IMPERATRIZ: Em vídeo, prefeito Assis Ramos reconhece ações parlamentares do senador Roberto Rocha em prol do município 2

O gestor imperatrizense foi agradecer as inúmeras ações parlamentares, entre obras estruturantes e sociais, que Roberto tem realizado em prol da segunda maior cidade do estado.

O prefeito de Imperatriz, Assis Ramos (MDB), foi recebido pelo senador Roberto Rocha (PSDB) no seu gabinete em Brasília. O encontro ocorreu na tarde de ontem, terça-feira, 19.

O gestor imperatrizense foi agradecer as inúmeras ações parlamentares, entre obras estruturantes e sociais, que Roberto tem realizado em prol da segunda maior cidade do estado.

Participaram da reunião ainda os senadores tucanos Antônio Anastasia e Plínio Valério, representes dos estados de Minas Gerais e Amazonas, respectivamente, além da primeira-dama de Imperatriz Janaína Ramos.

Confira o vídeo de agradecimento e reconhecimento do prefeito Assis Ramos ao trabalho do senador Roberto Rocha com imagens do jornalista jornalista Ênio Borgmann.

VÍDEO DA TRAGÉDIA ANUNCIADA: Governo Flávio Dino não fez projeto e verba para Barragem Pericumã foi pro beleléu 9

Em janeiro de 2017, chegaram recursos da ordem de R$ 4 milhões para a recuperação da Barragem do Rio Pericumã, emenda do então deputado federal Victor Mendes que foi para a conta do governo do Maranhão, mas por birra ou incompetência, o governador Flávio Dino deixou voltar o dinheiro para Brasília por falta de projeto.

Muito tem se falado sobre as barragens localizadas no estado do Maranhão, principalmente depois de mais uma tragédia em Minas Gerais, desta feita na cidade de Brumadinho, onde houve mais um rompimento de barragem pertencente à mineradora Vale do Rio.

Com o retorno das atividades parlamentares na Assembleia Legislativa do Maranhão, o tema ganhou a pauta na casa com foco na Barragem do Rio Pericumã, localizada na cidade de Pinheiro, na Baixada Maranhense.

Em janeiro de 2017, chegaram recursos da ordem de R$ 4 milhões para a recuperação da Barragem do Rio Pericumã, emenda do então deputado federal Victor Mendes (PSD) que foi para a conta do governo do Maranhão, mas por birra ou incompetência, o governador Flávio Dino deixou voltar o dinheiro para Brasília por falta de projeto.

A seguir o vídeo em que o comunista reconhece a alocação do recurso, fala em fazer o projeto, mas ao final das contas tudo ficou no já conhecido e clássico “gogó”. Confira.

SANTA RITA: Prefeitura divulga programação de carnaval

A Prefeitura de Santa Rita divulgou a programação de carnaval do município. Ao longo de quatro dias, moradores e foliões poderão aproveitar as atrações para todas as idades. A administração municipal garantiu a presença de bandas conhecidas, assim como também investiu nos artistas locais como forma de valorizar as manifestações culturais locais.

O Carnaval em Santa Rita, terá shows com artista de reconhecimento nacional, além de atrações locais e regional que irão assegurar quatro dias de muita festa para os brincantes. O palco central do carnaval ficará na praça pública, ao lado da prefeitura da cidade.

Dentre as atrações estão a cantora Kátia Cilene, Moleca 100 Vergonha, Bonde do Forró e muito mais.

O prefeito do município Dr. Hilton Gonçalo proporciona o quatro dias de muita diversão para os seus munícipes, turistas e os foliões em geral. — o carnaval de Santa Rita é uma grande tradição, com blocos, escola de samba, brincadeiras e bandas para finalizar a noite. Um carnaval para todos.

MUITO RECURSO: Josimar Maranhãozinho entre os 20 mais ricos do Congresso Nacional

Vale lembrar que Maranhãozinho não somente elegeu-se o deputado federal mais votado das eleições de 2018, como elegeu ainda a sua esposa Detinha, também do PR, a deputada estadual mais votado.

Levantamento feito pelo site de política Congresso em Foco acaba de apontar os ricaços instalados no Congresso Nacional.

O Levantamento foi feito com base na declaração patrimonial dos 513 deputados e 81 senadores no exercício do mandato e mostra que os 20 mais ricos acumulam mais da metade de todos os bens informados à Justiça eleitoral por todos os parlamentares. Juntos, os nove senadores e 11 deputados mais ricos somam mais de R$ 1,18 bilhão, o equivalente a 56% dos R$ 2,09 bilhões acumulados pelos 594 congressistas.Veja quais são os 20 parlamentares mais ricos, conforme declaração à Justiça eleitoral, do atual Congresso:

O deputado federal Josimar Maranhãozinho (PR) aparece na lista “Forbes” da política brasileira entre os parlamentares mais ricos do Brasil com R$ 14.591.074,31 em patrimônio declarado, só o declarado, diga-se.

Vale lembrar que Maranhãozinho não somente elegeu-se o deputado federal mais votado das eleições de 2018, como elegeu ainda a sua esposa Detinha, também do PR, a deputada estadual mais votado. Te mete!

Veja quais são os 20 parlamentares mais ricos, conforme declaração à Justiça eleitoral, do atual Congresso:

1º – Tasso Jereissati (PSDB-CE) – R$ 389.019.698,60 – Senador eleito em 2014 para o seu segundo mandato, é empresário e foi governador do Ceará.

2º – Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), senador – R$ 239.709.825,12
Economista e empresário do ramo da educação, exerce seu primeiro mandato político.

3º – Luiz Flávio Gomes (PSB-SP), deputado – R$ 119.810.503,06
Fundador da rede de ensino telepresencial LFG, Luiz Flávio Gomes foi promotor de justiça e juiz de direito, tendo atuado também como advogado. Estreia na política.

4º – Hercílio Araújo Diniz Filho (MDB-MG), deputado – R$ 38.844.003,09
Estreante na política, é empresário no ramo varejista supermercadista.

5º – Eduardo Girão (Podemos-CE), senador – R$ 36.397.417,26
Estreante na política, é empresário no ramo de hotelaria, transporte de valores e segurança privada. Fundou entidade sem fins lucrativos de atuação na área social.

6º – Jayme Campos (DEM-MT), senador – R$ 35.284.444,05
Pecuarista e ex-prefeito de Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, foi senador entre 2007 e 2015.

7º – Eduardo Braga (MDB-AM), senador – R$ 31.624.764,31
Engenheiro eletricista, é empresário no ramo automobilístico. Ex-governador do Amazonas, foi reeleito em outubro.

8º – Alexis (Novo-SP), deputado – R$ 28.802.788,01
Calouro na política, é engenheiro mecânico e empresário no ramo de pisos e revestimentos industriais.

9º – Magda Mofatto (PR-GO), deputada – R$ 28.192.320,76
Deputada reeleita, é a única mulher entre os mais ricos do Congresso. É dona de hotéis e de clubes em Caldas Novas, cidade conhecida pelas águas termais.

10º – Vanderlan Cardoso (PP-GO), senador – R$ 26.664.659,57
Empresário dos ramos alimentício e de higiene, foi prefeito de Senador Canedo, município da região metropolitana de Goiânia.

11º – Ciro Nogueira (PP-PI), senador – R$ 23.314.081,45
Empresário e advogado, foi reeleito senador em outubro de 2018.

12º – Rodrigo Pacheco (DEM-MG), senador – R$ 22.834.764,00
Advogado, era deputado federal na legislatura passada.

13º – Afonso Motta (PDT-RS), deputado – R$ 21.345.369,25
Deputado reeleito, é advogado.

14º – Lucas Gonzalez (Novo-MG), deputado – R$ 21.140.240,06
Graduado em direito, é empresário no setor de logística. É estreante na política.

15º – Fernando Collor (Pros-AL), senador – R$ 20.308.318,48
Empresário do ramo da comunicação, foi governador e presidente da República, afastado do cargo em processo de impeachment, em 1992.

16º – Misael Varella (PSD-MG), deputado – R$ 20.075.223,44
Bacharel em administração, é pós-graduado em economia.

17º – Genecias Noronha (SD-CE), deputado – R$ 19.044.315,00
Deputado reeleito, é empresário do ramo de motos.

18º – Luciano Bivar (PSL-PE), deputado – R$ 17.980.493,66
Presidente do PSL, é empresário. Bacharel em direito, é pós-graduado em educação financeira.

19º – Haroldo Alves Campos (PSD-RR), deputado – R$ 14.822.011,10
Estreante na política, é empresário do ramo da educação, professor e doutor em Ciências Sociais.

20º – Josimar Maranhãozinho (PR-MA) – R$ 14.591.074,31
Empresário, foi prefeito de Maranhãozinho

Bebianno não resiste e é exonerado após acusações e embate com filho de Bolsonaro

Floriano Peixoto é o novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência

O ministro da Secretaria-Geral da Presidencia, Gustavo Bebianno, durante entrevista Foto: Daniel Marenco/Agência O Globo/05-02-2019.

BRASÍLIA — O porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, confirmou nesta segunda-feira a demissão do ministro da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno . Em um pronunciamento à imprensa, o porta-voz leu uma nota na qual comunicou oficialmente que Bolsonaro decidiu pela exoneração de Bebianno. Perguntado sobre a razão da demissão, o porta-voz explicou que foi uma questão de “foro íntimo” do presidente. O general Floriano Peixoto Vieira Neto assumirá o cargo . Ele será o oitavo militar no primeiro escalão do governo.

Em nome do presidente Jair Bolsonaro, Rêgo Barros agradeceu ao ministro Bebianno:

— O presidente agradece sua dedicação à frente da pasta e deseja sucesso na nova caminhada — afirmou o porta-voz.

PERFIL : Bebianno, um fã que chegou ao coração da família Bolsonaro

Agora, fora do governo, Bebianno diz que voltará a advogar . Segundo o empresário Paulo Marinho, um dos mais próximos aliados do ex-ministro, ele não descarta seguir na política.

A demissão ocorre após uma crise ao longo de toda a última semana. O ex-ministro foi chamado de mentiroso pelo vereador Carlos Bolsonaro, na última quarta-feira. No Twitter, o filho mais próximo do presidente disse que Bebianno mentiu ao falar ao GLOBO que havia conversado três vezes com o presidente no dia anterior. A declaração foi dada para negar que ele estava protagonizando a crise. Na ocasião, Bebianno disse que só havia tratado de assuntos institucionais e não sobre uma possível instabilidade no governo.

Carlos chegou a compartilhar um áudio do presidente para Bebianno como forma de comprovar que não o houve uma conversa entre os dois. As mensagens foram posteriormente compartilhadas pelo próprio Bolsonaro.

O processo de desgaste de Bebianno começou com denúncias envolvendo supostas irregularidades na sua gestão à frente do caixa eleitoral do PSL, partido dele e de Bolsonaro, publicadas na “Folha de S. Paulo”. Bolsonaro e os filhos, no entanto, acusam o ex-coordenador da campanha de vazar informações para a imprensa.

(Fonte: O Globo)

SANTA RITA: Prefeito Hilton Gonçalo discute a produção de mandioca com representantes da AMBEV

O prefeito Hilton Gonçalo participou na última quinta-feira (14), de uma reunião com representante da AMBEV e membros da Federação da Agricultura e Pecuária do Maranhão, para discutir o aumento do plantio da mandioca que serve como matéria-prima para a produção da cerveja Magnífica.

Hilton Gonçalo acredita que o potencial agrícola do Maranhão, especialmente do município de Santa Rita, no plantio de mandioca deve ser melhor aproveitado pela AMBEV, que atualmente compra o produto agrícola, mas envia para Pernambuco para transformá-lo em fécula e aí sim ocorrer a produção da cerveja.

O prefeito de Santa Rita inclusive sugeriu que possa ser discutida a construção de uma fecularia no Maranhão, afinal assim existiria geração de emprego e renda no estado, além de deixar o custo da produção da Magnífica mais barato.

Atualmente a Ambev está produzindo duas cervejas à base de mandioca, a Magnífica no Maranhão e a Nossa em Pernambuco, ambas são vendidas de forma exclusiva somente nos dois estados.

Durante a reunião que contou com a participação do presidente da FAEMA e do Sebrae, Raimundo Coelho, assim como do vice-presidente do Sebrae, Celso Gonçalo, foi abordado o assunto da distribuição da cerveja que ainda não está presente nos grandes supermercados do Maranhão.

O representante da AMBEV explicou que isso decorre por conta da produção, que ainda não atende toda a demanda. Diante desse fato, mais uma vez foi sugerida a ampliação e o incentivo à produção da mandioca no estado.

Hilton Gonçalo é um incentivador do desenvolvimento agrícola de Santa Rita, e por isso ele defende que a mandioca não deve ser usada apenas para a produção de farinha. “Acabou aquela história que Santa Rita era conhecida por ser a terra da farinha, hoje nós produzimos muito mais, claro que mantemos a tradição da nossa deliciosa farinha, mas atualmente somos produtores de outras culturas agrícolas, assim como temos um grande potencial na piscicultura”, declarou.

Empresa familiar: profissionalização, sucessão e conflitos

A questão da sucessão é importantíssima e tem uma posição ambígua, pois nesta fase as empresas podem encerrar suas atividades ou até mesmo caminharem para um novo nascimento

Armando Lourenzo, via Administradores.com

A sobrevivência é hoje uma das maiores preocupações dos dirigentes de empresas familiares, em especial dos dirigentes das firmas de pequeno porte. Para este setor pode-se observar que várias empresas enfrentam problemas operacionais ou estratégicos, isto é, dificuldades relacionadas à inadequação, tanto na utilização quanto na escolha dos recursos disponíveis para o alcance de diferenciais de mercado.

Dentre esses problemas a questão da sucessão é importantíssima e tem uma posição ambígua, pois nesta fase as empresas podem encerrar suas atividades ou até mesmo caminharem para um novo nascimento. Aliada ao problema da falta de profissionalização, atinge cerca de 80% das empresas desse segmento da economia.

A empresa familiar, atualmente representa uma parte significativa no conjunto das empresas privadas existentes no país e no mundo. Pesquisas mais conservadoras apontam para o percentual de 75% aproximadamente em termos mundiais. Seus problemas são muito conhecidos: dificuldades para a transferência do comando (sucessão) e a falta de profissionalização.

Na tentativa de orientar a empresa familiar para o seu prolongamento, apresentam-se dois instrumentos básicos de gestão: programa de profissionalização e planejamento da sucessão.

O primeiro é a profissionalização, a qual pode-se entender em seu sentido mais amplo como uma administração onde a propriedade está separada da gestão, ou seja, família é família e empresa é empresa. É claro que a profissionalização na prática, não quer dizer substituição total dos parentes por pessoas de fora, pois podem existir membros da família que sejam qualificados e competentes para o exercício da gerência.

Neste sentido o caminho é estabelecer os critérios de ingresso e permanência na empresa e a partir disto escolher as pessoas. Outra questão a ser resolvida é a estruturação formal da empresa, pois em algumas situações a “bagunça organizacional” já tomou conta, dificultando assim o funcionamento das atividades da firma. Deve-se ressaltar que não se está propondo um engessamento a tal ponto que a agilidade seja absorvida por esta nova estrutura, mas sim o aparecimento de regras para que a empresa possa caminhar de forma a não depender apenas da cabeça de uma única pessoa.

O segundo instrumento é o planejamento da sucessão empresarial. A escolha do sucessor deve ser orientada por critérios claros e apoiada pela família. Dependendo do caso outros agentes podem influenciar indiretamente na escolha, como clientes ou fornecedores. Esta situação vai estar relacionada ao tipo de influência destes agentes na atuação da firma.

Os pontos mais críticos da sucessão podem ser apresentados por:

• falta de vocação e dificuldades no treinamento e na escolha dos sucessores,
• diferenças entre as visões estratégicas do fundador e do sucessor,
• falta de conscientização por parte do fundador que deve fazer o planejamento da sucessão,
• dificuldade na aceitação do sucessor escolhido, por parte do resto da família.
• conflitos entre os membros da família.

Para minimizar os pontos críticos, a sucessão deve ser planejada desde o início da empresa, sendo muito importante que o próprio fundador ajude a coordenar e planejar o programa de ação.

Esses instrumentos podem estar planejados e organizados, porém se as pessoas não colaborarem, tudo não passará de uma relação de desejos. Conflitos entre sócios, parentes e funcionários são constantes, porém apesar da dificuldade em reduzi-los totalmente, estes devem ser gerenciados. Além dos conflitos existentes entre o fundador e seus funcionários, existem aqueles resultantes da relação entre os membros da família (mesmo os que não trabalham) e a empresa. Para estes problemas recomendam-se atividades de treinamento e comunicação para os familiares, com o objetivo de buscar um equilíbrio interno de conhecimentos e a elaboração de um conjunto de regras de convivência com a participação de todos os membros na sua confecção, visando um maior comprometimento.

Os instrumentos apresentados não têm o objetivo de resolver todos os problemas relativos às empresas familiares, mas sim orientar o pensamento dos dirigentes na geração de programas que visem aumentar a longevidade da empresa familiar, de modo que esteja adequada ao ambiente, integrada as expectativas da família e gerando os resultados necessários.

GESTÃO DE CONDOMÍNIOS: O exemplo que vem do Village dos Pássaros I 2

Há 3 anos, o jovem Jordão Reis se candidatou ao cargo de síndico a fim de lutar pelo condomínio e sua organização. Atualmente, com muito esforço e dedicação, tornou o condomínio referência em segurança e organização ganhando o reconhecimento dos condôminos na sua imensa maioria.

João Reis à frente das famílias do Condomínio Village dos Pássaros I.

Se há ima função que exige alta responsabilidade e demonstração de competência é a de síndico de condomínios.

Função tão importante que está no Código Civil a lista dos diversos deveres do síndico, como cuidar da área comum e sua manutenção, seguir e fazer seguir as decisões das assembleias, manter o seguro do condomínio em dia, entre muitas outras obrigações.

De condomínios luxuosos aos mais modestos, as funções do síndicos são exatamente as mesmas, logo não é o padrão de determinado condomínio que vai mostrar ou não a competência do síndico.

Um condomínio localizado na região metropolitana de São Luís, mas precisamente no município de São José de Ribamar é bom exemplo do que estamos falando.

Trata-se do Village dos Pássaros I, uma comunidade habitada por 509 famílias com diferentes culturas e comportamentos. Ou seja, um condomínio grande como esse certamente traz muitos desafios quanto a sua gestão, tanto na ordem administrativa, financeira, estrutural e de pessoal.

Há 3 anos, o jovem Jordão Reis se candidatou ao cargo de síndico a fim de lutar pelo condomínio e sua organização. Atualmente, com muito esforço e dedicação, tornou o condomínio referência em segurança e organização ganhando o reconhecimento dos condôminos na sua imensa maioria.

Suas principais ferramentas de trabalho são honestidade, integridade e transparência, conquistando assim, a confiança e credibilidade necessária para que a cada dia seja realizado o melhor.

Nesse sentido, o Blog do Robert Lobato parabeniza Jordão Reis pela excelência de gestão apresentada no Condomínio Village dos Pássaros I e deseja ainda mais sucesso nessa que é, repito, uma função que requer enormes responsabilidades, até porque estamos falando de cuidar de pessoas e suas famílias.

É isso aí!

CRISE: “As reservas do Fepa estão acabando”, alerta especialista 2

O governo Dino vem se fazendo de cego, surdo e mudo sobre o quadro quase falimentar do Fepa.

O economista Eden Júnior, que também é técnico da Controladoria Geral da União (CGU), usou sua rede social do Facebook para fazer um alerta (mais um, na verdade) sobre a crise que ronda o Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (Fepa).

Com base no Relatório Resumido de Execução Orçamentária de dezembro/2018, do Governo do Estado, o especialista afirma que as reservas de investimento do Fepa somaram apenas R$ 33 milhões até o final do ano passado, mas já foram de R$ 1,2 bilhões.

“As reservas de investimento do Fepa somaram apenas R$ 33 milhões ao final de dezembro de 2018. Elas já foram de R$ 1,2 bilhão em 2014 e estavam em mais de R$ 600 milhões no início de 2018. Logo aqueles que no plano nacional são contra a reforma da Previdência terão que reformular a Previdência do Servidor Estadual. O tempo está se esgotando, não há mais espaço para demagogia, sob pena de se comprometer o presente e o futuro de milhares de beneficiários do Fepa. Os números estão no Relatório Resumido de Execução Orçamentária de dezembro/2018″, postou.

Não é de agora que Eden Júnior faz alertas para a grave situação financeira do Fepa. Através de entrevistas e artigos publicado no Blog do Robert Lobato e mesmo no Jornal Pequeno, o economista tem tentado abrir os olhos do governo para o quadro quase falimentar do fundo criado para garantir a aposentadoria do funcionalismo público estadual.

Mas, infelizmente, o governo Dino vem se fazendo de cego, surdo e mudo sobre a questão. Lamentável!

Para conhecer o Relatório Resumido de Execução Orçamentária de dezembro/2018, clique aqui.