SAÚDE: Neto Evangelista destina emenda para compra de equipamento no Hospital Aldenora Bello

O deputado estadual Neto Evangelista (DEM) visitou o Hospital Aldenora Bello, referência no tratamento de câncer no Maranhão, com o objetivo de identificar as principais necessidades e destinar emenda no valor de R$ 300mil para a aquisição de equipamentos.

O democrata foi recebido pelo vice-presidente da Fundação Antonio Dino, Antônio Dino Tavares, e pelo diretor do Hospital de Câncer, José Generoso da Silva. Eles visitaram vários ambientes da instituição, entre eles, o Laboratório de Patologia, a Brinquedoteca, além dos setores de internação, quimioterapia e radioterapia (que está sendo ampliado para duplicar sua capacidade de atendimento).

“O Hospital Aldenora Bello desenvolve um trabalho admirável no tratamento do câncer. Quero parabenizar a direção da instituição e toda equipe pela dedicação diária no sentido de conseguir manter o hospital e garantir atendimento à população mais carente”, disse Neto Evangelista.

Atualmente, o hospital faz cerca de 30 mil atendimentos por mês, uma média de 600 internações, 2.000 quimioterapias e atendimento de radioterapia em 220 pacientes.

O vice-presidente da Fundação Antônio Dino agradeceu e disse que a contribuição dará um salto qualitativo aos pacientes. “É sempre bom contar com parceiros que estejam dispostos a ajudar, reconhecendo a seriedade do nosso trabalho”, finalizou.

Bons Tempos para profissionais empreendedores

Por Bruno Soalheiro*

Empreendedorismo é um termo bastante em alta e discutido cada vez mais neste país. Percebo, no entanto, ao conversar com algumas pessoas conhecidas, que a visão “popular” que se tem do termo está bastante associada a “montar um negócio ou empresa”.

Tudo bem que isto é mesmo empreender, mas penso ser importante compartilhar com o leitor uma visão muito mais ampla e democrática do termo. Faço isto porque verifico que jovens em início de carreira, estejam empregados ou atuando como profissionais liberais, dão pouca importância ao tema por acreditar que não diz respeito a eles, já que não querem “abrir um negócio”!

Empreender é atitude! É postura e posicionamento na vida. Tem a ver com conhecimento técnico sim, mas muito mais com desenvolvimento comportamental, foco, persistência, entusiasmo e paixão. E tem muito a ver com PLANEJAMENTO!

Diversos profissionais liberais e jovens recém egressos passam hoje por agruras, sem encontrar um lugar no mundo do trabalho por falta desta característica. Ora, até para se procurar emprego hoje é preciso empreender. É preciso planejar, buscar informação, preparar-se, informar-se e agir. Tem gente que nem procurar emprego sabe, quanto mais conseguir clientes como profissional liberal.

Veja bem, o que vai fazer você conseguir ou não clientes e arranjar ou não um emprego não é a qualidade técnica que você apresenta em seu campo de trabalho, e sim a postura empreendedora que você adotar para “impulsionar” o uso desta qualidade técnica, que é claro, deve ser excelente.

O médico mais solicitado não é necessariamente o que tirou as melhores notas ou estudou nas melhores faculdades, e sim aquele que sabe “fazer clientes”, criar sua imagem, ou seja, empreende como forma de “vender” sua qualidade técnica.

Empreendedorismo é comportamento! É modo de atuação! Não é abrir empresa apenas.

Com as novas tendências em gestão de pessoas do mercado, até mesmo para ser um “empregado” já se exige postura empreendedora. É gente que tem idéia, planeja, organiza, faz, erra, refaz, muda aqui, mexe ali, estuda, procura, remexe outra vez, cai, levanta e faz acontecer o que quer que seja; um emprego, uma festa, uma carteira de clientes ou mesmo organizar um passeio.

A má notícia é que a maioria de nós não foi criada para empreender, e sim para executar, acatar, obedecer e não transgredir. Resultado? O sujeito se forma e fica igual uma planta, sem saber o que fazer; alguns poucos dão sorte e “acontecem” em suas profissões, mas a maioria sobra, e acaba ocupando postos de trabalho que nada tem a ver com aquilo que queriam, ganhando pouco e infelizes. Alguém falou em depressão aí?

Já as boas notícias são que empreender é um comportamento que pode ser desenvolvido por qualquer um, e que jamais houve um tempo tão propício para se fazer isto. Entidades, empresas, ONGs, grupos independentes e órgãos governamentais, todos estão aí, fomentando o tal empreendedorismo como forma de despertar na população uma postura mais ativa e realizadora na vida.

Se você vai se graduar em breve, se é um profissional em início de carreira ou se sente que está “estagnado” ou sem rumo, aí vai uma dica. Estude sobre empreendedorismo, entenda este comportamento e procure aplicá-lo a todas as esferas da sua vida. Você perceberá com o tempo que será muito mais “dono de si” e capaz de realizar coisas maravilhosas.

Divulgo esta mensagem porque acredito que só o empreendedorismo pode salvar este país e nos ajudar a construir um futuro melhor. Só o empreendedorismo é capaz de criar pessoas ativas, responsáveis, realizadoras e donas de suas vidas. Pessoas que não esperam acontecer nem ficam protestando para que a sociedade arranje um lugar para elas.

Pessoas que dão o passo,correm o risco, sacodem a poeira e fazem a vida acontecer. Por isso, empreenda, você não vai se arrepender, e o país agradece!

Bruno Soalheiro é Psicólogo, palestrante e consultor em desenvolvimento humano.

Assembleia Legislativa receberá o Papai Noel nesta segunda, às 18h

A Assembleia Legislativa , por meio do Grupo de Esposas de Deputados do Maranhão (Gedema), presidido por Ana Paula Lobato, convida seus servidores e o público em geral, para visitar o Palácio Manoel Beckman que, nesta segunda (10), às 18h , receberá o Papai Noel, um dos principais símbolos do período natalino, responsável por encantar, principalmente o público infantil.

A chegada do “bom velhinho” será uma atração à parte. O jogo de luzes e cores dos pisca-piscas instalados na sede do Poder Legislativo já chama a atenção de quem passa no entorno à noite.

Além do belo efeito de iluminação, um tradicional presépio também foi montado no hall de entrada da Casa , retratando o nascimento de Jesus Cristo.

Todos estes espaços poderão ser apreciados pelos visitantes no decorrer do mês dezembro, a partir das 18h.

Governadores de 11 estados podem deixar contas para sucessores

Com risco de serem punidos, nenhum dos gestores admitiu o problema de falta de recursos para honrar todos os compromissos financeiros

No ritmo atual, o Maranhão corre o risco de ficar sem caixa para cobrir os gastos do governos.

A menos de um mês do fim do mandato, 11 governadores correm o risco de deixar seus estados sem caixa para cobrir despesas realizadas em sua gestão. A prática é vedada pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e criminalizada no Código Penal, sujeita a pena de um a quatro anos de reclusão, embora até hoje ninguém tenha sido responsabilizado formalmente.

A punição foi incluída na lei para que os sucessores no cargo não encontrem uma situação de “terra arrasada” quando começarem os seus mandatos. A reportagem consultou técnicos do Tesouro Nacional para cruzar dados fornecidos pelos próprios estados ao Ministério da Fazenda e chegar à disponibilidade de caixa de cada um deles até outubro deste ano. Depois, foram estimados o volume de despesas deste ano que ficará para o próximo exercício (os chamados “restos a pagar”), uma vez que este valor também afeta as disponibilidades financeiras dos estados.

Os chefes dos poderes precisam pagar todas as despesas feitas em seu mandato. Para isso, devem quitar todos os compromissos até 31 de dezembro do último ano da gestão ou deixar dinheiro em caixa para honrar as parcelas que ficarem para seu sucessor. No entanto, muitos já admitem publicamente que não terão dinheiro, por exemplo, para pagar o 13.º salário dos servidores. A fatura ficará para os governadores eleitos. Se somadas as disponibilidade de caixa dos governos estaduais, a estimativa do rombo que deve ficar para os eleitos é de R$ 78,4 bilhões.

No ritmo atual, correm o risco de ficar sem caixa para cobrir os gastos os governos de Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Sergipe. Também estão nesse grupo São Paulo e Rio Grande do Norte, mas esses estados só apresentaram até agora os dados da execução orçamentária até agosto, de acordo com o sistema do Tesouro.

Cortar despesas
Para barrar a ameaça de descumprimento da LRF, os governos estaduais precisariam conter despesas ou cancelar restos a pagar de anos anteriores. Mas a avaliação de técnicos do governo federal é de que essa é uma tarefa difícil, uma vez que o mais provável é que os serviços contratados já tenham sido prestados. Nesse caso, cancelar a despesa corresponderia a uma espécie de “maquiagem”, com a criação de um orçamento paralelo. Por isso, o cenário pouco deve se alterar até o fim de 2018.

Além disso, as informações que constam nos Relatórios de Gestão Fiscal (RGF) e de Execução Orçamentária (RREO) usados pela reportagem para fazer o levantamento são declaratórias dos estados. Isso significa que há chance de existirem “esqueletos” a serem desvendados pelos próximos governos.

A apuração do cumprimento ou não do artigo 42 da LRF é feita pelos tribunais de contas estaduais (TCEs) no momento da análise das contas de governo e depende ainda de uma interpretação jurídica do texto legal. Esses tribunais, preenchidos por indicações políticas, até hoje não motivaram nenhuma condenação de governador por deixar rombo no caixa, embora a situação já tenha sido verificada em anos anteriores.

“O que está acontecendo com os órgãos de controle? Quem se beneficia com esse processo? Temos que fazer essas perguntas. Não há o controle externo dos tribunais de contas”, alerta a secretária executiva do Ministério da Fazenda, Ana Paula Vescovi, que passou os últimos anos lidando com o problema.

Respostas
Com risco de serem punidos, nenhum dos 11 governadores admitiu o problema de falta de recursos para honrar todos os compromissos financeiros do seu mandato, como exige a LRF.

Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Maranhão não negaram. São Paulo, Goiás, Pernambuco afirmaram que deixarão recursos em caixa no dia 31 de dezembro. Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Sergipe e Rio Grande do Norte não responderam o pedido de informações da reportagem.

O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN) confirmou que há “consistentes evidências” de que o estado encerrará o ano com insuficiência de caixa e um volume “significativo” de despesas deixadas para os anos seguintes, os chamados “restos a pagar”.

Rio de Janeiro
Único a conseguir a aderir ao programa de socorro federal, o estado do Rio de Janeiro deve fechar 2018 com um rombo bilionário em seu caixa. A proteção do Regime de Recuperação Fiscal não vale para o caso de um governador em fim de mandato deixar obrigações para seu sucessor sem o respectivo dinheiro para bancá-las.

O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (MDB), está preso preventivamente em desdobramento da Operação Lava Jato. O vice-governador, Francisco Dornelles (PP), assumiu interinamente.

Em nota, a Secretaria de Fazenda do Rio não admite nem nega o risco de descumprir a regra da LRF que exige recursos em caixa em fim de mandato para honrar todas as obrigações. Apenas cita as dificuldades financeiras do Estado e afirma que “vem cumprindo uma série de medidas de aumento de receita e de redução de despesa com o objetivo de reverter o forte desequilíbrio financeiro registrado nos últimos anos”. O órgão diz também que pagará ainda este ano o 13.º salário.

O Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) informou que determinou em maio deste ano que o governo fluminense fizesse um planejamento com metas de receitas e despesas ao longo do ano para assegurar o equilíbrio fiscal exigido na LRF “de forma a não prejudicar as gestões posteriores”.

Outros estados
No Rio Grande do Sul de José Ivo Sartori (MDB), a Secretaria de Fazenda reconheceu os passivos apontados pela reportagem, mas afirma que “todo o esforço é no sentido de atender ao máximo nossos compromissos” e “deixar para o próximo governo uma herança muito melhor daquela que recebemos em 2015”. O TCE-RS não respondeu.

Em São Paulo, comandado por Márcio França (PSB), a Secretaria de Fazenda afirma que “as projeções apontadas pela reportagem estão equivocadas, não correspondem à realidade e produzem valores grosseiramente desacertados” e assegura que a atual gestão deixará dinheiro em caixa.

O TCE-SP informou que o caixa paulista estava abastecido com R$ 25,5 bilhões no fim do 4º bimestre, período analisado pela reportagem, mas reconheceu que o dado é da disponibilidade bruta – sem descontar as obrigações que o Estado terá com despesas deixadas para os próximos exercícios (os chamados restos a pagar).

Em Pernambuco, onde Paulo Câmara (PSB) se reelegeu por mais quatro anos, a Secretaria de Fazenda afirma que o governo vai cumprir a LRF. O TCE-PE não respondeu.

O governador de Goiás, José Eliton (PSDB), informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que jamais apresentou ao Tesouro dados sobre o seu fluxo de caixa. Segundo o governo goiano, o resultado fiscal deste ano será devidamente divulgado , quando ficará demonstrado que o estado cumpriu rigorosamente com o que determina a LRF.

O governo do Maranhão sob o comando de Flávio Dino (PCdoB) afirmou que os números ainda se encontram em análise e disse que o estado está fazendo todo o esforço necessário para o devido cumprimento da LRF.

(Fonte: Metrópoles)

SANTA RITA: Ponte de Areias entra na reta final de conclusão

O prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, mais uma vez deu o exemplo de bom gestor. No sábado (8), o próprio colocou a mão na massa e ajudou na instalação da pré-laje da Ponte de Areias, ela liga diversos povoados do municipio que são cortados pelo rio Itapecurú. A obra entrou na reta final de conclusão e a expectativa é que ela seja entregue nos primeiros meses de 2019.

Hilton Gonçalo iniciou a obra de construção da ponte sobre o rio Itapecuru no ano de 2011, após um convênio entre a Prefeitura e o Governo do Estado, e tinha previsão para ser entregue em maio de 2015. Porém ao deixar o comando de Santa Rita no final de 2012, o sucessor não deu continuidade aos trabalhos.

Ao voltar a Prefeitura de Santa Rita em janeiro de 2017, Hilton colocou como meta concluir a Ponte de Areias e não havendo mais o convênio entre municipio e estado, o gestor deu continuidade as obras com os recursos próprios do poder público municipal, demonstrando seu compromisso com a população da cidade.

A Ponte de Areias para muitos é só um sonho que nunca será realizado, mas Hilton Gonçalo vai transformando em realidade uma obra, que é desejo de muitos habitantes de Santa Rita.

O prefeito ainda dá o exemplo de que além de boa administração dos recursos públicos, ele literalmente fiscaliza e ajuda nas obras do município, botando a mão na massa.

Gestão de crises: o que podemos aprender com o caso Carrefour

Um segurança de uma unidade da rede Carrefour de supermercados foi acusado de ter envenenado e espancando um cachorro que vivia no estacionamento da loja. O que a empresa poderia ter feito para lidar com a situação?

Ana Carolina Alves, via administradores.com.br

O Carrefour está enfrentando uma crise de imagem nas redes sociais após circular a notícia de que um de seus funcionários supostamente teria envenenado e espancando um cachorro que vivia no estacionamento de uma de suas lojas. Não vamos entrar na questão da responsabilidade sobre o caso ou acusar a empresa: mesmo sem investigações ou qualquer conclusão definitiva sobre o episódio, o caso já gerou comoção nas redes sociais. ONG’s de proteção animal, famosos e artistas se manifestaram e pediram um posicionamento da empresas, e muitos se chatearam ao receberem textos prontos.

Ao emitir uma nota de esclarecimento, o Carrefour afirmou que “a rede repudia qualquer tipo de maus-tratos contra animais”. Mas isso basta? Na era das redes sociais, não. Empresas que não se posicionam perdem credibilidade e enfraquecem sua própria marca. Esse é um momento de gestão de crise e cabe às empresas preparar seus funcionários para enfrentá-los.

Mas, afinal, o que é gestão de crise e por que as empresas precisam estar prontas para isso?
Gestão de crise é a atividade que tem a função de minimizar, reduzir e, claro, reverter os impactos negativos causados por um fato ou situação. A estratégia deve ser tomada para que a empresa tenha o menor prejuízo possível em questões financeiras e, principalmente, reputacionais. Então, por que as empresas brasileiras não estão preparadas para gestão de crise? Abaixo, listo os três principais motivos:

1. Modelos de gestão engessados
As empresas tradicionais do mercado brasileiro ainda estão em grande parte atrasadas no modelo de gestão da comunicação, principalmente no setor de mídias digitais. Os modelos antigos de comunicação não estão alinhados com a rapidez da internet, nem com a necessidade de um posicionamento preciso no momento de crise.

2. Investir no setor de vendas e não na comunicação integrada
As empresas tendem a investir muito em marketing para venda e geração de lucro e pouco se investe em comunicação interna e institucional. A comunicação institucional é quem define e apresenta a identidade da empresa para seus públicos, entre eles clientes e empregados. Quando um empregado da organização está ciente e é orientado sobre a identidade institucional da mesma, um vínculo é estabelecido através de estratégias de comunicação e relacionamento. Quando essa relação torna-se forte e estável, diminui a possibilidade de que o empregado pratique ações que não sejam condizentes com a identidade da empresa.

3. As empresas não antecipam possíveis cenários
Quando uma empresa investe em planejamento estratégico ela consegue antecipar cenários e estabelecer ações e estratégias que podem ser tomadas em uma gestão de crise. Definir quais são as diretrizes e a postura que a empresa deve assumir em relação a temas diversos ajudam a direcionar a equipe de comunicação e de relacionamento com o cliente a saber a forma certa de agir em momentos críticos.

O que uma empresa em momento de crise pode fazer?

Humanizar a nota de esclarecimento

Textos prontos, práticas antigas e com linguagem fria que não promove o bom relacionamento e empatia entre a empresa e o público não são mais bem aceitos e só distancia ainda mais o cliente, que não se identifica com a marca.

Declarar investimento em ações sociais para animais que sofrem maus tratos

Após o primeiro momento de pedir desculpas e assumir a responsabilidade, a empresa pode criar uma série de ações para tentar reparar o dano causado. No caso do Carrefour, ainda que a empresa mostre que não tem culpa no episódio, sua imagem já está sofrendo duras críticas nas redes sociais, e algumas ações já seriam interessantes de serem tomadas, como apoiar ONG’s e instituições que cuidam de animais, ou anunciar futuras ações da empresa de conscientização sobre maus tratos. O que não é aceitável, em qualquer caso de gestão de crise, é perder o timing e deixar de ser proativo.

MAIS IMPOSTOS: O voto “meio grávido” de Eduardo Braide

Ao se abster de um projeto de tamanha polêmica, que, mesmo contendo alguns poucos pontos positivos, no conjunto da obra penaliza a sociedade, Eduardo Braide abriu a guarda para fortes críticas diante o seu voto.

“Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.”
(Apocalipse 3:16)

O deputado estadual Eduardo Braide (PMN) está apanhando mais do que mala velha para perder o mofo, como se diz no popular, por conta de votar pela abstenção ao Projeto de Lei 239/2018, de autoria do Governo do Estado, que bombardeia o contribuinte maranhense com novos aumentos de impostos.

Na visão do governo Flávio Dino (PCdoB) trata-se de um “Projeto Anticrise”, já para a oposição não passa de mais um “Pacote de Maldades” comunista.

Sendo um dos mais ácidos críticos do projeto que dá continuidade ao programa “Mais Impostos”, Eduardo Braide criou a expectativa entre os seus eleitores de que votaria contra a proposta do Palácio dos Leões – até vídeo gravou direto do plenário da Assembleia Legislativa batendo forte no projeto governista. Mas, “como um gato”, pulou da posição contrária acabou se abstendo da votação.

Não deu outra: uma saraivada de críticas dos opositores do governo e deboches dos governistas, um deles vindo de ninguém menos do que o homem forte de Flávio Dino, o secretário e deputado federal eleito Márcio Jerry , que pelas ondas de uma rádios ironizou: “Criticou, criticou, criticou. E ao final concordou porque se absteve”.

Ao se abster de um projeto de tamanha polêmica, que, mesmo contendo alguns poucos pontos positivos, no conjunto da obra penaliza a sociedade, Eduardo Braide abriu a guarda para fortes críticas diante o seu voto.

Foi um voto “meio grávido”, mas isso não existe! É como aquela história de mulher “meio gravida”.

E se tratando de política, cada vez mais a população exige posição firme e coerente dos seus representantes.

Por isso o deputado Eduardo Braide, que é um bom parlamentar, tem-se que reconhecer, está apanhando tanto.

Que fique a lição…

VÍDEO: Idealizado pelo Sebrae-MA, Voucher Digital para Barreirinhas vence Prêmio Nacional de Turismo

A vitória do Voucher Eletrônico para a Prefeitura de Barreirinhas irá implementar ainda mais a Rota da Emoções enquanto destino turístico nacional e internacional.

A proposta do Voucher Digital para a Prefeitura de Barreirinhas, mais uma iniciativa empreendedora do Sebrae Maranhão, foi a grande vencedora do Prêmio Nacional de Turismo, promovido pelo Ministério do Turismo como Inovação Tecnológica no Turismo

Não obstante o Sebrae-MA tenha sido o braço técnico do projeto, inclusive contratando consultoria especializada em tributação municipal e mobilizando as diversas representações empresariais do Trade Turístico no município, coube ao prefeito Albérico Filho (PMDB) receber o prêmio em evento realizado na cidade do Rio de Janeiro, ontem, quarta-feira, 5.

É que à Prefeitura de Barreirinhas coube as articulações política para convencer, por exemplo, a Câmara de Vereadores aprovar a proposta do Voucher Digital, além de outros atos administrativos da gestão municipal que dependiam de passar por aprovação do Legislativo local.

O Blog do Robert Lobato parabeniza toda a equipe de gestores e colaboradores do Sebrae-MA na pessoa do superintende João Martins, bem como a gestão do prefeito de Barreirinhas, Albérico Filho, por esta importante conquista para o turismo maranhense.

Confira, abaixo, vídeo do momento em que feito o anúncio da vitória do Voucher Eletrônico para a Prefeitura de Barreirinhas, que irá implementar ainda mais a Rota da Emoções enquanto destino turístico nacional e internacional.

SAÚDE: Neurocirurgião Francinaldo Gomes lança seu terceiro livro em São Luís

O médico e educador financeiro apresenta sua nova obra intitulada  “Enriquecer faz bem a saúde” 
O neurocirurgião e educador financeiro, Dr. Francinaldo Gomes, em parceria com a Editora DOC e a Saúde mais Ação Educação e Consultoria Ltda, irá lançar no próximo dia 7 de dezembro sua terceira publicação, intitulada “Enriquecer faz bem a Saúde”. O evento, que acontece às 19h, no auditório do UDI Hospital, pretende reunir para uma palestra e noite de autógrafos, profissionais das áreas de finanças e médica, além de pessoas interessadas no tema.
Juntamente às suas atividades médicas, o Dr. Francinaldo Gomes dedica-se à educação financeira de médicos e demais profissionais liberais, já tendo formado mais de 1000 investidores em seus cursos realizados por todo o Brasil. O título, que é sua terceira obra, irá mostrar de forma clara e objetiva como conquistar a tão sonhada independência financeira através de estratégias de criação multiplicação de riqueza. “Diferente dos livros existentes atualmente sobre finanças e investimentos, esta obra consegue mostrar como usar os diversos produtos financeiros de forma harmônica e sincronizada para produzir e remunerar uma carteira eficiente de ativos. E tudo isso sem que você precise deixar de exercer a sua profissão”, explica o médico.
No decorrer do livro, fica claro a necessidade de conquistar sua liberdade financeira, até porque no cenário atual é quase impossível contar com bancos e governo para cuidarem de você quando não puder mais trabalhar. Uma pessoa que não cuida das suas finanças passará o resto da vida trabalhando para enriquecer terceiros e não para seu próprio enriquecimento. Enriquecer é muito mais do que simplesmente ganhar dinheiro. E fica evidente que esse processo faz um grande bem à saúde de todos.

Só uma ousada política de investimentos privados pode tirar o MA da pobreza extrema 5

Desgraçadamente, ao invés de atentar para essa realidade, temos um governante que prefere procurar culpados no passado (José Sarney) e já começa projetar culpados no futuro (Jair Bolsonaro).

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Em apenas um ano, o Brasil passou a ter quase 2 milhões de pessoas a mais vivendo em situação de pobreza. A pobreza extrema também cresceu em patamar semelhante. É o que mostra a Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre os estados, o Maranhão possui o maior percentual de pessoas em situação de pobreza extrema . Segundo o IBGE, cerca de 54,1% dos maranhenses vivem com menos de R$ 406 por mês.

Os dados do IBGE sobre o Maranhão revelam que a nossa classe dirigente ainda não entendeu o nosso estado, desconhece, ignora ou simplesmente não se interessa pelas potencialidades e riquezas naturais deste grande e virtuoso pedaço de chão brasileiro. Ou é muita incompetência.

Quando ganhou a eleição para o governo em 2014, o agora governador Flávio Dino (PCdoB) prometeu “inaugurar o capitalismo no Maranhão” uma vez que, segundo ele, estaríamos ainda na idade média do ponto de vista econômica.

Passados quatro anos de gestão, hoje governador reeleito, e o comunista ao invés ter pegado efetivamente as rédeas do governo e imprimido um novo modelo de governança moderno, criativo e eficaz, não! Optou por uma gestão tímida, apequenada, fraca e que não apresenta quaisquer resultados reais que apontem para um mudança socioeconômica do Maranhão.

Flávio Dino tem revelado-se apenas um bom “chefão” que impõe o medo entre os seus colaboradores ao cobrar trabalho deles e somente isso. Não consegue liderar equipes focadas em resultados e, por conseguinte, incapaz de liderar o processo de desenvolvimento do Maranhão porque não há um plano, não há planejamento de nenhum tipo.

De toda essa mediocridade que habita o Palácio dos Leões o que sobra são os abusos no aumento de impostos; a farra do uso da máquina administrativa em tempos de eleição; nomeações sem critério algum como no caso dos capelães; dinheiro público torrado na fogueira da propaganda/publicidade, enfim, um conjunto de malversações dos recursos do povo não para um projeto de sociedade ou de Estado, mas tão somente para projeto de poder!

Não há milagre: só uma ousada e arrojada política de investimentos de capital privado pode tirar o Maranhão desse quadro de pobreza extrema, caso contrário não haverá um ambiente de justiça social aceitável e digno para o povo maranhense.

Mas, desgraçadamente, ao invés de atentar para essa realidade, temos um governante que prefere procurar culpados no passado (José Sarney) e já começa projetar culpados no futuro (Jair Bolsonaro).

Olhar-se no espelho que é bom…