ELEIÇÕES 2018: Alexandre Almeida e o Senado Federal 2

Jovem, inteligente, articulado, competente advogado e ex-vereador pela cidade de Timon, Alexandre Almeida reúne todas condições para fazer bonito numa eleição para o Senado Federal e concorrer de igual para igual com outros nomes já colocados na disputa, ainda mais por um partido do porte do PSDB, que terá candidato a governador e a presidente competitivos.

Em meio aos movimentos políticos da pré-campanha eleitoral de 2018 à luz o prazo final para definir as filiações partidárias, uma notícia chamou atenção no último final de semana.

Trata-se do convite feito pelo senador Roberto Rocha, presidente estadual do PSDB, para que o deputado estadual Alexandre Almeida (PSD) filie-se ao seu partido e dispute uma vaga ao Senado Federal pela coligação liderada pelo congressista tucano.

Alexandre já vinha dando demonstração de não ter interesse em concorrer a mais um mandato de deputado e começou a pensar em voos mais, então a disputa de senador passou a ser o foco.

Jovem, inteligente, articulado, competente advogado e ex-vereador pela cidade de Timon, Alexandre Almeida reúne todas condições para fazer bonito numa eleição para o Senado Federal e concorrer de igual para igual com outros nomes já colocados na disputa, ainda mais por um partido do porte do PSDB, que terá candidato a governador e a presidente competitivos.

Isso sem esquecer, claro, que Alexandre Almeira será o candidato oriundo da Região Leste, uma das mais importantes e estratégicas do estado, com mais de 1,2 milhão de habitantes, cerca de 700 mil eleitores distribuídos em 44 municípios, e que clama por um representante na chapa majoritária das eleições de 2018.

O fato é que Alexandre Almeida encarna esse sentimento, no seio do povp, por mudança e renovação dos quadros políticos maranhenses.

Está, portanto, credenciado para ser senador da República.

ELEIÇÕES 2018: Pré-candidato a senador pelo PT, Nonato Chocolate rechaça apoio do partido a Weverton Rocha. Márcio Jardim silencia 4

Não existe apoio automático por conta dessa mudança da liderança da oposição no Câmara dos Deputados. Sou pré-candidato a senador pelo PT e o partido não  vai a reboque de ninguém”

O pré-candidato a senador pelo PT, Nonato Chocolate rechaçou a possibilidade do partido e a militância petista embarcarem no projeto de Weverton Rocha (PDT), também pré-candidato ao Senado Federal.

Blogs alugados pelo Palácio dos Leões andaram produzindo, como de costume, fake news de que a indicação de Weverton para a liderança da minoria na Câmara dos Deputados seria a senha para o PT engrossar a pré-campanha de senador do “Maragato”, que até um dia desses era chamado de “Maragatuno” por esses mesmos blogs.

Para o professor Nonato Chocolate, não existe apoio automático do PT a Weverton Rocha só porque o pedetista substituiu o deputado José Guimarães (PT-CE) na liderança da oposição. O petista questionou ainda se Ciro Gomes vai apoiar Lula ou outro candidato do PT, numa clara provocação já que Ciro é pré-candidato a presidente pelo PDT.

“Não existe apoio automático por conta dessa mudança da liderança da oposição no Câmara dos Deputados. Sou pré-candidato a senador pelo PT e o partido não  vai a reboque de ninguém. Estamos amadurecendo um candidatura própria que sirva de apoio a candidatura do Lula aqui no Maranhão. O Ciro Gomes vai declarar apoio ao Lula e ao PT? Ademais, a falta de cumprimento da palavra do PDT, de Weverton Rocha e do prefeito Edivaldo Holanda Jr. conosco, a partir da reeleição em 2016 , nos deixa deveras preocupados e desconfiados”, disse o petista.

Já o outro pré-candidato pelo PT, Márcio Jardim, preferiu não fazer quaisquer declarações sobre assunto limitando-se a dizer que se sente “contemplado” com as palavras do seu colega Nonato Chocolate.

Seria cautela para não desagradar os Leões?

ELEIÇÕES 2018: Márcio Jardim lidera disputa para o Senado em Arari 8

Quando somadas as duas opções de voto o petista tem a preferência de 55,1% dos eleitores

Se depender da sua cidade natal, Arari, o pré-candidato a senador pelo PT, Márcio Jardim, pode encomendar o paletó da posse.

Segundo pesquisa do Instituto Data M, publicada em primeira mão pelo blog do Júlio Diniz, o petista lidera como primeira opção para o Senado com 41,7% das intenções de voto. Em segundo aparece o senador Edison Lobão (MDB) com 10,7%; em terceiro o deputado federal Sarney Filho (PV) com 10,2%; em quarto a deputada federal Eliziane Gama (PPS) com 5,3%; em quinto o deputado federal Waldir Maranhão (Avante) com 3,7%; em sexto o deputado federal Weverton Rocha (PDT) com 1,6% e em sétimo o deputado federal Zé Reinaldo (sem partido) que não pontuou; nenhum deles 16,9% e não sabe ou não respondeu com 10,2%.

Quando a pergunta foi sobre a segunda opção de voto, Márcio Jardim também lidera com 13,4%; depois aparecem Sarney Filho com 9,1%; Edison Lobão com 8,6%; Eliziane Gama com 5,9%; Waldir Maranhão com 3,7%; Zé Reinaldo com 2,7% e Weverton Rocha com 1,1%; nenhum deles 19,3% e não sabe ou não respondeu com 36,4%.

O levantamento do Data M foi realizada entre os dias 10 e 12/03, registrada na Justiça Eleitoral sob o Nº 05655/2018, no dia 09/03 e ouviu 240 pessoas na zona rural e na zona urbana de Arari, tendo um intervalo de confiança estimado em 95% e margem de erro máxima estimada em 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

Além de Márcio Jardim, o professor Nonato Chocolate também está na disputa de senador pelo PT. Aliás, daqui o Blog do Robert Lobato volta ao assunto com declarações dos dois petistas sobre fake news divulgado em blogs alugados pelo Palácio dos Leões dando conta de apoio do PT a candidatura de Weverton Rocha ao Senado.

Vale aguardar.

José Reinaldo foi vetado ideologicamente por Flávio Dino e tem consciência disso 10

Demorou para o ex-governador entender isso, e quando despertou para a dura realidade já foi em cima da hora a ponto de agora encontrar dificuldades para abrigar-se em um partido que possa viabilizar o seu projeto de Senador da República.

O deputado federal José Reinaldo Tavares (sem partido) não esconde de amigos e interlocutores que foi vetado ideologicamente por Flávio Dino (PCdoB) na sua intenção de ser candidato a senador pelo grupo do comunista. Aliás, o Blog do Robert Lobato já havia feito essa análise em postagem anterior.

José Reinaldo tem concepção de mundo, sociedade, política, partido e gestão completamente oposta a de Flávio Dino. Basta ver como o deputado se posiciona na Câmara Federal em relação ao governo Temer ou mesmo ler os artigos semanais assinados por ele no Jornal Pequeno. Sem falar que o governador comunista entende que o seu criador está “ultrapassado” e que não cabe no seu intento de “renovação” dos quadros políticos do estado.

Alguns insistem em afirmar que ex-governador irá voltar para o grupo governista mesmo ele afirmando e reafirmando que não tem retorno. Esses “anjos da paz”, como o próprio José Reinaldo os denomina, só esquecem de dizer que Flávio Dino nunca!, repito, nunca!, teve a preocupação de pegar o telefone e ligar para o parlamentar propondo uma conversa, um entendimento sobre os interesses de cada um. Prefere mandar recardo pela imprensa palaciana.

Demorou muito para o deputado José Reinaldo entender tudo isso, e quando despertou para a dura realidade já foi em cima da hora a ponto de agora encontrar dificuldades para abrigar-se em um partido que possa viabilizar o projeto de Senador da República.

Outra grande verdade, e é bom que se diga, é que Flávio Dino nunca perdoou José Reinaldo por ter votado a favor do impeachment da Dilma, não porque morra de amores pela petista, mas por pura vaidade pessoal de quem queria mostrar ao Brasil que tinha o voto do ex-governador, o que não ocorreu. Foi bem ali o exato momento em que Zé Reinaldo selou o seu destino.

Ou melhor dizendo: Flávio Dino selou o destino de Zé Reinaldo…

ELEIÇÕES 2018: Waldir Maranhão fortalece pré-candidatura ao Senado

Waldir Maranhão está focado e trabalhando muito para consolidar, de uma vez por todas, o seu nome como grande favorito a conquistar uma vaga de senador

O deputado federal Waldir Maranhão (Avante) está cumprindo à risca o seu dever de casa para consolidar a sua pré-candidatura do Senado Federal.

O primeiro e fundamental passo é o de estabelecer conversas e articulações com lideranças políticas e partidárias não somente na planície, mas principalmente no planalto, ou seja, em Brasília, onde as questões realmente são resolvidas. E isso está em curso.

Ex-presidente da Câmara dos Deputados, Waldir construiu ótimas relações com líderes de diversos partidos da direita à esquerda, o que lhe dá garantia de que falta de partido não será problema para entrar na disputa por uma vaga de senador da República.

Além da questão partidária (na próxima semana teremos grandes novidades), Waldir Maranhão tem vários prefeitos apoiando o seu projeto para a Câmara Alta e em breve deverá promover um grandioso evento de lançamento da pré-candidatura com presenças de personalidades nacionais, inclusive uma pra lá de ilustre.

O fato é que Waldir Maranhão está focado e trabalhando muito para consolidar, de uma vez por todas, o seu nome como grande favorito a conquistar uma vaga de senador nas eleições de 2018.

É aguardar e conferir.

Estranhas coincidências editoriais entre a mídia de Sarney e a de Dino 24

Coincidências que vão além da política e das questões eleitorais.

Quem acompanha a cobertura da imprensa política maranhense já deve ter percebido algumas, digamos, coincidências editoriais entre a mídia ligada ao grupo do ex-presidente Sarney (MDB) e a ligada ao grupo do governador Flávio Dino (PCdoB), inclusive, claro, na blogosfera.

Entre tais coincidências pode-se destacar uma principal: colocar o senador Roberto Rocha (PSDB) como alvo de ataques diretos, indiretos e críticas infundadas.

Pré-candidato a governador, Roberto tem defendido publicamente uma eleição com vários candidatos, incluindo Roseana Sarney (MDB) e Eduardo Braide (PMN), à sucessão de Flávio Dino como forma de tirar o Maranhão da dicotomia maléfica para o estado entre “sarneysistas” e “antissarneysistas”, cenário que só interessaria, em tese, aos comunistas, mas que curiosamente passou a ser defendido também até por editoriais do jornal O Estado do Maranhão, de propriedade do clã Sarney.

Contra o senador Roberto Rocha utilizam, tanta a imprensa sarneysista quanto a dinista, o discurso de que o tucano não será candidato porque não tem grupo político, não agrega partidos, não tem dinheiro/estrutura de campanha e por aí vai.

O engraçado é que em 2014 essa narrativa sequer era cogitada, e Roberto acabou sendo o principal engenheiro da aliança política e eleitoral que resultou na sua vitória ao Senado Federal e de Flávio ao Governo do Maranhão.

O fato é que parece haver uma espécie de aliança tácita entre setores da imprensa dos “dois lados da ponte” para tentar enfraquecer ou quiçá desconstruir a imagem do pré-candidato Roberto Rocha.

São coincidências, diga-se de passagem, que vão além da política e das questões eleitorais.

Mas, isso é assunto para outra postagem…

ELEIÇÕES 2018: Eliziane Gama agora tem lado. Parabéns! 16

Independente ou não de ser escolhida a segunda candidata de Flávio Dino ao Senado Federal, Eliziane Gama já escolheu o lado e campo políticos. Agora ela é Flávio Dino desde criancinha

Conta a lenda que “quem não vem pelo amor, vem pela dor”.

Parece que a nova postura política que a deputada federal Eliziane Gama (PPS) tenta adotar segue nessa toada.

A nossa querida e aguerrida irmã resolveu entrar o ano de 2018 disposta a colocar um ponto final no conceito que vinha se consolidando sobre a sua personalidade política, qual seja o de não ter lado, de ser escorregadia feita um peixe sabão e, por conseguinte, não passar confiança política a aliados e interlocutores – o Blog do Robert Lobato sempre foi um crítico fraterno a esse comportamento errante da popular-socialista.

Comenta-se que a congregação evangélica a qual integra foi a principal responsável pela mudança de postura de Eliziane Gama. E para começo de conversa, a primeira “prova” dada à deputada pelos pastores da igreja foi a dela fazer as pazes com o prefeito Edivaldo Holanda Júnior, também irmão em Cristo. A “prova” já está em curso.

Os mais desconfiados, ou maldosos, como queiram, avaliam que essa súbita mudança de Eliziane Gama tem a ver com o seu projeto de ser candidata ao Senado Federal nas eleições de outubro deste ano.

A desconfiança aumentou depois que a própria deputada declarou que a escolha do seus dois suplentes serão da escolha única e exclusiva do governador Flávio Dino. Que tal?

Bom, essa nova Eliziane Gama que emergiu a partir do ano novo pode até ter um pouco de apelo eleitoreiro em razão da pré-candidatura da irmã à senadora.

Porém, o Blog do Robert Lobato prefere acreditar que se trata de algo mais amplo e nobre, ou seja, independente ou não de ser escolhida a segunda candidata de Flávio Dino ao Senado Federal, Eliziane Gama resolveu ter lado e campo políticos.

Eliziane Gama agora é Flávio Dino desde criancinha.

Com ou sem Senado.

Parabéns, amiga!

ELEIÇÕES 2018: Famem exige participação em discussão sobre chapa majoritária de Flávio Dino

O presidente da entidade, prefeito Cleomar Tema, é um dos principais entusiastas e defensores da candidatura do deputado federal e ex-governador José Reinaldo Tavares ao Senado Federal

Tema leu documento e destacou a importância do movimento municipalista no Maranhão.

Liderada pelo prefeito Cleomar Tema, a Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem), exige participação ativa e por dentro das discussões da montagem da chapa majoritária de Flávio Dino nas eleições de 2018.

Durante solenidade realizada no Palácio dos Leões nesta terça-feira (16) – e da qual participaram mais de 100 prefeitos, Tema leu uma espécie de “manifesto” cujo objetivo é inserir o movimento municipalismo no debate sobre o projeto de reeleição do próprio Dino e no pleito que definirá as duas vagas na chapa senatorial.

“A Famem, entidade representativa das cidades maranhenses, e que congrega prefeitos e prefeitas de todas as regiões do Maranhão, vem tendo papel fundamental no processo de fortalecimento do municipalismo. Portanto, nada mais justo que a entidade esteja inserida no contexto no qual será definido os cargos majoritários de 2018”, diz trecho do documento.

Presidente da FAMEM entregou a Flávio Dino homenagem.

O pleito da Federação foi elogiado por Flávio Dino, que reconheceu a representatividade da entidade no Maranhão e fora dele.

“A FAMEM possui um forte poder aglutinador das forças municipalista e o presidente Tema, pessoa por quem tenho muito carinho e admiração, vem executando um excelente trabalho. Trata-se de uma reivindicação mais do que justa”, afirmou o governador.

Uma das lideranças políticas mais expressivas e articuladas do estado, Tema é um dos principais entusiastas e defensores da candidatura do deputado federal e ex-governador José Reinaldo Tavares ao Senado Federal. Aliás, o prefeito de Tuntum é o idealizador do “Encontro da Gratidão”, evento promovido em homenagem a Zé Reinaldo como forma de reconhecimento da classe política ao trabalho desenvolvido pelo ex-governador em prol ao municipalismo maranhense.

O próprio Cleomar Tema é um nome lembrado para compor a chapa majoritária liderada pelo governador Flávio Dino, mas isso é assunto para outro momento.

ELEIÇÕES 2018: E se Flávio Dino não apoiar José Reinaldo para senador? 14

Um rompimento definitivo entre Flávio Dino e José Reinaldo poderá fazer estragos na vida política dos dois ainda aliados. A questão é saber quem sairia somente ferido e quem sairia morto dessa guerra de titãs

Há quem ainda acredita que o governador Flávio Dino (PCdoB) não vai deixar o deputado federal José Reinaldo Tavares (sem partido) na beira da estrada eleitoral de 2018 e o apoiará no seu projeto de candidato a senador da República.

Porém, há aqueles que já veem o ex-governador como carta fora do baralho quando o assunto são os dois nomes de Flávio Dino para o Senado Federal.

Um já estaria com o apoio garantido pelo governado comunista: o deputado federal Weverton Rocha, presidente/dono do PDT.

O segundo nome ainda é uma incógnita e muito provavelmente só saberemos quem será o felizardo lá pelo mês de abril ou maio – a tese deste humildade blogueiro é que teremos uma surpresa tirada da “manga” do governador. A conferir.

Mas, e se Flávio Dino não apoiar o ex-governador José Reinaldo quais seriam as consequências dessa decisão?

Em primeiro lugar, estaríamos diante de uma decisão de coragem do governador que é considerado na classe política maranhense, e mesmo na sociedade em geral, como uma “criatura” inventada por Zé Reinaldo. Portanto, seria mais um clássico acontecimento da criatura virar-se contra o criador.

Em segundo lugar, Flávio Dino poderia carregar durante toda a campanha uma fama desgraçada de “traidor”,alguém “malvado”, “frio” e “calculista” politicamente. Se tal fama vai colar não é possível afirmar com 100% de certeza, mas o risco é grande.

Em terceiro lugar, que tipo de José Reinaldo se apresentaria ao Maranhão após ser rejeitado pelo seu pupilo? Surgiria alguém abatido por uma traição inimaginável e vitimizado ou estaríamos diante de um político disposto a partir para o enfrentamento e furioso com um desejo incontrolável de derrotar o governador no seu projeto de reeleição?

O Blog do Roberto Lobato não duvida, lógico, que Flávio Dino possa deixar Zé Reinaldo pelo meio do caminho eleitoral de 2018, mas prefere apostar que o comunista não correria tamanho risco de produzir, às vésperas das eleições, um inimigo com a experiência e trajetória de José Reinaldo Tavares.

Para quem enfrentou José Sarney depois de décadas de relacionamento de quase irmãos, enfrentar um Flávio Dino que Zé Reinaldo conheceu “ontem” seria fichinha para o ex-governador.

O fato é que um rompimento definitivo entre Flávio Dino e José Reinaldo poderá fazer estragos na vida política dos dois ainda aliados.

A questão é saber quem sairia somente ferido e quem sairia morto dessa guerra de titãs.

Façam as suas apostas…