ELEIÇÕES 2018: Os desafios de Roseana Sarney 14

Uma questão fundamental que será posta à candidata é unir o seu grupo e evitar “corpo de mole” de lideranças importantes como aconteceu no campanha de Lobão Filho em 2014. 

Depois de fazer uma grandiosa convenção, no último do domingo, 29, que reuniu um exército de lideranças políticas, partidárias e populares em geral, além de calar a boca de muita gente do próprio grupo que duvidava de sua candidatura ao Governo do Maranhão, Roseana Sarney (MDB) tem, a partir de agora, alguns desafios a serem enfrentados até as eleições de outubro.

A ex-governadora sabe não terá uma campanha fácil como já teve em outros tempos.

Detentora de nada menos do que quatro mandatos de chefe do executivo estadual, a emedebista terá que fazer, primeiro, um balanço da “era Roseana Sarney” para, em seguida, tentar convencer a população de que merece ser inquilina do Palácio dos Leões pela quinta vez.

Não há como negar que Roseana possui serviços prestados, obras e projetos no estado, inclusive na capital. Não é por acaso que alguns a consideram a melhor “prefeita” que São Luis já teve e com certeza esse trabalho na ilha será levado aos programas eleitorais no rádio e na tevê. Se convencerá o eleitor é outra coisa.

Outra questão fundamental que será colocada para a candidata é unir o seu grupo e evitar corpo de mole de lideranças importantes como aconteceu no campanha de Lobão Filho em 2014 em vários municípios.

Havendo dispersões ou “corpo mole” sejam dos “praças” ou “oficiais” ao longo da campanha do 15, o resultado pode ser catastrófico!

Sendo candidata do MDB-15, não terá como Roseana ter a sua imagem associada  ao presidente Michel Temer, ainda que diga pelos quatro cantos do estado que ela é Lula! Ainda mais se o seu partido realmente tiver candidato a presidente, no caso o ex-ministro Henrique Meireles. Misturar Roseana, Temer e Meirelles será algo inevitável, e os estrategistas da campanha terão que encontrar as vacinas, se é que é possível.

A favor da candidata Roseana, porém, tem o fato de sua campanha estar em boas mãos, no caso seu irmão Fernando Sarney.

O empresário e dirigente da CBF é um homem inteligente, articulado, bem relacionado e pode costurar e atrair apoios de lideranças de fora do seu grupo mesmo durante a campanha. Soma-se a isso, claro, o fato de ninguém menos, ninguém mais estar por trás das grandes articulações: José Sarney.

O fato é que a Roseana Sarney terá vários desafios a serem enfrentados e superados ao longo do processo eleitoral.

Mas, quem conhece a emedebista sabe que ela é dada a vencer situações adversas ao longo da sua vida.

Não é à toa que leva a alcunha de “Guerreira”.

ELEIÇÕES 2018: Roseana Saney e o “Lula livre” 12

É bem verdade que o amigo do peito de Lula não é Roseana, mas o pai dela o ex-senador José Sarney, cuja relação com o petista extrapola a política: é uma relação de compadrio.

“A luta de Lula por justiça também é nossa!”

Assim falou Roseana Sarney.

Algumas pessoas me questionaram sobre o que eu achava da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) apoiar campanha ‘Lula Livre’.

Ora, Roseana foi aliada de Lula em todos os seus governo e no governo Dilma também. Acertaram e erraram juntos num conjuntura que era bem melhor do que essa que atravessamos agora.

É bem verdade que o amigo do peito de Lula não é Roseana, mas o pai dela o ex-senador José Sarney, cuja relação com o petista extrapola a política: é uma relação de compadrio. Basta lembrar quem Lula levou para São Bernado do Campos assim que desceu a rampa do Planalto em dezembro de 2010,

Logo, essa história de que reclamar que Roseana defende Lula agora por oportunismo é pura bobagem!

Talvez tenha “aliados ideológicos” de Lula que esteja agindo como mais falsidade e oportunismo do que a “Branca”.

Até porque Roseana não disputa o espólio de Lula para ser liderança nacional no lugar do petista…

A quem Joaquim Haickel serve? (Parte II) 30

Quando pergunto concretamente a quem você serve, meu querido Joaquim, é porque trata-se de um questionamento que muitos maranhenses, que te conhecem, gostariam de fazer mas não têm a chance ou coragem para tanto.

Joaquim Haickel acusou o golpe. E meio que de forma deselegante, “brabo” (Rsrsrs).

O ex-deputado respondeu à primeira parte da trilogia “A quem “Joaquim Haickel serve?” num longo e cansativo texto publicado no seu blog e também na campo de comentários do Blog do Robert Lobato (Rsrsrs). O texto bem que poderia acabar logo no título “Eu só sirvo à minha consciência, Bob Lobato!”, que é muito melhor do que o conjunto da obra.

Quincas afirma que sou um “tolo”, um “bobo” e comete várias indelicadezas contra a minha pessoa, chegando até sugerir que o senador Roberto Rocha me demita (Rsrsrs).

Meu caro Joaquim Haickel, talvez eu seja “tolo”, “bobão” e não sabido (não confundir com sábio) como você. Porém, não costumo tergiversar nas minhas posições, convicções e posicionamentos políticos.

Quando pergunto concretamente a quem você serve, meu querido Joaquim, é porque trata-se de um questionamento que muitos maranhenses, que te conhecem, gostariam de fazer mas não têm a chance ou coragem para tanto.

De manhã o amigo vai lá na Mirante e jura amores a Fernando, à tarde destila veneno contra Roseana em grupos de WhatsApp, à noite bebe vinhos nobres com Weverton e no outro dia toma um café com Braide para, em seguida, almoçar sabe-se lá com quem. Márcio Jerry, talvez? Não me interessa!

Veja bem, não que seja proibido construir relações políticas com várias pessoas de diferentes correntes de pensamento, não se trata disso. Mas é que no caso de Quincas parece que sempre haver um “interessezinho” matreiro por trás. Coisa de gente sabida, como disse acima.

Quanto avaliar que Roberto Rocha deve desistir da sua pré-candidatura a favor de Braide ou de quem quer que seja, qualquer pessoa minimamente razoável e que não esteja defendendo essa tese por mero interesse imediato sabe que não tem cabimento um senador da República no meio do mandato, tendo sido deputado estadual, três vezes deputado federal sendo que da última vez que se elegeu a esse cargo foi o recordista de voto com quase 150 mil votos, vice-prefeito de São Luis, presidente estadual de um dos maiores partidos do país, abrir mão do seu projeto para outra pessoa. Mas não sou e nem quero ser dono da consciência de ninguém.

“Roberto Rocha não tem grupo, precisa fazer grupo, sempre fez política só”, argumento Joaquim Haickel. Sim cara-pálida, mas quem possui grupo político no Maranhão além de Sarney e Flavio Dino, este último pelo fato de ser governador? Quem é o grupo de Zé Reinaldo depois que teve a coragem necessária para romper com o seu pupilo? Cadê os Encontros da Gratidão com a Famem e os prefeitos? Quem é o grupo Eduardo Braide? Não precisa responder, Joaquim.

O fato é que Joaquim Haickel tem dificuldades de manter-se firme na sua posição política. Basta ver que passou quase dois anos sinalizando para o governador Flávio Dino como se quisesse dizer: “Olha, estou aqui Flávio, à disposição para ajudar no governo da mudança, do governo de todos nós”. Não deu certo!

Por último tentou emplacar o secretário de Felipe Camarção de vice de Flávio Dino mesmo deixando claro que o seu candidato a governador será Eduardo Braide. Até agora também não deu certo.

E se Roseana Sarney voltar a ser governadora é possível que Joaquim Haickel corra para o Twiiter para derramar loas à “Branca” e quiçá começar dar sugestões para as áreas da cultura, educação, esporte e por aí vai…

Esse é o Joaquim Haickel.

Até a próxima e última parte do “A quem “Joaquim Haickel serve?”.

Nada pessoal, por favor, viu Quincas?

Quem tem medo de Roberto Rocha e Eduardo Braide? 2

Até as eleições a ordem, tanto no Palácio dos Leões quanto nas redações do sistema Mirante, é estimular a cizânia não somente entre Roberto Rocha e Eduardo Braide quanto entre eles e Ricardo Murad e Maura Jorge

A resposta para a pergunta acima é óbvia: O grupo Sarney e Flávio Dino.

Basta ver como os apoiadores de Roseana Sarney e de Flávio Dino analisam os movimentos da pré-campanha eleitoral de 2018.

Tanto roseanistas quanto dinistas fazem questão de estimular a intriga entre o senador Roberto Rocha (PSDB) e Eduardo Braide (PMN). Fazem tempestade em copo d’água para criar um clima de discórdia entre os dois pré-candidatos a governador.

Ocorre que Roberto e Braide têm conversado mais do que simplesmente a questão eleitoral de 2018. O que tem pautado as conversas entre os dois pré-candidatos ao governo é o Maranhão! Aliás, não somente Roberto e Braide, mas outros pré-candidatos como Ricardo Murad (PRP) e Maura Jorge (Podemos).

Ora, é lógico que essas conversas incomodam roseanistas e comunistas num só tempo.

E até as eleições a ordem, tanto no Palácio dos Leões quanto nas redações do sistema Mirante, é estimular a cizânia não somente entre Roberto Rocha e Eduardo Braide quanto entre eles e Ricardo Murad e Maura Jorge.

Só o ex-presidente Sarney para segurar esse povo.

Mas, infelizmente, no Brasil só Rosena não escuta o mestre da política.

Fazer o quê?

ELEIÇÕES 2018: Zé Costa faz agenda política com Roseana Sarney acompanhado de 5 vereadores 6

A ex-governadora sugeriu a Zé Costa para disputar uma vaga de deputado estadual, mas o o petista descartou essa possibilidade afirmando que o seu grupo já tem o nome para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa

O ex-reitor do IFMA e ex-candidato a prefeito de Zé Doca, professor Zé Costa (PT), fez uma agenda política com a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) na última segunda-feira, 29.

Zé Costa estava acompanhado de cinco vereadores de Zé Doca que foram declarar apoio à candidatura da peemedebista ao governo do Maranhão, que agradeceu o movimento dos líderes políticos zé-doquenses.

Durante o encontro, Roseana quis saber se o grupo político dos visitantes já tinha candidato a deputado estadual e chegou a sugerir que o próprio professor Zé Costa poderia ser o nome para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa, mas o petista preferiu descartar essa possibilidade informando que o nome do grupo a deputado estadual é o vereador Marcos Paulo, do PT, que conta com o apoio dos Sindicato dos Servidores municipais de Zé Doca.

Marcos Paulo é um forte opositor à gestão da prefeita Detinha e ao seu marido o deputado Josemar Maranhaozinho, ambos do PR.

Os vereadores presentes na reunião com a pré-candidata Roseana Sarney foram: Pavão (PPL), Alcobaça (PSB), Fábio Capixaba (PDF), Luís do Igarapé Grande (PMDB) e Marcos Paulo (PT).