TUCANATO: Waldir Maranhão exalta os 30 anos do PSDB 2

Recentemente filiado aos quadro do partido, Waldir Maranhão de imediato se adaptou ao ninho tucano e hoje é um entusiasta do projeto do PSDB tanto no plano local com a pré-candidatura do senador Roberto Rocha ao governo do Maranhão, quanto no plano nacional com a do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckimin, a presidente da República

O deputado federal Waldir Maranhão publicou nas redes sociais um texto que exalta os 30 anos da fundação do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

Recentemente filiado aos quadro do partido, Waldir Maranhão de imediato se adaptou no ninho tucano e hoje é um entusiasta do projeto do PSDB tanto no plano local com a pré-candidatura do senador Roberto Rocha ao governo do Maranhão, quanto no plano nacional com a do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckimin, a presidente da República.

É com esse ânimo que Waldir Maranhão cada vez mais se torna com tucano de plumagem qualificada, de bico grosso e disposto a dar voos altos nestas eleições de 2018.

A seguir as palavras do deputado sobre o PSDB de Mario Covas, Franco Montouro e Fernando Henrique Cardoso.

Há 30 anos, o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) tem dado a sua contribuição para o fortalecimento da Democracia no Brasil.

Desde a fundação do partido pelos saudosos Mario Covas e Franco Montoro, passando pelo ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, senadores, deputados federais, estaduais, governadores, prefeitos e vereadores, o PSDB tem construído ao longo da sua história uma trajetória baseada na pluralidade de ideias e sempre a favor do Brasil.

Nosso pré-candidato à presidência, Geraldo Alckmin, tem conquistado ao longo dos seus mandatos no Estado de São Paulo o reconhecimento da população pelo seu trabalho e comprometimento como gestor público. Ele está preparado para governar o país.

O PSDB, continuará trabalhando por todos os brasileiros, o melhor presente para nós, é um país melhor para todos.

ELEIÇÕES 2018: O protagonismo de Sebastião Madeira 16

O ex-prefeito deve sair de Imperatriz faturando no mínimo a casa dos 50 mil votos. Como se trata de uma liderança consolidada na Região Sul/Tocantina, o tucano facilmente conquistará outros 50 mil em outras localidades.

O ex-prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira (PSDB), terá um papel de protagonista nessas eleições de 2018.

Tucano da gema, político experiente e hábil articulador, Madeira não sairá somente como um dos deputados federais mais votados do pleito de outubro, quiçá o mais votado, mas também como um ator político que ajudou a construir as bases para a consolidação de um projeto que pode sair vitorioso das urnas. Aliás, para começo de conversa, Madeira teve papel central na tomada do PSDB do controle do vice-governador Carlos Brandão, que queria manter o partido sob o julgo do PCdoB do governador Flávio Dino. A entrada do líder imperatrizense nessa questão foi fundamental para consolidar o nome do senador Roberto Rocha na presidência do tucanato maranhense.

Bom de voto

Qualquer prognóstico eleitoral modesto dá conta de que Sebastião Madeira tem, de largada, cerca de 100 mil votos para deputado federal!

“Como assim, Bob, tá maluco?”, pode questionar um leitor desatento.

Pois bem. Explico.

Madeira deve sair de Imperatriz faturando no mínimo a casa dos 50 mil votos. Como se trata de uma liderança consolidada na Região Sul/Tocantina, o tucano facilmente conquistará outros 50 mil em outras localidades.

Do Itinga, na fronteira com o Pará, a Riachão, próximo ao município de Balsas; De Imperatriz a Barra do Corda e Fernando Falcão, Madeira terá votos que possibilitará, sim!, sair das urnas como o deputado federal mais votado do Maranhão, pois estamos falando de nada menos de 35 cidades!

O fato incontestável é que Madeira tem condições de romper a barreira dos 100 mil votos na largada,

E o que vier depois disso é para cravar o tucano como o deputado federal campeão de votos em 2018.

É aguardar e conferir.

ROBERTO ROCHA: “Quero ser governador para unir o Maranhão” 19

O senador tucano tem defendido a unidade da chamada terceira via através de um grande entendimento a favor do nosso estado que supere a “fulanização” do debate político no Maranhão.

“Eu vivo os piores dias da minha vida, com meu filho querido internado em São Paulo com uma doença rara e agressiva. Mas ele está nas mãos de Deus e o pior já passou. E aos agoureiros de plantão, aviso: sou candidato ao governo do Maranhão”.

Assim falou o senador Roberto Rocha (PSDB) em pronunciamento ontem, quinta-feira, 15, durante encontro com lideranças do partido, aliados políticos e a imprensa local.

O recado do tucano é direcionado aos que tentam, de forma covarde, anunciar pelos quatro cantos que ele não será candidato ao governo por motivos mais mirabolantes possíveis que inventam, e agora por conta de um problema doméstico que o senador tem enfrentado com muita dor, mas principalmente com muita força e fé.

Roberto Rocha não trata a sua pré-candidatura ao governo como uma questão de honra pessoal, pois não se trata de um projeto de vontade individual e ele tem dito isso.

Trata-se, na verdade, de um processo de construção coletiva dentro do PSDB, demais partidos aliados e com segmentos importantes da sociedade.

O que Roberto tem defendido é a unidade da chamada terceira via através de um grande entendimento a favor do nosso estado que supere a “fulanização” do debate político, pois o Maranhão é maior do que Roberto Rocha, Flávio Dino, Roseana Sarney, Eduardo Braide, Maura Jorge, Ricardo Murad, José Sarney etc.

Está corretíssimo o senador e pré-candidato a governador ao dizer que já é a hora da classe política maranhense separar eleição de gestão. “Eleição se disputa, mas depois da eleição temos que desmontar o palanque. Quero se governador para unir o Maranhão e as pessoas e não dividir o estado”, afirma Roberto.

Concertación 

O que mais anima os apoiadores e simpatizantes do projeto Roberto governador-45 é a sua disposição de, uma vez eleito, o tucano liderar uma espécie de Concertación ao estilo chileno que aglutine todas as forças políticas e democráticas para ajudar o Maranhão a dar, verdadeiramente, um salto de qualidade administrativa e de desenvolvimento sustentável.

Enfim, um projeto para superar esse quadro de mazela social, econômica e política que insiste a se perpetuar por estas terras.

Confira, a seguir, o vídeo com a palavras de Roberto Rocha e outras lideranças presentes ao encontro do PSDB.

ELEIÇÕES 2018: Luis Fernando não está filiado ao DEM 2

Luis Fernando, conhecido e reconhecido como um dos melhores gestores públicos do Maranhão, segue filiado ao PSDB, partido que é a sua cara e tem tudo a ver com o que pensa e acredita

O prefeito de São José de Ribamar, Luis Fernando Silva (PSDB), não está filiado ao DEM como tem sido divulgado por alguns blogs de São Luis.

Luis Fernando pode até vir a se filiar no Democratas ou em entro partido qualquer para agradar o governador Flávio Dino (PCdoB), mas o fato é que ele ainda continua tucano e, segundo apurou o Blog do Robert Lobato, deve continuar no PSDB até o final do seu mandato.

Na verdade, não há motivo algum para o prefeito deixar o PSDB já que não será candidato nas eleições de 2018, além de não parecer ser razoável Luis Fernando cometer o mesmo erro que cometeu em 2014 quando deixou a prefeitura de São José de Ribamar para aventurar-se numa candidatura de governador pelo grupo Sarney e acabou se dando mal depois que a então governadora Roseana o abandonou pelo meio do caminho precipitando o seu rompimento com a “Branca”.

O fato é que Luis Fernando, conhecido e reconhecido como uma dos melhores gestores públicos do Maranhão, segue filiado ao PSDB, partido que é a sua cara e tem tudo a ver com o que pensa e acredita.

É isso!

ELEIÇÕES 2018: Senador Roberto Rocha volta defender a presença de Lula como candidato 6

O senador tucano faz parte da corrente de pensamento que avalia que o PSDB pode derrotar o PT nas urnas com ou sem Lula. Daí que entende que deixar o petista fora das eleições pela via judicial pode ter um efeito contrário e, ao invés de enfraquecer o lulopetismo, acaba por fortalecê-lo.

Sempre muito firme e convicto nas suas posições e opiniões políticas, o senador Roberto Rocha (PSDB) voltou a defender a participação de Lula nas eleições de 2018 como candidato a presidente da República.

O tucano usou a rede social do Facebook para reproduzir uma postagem que havia feito ainda em julho de 2017.

“A saída da crise exige legitimidade plena. O ex-presidente Lula, mais que candidato, é símbolo de corrente política. Sua presença na campanha de 2018 é exigência democrática. (republicado, original de julho de 2017)”, postou.

Roberto Rocha faz parte da corrente de pensamento que avalia que o PSDB pode derrotar o PT nas urnas com ou sem Lula. Daí que entende que deixar o petista fora das eleições pela via judicial pode ter um efeito contrário e, ao invés de enfraquecer o lulopetismo, acaba por fortalecê-lo.

Pré-candidato a governador, Roberto Rocha vem articulando uma ampla frente de centro que possa fazer um contraponto qualificado entre o sarneysismo e comunismo, e superar essa dicotomia que tanto interessa ao projeto de reeleição de Flávio Dino (PCdoB).

A tendência é que muitos partidos que atualmente estão na base do governo comunista migrem para o palanque tucano liderado pelo senador Roberto Rocha, uma vez que o governador de São Paulo e pré-candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin, terá muita influência nas costuras das alianças nos estados.

A conferir.

Em evento com Doria, Sebastião Madeira mostrou-se mais tucano do que nunca

Pela sua trajetória de homem de partido, não é de estranhar a desenvoltura e o reconhecimento tanto local quanto nacional do tucano de “bico grosso” Sebastião Madeira

O ex-prefeito Sebastião Madeira é, sem dúvida alguma, um tucano convicto e tem demonstrado isso na prática ao não se render ao encantos do Palácio dos Leões e também não colocar o seus interesses particulares acima dos projetos políticos do seu partido, o PSDB.

Ontem, quinta-feira, 30, Madeira esteve ao lado o tempo todo do prefeito de São Paulo, o também tucano João Doria, e manteve-se leal às diretrizes do PSDB tanto a nível nacional, com o apoio à candidatura do Geraldo Alckmin a presidente da República e do partido, quanto às diretrizes locais com Roberto Rocha pré-candidato ao governo do Maranhão e presidente estadual da legenda tucana.

A postura tucana de Madeira não surpreende, pois sua trajetória partidária fala por si.

O ex-prefeito foi presidente estadual do PSDB, deputado federal por dois mandatos pelo partido, membro da executiva nacional e presidente nacional do Instituto Teotônio Vilela, órgão de formulação política e de estudos dos tucanos.

Pela sua trajetória de homem de partido, não é de estranhar a desenvoltura e o reconhecimento tanto local quanto nacional do tucano de “bico grosso” Sebastião Madeira.

Por isso caminha para ser o candidato a deputado federal dos mais votados nas eleições de 2018.

Os comunas e seus asseclas “pira”.

A importância do João Doria para o debate sobre o país

Nesse sentido, não há como desconhecer que o prefeito paulistano pauta alguns temas essenciais que dão mais e melhor qualidade no debate do processo político nacional, até porque é gestor da maior e mais rica cidade brasileira

Adianto que não sou fã, admirador, ou coisa o valha, do prefeito de São Paulo, João Doria Júnior (PSDB). Pelo contrário, sou avesso ao seu estilo exibicionista e excessivamente midiático.

Mas, claro, não sou idiota para desconhecer as competências e a importância que o tucano tem para o debate sobre o país.

O grande mérito de Doria é não esconder as suas posições e concepções sobre a política, economia, partido, sociedade e papel do Estado. Ele é o que se pode chamar de um ativista da “direita liberal”. Daí a sua crítica contundente às esquerdas em geral.

João Doria acredita na força do capital privado e nos mecanismos de mercado enquanto motores da economia. Quase não fala em Estado, pois não confia neste ente público como ator protagonista nas melhorias socioeconômicas.

Outra questão fundamental é que Doria vem de “fora” da política, aquilo que convencionou-se chamar de outsider.

E o que isso quer dizer? Explico.

Por não ser um, digamos, “político profissional”, o tucano acaba forçando os atores políticos tradicionais e reverem algumas práticas e conceitos, principalmente no que diz respeito à gestão pública com mais resultados e menos discurso, o famoso “gogó”, muito em voga no Maranhão, aliás.

Nesse sentido, não há como desconhecer que o prefeito paulistano pauta alguns temas essenciais que dão mais e melhor qualidade no debate do processo político nacional, até porque é gestor da maior e mais rica cidade brasileira.

São por estas e outras coisas que o prefeito João Doria Júnior é importante para o debate sobre o país.

Goste-se ou não do tucano.

ELEIÇÕES 2018: Depois do PSDB, o PSB pode ser a próxima grande baixa na base de Flávio Dino

Socialistas e tucanos estão em processo de entendimento em vários estados, inclusive no Distrito Federal, onde os tucanos já deixaram claro o apoio à reeleição do governador socialista Rodrigo Rolemberg.

Não bastasse o baque desgraçado que foi a saída do PSDB da base do governador Flávio Dino (PCdoB), já está no radar do Palácio dos Leões mais uma grande baixa na base governista.

Trata-se do PSB, partido que ainda orbita em torno da campanha de reeleição de Flávio Dino mas que em breve poder somar em outro projeto: o “Roberto Rocha governador-45”.

Socialistas e tucanos estão em processo de entendimento em vários estados, inclusive no Distrito Federal onde os tucanos já deixaram claro o apoio à reeleição do governador socialista Rodrigo Rolemberg.

Em São Paulo, onde o PSB conta com o Márcio França na posição de vice do governador Geraldo Alckmin (PSDB), a relação entre os dois partidos é de completa harmonia, tanto que o França deve assumir o Governo do Estado antes mesmo do prazo legal de desincompatibilização, já que o tucano planeja deixar o governo para embrenhar-se pelo país em pré-campanha para presidente da República.

No Maranhão, o PSDB terá o senador Roberto Rocha como candidato ao governo com total apoio da cúpula nacional e da base tucana local.

Roberto, como se sabe, é muito próximo do governador Geraldo Alckmin e do vice Márcio França. Com a virtual ascensão do socialista ao posto de presidente nacional do PSB, alguém tem dúvidas do encontro entre o “tucano” e “pomba” no mesmo palanque de 2018 no estado?

E dessa forma vai ficando emocionante a disputada pelo Governo do Maranhão…

ELEIÇÕES 2018: Depois de intervir no PSB, agora Flávio Dino quer intervir no PSDB para tirar Roberto Rocha da disputa

O jornalista e blogueiro Ricardo Santos vê covardia e submissão do atual presidente estadual do PSDB e vice-governador do estado, Calos Brandão, tentar transformar um partido como o PSDB em legenda de aluguel do PCdoB 

Interessante a análise do jornalista e blogueiro Ricardo Santos sobre o o momento político maranhense à luz da disputa pelo controle do PSDB após o retorno do senador Roberto Rocha ao ninho tucano.

Ricardo Santos, que votou e fez campanha para Flávio Dino em 2014 e depois ganhou um belo “pé na bunda” assim que o comunista colocou a faixa de governador no robusto peitoral, vê covardia e submissão do atual presidente estadual do PSDB e vice-governador do estado, Calos Brandão, de tentar transformar um partido como o PSDB em legenda de aluguel do PCdoB.

“É de causar “vergonha” alheia a postura covarde e submissa do senhor Carlos Brandão frente ao governador do estado. É algo ridículo, ou melhor, mais do que ridículo: é vexatório ver o presidente estadual do PSDB fazer deste que é um dos maiores partido do país em “legenda de aluguel” do nanico PCdoB”, postou.

Não tem como deixar de reconhecer que Ricardo Santos faz uma apurada leitura do que pode ser uma nova “intervenção”, indevida, diga-se de passagem, do Palácio dos Leões em partidos aliados para evitar que o senador Roberto Rocha seja candidato ao governo em 2018.

Fiquem com a íntegra do texto do “Rick Santos”.

Comunistas prometem “baixarias” em evento tucano com Alckmin

“Revoada” tucana não está descartada, comunistas “infiltrados” em evento com Alckmin poderá ser tumultuada, tudo para criar fato negativo contra o pré-candidato a governador Roberto Rocha.

Virou obsessão do governador Flávio Dino (PCdoB) sua disposição de tirar o senador Roberto Rocha da corrida eleitoral de 2018.

Primeiro foi o festival de baixarias e conspirações abjetas no PSB patrocinadas pelo Palácios dos Leões que acabou culminando na saída de Roberto Rocha dos quadros socialistas no Maranhão.

Agora a fúria dos comunistas volta-se para o PSDB fazendo “gatos e sapatos” do vice-governador, Carlos Brandão, para barrar a filiação de Rocha como se isso fosse possível, uma vez que o senador voltou ao ninho tucano com o aval da cúpula nacional do tucanato e apoio de centenas de tucanos maranhenses, entre prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, ex-prefeitos, ex-deputados etc.

Carlos Brandão virou um fantoche político do chefão comunista sem qualquer pudor, escrúpulo ou respeito a própria dignidade, se senão de vice-governador, ao menos de presidente do partido ou mesmo de homem. É de causar “vergonha” alheia a postura covarde e submissa do senhor Carlos Brandão frente ao governador do estado.

É algo ridículo, ou melhor, mais do que ridículo: é vexatório ver o presidente estadual do PSDB fazer deste que é um dos maiores partido do país em “legenda de aluguel” do nanico PCdoB.

Tome tenência, senhor Carlos Brandão!

ELEIÇÕES 2018: A importância de Sebastião Madeira para o projeto do PSDB

A visão estratégica que o tucano passou a ter sobre a política do Maranhão o faz, inclusive, deixar de ser apenas uma liderança regional para ganhar o reconhecimento numa escala estadualizada.

É inquestionável o papel que o ex-prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, joga no projeto do seu partido, o PSDB, no estado do Maranhão.

Político experiente e com forte liderança na Região Sul do estado, Madeira vem tendo uma posição louvável na defesa do projeto dos tucanos tanto para o plano local quanto nacional, o que é perfeitamente razoável uma vez que partido que é partido, ainda mais do porte do PSDB, não pode e não deve prescindir de uma projeto político próprio de sociedade e de poder.

Ao contrário de outros ‘cabeças brancas’ da sua geração que preferem atuar como coadjuvantes de um projeto que nada tem a ver com o programa e os ideários tucanos, Madeira optou por ser protagonista de um projeto que tem a cara, marca, selo e DNA do PSDB. Um projeto que visa tirar o Maranhão do mundo em branco e preto simbolizado na dicotomia perversa entre saneysistas versus antissarneysistas, cujo nome escolhido para liderar esse processo é o do senador Roberto Rocha, que está de volta ao ninho tucano para ser o candidato a governador pelo “45”.

A visão estratégica que Sebastião Madeira passou a ter sobre a política do Maranhão o faz, inclusive, deixar de ser apenas uma liderança regional para ganhar o reconhecimento numa escala estadualizada.

Não é por acaso que o ex-prefeito de Imperatriz é cotado para ser um dos recordistas de votos na eleição de deputado federal em 2018.

Isso se não surgir como nome para uma posição na chapa majoritária liderada por Roberto Rocha.

É aguardar e conferir.