SÃO JOSÉ DE RIBAMAR: Lava Bois em encerra temporada junina no Maranhão

lava bois 2017

A tradicional festa do Lava Bois do município de São José de Ribamar encerra oficialmente as festas juninas do Maranhão. A festança garante animação neste sábado (07) e Domingo (08) no Parque Municipal do Folclore Therezinha Janssen.

Em sua 65º edição, a Prefeitura de São José de Ribamar montou um esquema para garantir tanto a segurança quanto o fluxo de visitantes. De acordo com o prefeito ribamarense, Luis Fernando Silva, a cidade foi preparada para a realização da festa.

“Para garantir o conforto, a segurança dos brincantes e mobilidade, montamos um grande esquema nas áreas da segurança, trânsito e saúde, onde teremos mais de 600 homens da Polícia Militar, além de 35 Bombeiros, 60 seguranças contratados pelo governo municipal e 90 homens da Guarda Municipal, estarão trabalhando nos dois dias da festa”, detalhou o gestor.

Equipes médicas e ambulâncias do SAMU estarão de plantão em pontos estratégicos do circuito. O Hospital Municipal também vai funcionar em esquema de urgência e emergência para atendimento médico de possíveis casos mais graves. A programação do Lava Bois terá início na noite de sábado (07), a partir das 20h, no Parque Municipal do Folclore Therezinha Janssen, na orla marítima da sede.

No local, serão realizados shows culturais e a apresentação do tradicional Bumba Boi Meu Tamarineiro, sotaque de orquestra, seguido da apresentação de Lairton e seus Teclados além da Banda Energia. No domingo (08), a programação começa a partir do meio dia com Dudu N’Gandaia, Banda Samba de Boa, finalizando com o tradicional encontro dos bois de matraca.

Mudança no Trânsito

O trânsito no município começará a ser disciplinado com orientações aos motoristas a partir das 19h do sábado (07). Já no domingo (08), a partir das 5h da manhã, ônibus e carros pequenos que estiverem trafegando no sentido Ribamar, deverão seguir o itinerário da Avenida Clodomir Cardoso, Avenida Garrastazu Médice até o terminal da Campina.

Agentes da Guarda além da Polícia Rodoviária, também estarão disciplinando o trânsito no local. A programação completa está disponível no site www.saojosederibamar.ma.gov.br

SANTA RITA: Prefeitura desenvolve uma série de atividades para celebrar o fim do semestre letivo

A Prefeitura de Santa Rita encerrou o semestre letivo da rede municipal de ensino na sexta-feira (6). Para celebrar a data, escolas desenvolveram uma série de atividades alusivas ao período junino e também por conta da Copa do Mundo, com belíssimas danças, apresentações culturais e comidas típicas foram oferecidas para as crianças, resgatando assim as manifestações culturais.

Além disso foi desenvolvido o Projeto Alimentação Saudável sendo na E.M Senhora Santana e tem como objetivo principal favorecer a reflexão de bons hábitos alimentares como os benefícios das frutas, verduras e legumes.  O projeto visa também ajudar as crianças a se prevenirem de diversas doenças como a hipertensão, diabetes, obesidade e etc.

Já na E.M Nauziro Silva, professores e alunos apresentaram as fábulas “A cigarra e a formiga” e também “O Leão e os ratinhos”. Momento de aprender um pouco mais através das histórias infantis.

Também teve espaço para o esporte, o Projeto Copa 2018 desenvolvido por alunos do turno vespertino do Colégio Militar Orlando Gasileu. Foram desenvolvidas atividades e mostra de comidas típicas regionais de cada país participante da Copa do Mundo. Finalizando o período letivo do primeiro semestre, os alunos resgatam as manifestações culturais de outros países através desse projeto.

O prefeito Hilton Gonçalo ficou extremamente satisfeito com o desenvolvimento das atividades, afinal uma das suas prioridades é preparar Santa Rita para o futuro através das futuras gerações.

UMA LIÇÃO DE VIDA QUE VEM DA BÉLGICA: “Tenho algumas coisas a dizer” 8

Recomendo a leitura até o final do impressionante depoimento do belga Romelu Lukaku ao “The Players Tribune”, tradução de Bruno Bonsanti, do sítio “Trivela”.

Eu me lembro do momento exato em que soube que estávamos quebrados. Ainda consigo visualizar minha mãe na geladeira e o olhar no rosto dela.

Eu tinha seis anos de idade e cheguei de casa para almoçar durante o intervalo da escola. Minha mãe me dava a mesma coisa todos os dias: pão e leite. Quando você é uma criança, nem pensa sobre isso. Mas acho que era tudo que podíamos comprar.

Naquele dia, eu cheguei em casa e entrei na cozinha e vi minha mãe na geladeira com uma caixa de leite, como sempre. Mas, naquela vez, ela estava misturando algo. Ela estava balançando, sabe? Eu não entendi o que estava acontecendo.

Ela estava misturando água no leite. Não tínhamos dinheiro suficiente para o resto da semana. Estávamos quebrados.

Meu pai havia sido um jogador profissional de futebol, mas estava no fim da sua carreira e não havia mais dinheiro. A primeira coisa que perdemos foi a TV a cabo. Acabou o futebol. Acabou o Match of the Day (famoso programa esportivo britânico). Acabou o sinal.

Chegava em casa à noite e as luzes estavam apagadas. Sem eletricidade por duas, três semanas de uma vez.

Eu queria tomar banho, e não havia mais água quente. Minha mãe esquentava a chaleira no fogão, e eu ficava em pé no chuveiro jogando água quente na minha cabeça com um copo.

Houve ocasiões em que minha mãe precisava pedir pão “emprestado” da padaria no fim da rua. Os padeiros nos conheciam, eu e meu irmãozinho, então deixavam que ela pegasse uma fatia de pão na segunda-feira e pagar apenas na sexta.

Eu sabia que tínhamos problemas. Mas, quando ela estava misturando água no leite, eu percebi que já era, sabe? Essa era nossa vida.

Eu não disse uma palavra. Não queria estressá-la. Eu apenas comi meu almoço. Mas eu juro por Deus, eu fiz uma promessa a mim mesmo naquele dia. Era como se alguém tivesse estalado os dedos e me acordado. Eu sabia exatamente o que fazer.

Eu não podia ver minha mãe vivendo daquele jeito. Não, não, não. Eu não aceitaria aquilo.

As pessoas no futebol amam falar sobre força mental. Bom, eu sou o cara mais forte que você vai conhecer. Porque eu me lembro de me sentar no escuro com meu irmão e minha mãe, rezando, e pensando, acreditando, sabendo… que um dia aconteceria.

Não contei minha promessa para ninguém por um tempo. Mas, alguns dias, eu chegava em casa da escola e encontrava minha mãe chorando. Então, eu finalmente a disse um dia: “Mãe, tudo vai mudar. Você vai ver. Eu vou jogar futebol pelo Anderlecht e vai acontecer rápido. Vamos ficar bem. Você não precisará mais se preocupar”.

Eu tinha seis anos. 

Eu perguntei para o meu pai: “Quando eu posso começar a jogar futebol profissional?”

Ele disse: “Dezesseis anos”

Eu disse: “Ok, dezesseis anos, então”.

Aconteceria. Ponto final.

Deixa eu dizer uma coisa – todo jogo que eu já disputei foi uma final. Quando eu jogava no parque, era uma final. Quando eu jogava no recreio do jardim de infância, era uma final. Eu estou falando sério para caralho. Eu tentava rasgar a bola todas as vezes que eu chutava. Força total. Não estava chutando com o R1, brother. Não era chute colocado. Eu não tinha o novo Fifa. Eu não tinha um Playstation. Eu não estava brincando. Eu estava tentando te matar.

Quando eu comecei a ficar mais alto, alguns dos professores e pais começaram a me estressar. Eu nunca vou esquecer a primeira vez que ouvi um dos adultos dizer: “Ei, quantos anos você tem? Que ano você nasceu?”

E eu fiquei, tipo, o quê? Tá falando sério?

Quando eu tinha 11 anos, eu jogava pela base do Lièrse, e um dos pais do outro time literalmente tentou me impedir de entrar no gramado. Ele disse: “Quantos anos tem essa criança? Onde está o documento dela? Da onde ela veio?”

Eu pensei: “Da onde eu vim? O quê? Eu nasci na Antuérpia. Eu vim da Bélgica”.

Meu pai não estava lá porque ele não tinha carro para me levar aos jogos for a de casa. Eu estava completamente sozinho e precisava me impor. Eu fui pegar meu documento, na minha mala, e mostrei para todos os pais, e eles o passaram de mão em mão, inspecionando, e eu lembro do sangue me subindo à cabeça… e pensei: “Oh, eu vou matar o seu filho mais ainda agora. Eu já ia matá-lo, mas, agora, eu vou destruí-lo. Você vai levar seu filho para casa chorando agora”.

Eu queria ser o melhor jogador de futebol da história da Bélgica. Era esse meu objetivo. Não apenas bom. Não apenas ótimo. O melhor. Eu jogava com muita raiva por causa de muitas coisas… por causa dos ratos que viviam no nosso apartamento…. porque eu não podia assistir à Champions League… pela maneira como os outros pais olhavam para mim.

Eu estava em uma missão.

Quando eu tinha 12 anos, eu marquei 76 gols em 34 partidas.

Eu marquei todos eles usando as chuteiras do meu pai. Quando nossos pés ficaram do mesmo tamanho, nós as compartilhávamos.

Um dia, eu liguei para o meu avô – o pai da minha mãe. Ele era uma das pessoas mais importantes da minha vida. Ele era minha conexão com a República Democrática do Congo, da onde minha mãe e meu pai vieram. Então, eu estava no telefone com ele um dia, e eu disse: “Estou indo bem. Eu fiz 76 gols e ganhamos a liga. Os grandes times estão começando a me notar”.

E geralmente ele queria ouvir sobre os meus jogos. Mas, naquela vez, estava estranho. Ele disse: “Yeah, Rom, yeah, isso é ótimo. Mas você pode me fazer um favor?”

Eu disse: “Sim, qual?”

Ele disse: “Você pode cuidar da minha filha, por favor?”

Eu me lembro de ter ficado confuso. Sobre o que o vovô estava falando?

Eu disse: “A mamãe? Sim, estamos bem. Estamos ok”.

Ele disse: “Não. Você tem que me prometer. Você pode me prometer? Cuide da minha filha. Apenas cuide dela para mim. Ok?”

Eu disse: “Sim, vovô. Entendi. Eu prometo”.

Cinco dias depois, ele morreu. E, então, eu entendi o que ele queria dizer.

Eu fico muito triste pensando nisso porque eu gostaria que ele tivesse ficado vivo mais quatro anos para me ver jogar pelo Anderlecht. Para ver que eu cumpri minha promessa, sabe? Para ver que tudo ficaria bem.

Eu disse para minha mãe que eu conseguiria chegar lá quando tivesse 16 anos.

Eu errei por 11 dias.

24 de maio de 2009.

A final do playoff. Anderlecht versus Standard Liège.

Aquele foi o dia mais doido da minha vida. Mas precisamos retroceder um pouco. Porque no começo da temporada, eu mal estava jogando pelo sub-19 do Anderlecht. O treinador me colocou na reserva. E eu pensava: “Como vou conseguir um contrato profissional no meu 16º aniversário se ainda estou no banco pelo sub-19?”.

Então, fiz uma aposta com o treinador.

Eu disse para ele: “Eu garanto algo a você. Se você me colocar para jogar, eu vou fazer 25 gols até dezembro”.

Ele riu. Ele literalmente riu da minha cara.

Eu disse: “Vamos fazer uma aposta”.

Ele disse: “Ok, mas se você não fizer 25 gols até dezembro, você vai para o banco de reservas”.

Eu disse: “Certo, mas, se eu vencer, você vai limpar todas as minivans que levam os jogadores para casa depois do treino”.

Ele disse: “Ok, fechado”.

Eu disse: “E mais uma coisa. Você tem que fazer panqueca para nós todos os dias”.

Ele disse: “Ok, certo”.

Foi a aposta mais estúpida que o homem já fez.

Eu tinha 25 gols em novembro. Estávamos comendo panqueca antes do Natal, bro. Que sirva de lição.

Você não mexe com um garoto que está com fome.

Eu assinei contrato professional com o Anderlecht no meu aniversário, 13 de maio. Fui direto comprar o novo Fifa e um pacote de TV a cabo. Já era o fim da temporada, então estava em casa relaxando. Mas a liga belga estava doida naquele ano, porque Anderlecht e Standard Liège terminaram empatados em pontos. Então, haveria um playoff de duas partidas para decidir o título.

Durante o jogo de ida, eu estava em casa assistindo à TV como um torcedor.

Então, no dia anterior ao jogo de volta, eu recebi uma ligação do técnico dos reservas.

“Alô?” “Alô, Rom. O que você está fazendo?”

“Saindo para jogar bola no parque”.

“Não, não, não, não, não. Faça suas malas. Agora mesmo”.

“Por quê? O que eu fiz?”

“Não, não, não. Você precisa sair para o estádio agora. O time principal pediu por você”.

“Yo….o quê? Eu?!”

“Sim. Você. Venha. Agora”.

Eu literalmente corri para o quarto do meu pai.

“YO! Levanta, porra. Precisamos correr, cara!”. “Huh? O quê? Pra onde?”.

“ANDERLECHT, CARA”.

Eu nunca vou esquecer. Eu cheguei ao estádio e praticamente corri para o vestiário. O roupeiro disse: “Ok, garoto, que número você quer?”.

E eu disse: “Me dá a 10”.

Hahahahahaha sei lá, eu era muito jovem para ter medo, acho.

E ele: “Jogadores da base usam números acima do 30.

Eu disse: “Ok, bem, três mais seis é igual a nove, e esse é um número legal, então me dá a 36”.

Naquela noite, no hotel, os jogadores adultos me fizeram cantar uma música para eles no jantar. Eu nem me lembro qual escolhi. Minha cabeça estava girando.

Na manhã seguinte, meu amigo literalmente bateu na porta da minha casa para ver se eu queria jogar futebol e minha mãe disse: “Ele saiu para jogar”.

Meu amigo: “Jogar onde?”

Ela disse: “Na final”.

Saímos do ônibus no estádio, e cada jogador estava usando um terno legal. Menos eu. Eu saí do ônibus usando um terrível agasalho e todas as câmeras de TV estavam na minha cara. A caminhada para o vestiário foi de talvez 300 metros. Talvez uma caminhada de três minutos. Assim que coloquei meu pé no vestiário, meu telefone começou a explodir. Todo mundo havia me visto na televisão. Eu recebi 25 mensagens em três minutos. Meus amigos estavam ficando loucos.

“Bro?! Por que você está no jogo?!”

“Rom, o que está acontecendo? POR QUE VOCÊ ESTÁ NA TV?”.

A única pessoa que respondi foi meu melhor amigo. Eu disse: “Brother, eu não sei se vou jogar. Eu não sei o que está acontecendo. Mas continua vendo TV”.

Aos 18 minutos do segundo tempo, o treinador me colocou em campo.

Eu corri no gramado pelo Anderlecht aos 16 anos e 11 dias.

Perdemos a final naquele dia, mas eu já estava no céu. Eu cumpri a promessa para a minha mãe e para meu avô. Aquele foi o momento em que eu soube que ficaríamos bem.

Na temporada seguinte, eu ainda terminava o meu último ano do colégio e jogava na Liga Europa ao mesmo tempo. Eu precisava levar uma grande mochila para o colégio para poder pegar um voo no fim da tarde. Vencemos a liga com folga. Foi…uma loucura!.

Eu realmente esperava que tudo isso acontecesse, mas talvez não tão rápido. De repente, a imprensa estava crescendo em torno de mim, e colocando todas essas expectativas nas minhas costas. Especialmente com a seleção nacional. Por algum motivo, eu não estava jogando bem pela Bélgica. Não estava funcionando.

Mas, yo – pera lá. Eu tinha 17 anos! 18! 19!

Quando as coisas corriam bem, eu lia os artigos de jornal e eles me chamavam de Romelu Lukaku, o atacante belga.

Quando as coisas não corriam bem, eles me chamavam de Romelu Lukaku, o atacante belga descendente de congoleses.

Se você não gosta do jeito como jogo, tudo bem. Mas eu nasci aqui. Eu cresci na Antuérpia, em Liège e em Bruxelas. Eu sonhava em jogar pelo Anderlecht. Eu sonhava em ser Vincent Kompany. Eu começava uma frase em francês e terminava em holandês, e colocava um pouco de espanhol e português ou lingala, dependendo do bairro em que eu estivesse.

Eu sou belga. Somos todos belgas. É isso que faz este país legal, certo?

Eu não sei por que algumas pessoas do meu próprio país querem que eu fracasse. Eu realmente não entendo. Quando fui para o Chelsea e não estava jogando, eu os ouvi dando risada de mim. Quando fui emprestado para o West Brom, eu os ouvi dando risada de mim.

Mas tudo bem. Essas pessoas não estavam comigo quando colocávamos água no nosso cereal. Se vocês não estavam comigo quando eu não tinha nada, vocês realmente não podem me entender.

Sabe o que é engraçado? Eu perdi dez anos de Champions League quando era criança. A gente não podia pagar. Eu chegava à escola e todas as crianças estavam falando sobre a final e eu não sabia o que havia acontecido. Eu me lembro de 2002, quando o Real Madrid jogou contra o Bayer Leverkusen, e todo mundo falava “aquele voleio! Meu Deus, aquele voleio!”.

E eu tinha que fingir que sabia do que estavam falando.

Duas semanas depois, estávamos sentados na aula de computação, e um dos meus amigos baixou o vídeo da internet, e eu finalmente vi Zidane mandar aquela bola no ângulo com a perna esquerda.

Naquele verão, eu fui para minha casa para assistir ao Ronaldo Fenômeno na final da Copa do Mundo. A história de todo o resto daquele torneio eu ouvi das crianças da escola.

Eu lembro que eu tinha buracos nos meus sapatos em 2002. Grandes buracos.

Doze anos depois, eu estava jogando a Copa do Mundo.

Agora, estou prestes a jogar outra Copa do Mundo e meu irmão está comigo desta vez (o texto foi provavelmente escrito antes da convocação final porque Jordan Lukaku, irmão de Romelu, estava na pré-convocação, mas não chegou à lista final). Duas crianças da mesma casa, da mesma situação, que deram certo. Sabe de uma coisa? Eu vou me lembrar de me divertir dessa vez. A vida é curta demais para estresse e drama. As pessoas podem dizer o que quiserem sobre nosso time, sobre mim.

Cara, escuta – quando éramos crianças, não podíamos pagar para ver Thierry Henry no Match of the Day! Agora, estamos aprendendo com ele todos os dias no time nacional (Henry é auxiliar de Roberto Martínez, técnico da Bélgica). Estou junto com a lenda, em carne e osso, e ele está me dizendo tudo sobre como atacar os espaços como ele costumava fazer. Thierry deve ser o único cara no mundo que vê mais jogos do que eu. Nós debatemos tudo. Estamos sentados e tendo debates sobre a segunda divisão da Alemanha.

“Thierry, você viu o esquema do Fortuna Düsseldorf?”

Ele: “Não seja tonto. Claro que vi”.

Isso é a coisa mais legal do mundo para mim.

Eu apenas realmente, realmente gostaria que meu avô estivesse vivo para ver isso.

Não estou falando da Premier League.

Nem do Manchester United.

Nem da Champions League.

Nem da Copa do Mundo.

Não é disso que estou falando. Eu apenas queria que ele estivesse vivo para ver a vida que temos agora. Eu gostaria de ter mais uma conversa com ele por telefone, para poder dizer para ele…

“Viu? Eu disse para você. Sua filha está bem. Não há mais ratos no nosso apartamento. Ninguém mais dorme no chão. Não há mais estresse. Estamos bem agora. Estamos bem.

…Eles não precisam mais checar nossos documentos. Eles conhecem nosso nome”.

Tudo pronto para o Encontro de Oração mais aguardado do ano: Kairós 2018 “Necessário vos é nascer de novo” 2

O Encontro de Oração mais aguardado do ano está chegando. Trata-se do Kairós 2018, que terá como tema “Necessário vos é nascer de novo” (Jo 3,7). O encontro acontece no próximo domingo (01), na Igreja Nossa Senhora da Paz, no bairro do Parque Shalon, das 08 h às 18h,  e contará com a participação mais do que especial da missionária Alexandra Gonçalves, da comunidade Canção Nova (SP).

A reunião de oração é destinada a todas as pessoas que queiram ter uma experiência com o amor de Deus, que tudo pode transformar. Solteiros, Casados, Jovens, Crianças, Adultos, Idosos, as Famílias em geral, todos estão convidados para participarem e fazerem parte desse momento único, onde a graça de Deus será derramada abundantemente. A entrada é gratuita!

O Kairós 2018 é uma realização do Grupo de Oração “Mensageiros da Paz”,da Renovação Carismática Católica de São Luís (RCC), que por obra e graça de Deus, completou 19 anos de existência neste mês de Junho, tornando o evento ainda mais especial e significativo.

O Coordenador arquidiocesano da Renovação Carismática Católica de São Luís, Robert Gonçalves de Araújo, também estará presente neste evento tão especial. 

Sobre o Kairós

Kairós é uma palavra de origem grega que significa o momento certo, momento supremo ou momento oportuno. Kairós no Novo Testamento, significa “o tempo designado no propósito de Deus”, o momento em que Deus age. O termo Kairós se relaciona ao “tempo de Deus” e com isso não pode ser medido. Segundo a Bíblia “Um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia”.

Sem dúvida nenhuma, será um dia único e cheio de bençãos, onde todos se reunirão para desfrutar das graças de Deus, e consequentemente, aprender mais sobre sua Palavra.

Não deixe de participar! Será uma experiência maravilhosa e inesquecível!

Para mais informações, acesse as redes sociais do Grupo de Oração “Mensageiros da Paz”: @Gomensageirosdapaz (Facebook) e @Gorccmensageirosdapaz (Instagram).

Contatos:

Samuel Kzan (98) 9 9903-7774
Lucas Soares (98) 9 9993-1795

SÃO JOSÉ DE RIBAMAR: Festança junina é aberta oficialmente pelo prefeito Luis Fernando 2

A maior festa popular do país foi aberta oficialmente na noite deste sábado (23), no Parque Municipal do Folclore Therezinha Janssen, orla marítima de São José de Ribamar. O São João da cidade balneária segue até o dia 29 de junho, com mais de 100 brincadeiras que vão animar a festança.

E já na abertura, as cores, o bailado das índias, as brincadeiras além da batida forte das matracas e pandeirões deram o tom do que vai ser a temporada junina na cidade turística internacionalmente conhecida. O público presente que lotou o Parque Folclórico, gostou do que viu.

Seu Raimundo Santos, de 57 anos, disse que não há tempo melhor que o São João. “Todos os anos eu venho prestigiar as brincadeiras daqui de Ribamar porque eu adoro essa cidade, sem falar do boi de Ribamar que acompanho todos os anos”, disse o eletricista.

Além do Parque Municipal, a programação segue em outros 12 circuitos, sendo 9 oficiais além de 03 fora de época e ainda outros 04 que recebem o apoio da Prefeitura de São José de Ribamar por meio da Secretaria de Cultura.

Para o prefeito Luis Fernando, que antes mesmo de abrir oficialmente a temporada junina, percorreu diversos pontos da cidade prestigiando o batizado de várias brincadeiras, o São João é sem dúvida uma grande manifestação popular e que merece toda a atenção e principalmente incentivo por parte do poder público.

“Não medimos esforços para manter viva a nossa cultura e tradição. Além de um esforço muito grande para a realização da festa, também honramos com o pagamento antecipado dos cachês para que as brincadeiras pudessem se programar e assim realizar uma grande festa, a exemplo do que já estamos vivenciando”, parabenizou o prefeito.

Durante a intensa agenda de abertura do São João, Luis Fernando assinou o ato que modifica o nome do Viva Outeiro para “Praça João Damásio Pinheiro, o Garrafinha”. A justa homenagem, segundo o gestor, reflete o reconhecimento pelo trabalho e dedicação em prol da cultura ribamarense.

“Garrafinha foi um grande folclorista de Ribamar. E hoje estamos homenageando este grande homem que deixou um legado de cultura e amor que será eternizado por meio desta homenagem”, disse anunciando ainda a reconstrução da Praça e reforma da sede do boi de Ribamar.

Para a temporada, a Prefeitura também preparou um esquema especial de segurança que garante homens da Polícia Militar a pé, moto e veículos, além do destacamento do Corpo de Bombeiros e efetivo da Guarda Municipal. O trânsito também deverá ser disciplinado para um melhor fluxo de brincantes e pedestres.

Além dos sete dias oficiais da temporada junina, São José de Ribamar também já se prepara para realizar outra grande manifestação popular: a 65ª edição do Lava Bois, evento igualmente tradicional que atrai visitantes do mundo inteiro.

Além do prefeito Luis Fernando, vice-prefeito Eudes Sampaio, secretários e vereadores, prestigiaram a abertura do São João ribamarense o deputado estadual Neto Evangelísta e o deputado federal Hildo Rocha.

Lava-Bois

Com o fim da programação junina que ocorrerá dia 29, entre em cena o batalhão do tradicional Lava-Bois, que este ano chega a sua 65ª edição e deverá promover a despedida do São João em grande estilo. O evento será realizado nos dias 7 e 8 de julho também no Parque Municipal do Folclore.

Nos dois dias, milhares de brincantes se divertem ao som dos principais batalhões de matraca, orquestra e zabumba, além de artistas locais. A festa começa no sábado (07), a partir das 20h e domingo (8), a diversão rola a partir das 12h.

Foto: Divulgação

Arraiá do Povo fecha com chave de ouro e casa cheia

Com segurança, acessibilidade, conforto e diversidade, marcas que o consagraram como um dos mais bonitos e animados de São Luís, o Arraiá do Povo foi encerrado, na noite de sábado (23), com a presença de numeroso público, que participou e se divertiu com o Boi de Presidente Juscelino, Quadrilharte de Alcântara, show de Gargamel, Boi de Upaon-Açu, Boi Pirilampo, Boi da Maioba e show de Josy Porto.

Idealizado pela Assembleia Legislativa, por intermédio do Grupo de Esposas de Deputados do Maranhão (Gedema), com apoio do Governo do Estado, o espaço foi montado na área do estacionamento da Casa, ao lado do Complexo de Comunicação, consagrando-se como um projeto vitorioso e a aprovação do público pela organização, segurança, conforto, acessibilidade e qualidade das atrações.

Planejada para os dias 14,15 e 16, devido à aceitação do público, e diante de muitos pedidos, a festa ganhou mais uma noite, uma ideia do presidente da Assembleia, deputado Othelino Neto (PCdoB). Repetindo o que aconteceu nas primeiras, a noite de despedida recebeu servidores da Casa e seus familiares, crianças (que podiam se divertir em um playground gratuito montado no espaço), jovens, adultos e idosos.

“Realmente, o Arraiá do Povo está muito bonito e animado. Pena que já é o último dia. Fica um gostinho de quero mais. Parabéns à Assembleia pela organização e a todos que contribuíram para seu sucesso. Vim de muito longe só para prestigiar”, declarou a vereadora de São João do Caru, Maralice Almeida Pinto.

“Estamos muito orgulhosos de nos apresentar aqui. É um lindo arraial. Esperamos voltar outras vezes”, disse o presidente do Bumba Boi de Presidente Juscelino, Odair José. Já Haroldo Júnior, vereador e coordenador da Quadrilharte, de Alcântara, disse ter ficado feliz pelo convite. “Aqui tudo está muito lindo e animado. Estamos todos muito felizes pela oportunidade que nos deram de mostrar nosso trabalho”, frisou.

Equipe de Comunicação dá um show de cobertura

Como nas noites anteriores, o Arraiá do Povo contou, mais uma vez, com ampla cobertura da equipe de profissionais da TV Assembleia, Rádio Assembleia online, site e redes sociais. Com transmissão ao vivo, flashes ao vivo e em tempo real, entrevistas e a cobertura completa das apresentações dos grupos folclóricos, na íntegra, telespectadores e internautas foram brindados com o melhor da cultura maranhense.

A última noite foi transmitida pelo canal digital aberto 51.2 e 17, na TVN, pela rádio web. E para todo o mundo, por meio das redes sociais, nas páginas no Facebook, Instagram Twitter e pelo site al.ma.leg.br/tv. “Nossa equipe realizou um excelente trabalho de cobertura jornalística. Recebemos muitos elogios e isso nos deixou honrados e agradecidos. O Arraiá do Povo está consagrado. Mais uma vez, o público compareceu em peso. Vai ficar marcado na memória dos festejos juninos do Maranhão e da Assembleia”, destacou o diretor de Comunicação da Assembleia, jornalista Edwin Jinkings.

“O trabalho de comunicação, de forma integrada, foi muito importante para a divulgação, transmissão e cobertura do Arraiá do Povo. Estão de parabéns a presidência da Assembleia, o Gedema e todas as diretorias da Casa envolvidas. O resultado positivo foi alcançado graças a uma grande soma de esforços”, avaliou a diretora adjunta de Comunicação da Assembleia, jornalista Sílvia Tereza.

Avaliação positiva do presidente da Casa e da presidente do Gedema

“Foram quatro noites de muita alegria, participação dos servidores e seus familiares, convidados e do povo em geral, que aproveitaram o que há de melhor na cultura maranhense. Agradeço a todos que, direta ou indiretamente, contribuíram para o sucesso deste projeto”, declarou o deputado Othelino Neto.

A presidente do Gedema, Ana Paula Lobato, ressaltou que o trabalho realizado teve como foco proporcionar uma festa de qualidade para os servidores e visitantes. “O público gostou muito do que viu, tanto que pediu bis. Nós estamos muito felizes por nosso trabalho ter dado certo. Não imaginávamos que o arraial fosse tão bem aceito. Alcançamos nossos objetivos e agradecemos a todos que contribuíram para esse sucesso”, agradeceu.

Calma, meu amigo Joaquim Haickel. Nada de “sofrência afetiva”… 10

Joaquim Haickel aparenta sofrer de uma certa carência afetiva por parte da classe política e de alguns setores da imprensa.

(Rsrsrs). Não sei o porquê do ex-deputado Joaquim Haickel me incluir na lista dos que não gostam dele em artigo que acabo de ler no blog do amigo Jorge Aragão.

Bom, nada tenho contra o nosso imortal dono cadeira 37 da Acadêmia Maranhense de Letras e talentoso cineasta. Talvez Quincas nunca tenha digerido direito a minha trilogia “A quem Joaquim Haickel serve?”. Deve ser esse o motivo de ter me incluído na sua lista de desafetos.

Não sei quais sentimentos Flávio Dino e Roseana Sarney sentem por Joaquim. O que posso afirmar é que da minha parte nada contra e muito menos sinto qualquer coisa hostil a ele.

Mas atrevo-me a dizer que o governador comunista deve até desdenhar das críticas que atualmente Joaquim Haickel faz a ele, pois até os primeiros anos do governo comunista Quincas era só alegria e esperança em Flávio Dino, certamente achando que o Maranhão poderia vivenciar dias melhores, no que só agora o nosso poeta descobriu não ter ocorrido e que estamos testemunhado aquilo que é a maior mentira política da história recente do Maranhão.

Já a ex-governadora Roseana Sarney imagino achar até graça das críticas de Joaquim, posto que sempre foi generosa e amável com o seu ex-secretário de Esporte. Aliás, Quincas é da casa grande do Calhau. Entra e sai na hora que quer, principalmente quando o patriarca José Sarney se encontra na cidade, como é caso agora.

O fato é que Joaquim Haickel aparenta sofrer de uma certa carência afetiva por parte da classe política e de alguns setores da imprensa. Uma certa “sofrência afetiva”, digamos.

Pois meu amigo Joaquim Haickel, da parte do Robert Lobato sinta-se querido e respeitada, viu?

Grande abraço e um bom e abençoado domingo.

Tudo pronto para mais uma edição do Arraiá do Povo

A programação terá início com a apresentação do Boi de Presidente Juscelino, seguido da Quadrilharte de Alcântara, Show de Gargamel, Boi Upaon-Açu, Boi Pirilampo e Boi da Maioba. O encerramento será com show da cantora Josy Porto.

Tudo pronto para mais uma noite de festa junina no Arraiá do Povo, neste sábado (23), a partir das 19h, no estacionamento da Assembleia Legislativa, ao lado do Complexo de Comunicação. Sucesso nas noites de 14, 15 e 16 de junho, o espaço será reaberto a pedido do grande público que deu nota dez para os itens relativos à estrutura, segurança, acessibilidade, conforto e diversidade de atrações. A iniciativa é da Casa, por meio do Grupo de Esposas de Deputados do Maranhão (Gedema), com apoio do Governo do Estado.

O anúncio de que a programação teria continuidade foi feito pelo presidente da Assembleia, deputado Othelino Neto (PCdoB), na noite de sábado (16). “Foram muitos pedidos para que fizéssemos mais uma noite, pois recebemos inúmeros elogios, tanto no que diz respeito à programação, quanto em relação à estrutura e a outros itens, os quais foram fundamentais para o sucesso da proposta. Por isso, todos estão convidados para mais essa noite especial de festança no Arraiá do Povo”, disse Othelino Neto.

A presidente do Gedema, Ana Paula Lobato, destacou os pedidos e comentários positivos a respeito do arraial, razão que motivou o presidente Othelino Neto a estender a programação. “Não poderíamos deixar de atender a esse pedido especial do grande público. É uma forma de agradecê-los e homenageá-los. Sem dúvida, o Arraiá do Povo é um sucesso e, com certeza, deixará saudades. Convidamos toda a população para prestigiar a última noite, neste sábado, quando apreciaremos, mais uma vez, a beleza da nossa cultura”, declarou Ana Paula Lobato.

O subdiretor de Manutenção de Serviços da Assembleia Legislativa, Geraldo Oliveira, garantiu que o mesmo projeto estrutural será mantido. “Vamos contar, novamente, com estrutura incluindo banheiros químicos, tenda para atendimento médico preventivo, playground para crianças, barracas para comercialização de comida típica, um grande palco, mesas e cadeiras espalhadas pelo espaço, rampa de acessibilidade para pessoas com deficiência, entre outros detalhes, ou seja, toda a infraestrutura utilizada nas primeiras três noites. E gostaríamos de convidar toda a população para prestigiar a programação”, convidou Geraldo Oliveira.

Segundo o diretor de Comunicação da Assembleia, jornalista Edwin Jinkings, assim como nas primeiras três noites, toda a movimentação no arraial será transmitida, ao vivo, pela TV Assembleia, rádio web  e cobertura em tempo real com apoio de um estúdio montado ao lado do palco onde se apresentarão os grupos folclóricos e artistas.

“Nossos profissionais estarão a postos para que possamos transmitir, ao vivo, novamente, essa linda festa da cultura maranhense pelo canal digital aberto 51.2  e 17 na TVN, e para todo o mundo, por meio das redes sociais, em nossas páginas no Facebook, Instagram, Twitter e pelo site al.ma.leg.br/tv”, anunciou.

A programação terá início com a apresentação do Boi de Presidente Juscelino, seguido da Quadrilharte de Alcântara, Show de Gargamel, Boi Upaon-Açu, Boi Pirilampo e Boi da Maioba. O encerramento será com show da cantora Josy Porto.

Confira a programação:

19h – Boi de Presidente Juscelino

20h – Quadrilharte de Alcântara

21h – Show de Gargamel

22h – Boi Upaon-Açu

23h – Boi Pirilampo

24h – Boi da Maioba

01h – Show de Josy Porto

Assembleia Legislativa premia vencedores do 41º Festival Guarnicê de Cinema em três categorias

Moraes (Agência Assembleia)

A Assembleia Legislativa do Maranhão entregou premiação aos vencedores do 41º Festival Guarnicê de Cinema, durante a cerimônia de encerramento do evento, realizada no último sábado (16), no Cine Praia Grande, no Centro Histórico de São Luís. A diretora adjunta de Comunicação da Alema, jornalista Sílvia Tereza, representou o Parlamento Estadual.

O Festival Guarnicê de Cinema aconteceu entre os dias 9 e 16 de junho, coordenado pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), por meio do Departamento de Assuntos Culturais (DAC/PROEXCE), com apoio da Assembleia Legislativa, que premiou os melhores nas categorias documentário, vídeo e filme em curta-metragem.

O “Prêmio Cinematográfico Assembleia Legislativa do Maranhão”, subdividido em “Prêmio Erasmo Dias”, “Prêmio Mauro Bezerra” e “Prêmio Bernardo Almeida”, foi entregue para Taciano Dourado Brito, vencedor das categorias melhor curta (“Prêmio Erasmo Dias”) e melhor documentário (“Prêmio Mauro Bezerra”), pelo filme “Marina”, e para Daniel Drummond, vencedor da categoria melhor curta de ficção (“Prêmio Bernardo Almeida”), por “A Capataz”. Cada um dos prêmios corresponde a dez salários mínimos. Daniel Drummond não compareceu ao evento e nem enviou representante, mas receberá em outra oportunidade.

Taciano Dourado Brito, vencedor de duas categorias, recebeu as premiações das mãos da diretora adjunta de Comunicação da Assembleia Legislativa, Silvia Tereza. “A Assembleia Legislativa apoia o Festival Guarnicê de Cinema por considerá-lo de suma importância para o Brasil. E não somente por apresentar um panorama da produção audiovisual brasileira, com a participação de cineastas e produtores de alta qualidade, mas, sobretudo, por também destacar o trabalho produzido no Maranhão nessa área e revelar muitos talentos, além, claro, de auxiliar na circulação de obras de cineastas de todo o Brasil”, disse.

Além das premiações, foram homenageadas a cineasta Anna Muylaert, a produtora Ariadine Mazzetti, a realizadora Edna Fujii e Maria Raimunda, que frequenta o festival desde as primeiras edições, ainda como Mostra Super 8 de Cinema.