Como administrar no século XXI?

Para uma boa administração, é preciso inovar

Publieditorial, PÓS ADM FGV, via administradores.com

Em um mundo que passa por mudanças diariamente, os administradores de negócios de todas as áreas se encontram diante de um dilema: qual a melhor maneira de administrar no século XXI? Por mais que uma boa gestão tenha alguns princípios fundamentais que não mudam, como organização e planejamento, há questões específicas que precisam ser observadas juntos aos desafios deste novo século.

Primeiramente, é preciso reconhecer que o cenário atual pede preparo e atualizações constantes. São inúmeras as empresas que acabaram indo à falência nos últimos anos porque não souberam reconhecer as mudanças do mercado e acabaram insistindo em modelos de negócios que não eram mais adequados e sustentáveis ao longo prazo. O administrador deste novo século compreende que readaptar é preciso, e que ser flexível é uma qualidade. Tudo isso, é claro, sem perder a sensatez: ele deve ser criterioso na hora de aderir a tendências, para evitar que o negócio ou empresa aposte demais em tendências passageiras.

Para uma boa administração, também é preciso inovar. E se engana quem acredita que a inovação é difícil de ser alnçada, que requer necessariamente investimentos altos e grandes tecnologias. Para inovar, basta enxergar novas possibilidades e executar mudanças que resultem em melhorias. Em organizações, por exemplo, é possível estimular a inovação apenas promovendo um ambiente em que é possível a troca de ideias, experiências e expertise de diferentes áreas. Incentivando equipes com conhecimentos diferentes a interagirem ou resolverem problemas pode levar a ideias que não surgiriam se todos estivessem concentrados em suas áreas específicas.

Além disso, é importante lembrar que a chave de qualquer negócio são as pessoas. Com tantas tecnologias disponíveis, é possível que o administrador esqueça que qualquer bom desempenho depende da qualidade da equipe. Não há dispositivos, ferramentas ou aparatos tecnológicos que superem um time treinado, motivado e que trabalha em sintonia. É imprescindível, também, lembrar do público que você deseja impactar. Assim como o mercado, as pessoas também mudam, e suas necessidades e comportamentos evoluem. Ter visão para entender o consumidor e quais são as suas demandas faz toda a diferença.

E você, o que acredita que é necessário para administrar no século XXI? Se seu desejo é ser um profissional preparado, atualizado em todas as práticas e teorias mais recentes e importantes do mercado, não deixe de conhecer o PÓS ADM FGV.

Alô, companheiros de elite

Não vamos deixar o pavor instruir nossas escolhas

Ricardo Semler, sócio-fundador das escolas Lumiar e da holding de investimentos Semco Partners – Eduardo Anizelli – 24.ago.18/Folhapress

Ricardo Semler, via Folha de São Paulo

Na Fiesp, quando eu tinha 27 anos e era vice do Mario Amato, convidávamos outsiders para uma conversa no bar. Chamei o FHC, que estava na mídia com a pecha de maconheiro.

Chamamos os 112 presidentes de sindicato, vieram 8. Ninguém topava falar com “comunista”. Alguns anos depois, fui ao Roda Viva para alertar contra a eleição do Collor, queridinho passional das elites.

Recentemente, realcei que a ida das elites à Paulista para derrubar a Dilma equivalia a “eleger” o Temer e seus 40 amigos. Ninguém da elite quis ir às ruas para pedir antecipação de eleições.

Erraram feio, como no passado, ou como quando deram as chaves da cidade ao Doria. Quanta ingenuidade.

Agora, estremeço ao ouvir amigos, sócios e metade da família aceitando a tese de que qualquer coisa é melhor do que o PT. Lá vamos nós, de novo. As elites avisaram que 800 mil empresários iriam para o aeroporto assim que Lula ganhasse. Em seguida, alguns dos principais empresários viraram conselheiros próximos do homem.

Sabemos que, em vencendo Haddad, boa parte da Faria Lima e da Globo se recordará subitamente que foi amiga de infância do Fernandinho – “tão boa pessoa, nada a ver com o Genoino, gente!”.

A reação de medo e horror da esquerda, Ciro incluso, é ignorante. Vivemos, nós da elite, atrás de muros, cercados de arames farpados e vidros blindados, contratando os bonzinhos das comunidades para nos proteger contra favelados. Oras, trocar vigias com pistolas por seguranças com fuzis é um avanço? Ou é melhor aceitar que o país é profundamente injusto e um lugar vergonhoso para mostrarmos para amigos estrangeiros?

Vamos continuar na linha do projeto Marginal, plantando ipês lindos para desviar a atenção do rio?

Não compartilho com os pressupostos ideológicos do PT e — até pouco — fui filiado a um partido só, o PSDB.

Nunca pensei em me filiar ao PT, nunca aceitaria envolvimento num Conselhão de Empresários, por exemplo.

Apenas reconheço que as elites deste país sempre foram atrasadas, desde antes da ditadura, e nada fizeram de estrutural para evitar o sistema de castas que se instalou.

Nenhum de nós sabe o que é comprar na C&A e ser seguido por um segurança para ver se estamos para roubar, por sermos de outra cor de pele. Todos nós nos anestesiamos contra os barracos que passamos a caminho de GRU, com destino à Champs Élysées.

Este é um país que precisa de governo para quem tem pouco, a quase totalidade dos cidadãos.

Nós da elite, aliás, sabemos nos defender.

Depois do susto, o dólar cai, a Bolsa sobe, e voltamos a crescer.

Estou começando três negócios novos neste mês.

Qual de nós quer pertencer ao clube dos países execrados, como Filipinas, Turquia, Venezuela?

É um clube subdesenvolvido que foi criado à força, mas democraticamente, bradando segurança e autoridade forte. Soa familiar?

Quem terá coragem, num almoço da City de Londres, de defender a eleição de um capitão simplório, um vice general, um economista fraco e sedento de poder, e novos diretores de colégio militares, com perseguição de gays, submissão de mulheres e distribuição de fuzis à la Duterte?

Lembrem-se desta frase do Duterte, a respeito de uma australiana violentada nas Filipinas: “Ela era tão bonita —eu deveria ter sido o primeiro”. Impossível imaginar o Bolsonaro dizendo isso?

Colegas de elite, acordem. Não se vota com bílis.

O PT errou sem parar nos 12 anos, mas talvez queria e possa mostrar, num segundo ciclo, que ainda é melhor do que o Centrão megacorrupto ou uma ditadura autoritária. Foi assim que a Europa inteira se tornou civilizada.

Precisamos de tempo, como nação, para espantar a ignorância e aprendermos a ser estáveis. Não vamos deixar o pavor instruir nossas escolhas. O Brasil é maior do que isto, e as elites podem ficar, também. Confiem.


Ricardo Semler
Empresário, sócio da Semco Style Institute e fundador das escolas Lumiar; ex-professor visitante da Harvard Law School e de liderança no MIT (EUA)

https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2018/10/alo-companheiros-de-elite.shtml

ELEIÇÕES 2018: SINDETUR/MA solicita revogação de Portaria institui a “Lei Seca” no dia da eleição no MA

Em outros estados, portarias do tipo desta publicada pela SSP/MA já não são mais usadas pelos governos, como é o caso do Paraná, que pela quinta eleição seguida não terá Lei Seca no dia da eleição.

O Sindicato das Empresas de Turismo no Estado do Maranhão (SINDETUR/MA), encaminhou solicitação junto ao secretário de Segurança Pública do Maranhão, delegado Jefferson Portela, para que seja revogada a Portaria n. 742/2018 – SSPMA de 01/10/2018, que dispões sobre a proibição de bebidas alcoólicas no período que vai das 18h do dia 6/10/2018 (sábado) até às 00h00 do dia 8/10/2018 (segunda-feira).

Para o SINDETUR/MA, a referida portaria prejudica o funcionamento, faturamento e empregabilidade das empresas de turismo (bares, restaurantes, cafés, churrascarias, boates, casas de shows, parques aquáticos, organizadores de eventos, pousadas, hotéis, lanchonetes,etc) do Maranhão.

É importante ressaltar, que em outros estados portarias do tipo desta publicada pela SSP/MA já não são mais usadas pelos governos, como é o caso do Paraná, que pela quinta eleição seguida não terá Lei Seca no dia da eleição, conforme vídeo divulgado pela a Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (ABRABAR). Confira.

RESPIRANDO PROGRESSO – Santa Helena comemora 83 anos de emancipação política em meio a grandes avanços

Santa Helena: 83 anos de emancipação política com progresso evidente.

No último dia 30 de setembro, o município de Santa Helena completou 83 anos de emancipação política e sua população muito teve a comemorar. Além da vasta programação cultural realizada por todo o domingo, atividades esportivas e sociais foram realizadas durante a semana que passou, com extensão por todo o exercício de 2018.

Mas o importante de tudo é que o avanço da cidade, em setores essenciais como saúde, educação, abastecimento, agricultura, limpeza e segurança pode ser visto em qualquer ponto, tanto na sede, quanto na zona rural do município.  Tudo isso, graças ao trabalho incansável do prefeito Zezildo Almeida, cuja gestão é marcada pelo desenvolvimento social e estruturante de Santa Helena.

Entre as realizações que beneficiam diretamente a população estão a distribuição de equipamentos e máquinas para agricultores e pescadores; reforma e reaparelhamento de prédios escolares e  hospitalares; e unidades de saúde; pavimentação asfáltica de ruas e avenidas; urbanização de praças e áreas verdes; distribuição de fardamento e merenda escolar de qualidade; aquisição de ambulâncias para agilizar o atendimento médico-hospitalar; campanhas de prevenção e combate a endemias; valorização do servidor público; e foco em atender bem a população helenense em todas as áreas.

Outro aspecto que merece destaque é o trabalho de equipe e o  controle  com a receita orçamentária do Município. Em um momento de crise econômica que vem assolando todo o Brasil e em Santa Helena não poderia ser diferente, existe o compromisso da atual gestão de honrar  a folha de pagamento do funcionalismo, assim como sanar contas com  prestadores de serviços e fornecedores.

O cuidado e a atenção especial com relação ao idoso, às crianças e jovens helenenses também são marcas registradas da administração do prefeito Zezildo. Não se pode deixar de enfatizar que além dos recursos próprios municipais, tudo isso só é possível graças às parcerias institucionais da Prefeitura  de Santa Helena com os governos estadual e federal, além é claro, das emendas parlamentares de autoria de deputados que cuidam e se preocupam com os interesses e benefícios para a população helenense.

Prefeito Zezildo Almeida: cuidar das pessoas é sua marca registrada

Criatividade: vale a pena ir além dos 100% 2

Ao longo dos últimos anos, o grau de exigência (e de excelência) dos players desse nosso universo aumentou à medida que novas práticas foram introduzidas

Marcos Tadashi Uegama, Administradores.com

Quem vive o dia a dia do mercado eventos sente a necessidade de se manter próximo a pessoas que tenham um DNA criativo, que não só apresentem boas ideias, mas que também saibam tirar do papel as estratégias pensadas para cada trabalho e que sejam capazes de ir (bem) além de tudo o que for proposto. Ao longo dos anos, tenho observado que “surpreender sempre” é o mindset que separa quem “faz eventos por fazer” daqueles que são imbatíveis porque “sempre fazem bem feito”. Também percebo que quem tem esse perfil nunca se esquece que proporcionar ao contratante tudo o que ele deseja, lidando com suas expectativas e, ao mesmo tempo, garantindo qualidade nas entregas é um trabalho de imensa responsabilidade. Portanto, quem vence sabe que, acomodar-se, jamais!

Uma coisa é certa: ao longo dos últimos anos, o grau de exigência (e de excelência) dos players desse nosso universo aumentou à medida que novas práticas foram introduzidas. Isso gera uma “provocação” antes das entregas, pois só quem está por dentro das tendências e as assume em seu cotidiano consegue se destacar e fidelizar os clientes. Num segmento aberto a novidades e ansioso por elas – a bola da vez é o uso assertivo da tecnologia na condução e execução de processos – tornou-se impossível dissociar a criatividade dos recursos tecnológicos, e não adianta ter ideias fabulosas ou insights maravilhosos se não há meios efetivos de transformar isso tudo em realidade. É aí que reside o nosso grande diferencial: a capacidade de sempre assumir uma posição de vanguarda, combinando uma equipe evoluída, ideias surpreendentes e uma infraestrutura operacional de respeito.

É muito interessante (eu diria até que é curioso) fazer parte dessa engrenagem e, ao mesmo tempo, ter um distanciamento crítico para observar a maturidade do time com o qual eu lido em meu cotidiano. E, definitivamente, é esse “fator surpresa” que se enche os olhos dos nossos clientes. Eu mesmo me surpreendo constantemente. E, por mais que eu conheça os projetos a fundo e saiba quais são os planos para cada job, as minhas expectativas sempre são superadas. Invariavelmente eu me pergunto: “nossa, como isso foi possível?”. A resposta é simples: sinergia, confiança mútua e uma busca incansável pela superação. E entrosamento, que é uma coisa que só se fortalece com o tempo – o mais “novo” em nossa equipe já soma cinco anos de casa.

Transformar em realidade o que é pensado em cada projeto é bem complexo, porque muitas vezes a criação não pode se balizar muito na técnica ou ser fechada. É preciso sempre pensar fora da caixa, porque pode acontecer, por exemplo, de surgirem ideias complexas, e caberá a nós concretizar tudo o que o criativo pensou. E, justamente por eles serem bons na hora de pensar, nós temos que acompanhar em alto nível a efetivação de cada projeto. É por isso que contamos com profissionais preparados para as mais diversas áreas e atribuições, porque cabe a nós bolar soluções para que tudo aquilo que foi criado dê certo.

É incrível ser testemunha da rápida transformação que passamos em termos de maquinário. Se há 10 anos usávamos martelo, prego e escada, hoje temos máquinas bem eficientes, que são os nossos trunfos para a execução de projetos que são aprovados em um prazo cada vez mais apertado – é importante destacar que quem não tem espaço fabril adequado e equipes treinadas não consegue suprir esse tipo de demanda que o mercado impõe. Para se ter uma ideia, um martelo pneumático reduz em 70% o tempo gasto em uma montagem, fazendo com que o funcionário não sofra lesões por fadiga (por conta dos movimentos repetitivos) e dinamizando a entrega como um todo. Já as plataformas verticais trazem segurança nos processos de montagem. Outro exemplo que vale destacar é o corte CNC, que nos ajuda a viabilizar muitos projetos, uma vez que conseguimos ter cortes perfeitos e aproveitamento máximo dos materiais, gerando pouco descarte. Quem imaginava que um dia teríamos à disposição no ambiente fabril de cenografia cortes com fresas, cortes a laser e seccionadoras – e tudo em um comando único e computadorizado?

Procuramos seguir um raciocínio industrial apurado, mas sem perder o raciocínio cenográfico, e sempre investimos em tecnologia, sem esquecer a preocupação com o meio ambiente. É esse o raciocínio que se aplica à nossa fábrica, um espaço com características de um green building e que é fruto de uma cultura que prega o uso consciente de recursos e a sustentabilidade ambiental. É nesse espaço que os sonhos dos nossos clientes se tornam literalmente realidade pela primeira vez, quando realizamos a pré-montagem antes da montagem final. É uma sensação indescritível ver o brilho nos olhos dos contratantes quando eles entendem que tudo deu certo – e que tudo irá dar certo no grande dia. Já chegamos a ouvir de uma cliente que era como se ela estivesse vendo o ultrassom do seu filho antes dele nascer. Isso, definitivamente, não tem preço!

Criatividade é isso: é dar o melhor de si, é fazer acontecer, é surpreender sempre. E sempre ir além dos 100% de possibilidades, com plena consciência de que o que está ótimo pode ficar excelente.

Marcos Tadashi Uegama — Gerente de produção da GTM Cenografia

Othelino Neto intensifica campanha em mais cinco municípios

Faltando cerca de duas semanas para as eleições, o candidato à reeleição, deputado Othelino Neto (PCdoB), intensifica o ritmo da campanha nos municípios maranhenses. No final de semana, ele esteve em Penalva, Barra do Corda, Jenipapo dos Vieiras, Tasso Fragoso e Alto Paranaíba.
Othelino iniciou a agenda do final de semana por Penalva, para onde já destinou emendas no valor de meio milhão de reais à cidade.  Ao lado do ex-prefeito Edmilson Viegas, eles foram acompanhados de uma multidão, que fez questão de apoiar o presidente da Assembleia Legislativa.
“É um prazer estar, mais uma vez, em Penalva, onde pude garantir benefícios para a população. Conto com o apoio de todos para continuar este trabalho”, afirmou Othelino.
Para o ex-prefeito Edmilson Viegas, o apoio dado a Othelino Neto é uma resposta ao compromisso do parlamentar com o povo maranhense. “O deputado jamais nos abandonou.  Trabalhou muito por Penalva, garantindo recursos para o município e, por isso, ele é muito bem recebido pelos penalvenses”, garantiu Edmilson.
No sábado à tarde,  Othelino participou de um encontro em Barra do Corda. Ele foi recebido com festa pelas lideranças regionais, estudantes e pela população. “O Maranhão está em processo de mudança e o povo  reconhece isso. É importante ter o apoio de todos para continuarmos trabalhando e garantir obras importantes. Aqui, ajudei o governador Flávio Dino a destinar recursos para a saúde, infraestrutura e cidadania e esse trabalho deve continuar”, disse.
O líder popular e vereador Jaile Lopes  reforçou que o deputado sempre se preocupou com os barra-cordenses. “Othelino é um homem sério e que não mediu esforços para ajudar o nosso município. Não tenho dúvidas de que ele, continuando na Assembleia Legislativa, vai fazer ainda mais pelo nosso povo”, afirmou o parlamentar.
Jenipapo dos Vieiras 
Fechando a agenda de sábado, Othelino participou, ao lado do vereador Pedro Lucas Fernandes, candidato a deputado federal, de uma grande carreata em Jenipapo dos Vieiras. A população marcou presença em peso do evento.
“Faço questão de acompanhar o desenvolvimento do município de Jenipapo dos Vieiras, para onde pude destinar emendas que foram revertidas em melhorias na saúde, educação e infraestrutura. Quero fazer muito mais, com a ajuda de vocês”, disse Othelino, durante o comício realizado em uma das ruas que receberam melhorias asfálticas através do Programa Mais Asfalto do Governo do Estado.
O prefeito Moisés Ventura fez questão de ressaltar o trabalho do deputado Othelino Neto em benefício dos jenipapenses. “O deputado apostou no nosso município, destinando emendas e indicações que resultaram em melhorias para a população. Com a ajuda dele, hoje o município conta com ambulâncias, viaturas policiais, tratores e recurso suficiente para a implantação de um mercado público. Não tenho dúvidas de que, com o nosso apoio, ele vai continuar trabalhando para todos nós”, garantiu.
Tasso Fragoso e Alto Parnaíba
Othelino Neto passou ainda, no domingo (23), por Tasso Fragoso, onde realizou uma reunião organizada pelo prefeito Roberth Coelho. Na ocasião, o parlamentar conversou com lideranças e representantes da população sobre as necessidades do município.
No domingo (23), Othelino teve uma reunião em Alto Parnaíba, sob a liderança do ex-prefeito Ernane Soares, do vice-prefeito Conrado e de vereadores em apoio à sua candidatura. O deputado conversou com as lideranças sobre propostas e demandas do município.

IGOR LAGO: “Considero Roberto Rocha e Roseana Sarney melhores opções” 30

Igor Lago afirma ainda que Flávio Dino faz “um governo pífio e sem novidades agarra-se ao uso da máquina para manter os apoios eleitorais”, e ainda “um verdadeiro retrocesso político e administrativo.”

O médico Igor Lago, filho do ex-governador Jackson Lago, já falecido, publicou um duro texto na sua rede social do Facebook fazendo algumas considerações sobre as eleições de 2018 no Maranhão.

No texto, Igor Lago afirma que Flávio Dino faz “um governo pífio e sem novidades agarra-se ao uso da máquina para manter os apoios eleitorais”, e ainda ser “um verdadeiro retrocesso político e administrativo.”

Em outro trecho do texto, o médico surpreende ao avaliar que, para ele, “Roberto Rocha e Roseana Sarney [são] melhores opções” para o governo do estado.

Igor Lago encerra o texto pedindo que os eleitores não votem em Márcio Jerry para deputado federal.

Confira, a seguir, a íntegra da postagem de Igor Lago.

MARANHÃO 2018: ATRASO, TRAIÇÃO E REBELDIA

Flávio Dino com um governo pífio e sem novidades agarra-se ao uso da máquina para manter os apoios eleitorais.

O discurso é o de se apresentar como um avanço quando, na verdade, é um verdadeiro retrocesso político e administrativo.

Considero Roberto Rocha e Roseana Sarney melhores opções.

Weverton Rocha e Eliziane Gama são produtos da traição do Flávio Dino ao responsável por sua entrada e sucesso na política, o ex-governador Zé Reinaldo.

São o retrato fiel da velha política agora protagonizada por novos atores. O primeiro dispensa comentários porque já conhecido de todos, a segunda merece a observação que mais lhe caracteriza, a da esperteza. Não foi candidata ao governo em 2014 por uma negociação com o atual que lhe garantiu um mandato de deputada federal, assim como não se posicionou no segundo turno na eleição para prefeito de São Luis. Hoje sabemos o porquê.

Considero Zé Reinaldo e Alexandre Almeida melhores opções.

Para deputado federal não votar no Márcio Jerry será um gesto de rebeldia política, a de não se deixar levar pelo cabresto da máquina pública…

Os presidenciáveis e a Previdência 18

Os tucanos, historicamente favoráveis aos ajustes na Previdência, mas que titubearam e não apoiaram em bloco a reforma proposta por Michel Temer, propugnam reformular o formato atual, com a instituição, por exemplo, de idade mínima e da proibição de acúmulo de benefícios.

Por Eden Jr.*

Os números sobre a Previdência brasileira são inequívocos – ou pelo menos deveriam ser. Entretanto, o país que se “dá ao luxo” de criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) ­– flagrantemente capturada por interesses corporativistas – para confrontar todas as estatísticas oficiais, deste e dos governos passados, e afirmar que não há déficit na Previdência, é um caso à parte em todo o mundo. Voltando do universo paralelo, os últimos dados da Secretaria do Tesouro Nacional informam que entre janeiro e julho deste ano a Previdência dos trabalhadores da iniciativa privada, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), acumulou saldo negativo de R$ 107 bilhões (valor equivalente a mais de cinco vezes o orçamento total dos três Poderes do Estado do Maranhão em 2018).

O mesmo demonstrativo revela que nos primeiros sete meses do ano as contas do INSS vêm piorando, ano a ano, governo a governo, ficando no vermelho em R$ 33 bilhões (2011); R$ 33 bilhões (2012); R$ 41 bilhões (2013); R$ 36 bilhões (2014); R$ 47 bilhões (2015); R$ 78 bilhões (2016) e R$ 80 bilhões (2017). Por outro lado, considerando-se apenas as contas do Tesouro Nacional e do Banco Central, o Governo Federal teria superávit, até julho, de R$ 68 bilhões. Mas quando se inclui o déficit do INSS, a contabilidade do Governo Central (Tesouro, Banco Central e INSS) fica negativa em R$ 39 bilhões.

Em 2017 o INSS fechou no vermelho em R$ 182 bilhões. Os fundos de aposentadoria dos servidores públicos da União, estados e municípios – os chamados regimes próprios – também sofrem da mesma disfunção e exibem sucessivos déficits. A Previdência dos servidores federais registrou em 2017 um rombo de R$ 86 bilhões. Segundo levantamento da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda, o conjunto dos fundos de previdências do funcionalismo estadual apresentou um buraco de R$ 93 bilhões no ano passado.

Grosso modo, existem dois tipos de Previdência. Tanto o INSS quanto o regime dos servidores federais e parte dos fundos dos funcionários estaduais e municipais funcionam num sistema de repartição. Nele a contribuição dos trabalhadores da ativa e do empregador (empresas e governos) cobrem o pagamento dos aposentados. Nesse caso, para o equilíbrio é imprescindível que o mercado de trabalho esteja em franca expansão, de modo a gerar um contingente de trabalhadores em atividade bem maior do que o de aposentados. Hoje vemos uma forte crise econômica, que reduziu a quantidade de empregados. Daí a necessidade de ajustes.

No sistema de capitalização a contribuição de empregados e empregadores é depositada, durante a vida laboral, em contas individuais e esses recursos são aplicados por administradoras no mercado (ações, títulos públicos, imóveis, etc.), para render e garantir a aposentadoria dos trabalhadores. Nesse modelo, operam fundos como o Funpresp (dos servidores federais que ingressaram a partir de 2013), de empresas estatais, como a Funcef (da Caixa Econômica), ou privadas, como o Valiaprev (da Vale). No regime de repartição, há uma espécie de solidariedade e pacto geracional, pois, todos os trabalhadores contribuem para a aposentadoria de todos os aposentados. Já no sistema de capitalização, o viés é de individualidade, tendo em vista que cada um é responsável por constituir a sua própria aposentadoria.

Diante desse cenário desafiador, especialmente quanto à sustentabilidade do sistema previdenciário do Brasil, é indispensável saber as propostas dos principais candidatos ao Planalto sobre o tema, isso a duas semanas das eleições. A candidata da Rede, Marina Silva, e sua equipe, há tempos têm se manifestado favoravelmente à Reforma da Previdência, com a migração do modelo de repartição para o de capitalização. A questão é que com essa transição de regimes, de repartição para capitalização, surge o chamado “custo de transição”. Uma vez que o Estado, por um lado, continua com a responsabilidade do pagamento dos benefícios da massa de aposentados, e por outro, perde o fluxo das receitas das contribuições dos não aposentados, que doravante é aportado em contas individuais. Para tanto, os “marineiros” querem usar recursos advindos de privatizações para cobrir a despesa com a mudança de regime. Ciro Gomes, que até meados de 2017 afirmava não haver déficit previdenciário, agora propõe que seja feita a reforma. O pedetista planeja a constituição de um esquema com três pilares: um de repartição, com um teto menor do que os atuais R$ 5,6 mil do INSS; um de capitalização, para os que puderem contribuir e ter benefícios mais altos, e um assistencial, para quem não pode contribuir, que receberia apenas um salário mínimo.

Os tucanos, historicamente favoráveis aos ajustes na Previdência, mas que titubearam e não apoiaram em bloco a reforma proposta por Michel Temer, propugnam reformular o formato atual, com a instituição, por exemplo, de idade mínima e da proibição de acúmulo de benefícios. Geraldo Alckmin rejeita a introdução, nos próximos anos, de um modelo de capitalização, pois acredita que não haveria recursos para financiar a transição entre os sistemas, o que só agravaria o problema fiscal. O economista de Jair Bolsonaro, Paulo Guedes, sugere que sejam implantados apenas dois padrões de aposentadoria: um de capitalização, para os que tenham renda maior e possam contribuir mais, e outro de cunho social, que garanta rendimento mínimo, destinado àqueles que não conseguiram poupar. O petista Fernando Haddad e seus assessores econômicos acreditam que o atual sistema é sustentável, sendo necessário promover apenas pequenas mudanças pontuais, e afastam a necessidade de uma reforma urgente e ampla. A retomada do crescimento econômico, que redundará na elevação das receitas, trará a sustentabilidade para a Previdência, dizem eles.

Diante dos déficits crescentes e sucessivos na Previdência, sendo esses a principal fonte do colossal desequilíbrio das contas públicas, é indispensável tratar com a devida seriedade o tema. O PT é o único, dentre os principais postulantes à presidência, que desconsidera a necessidade de realizar imediatamente uma Reforma da Previdência, e preconiza somente reparos tópicos. Para evitar qualquer tipo de engodo pós-eleições, especialmente com uma questão que é alvo de toda a sorte de demagogia e atinge sensivelmente a vida de dezenas de milhões de brasileiros, é imprescindível a sociedade estar atenta para os compromissos de campanha. Não deve permitir que se venda um produto e depois se entregue outro.

*Doutorando em Administração, Mestre em Economia e Economista (edenjr@edenjr.com.br)