Em artigo, senador Tasso Jereissati defende que o “parlamento tem de entender resultado das urnas” 2

Um dos senadores mais respeitado do parlamento brasileiro, com bom trânsito em todas as correntes políticas, Tasso Jereissati pode ser o ponto de equilíbrio não somente entre o Legislativo e o Executivo, mas também o Judiciário e demais instituições da República, ainda mais numa conjuntura pós-eleição bastante radicalizada.

O senador Tasso Jereissati, na Convenção Nacional do PSDB em 2017 – Pedro Ladeira – 9.dez.17/Folhapress.

O senador Tasso Jereissati (PSDB/CE) escreveu um contundente artigo para o jornal Folha de São Paulo, publicado na edição desta segunda-feira, 14.

Candidato a presidente do Senado Federal, Tasso sustenta que o Congresso Nacional deve compreender o resultado das urnas.

“Estamos numa rara janela de oportunidade para desenhar um novo pacto constitucional entre os Poderes e, para tal, é necessário que o Parlamento, independente e altivo, compreenda o resultado das urnas”, escreveu.

Um dos senadores mais respeitado do parlamento brasileiro, com bom trânsito em todas as correntes políticas, Tasso Jereissati pode ser o ponto de equilíbrio não somente entre o Legislativo e o Executivo, mas também o Judiciário e demais instituições da República, ainda mais numa conjuntura pós-eleição bastante radicalizada.

A seguir o Blog do Robert Lobato reproduz o artigo do senador Tasso Jereissati. Confira.

Janela de oportunidade

O eleitor brasileiro deu um claro recado de que não suporta mais viver sob o jugo de um Estado dirigista, provedor de privilégios para uns e de privações para outros. Clama por uma política de simplificação tributária, de controle dos gastos públicos e combate permanente à hipertrofia do Estado que levou à bola de neve da estagnação econômica.

No seu dia a dia, o cidadão pode até não saber formular com clareza sua demanda, mas, ao votar na proposta mais distante do establishment político, deixou patente que não suporta mais conviver com a falta de atendimento à saúde, à educação, com o transporte público ineficiente, sem segurança e, principalmente, com os escândalos de corrupção que tomaram conta da cena política.

Para fazer frente a tantos e urgentes desafios, o mundo político não pode fazer de conta que essa mensagem foi dirigida apenas ao Executivo. Trata-se de um recado também ao Legislativo e ao Judiciário.

O mesmo eleitor que votou para presidente votou também, com o mesmo sentimento, para os seus representantes no Congresso, de quem se esperam demonstrações de distanciamento do jogo de toma lá dá cá, que se tornou quase um padrão nas relações com o Executivo.

As grandes reformas estruturantes, da Previdência, fiscal, e trabalhista, assim como tantas outras de não menor importância, são pautas que exigem atitude republicana de deputados e senadores.

Combater o patrimonialismo e o corporativismo, enfrentar a ferida absurda da desigualdade social, ao mesmo tempo criando um ambiente democrático favorável à livre iniciativa e aos negócios, com segurança jurídica, são exigências morais que não podem estar condicionados a jogos de interesses paroquiais. Sem as reformas, ninguém conseguirá governar, seja o presidente, sejam os governadores ou os prefeitos.

Para conseguir obter consenso na reforma da Previdência, a mãe de todas as reformas, o governo terá que lidar com a maior fragmentação partidária da história do Parlamento. Somente no Senado, foram 15 os partidos que obtiveram assentos. Mesmo considerando fusões inevitáveis, o Parlamento brasileiro apresenta-se com uma das maiores fragmentações partidárias do planeta, perdendo apenas para Papua-Nova Guiné.

E não se espere que tamanha fragmentação seja o reflexo do contraste do nosso quebra-cabeça coletivo. Agremiações parecem não ter um autêntico lastro social que resulte no acesso dessa miríade de partidos às cadeiras do Parlamento. A governabilidade já é comprometida na origem pela ausência de uma maioria estável, exigindo tratativas e negociações com uma base tão heterogênea que se traduz em alto custo político do processo decisório.

Em democracias consolidadas e maduras, o partido mais votado alcança em torno de 40% do total dos votos. No Senado, o mais votado, o MDB, alcançou só 14,8%. Vale lembrar que para aprovar uma PEC (proposta de emenda constitucional) são necessários 60% dos votos. Isso indica as dificuldades enormes de articulação política que terá o novo governo. Sem contar o fato de que, das 54 vagas em disputa neste ano, 46 serão ocupadas por novos nomes.

Mas devemos ter presente que o momento que vivemos não é um soluço no tempo. É fruto de camadas de ressentimentos populares contra o que se tornou a imagem da política e dos políticos. A população, pelo voto, não apenas elegeu seus novos representantes, mas definiu uma carta de navegação para a ética política, à qual estamos todos sujeitos, independente do espectro político que ocupemos. Sendo o Legislativo o poder originário, o único em que todos os seus membros se submetem à vontade coletiva, devemos ser também os primeiros a auscultar o ânimo que brota do voto democrático e soberano da cidadania.

Esse quadro torna ainda mais importante a eleição de um presidente do Senado capaz de se constituir de fato como o representante máximo do Parlamento frente à sociedade. Cabe a ele a interlocução com os meios de comunicação, autoridades, sindicatos, empresas e representantes diplomáticos. Estamos numa rara janela de oportunidade para desenhar um novo pacto constitucional entre os Poderes e, para tal, é necessário que o Parlamento, independente e altivo, compreenda o resultado das urnas.

ENTREVISTA: Roberto Rocha fala sobre federalização de estradas estuais, ZEMA e outros projetos de sua autoria em discussão no Senado

Confira a entrevista concedida pelo senador Roberto Rocha (PSDB) ao programa Ponto Final, da Mirante AM, e apresentado pelo jornalista Roberto Fernandes.

O parlamentar tucano tratou sobre vários projetos de sua autoria em tramitação atualmente no Senado Federal, entre eles a federalização de estradas estaduais, a Zona de Exportação do Maranhão (ZEMA), a tarifa social de energia elétrica, Praia Limpa, SOS Águas etc. Confira.

‘Na democracia só há um Norte, o da Constituição’, diz Bolsonaro. OU: Mais do que palavras, a prática deve prevalecer

Mais do que palavras bonitas e de compromisso com a nossa Constituição, o que vai prevalecer mesmo são as práticas do futuro presidente do Brasil a partir do dia 1º de janeiro de 2019.

Presidente eleito fazendo estilo “Bolsonariozinho Paz e Amor”.

Políticos adoram uma retórica, ainda mais em eventos oficiais e protocolares.

Quem acompanhou a sessão solene do Congresso Nacional para comemorar os 30 anos da nossa “Constituição Cidadã” deve ter ficado com a certeza de que 1964 e o arbítrio ficaram no passado para sempre.

O Blog do Robert Lobato destacaria dois momentos na sessão solene desta terça-feira, 06.

Primeiro foi o reconhecimento do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, destacando o papel que o ex-presidente José Sarney desempenhou na transição democrática consolidando direitos constitucionais neste país. Segundo Toffoli, sem José Sarney, talvez teria sido impossível acontecer a transição de 1988.

“Sem o presidente José Sarney, talvez, seria impossível o pálio da Constituição de 1988. A habilidade de vossa excelência nestes 30 anos, deve ser mais uma vez destacada, como sempre o fiz nas celebrações, seja no Tribunal Superior Eleitoral ou no Supremo Tribunal Federal. A nação brasileira muito deve a transição democrática à pessoa do presidente José Sarney”, disse o presidente do STF sob fortes aplausos.

O segundo momento foi o pronunciamento, ainda que muito breve, do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

O “capitão” disse alto e bom som (e tom) que “na topografia existem três nortes — norte verdadeiro, norte magnético e o norte da carta–, mas na democracia só há um norte, o da Constituição”.

Ocorre que mais do que palavras bonitas e de compromisso com a nossa Constituição, o que prevalecerão são as práticas que o futuro presidente do Brasil adotará a partir do dia 1º de janeiro de 2019.

Sem dúvida um grande teste não apenas o próprio futuro presidente, mas para as nossas instituições democracia que seguem firmes e fortes.

ELEIÇÕES 2018: Alexandre Almeida “apimenta” a disputa para o Senado Federal 8

Não se sabe ao certo qual a estratégia de Alexandre Almeida em radicalizar no tom da sua campanha, mas o fato é que em dois programas, ao longo dessa semana, o tucano partiu pra cima de dois dos seus concorrentes.

Diante de uma eleição um tanto quanto sem sal para o governo do estado, o deputado estadual Alexandre Almeida (PSDB) resolveu “apimentar” a campanha para o Senado Federal, cargo que disputa na condição de mais jovem candidato do Brasil à Câmara Alta.

Não se sabe ao certo qual a estratégia de Alexandre Almeida em radicalizar no tom da sua campanha, mas o fato é que em dois programas, ao longo dessa semana, o tucano partiu pra cima de dois dos seus concorrentes.

A primeira vítima foi o atual senador e candidato a mais um mandato Edison Lobão (MDB), apontado por Alexandre como sendo investigado pela Lava Jato; logo em seguida foi a vez do deputado federal Weverton Rocha (PDT), quando tucano lembrou que o nosso querido “Maragato” responde à denúncias de corrupção feitas pelo Ministério Público Federal.

Lobão e Weverton, claro, reagiram às provocações de Alexandre Almeida. O primeiro foi defendido pelo filho e suplente Edinho Lobão que, através de um áudio, afirmou que o jovem candidato ganhou “um inimigo para a vida inteira”. O caso, de política, virou de polícia, já que Alexandre registrou na Polícia Federal o que considera uma “ameaça” a sua vida.

Já o Weverton Rocha foi mais político e considerou que as investidas de Alexandre Almeida como estando a serviço de terceiros e que possui “a nossa militância para responder por nós. Sei apanhar, mas também sei bater.”.

De qualquer forma, e sabe-se lá o porquê, Alexandre Almeida deu um pouco mais de emoção para uma eleição que já pode ser considerada como a mais esquisita da história…

SENADO 2018: Eliziane Gama pode surpreender mesmo com imagem de “golpista” 2

Enquanto se preocupavam com o “golpismo” de Eliziane Gama, a moça foi comendo pelas beiradas, se articulando e agora aparece bem posicionada nas pesquisa disputando uma das vagas com pesos pesados como Sarney Filho (PV). E olhem lá se hoje não é nome preferencial de Flávio Dino….

Parece que a política de queimação contra a deputada federal e candidata à senadora Eliziane Gama (PPS) acusando-a de “golpista”, por ter votado a favor do impeachment da presidente Dilma, não colou nesta campanha.

E não colou porque o eleitorado sabe que a irmã está no palanque de Flávio Dino (PCdoB), que é o mesmo do PT e o mesmo palanque está repleto de golpistas, aqui se aspas mesmo, eméritos.

Ou seja, por que apenas Eliziane Gama pode ser acusada de ser “golpista” se o seu candidato a governador estar rodeado de políticos que votaram a favor do afastamento da Dilma, como é caso do deputado federal André Fufuca (PP) que na época era o “bambino” de ninguém menos do que Eduardo Cunha, condutor do processo de impeachment na Câmara Federal?

Essa história de imprimir a marca de “golpista” apenas em Eliziane Gama foi um estratagema de aliados do Palácio dos Leões para favorecer diretamente o também candidato a senador Weverton Rocha (PDT), que desde a pré-campanha é nome do coração dos comunistas e mais recentemente passou a ser também dos dinopetistas.

Enquanto se preocupavam com o “golpismo” de Eliziane Gama, a moça foi comendo pelas beiradas, se articulando e agora aparece bem posicionada nas pesquisas disputando uma das vagas com pesos pesados como Sarney Filho (PV). E olhem lá se hoje não é nome preferencial de Flávio Dino….

O fato é que sua biografia, história de gente que veio de baixo e não enriqueceu com a política, ser ficha limpa, evangélica e possuir bom trânsito em setores dos movimentos sociais, tudo isso somado acabou se tornando um diferencial competitivo a favor de Eliziane Gama na eleição para o Senado Federal.

Sem falar que a irmã faz uma campanha pobre financeiramente em relação aos seus oponentes, incluindo o seu companheiro de chapa Weverton Rocha (PDT), que faz uma campanha digna de um Henrique Meirelles da vida…

SENADO 2018: Atrás nas pesquisas, Weverton Rocha dá chilique e impede divulgação de números para o Senado 32

Pelo andar da carruagem, nem virando cachorro doido pelo Maranhão afora com Zequinha Sarney (PV) vai ajudar o nosso querido “Maragato” chegar à Câmara Alta do Congresso Nacional

“A Difusora esconder os números. P… no c… do Maragato. Não deixaram nem bater a foto da pesquisa. Ficou puto”.

As palavras acima é de um agente político ligado ao grupo de Flávio Dino comentando sobre como teria sido a reação do candidato a senador Weverton Rocha (PDT) frente aos números da pesquisa Datailha/Difusora, divulgada ontem, quarta-feira, 15.

Pelo WhatsApp, a fonte do Blog do Robert Lobato disse que sequer Weverton aceitou discutir a publicação dos número onde aparece na rabeira do levantamento e pior: a sua companheira de chapa Eliziane Gama aparece bem à frente do candidato pedetista.

Pelo andar da carruagem, nem virando cachorro doido pelo Maranhão afora com Zequinha Sarney (PV) vai ajudar o nosso querido “Maragato” chegar à Câmara Alta do Congresso Nacional.

Uma pena, né?

IMPUGNAÇÃO DE FLÁVIO DINO: Enquanto Eliziane Gama sai em solidariedade ao governador, Weverton Rocha nem “tchum” 12

Nadica de nada de manifestação de solidariedade do nosso querido “Maragato” ao seu aliado, amigo e camarada. Pelo contrário: está é feito cachorro doido cuidando da sua campanha.

E nas intempéries da vida que a gente sabe quem é quem.

O governador Flávio Dino (PCdoB) caiu em desgraça por causa da decretação de sua inelegibilidade proferida pela juíza Anelise Nogueira Reginato, da 8ª Zona Eleitoral. Isso todos os maranhenses já sabem, inclusive que o caso é “gravíssimo”, como deixou claro a magistrada na sua decisão.

Pois bem. A candidata a senadora pela chapa de Flávio Dino, deputada federal Eliziane Gama (PPS), fez o que deveria qualquer aliado do comunista fazer, ainda mais na condição de companheiro/companheira de chapa: sair em solidariedade ao aliado impugnado.

Pela rede social do Twitter, a irmã fez a seguinte avaliação sobre a situação do governador comunista:

“Judicializar demandas sem materialidade querendo confundir a população quanto a elegibilidade ou não de um governo marcado pela transparência é apenas e tão somente desespero de grupos que perderam benefícios e sabem que não os terão de volta. O MARANHAO É AGORA DE TOSOS NÓS! A elegibilidade do @FlavioDino é incontestável, não há qualquer mácula ou mancha que possa fazer que essa ação tenha qualquer sentido, pena que tenhamos que está discutindo isso, tínhamos que está discutindo o MA e destacando o avanço deste que é o gov de todos os maranhenses”.

Muito bonito o gesto da candidata governista. Parabéns para a irmã!

Enquanto isso, o “candidato número 1” de Flávio Dino ao Senado Federal, o também de deputado federal Weverton Rocha, nosso querido Maragato, nem “tchum” para o martírio do seu aliado, amigo e camarada. Nadica de nada de manifestação de apoio e solidariedade.

Pelo contrário: está é feito cachorro doido cuidando da sua campanha.

Coisa feia, siô!

 

ELEIÇÕES 2018: Em instantes a convenção do PSDB que vai oficializar o projeto Roberto Rocha governador-45 6

Daqui a pouco inicia a convenção do PSDB que vai oficializar a candidatura do senador Roberto Rocha ao Governo do Maranhão e do deputado federal José Reinaldo Tavares e do deputado estadual Alexandre Almeida candidatos ao Senado Federal.

Vice e suplentes serão anunciados mais na frente.

SENADO 2018: Por que Waldir Maranhão 24

Quero aqui externar meu apoio e simpatia pela candidatura de Waldir Maranhão ao Senado Federal ao lado do jovem e promissor político Alexandre Almeida, uma das gratas surpresas da nova geração de políticos maranhenses, que não é apenas novo na idade, mas principalmente nas práticas e conceitos políticos

A gente aprende a gostar, admirar e respeitar pessoas.

Conheço o deputado Waldir Maranhão desde os tempos de Uema quando, ele reitor da Uema, eu dirigente do estudantil do Diretório Central dos Estudantes e do Diretório Acadêmico de Administração.

Na época não mantinha relação pessoal com Waldir e mal nos falávamos. Pelo contrário, fazia oposição sistemática à direção da Uema.

O tempo passa e a vida nos dá oportunidade de transformar “preconceitos” em “conceitos”. E hoje, com toda sinceridade, tenho um conceito sobre Waldir Maranhão, não somente sobre o deputado,mas principalmente sobre o ser humano Waldir Maranhão.

Trata-se de uma pessoa amiga, generosa, parceira, leal e grata. Qualidades reconhecidamente raras quando o assunto é política e políticos, ainda mais neste tempos que vivemos.

Na condição de petista, não me cabe meter a colher no pirão do PSDB quando a questão é decidir quem ou não deve ser candidato a isso ou aquilo. Os tucanos que sabem ou deverão saber o que melhor para o projeto partidário deles.

Desejo aqui apenas dar a minha opinião pessoal sobre o que entendo ser a melhor opção para o Senado Federal independente de partido, até porque não deixaram, aliás, proibiram o PT de ter quaisquer opções de candidatura majoritária.

E escrevo estas mal traçadas linhas muito à vontade porque defendi e fiz de tudo para que o nome do também deputado federal José Reinaldo Tavares fosse ungido para o cargo de senador!

Ocorre que não basta ter “um candidato”, tem que ser “o candidato”. E para ser “o candidato” é preciso saber de qual lado você está.

Waldir Maranhão, desde que foi traído covardemente pelo governador Flávio Dino, escolheu um novo campo político pelo qual se dedicou e se dedica diuturnamente.

Desde então, o deputado tem sido leal, fiel, enfim, um soldado nesse seu novo campo político que tem o senador Roberto Rocha como líder.

O projeto Roberto Rocha governador-45

Roberto Rocha é pré-candidato a governador e de longe o melhor senador que o Maranhão já elegeu. É também é o que o Maranhão precisa para tirar o nosso estado desse quadro em “branco e preto” que insistem em manter.

Criticado por não ter “grupo político”, após essas eleições de 2018, seja qual o resultado sair da urnas, poderão criticar Roberto Rocha de tudo, menos de não ter grupo político. E se o tucano vai passar a ter grupo político muito será pela postura correta e, repito, leal e fiel de Waldir Maranhão ao projeto Roberto Rocha governador-45.

Evidente que não apenas pelo Waldir, tem outros atores importantes, mas na atual conjuntura não tem como destacar o papel do ex-presidente da Câmara dos Deputados, o homem que não apenas foi contra o “golpe” contra Dilma, mas tentou anular o “golpe”, já que no nosso estado essa questão do “golpe”, ou impeachment como queiram, vai ser pauta não apenas no palaque real como no palaque eletrônico no horário eleitoral na tevê.

Enfim, quero aqui externar meu apoio e simpatia pela candidatura de Waldir Maranhão ao Senado Federal ao lado do jovem e promissor político Alexandre Almeida, uma das gratas surpresas da nova geração de políticos maranhenses, que não é apenas novo na idade, mas principalmente nas práticas e conceitos políticos.

Trata-se, repito, de uma posição pessoal, de um cidadão consciente dos seus direitos e deveres.

E sobretudo livre!

ELEIÇÕES 2018: Clima ameno e de unidade marca vésperas da convenção do PSDB 4

Não há ambiente de hostilidade e muito menos margem para traições contra quem quer que seja no tucanato local. O que existe, pelo menos foi o que o Blog do Robert Lobato conseguiu constatar em uma visita feita na manhã desta terça-feira, 31, na sede do partido, é muita movimentação de lideranças políticas e articulações para agregar mais partido na coligação liderada por Roberto Rocha.

Embora o Palácio dos Leões tente passar, através da mídia alugada com prazo de validade para o dia 31 de dezembro de 2018, de que há uma disputa beligerante no âmbito do PSDB por conta da disputa ao Senado Federal, o clima no ninho tucano é ameno e da mais absoluta tranquilidade nestas vésperas de convenção tucana que acontece no próximo sábado, 4, na Batuque Brasil.

Os deputados federais José Reinaldo Tavares e Waldir Maranhão, além do deputado estadual Alexandre Almeira, estão sempre conversando, trocando opiniões sobre a conjuntura e dialogando constantemente na sede do PSDB junto com o senador Roberto Rocha, que é o pré-candidato do partido ao Governo do Maranhão.

Não há ambiente de hostilidade e muito menos margem para traições contra quem quer que seja no tucanato local. O que existe, pelo menos foi o que o Blog do Robert Lobato conseguiu constatar durante visita feita na manhã desta terça-feira, 31, na sede do partido, é muita movimentação de lideranças políticas e articulações para agregar mais partido na coligação liderada por Roberto Rocha.

E pelo que este humildade blogueiro viu na manhã de hoje podem aguardar, pois vem novidade quente por aí.

Daí a explicação para um certo desespero do Palácio dos Leões e sua camarinha comunista.