ELEIÇÕES 2018: Roberto Rocha mais fortalecido 20

E muito provavelmente esse fortalecimento tende a crescer até as convenções de agosto quando alguns partidos se somarão ao PSDB no projeto político-eleitoral liderado pelo senador

Finalizado o prazo da tal janela partidária, o saldo político do senador Roberto Rocha (PSDB) é pra lá de positivo.

O tucano articulou várias filiações importantes que sem sombra de dúvida favorecem a consolidação de um novo campo político no Maranhão.

Roberto Rocha, além de ter um partido forte, agora possui um grupo político que disputará a eleições de 2018 com chances reais de vitória.

Nomes de novos filiados como os deputados federais José Reinaldo e Waldir Maranhão, os deputados estaduais Alexandre Almeida, Wellington do Curso e Graça Paz, além do vereador de São Luis, Estevão Aragão, e a permanência de lideranças do porte de Sebastião Madeira, Pinto Itamarary e Ildemar Gonçalves não deixam dúvidas de que o PSDB e o pré-candidato a governador Roberto Rocha saíram fortes desse processo.

E muito provavelmente esse fortalecimento do Roberto tende a crescer até as convenções de agosto quando alguns partidos se somarão ao PSDB no projeto político-eleitoral liderado pelo senador.

O fato é que inegável que Roberto Rocha e o seu PSDB entram nessa nova fase de pre-campanha muito mais vitaminados politicamente.

Mais do que uma vitória do tucano e seus aliados, trata-se, sobretudo, de uma vitória da compreensão de que o Maranhão não está condenado ao bipartidarismo entre sarneysistas e anti-sarneysistas.

O Maranhão não é em branco e preto.

O Maranhão é colorido.

Esse é o recado que fica com a consolidação de uma nova corrente de pensamento instaurada no nosso estado a partir do fortalecimento do projeto Roberto Rocha governador-45.

É aguardar e conferir.

O que esperar do PSDB/MA em 2018 8

Ao contrário das previsões catastrofistas daqueles que queriam ver o PSDB maranhense como mero anexo do Palácio dos Leões e anunciaram uma “debandada do ninho”, o partido ganhará novos quadros políticos importantes entre prefeitos, vereadores, deputados, ex-prefeitos, ex-deputados, intelectuais, profissionais liberais etc.

É comum ouvir-se que o objetivo de um partido é chegar ao poder. Partidos não são fundados para brincar de fazer política ou para servir de “satélite” pra outros partidos.

O PSDB, por exemplo, resolveu dar uma guinada no Maranhão rumo a um projeto próprio de poder, estado, governo e sociedade em 2018.

Ora, nada mais correto para esse que é um dos maiores partidos do país e que, inclusive, tem planos e candidato para chegar ao poder central nas próximas eleições. Logo é imprescindível montar palanque nos estados para fortalecer seu projeto nacional.

Foi a partir desse entendimento que a cúpula nacional do PSDB resolveu fortalecer a legenda no estado tirando-o da órbita do PCdoB, um partido “nanico” se comparado com a sigla do 45, e forjando as condições para que os tucanos tenham candidatura própria ao governo no ano que vem.

O nome para a missão é do senador Roberto Rocha, um tucano de alma e concepção. Aliás, metade da sua carreira política foi exercida no PSDB.

Nesse sentido, 2018 sará um ano de grandes desafios para o tucanato local.

Ao contrário das previsões catastrofistas daqueles que queiram ver o PSDB maranhense como mero anexo do Palácio dos Leões e anunciaram uma “debandada” do ninho, o partido, segundo apurou o Blog do Robert Lobato, ganhará novos quadros políticos importantes entre prefeitos, vereadores, deputados, ex-prefeitos, ex-deputados, intelectuais, profissionais liberais etc.

Nada mais razoável para um partido da grandeza do PSDB ter o seu próprio projeto político-eleitoral. E caberá principalmente a Roberto Rocha e ao ex-prefeito Sebastião Madeira, bem como os demais membros da nova direção, unir o partido de Norte e Sul do Maranhão e conduzirem os rumos da legenda a partir de agora.

Flávio Dino, por sua vez, vai perceber da forma mais dura o que foi ter pedido a outra “asa” do avião que pegou voo em 2014.

É aguardar e conferir.

ELEIÇÕES 2018: Ascensão de Geraldo Alckmin a presidente do PSDB fortalece Roberto Rocha

Amigo pessoal de Alckmin, Roberto Rocha é um dos maiores entusiastas do projeto “Geraldo presidente – 45”, e já havia proposto a líderes nacionais do partido um acordo em torno do nome do governador paulista para ele presidir o partido.

A se confirmar o nome do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, na presidência nacional do PSDB, quem se fortalece no Maranhão é o senador Roberto Rocha, pré-candidato a governador pelo partido do 45.

Em um jantar previsto para esta segunda-feira no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, os dois candidatos à presidência do partido, o senador Tasso Jeiressatti (CE) e o governador de Goiás, Marconi Perillo, vão abrir mão de suas candidaturas para que o governador Alckmin seja o sucessor do senador Aécio Neves (MG) no comando da legenda. Tasso e Marconi já conversaram com Alckmin. Na conversa, o governador e pré-candidato a presidente os consultou se abririam mão em favor de seu nome. Com a resposta afirmativa, Alckmin aceitou assumir a presidência do PSDB na vaga do senador mineiro.

Ao blog O Antagonista, Roberto Rocha afirmou que o partido fará na convenção do próximo dia 9 “uma festa democrática” para o governador do mais rico estado brasileiro e que ele “é o mais preparado para assumir a legenda e o país”.

Amigo pessoal de Alckmin, Roberto Rocha é um dos maiores entusiastas do projeto “Geraldo presidente – 45”, e já havia proposto a líderes nacionais do partido um acordo em torno do nome do governador paulista para ele presidir o partido.

A ascensão de Geraldo Alckmin ao posto de presidente nacional do PSDB, portanto, fortalece, e muito, o projeto “Roberto Rocha governador – 45”.

É aguardar e conferir.

CRISE TUCANA: “Bicos Vermelhos” convidam para convenção mesmo com Brandão curtindo na Alemanha

Sabendo que não teria mais chance alguma na presidência do PSDB, Brandão achou melhor ir curtir lá pra bandas dos frescos alpes alemães e deixar os seus “Bicos Vermelhos” fazendo um papel ridículo na quente São Luis do Maranhão..

O grupo do PSDB no Maranhão conhecido como “Bicos Vermelhos”, pela subordinação aos comunistas do PCdoB, está mobilizando a base do partido para participação na tal convenção do próximo sábado, dia 11.

Ocorre que dois fatos curiosos nos faz achar que os “Bicos Vermelhos” estão lelé da cuca, só pode.

Em primeiro lugar, o PSDB maranhense está sob intervenção nacional com uma nova diretoria já instituída para tocar o partido, conforme anunciou o presidente nacional do partido senador Tasso Jereissati, fato amplamente divulgado na imprensa fala, escrita, incluindo a blogosfera, claro, e televisiva.

Em segundo lugar, chama a atenção o fato da mobilização para a citada convenção está sendo feita mesmo sem a presença do líder máximo dos “Bicos Vermelhos”, o vice-governador Carlos Brandão.

Ora, que diabos vão decidir num fórum em que o líder-mor não estará presente? Que efeito prático terá uma convenção feita “nas coxas” que sequer conta com a autorização do comando nacional do partido? Quem em sã consciência irá se destabocar do interior para a capital pra participar de algo sem qualquer valor legal, cujo único objetivo é fazer média política para o Palácio dos Leões?

Pensando bem, o vice-governador Carlos Brandão é que está certo.

Sabendo que não teria mais chance alguma na presidência do PSDB, Brandão achou melhor ir curtir lá pra bandas dos frescos alpes alemães e deixar os seus “Bicos Vermelhos” fazendo um papel ridículo na quente São Luis do Maranhão.

É o besta!

“O grande desafio é realinhar o partido com seu projeto nacional”, diz Roberto Rocha sobre a nova fase do PSDB no MA 4

O senador e pré-candidato ao Governo do Maranhão está confiante no realinhamento do tucanato local e acredita que o partido sairá mais fortalecido após o processo de intervenção nacional.

O senador Roberto Rocha (PSDB) concedeu entrevista ao jornalista Paulo de Tarso, publicada na edição do jornal O Imparcial, desta quinta-feira, 09.

O agora presidente estadual do PSDB falou sobre o momento pelo qual o partido passa no estado e os desafios para unir os tucanos maranhenses. “O grande desafio é realinhar o partido com seu projeto nacional”, sustenta.

Questionado se não teme que o processo de intervenção nacional possa levar os descontentes procurar a Justiça, Roberto Rocha afirmou que o PSDB “se fortalece ao jogar na arena política suas divergências”, mas que lamenta que os tucanos locais possam vir a ser “vítimas e os algozes da chamada judicialização da política”.

Confira a íntegra da entrevista.

Roberto Rocha: marchando com os tucanos.

Senador, o que significa voltar ao comando do partido em meio a esse clima de guerra criado com o Carlos Brandão?

Não há clima de guerra. Há visões diferentes do papel do partido e da responsabilidade institucional em relação a um projeto de Nação. O Brandão entende que as circunstâncias e as vicissitudes locais podem se sobrepor ao projeto nacional do PSDB. O comando do partido, em Brasília, entende que o alinhamento local perdeu sua razão histórica e precisa ser rearticulado à luz do cenário político grave que se criou no país e que contrapõe, como inconciliáveis, o PSDB e o PCdoB. Isso não é nem ao menos uma originalidade do PSDB. Acontece em muitos partidos essa tensão entre o nacional e o regional. E para isso existem instrumentos estatutários em todos os partidos para superar essas diferenças. São esses instrumentos que estão sendo avocados, no momento.

Quais são seus desafios estando nessa comissão provisória? Quanto tempo será seu mandato e como fica a convenção marcada pro dia 11? Foi suspensa?

O grande desafio é realinhar o partido com seu projeto nacional. O tempo de duração da Comissão Interventora será apenas até o julgamento final da Representação impetrada pelo ex-prefeito Sebastião Madeira. Agora, corre o prazo para as alegações de defesa do Brandão. Ainda não há uma decisão sobre a Convenção do dia 11 mas a prudência sugere que ela deva ser remarcada para uma data posterior à decantação desse processo em curso.

Como o senhor avalia as críticas que o senhor recebeu por parte do Brandão?

Fazem parte do jogo político. O que eu lamento é a crítica pessoal, usada por penas alugadas, apenas com o intuito de desqualificar as pessoas. Esse é o tipo de política que não faço.

O senhor foi o pivô para essa guerra dentro do PSDB? Quem é o culpado para essa crise?

Não há culpas, há consequências pelas atitudes tomadas. Na verdade o que se está fazendo é evitar uma crise muito maior, de identidade partidária.

O PSDB não fica fragilizado com esta intervenção? O senhor teme que o Brandão estenda essa disputa para a justiça?

Ao contrário, o partido se fortalece ao jogar na arena política suas divergências. Eu não temo a intervenção da Justiça. Eu apenas lamento que nós políticos sejamos as vítimas e os algozes da chamada judicialização da política. Mas acho que o entendimento sobre a jurisdição partidária é remansoso, como dizem os advogados. Ou seja, é tranquila a compreensão e a jurisprudência quanto à autoridade partidária para intervir nas suas estruturas internas, em defesa de sua integridade, disciplina, fidelidade e ética partidária.

A força e o prestígio de Roberto Rocha (E os comunistas piram de vez!) 4

E se depender do senador, e de outros tucanos maranhenses e nacionais de bico duro, os comunas vão continuar pirando.

Por mais que a máquina de propaganda comunista tente desqualificar ou minimizar a grandeza do ato de filiação do senador Roberto Rocha no PSDB, é evidente que a volta sua volta ao ninho tucano se configurou no principal fato político deste ano de 2017.

No seu gabinete, em Brasília, Roberto Rocha recebeu nomes de peso do PSDB nacional dando demonstração de força e prestígio junto aos que mandam e comandam a legenda no país.

Roberto será o presidente estadual do PSDB e já trabalha para fazer uma composição partidária democrática ao lado figuras de proa do tucanato local, entre eles os ex-prefeitos Sebastião Madeira (Imperatriz) e Ildenar Gonçalves (Açailândia), o prefeito Luís Fernando (São José de Ribamar), deputado estadual Sérgio Frota, a ex-deputada Gardênia Castelo, além de outras lideranças estaduais e municipais do partido.

Engana-se quem pensar que o senador fará uma “caça ás bruxas” no PSDB maranhense. Não fará! Fazê-lo seria fazer também o jogo dos comunistas que tentam a todo custo passar a ideia de que a chegada de Roberto Rocha seria motivo de uma revoada de vários tucanos maranhenses para outras legendas.

O que Roberto Rocha tem dito, e com razão, é que as portas e janelas da rua estão abertas para os “tucanos de bico vermelhos saírem”. E é isso que tem deixado atordoados aqueles que desejam fazer de um partido da grandiosidade do PSDB tão somente um “satélite” do nanico PCdoB. Aliás, no próximo mês haverá um grande ato no Maranhão, em São Luis e Imperatriz, que marcará de vez a entrada de Roberto Rocha no PSDB e mostrará real dimensão política da volta do senador ao ninho tucano.

É por isso que os comunistas piram.

E se depender de Roberto Rocha, e de outros tucanos maranhenses e nacionais de bico duro, os comunas vão continuar pirando.

Pirando até outubro de 2018.

É aguardar e conferir.