CANDIDATURA BRAIDE: Não basta ter vontade, não basta participar. Não basta ser candidato, tem que ter “Gelol”

No caso de Braide, por “Gelol” entenda-se partido, coligação, tempo de tevê, estrutura para candidatos proporcionais e recursos financeiros para rodar esse imenso estado.

Ninguém da oposição ao governo fake de Flávio Dino tem dúvidas da importância de uma candidatura como a do deputado estadual Eduardo Braide (PMN) para o processo eleitoral de 2018 no Maranhão.

É importante em todos os sentidos: político, eleitoral, democrático e inclusive pedagógico, uma vez que uma eventual candidatura Braide ao governo estimularia, no futuro, mais jovens a entrarem na política e praticar efetivamente a cidadania sendo ou não candidatos.

Da parte deste humilde blogueiro, a tranquilidade é total quando o assunto é Eduardo Braide. Talvez o Blog do Robert Lobato tenha sido o primeiro a reconhecer que parlamentar faria uma boa campanha para prefeito em 2016 por conta das suas qualidades mais proeminentes: ótimo orador, preparado politicamente e bom de debate. Não deu outra, o homem foi parar no segundo turno e por pouco não mandou Holandinha de volta pra casa.

Eis que dois anos depois de quase virar prefeito de São Luis, e só não virou por conta de uma vaidade pueril que lhe custou a vitória, Braide volta agora com o vontade de ser governador. Um direito pra lá de legítimo, diga-se!

A questão fundamental para o projeto Braide governador-33 está no título deste post: “Não basta ter vontade, não basta participar. Não basta ser candidato, tem que ter “Gelol”.”

Lembram daquela propaganda lá pelos idos dos nos 80 de autoria do genial Duda Mendonça que dizia: “Não basta ser pai, tem que participar. Não basta ser remédio, tem que ser Gelol”? Pois é.

No caso de Braide, por “Gelol” entenda-se partido, coligação, tempo de tevê, estrutura para candidatos proporcionais e recursos financeiros para rodar esse imenso estado e produzir bons programas eleitorais. Lembrando que nestas eleições de 2018 os candidatos terão como única fonte de recursos financeiros o Fundo Eleitoral dos partidos. Caixa dois não só virou crime como agora dá cadeia, conforme a legislação eleitoral vigente.

Inteligente, o deputado Eduardo Braide tem consciência de tudo isso e o seu drama é justamente ter vontade, querer participar, ser candidato, mas não ter o “Gelol”.

O fato, repito, é que a candidatura Braide é muito importante na luta política para tirar o Maranhão desse cenário “branco e preto” que só interessa a quem está atualmente no poder, ou seja, Flávio Dino.

Contudo, caso o “Gelol” não venha para Braide, que o jovem e promissor político maranhense se apresente ao exército daqueles que realmente desejam superar uma triste página da história recente da política do Maranhão marcada, sobretudo, por mentiras e perseguições.

É com você, meu caro Braide!

Fiquem com o inesquecível e emocionante comercial da Gelol.

6 comentários sobre “CANDIDATURA BRAIDE: Não basta ter vontade, não basta participar. Não basta ser candidato, tem que ter “Gelol”

  1. Flávio Aurélio disse:

    Fala do escândalo da saúde, do Maranhão, Fala do Costa Rodrigues do Wevertom Rocha.
    Fala do Isec dos 33 milhões que o perfeitinho ta envolvido.

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