

Desde o dia primeiro de janeiro, no entanto, a atual gestão ribamarense, sob o comando do prefeito Luis Fernando, tem tomado todas medidas para resolver definitivamente o problema e tirar de vez o município das páginas negativas do noticiário local, regional e nacional. Por meio de uma primeira licitação, realizada em julho, a prefeitura contratou espaço para destinação final do seu lixo no aterro sanitário de Rosário, da empresa Titara S/A.

E com a nova licitação, que acontecerá no dia 5, para contratação de empresa especializada na “execução de serviços de natureza contínua de manejo dos resíduos sólidos e limpeza pública”, a primeira parte do problema estará definitivamente resolvida.

De acordo com o prefeito Luis Fernando, ouvido pela reportagem, todos os serviços de coleta dos resíduos e seu transporte até Rosário estão contemplados nesta nova concorrência. “Após concluirmos esta nova etapa, partiremos para um novo momento do trato com o lixo produzido em São José de Ribamar, deixando de levá-lo para o lixão do Timbuba e posteriormente tratando de erradicar finalmente esse famigerado espaço que, de fato, tem gerado uma situação vexatória para a nossa cidade, mas que, já está com os dias contados”, garantiu o prefeito.

(Fonte: JORNAL PEQUENO)