FRASE DO DIA

CULTURA DO FAZER: Roberto Rocha e Graça Paz apresentam plano de governo do PSDB para o Maranhão

A ideia do tucano é adotar novas práticas na gestão pública que sirvam, inclusive, como referência aos municípios maranhenses. O foco é na eficiência e nos resultados administrativos sem a ideologização do governo, que acaba atravancando o desenvolvimento do estado.

Nesta terça-feira, 21, candidato ao Governo do Estado do Maranhão, Roberto Rocha, e a vice, Graça Paz (PSDB), vão apresentar nas diretrizes gerais do seu Plano de Governo. O evento vai acontecer às 18h, no Palácio Luís XIII, localizado na Avenida Jerônimo de Albuquerque, 22- Alto do Calhau, em São Luís.

O documento intitulado “Caderno de Boas Ideias”, é a síntese das principais propostas básicas que o senador Roberto Rocha desenvolveu em todos os municípios do estado, ao longo de suas atividades parlamentares. A proposta deriva de uma concepção de governo que já vem norteando as ações, projetos e ideias do mandato do senador maranhense e definem uma visão geral que, segundo ele, “devem estar clara para a população maranhense”, no momento em que o ele oferece seu nome para ocupar o mais alto cargo de comando no estado.

Cultura do fazer

Nas visitas que tem feito pelo interior do Maranhão, o candidato Roberto Rocha tem dito que uma vez eleito governador deseja inaugurar uma “cultura do fazer” no estado.

A ideia do tucano é adotar novas práticas na gestão pública que sirvam, inclusive, como referência aos municípios maranhenses. O foco é na eficiência e nos resultados administrativos sem a ideologização do governo, que acaba atravancando o desenvolvimento do estado.

É um pouco dessa “cultura do fazer” que Roberto Rocha apresentará amanhã  para a imprensa e a sociedade em geral ao lado da sua vice Graça Paz e demais aliados da coligação “União e Coragem para fazer um Maranhão melhor”.

ELEIÇÕES 2018: Graça Paz engrandece ainda mais a chapa de Roberto Rocha 10

Eleito governador, Roberto Rocha poderá viajar tranquilo pelo país e pelo mundo em busca de investimentos para o Maranhão que o seu cargo estará bem guardado e resguardado pela lealdade da sua vice.

A deputada estadual Graça Paz é a companheira de chapa do senador Roberto Rocha na condição de candidata à vice-governadora.

A coligação Fazer Diferente Fazer Mais Fazer Melhor, que conta com o PSDB, PMN, PHS, DC, Rede e Podemos, ganha muito com a presença de Graça Paz enquanto vice de Roberto Rocha, ambos do PSDB.

Deputada estadual de quatro mandatos, Maria da Graça Fonseca Paz, é esposa do ex-deputado estadual Clodomir Paz, detentor de 3 mandatos. Ou seja, são sete mandatos de bons serviços prestados aos maranhenses pelo casal através do Poder Legislativo.

Mulher, esposa, mãe, avó, Graça Paz engrandece ainda mais a chapa de Roberto Rocha e com certeza somará muito no curso da campanha.

Pessoa de bem, leal, educada e carismática, Graça Paz é uma vice que todo candidato gostaria de ter.

Ficha limpíssima e de uma postura ética impecável, Graça Paz aceitou o convite feito pelo senador Roberto Rocha e desde ontem, quinta-feira, 16, começaram a marchar unidos pelo Maranhão inciando a campanha pela cidade de Balsas através da Caravana da Esperança.

Eleito governador, Roberto Rocha poderá viajar tranquilo pelo país e pelo mundo em busca de investimentos para o Maranhão que o seu cargo estará bem guardado e resguardado pela lealdade da sua vice.

Claro que os adversários do candidato Roberto Rocha iriam tentar minimizar a escolha de Graça Paz para ser sua vice, faz parte da luta política.

Contudo, qualquer pessoa de boa-fé e de bom-senso sabe que Graça Paz contribuirá muito na campanha Roberto Rocha governador-45 e aproximará o candidato tucano do eleitorado feminino, das mães de famílias, das trabalhadoras e também das chamadas “mulheres do lar”, por que não? Aliás, muitas dessas mulheres que dedicam a vida para cuidar da família, tarefa árdua que só sabe o trabalho que dá quem vivencia.

Enfim, por tudo que Graça Paz representa pessoal e politicamente, Roberto Rocha só tem a ganhar com a sua companheira de palanque.

E o povo maranhense agradece.

Fake news: Roberto Rocha ajuíza queixa-crime contra blogueiro ligado à Radio Educadora 10

Espera-se que o blogueiro Adilson Carlos não alegue problemas em suas faculdades mentais para não ser preso, como fez um outro notório blogueiro caluniador durante audiência com senador Roberto Rocha em uma certa Vara Criminal na cidade.

O núcleo de combate a fake news da campanha ao governo do senador Roberto Rocha (PSDB) não está pra brincadeira não!

A Assessoria do candidato protocolou ontem, quarta-feira, 15, queixa-crime em desfavor do blogueiro Adilson Carlos, por crimes de difamação e injúria, respectivamente, feitos por meio de postagem no seu blog.

O blogueiro postou uma série de inverdades contra o senador e terá que prestar esclarecimentos junto à Justiça.

Adilson Carlos é também radialista de Rádio Educadora, emissora que enfrenta sérias dificuldades financeira para pagar seus funcionários, cujos salários estão atrasados há meses, mas isso o Adilson esconde dos ouvintes e prefere destilar seu veneno apenas para a Rádio Capital com o claro objetivo de atacar o candidato Roberto Rocha.

Nem ao menos uma postagem em solidariedade ao funcionários da Educadora que foram demitidos ou que estão com seus vencimentos atrasados Adilson Carlos é capaz de publicar.

A situação da Educadora é tão grave que até funcionários antigos, verdadeiros símbolos do radio maranhense foram demitido. O tal do Adilson Carlos foi preservado dos cortes apenas “por ser do baixo clero”, como afirmou um funcionário da emissora ligada à igreja católica.

Na queixa-crime, Roberto Rocha argumeta:

“Costumo ressaltar que, ao contrário do que muitos pensam, a Internet não é mundo livre de regras jurídicas, onde as pessoas podem fazer o que desejam, sem enfrentar as consequências de seus atos. O dever de informar, não pode ser confundido com o de informar mal, e de fornecer notícias agravantes à honra, ao ser humano ou de inculcar na sociedade notícias falsas e inexatas”.

Adilson Carlos terá que publicar Direito de Resposta pela reposição da verdade.

Além da ação criminal que já foi formalizada (processo de Nº 8010044-56.2018.8.10.0001) contra o titular do blog Adilson Carlos, Roberto Rocha informa ainda que vai exigir o direito de resposta, nos termos da Lei, e que, se não concedido, vai ensejar o ajuizamento de nova ação em desfavor do blogueiro, dessa vez na área cível.

O núcleo de combate a fake news do candidato tucano não dará trégua para os injuriadores e caluniadores que via de regra estão a serviço da máquina de moer reputações ligada ao regime comunista de Flávio Dino.

Espera-se que o Adilson Carlos não alegue problemas em suas faculdades mentais para não ser preso, como fez um outro notório blogueiro caluniador durante audiência com senador Roberto Rocha em uma certa Vara Criminal na cidade.

ELEIÇÕES 2018: No Maranhão, o PT deve ir de “triplex” 6

Mesmo com todo a força do governo, Flávio Dino terá que amargar o fato do PT em 2018 não se dividir em apenas dois campos políticos como de outras vezes, mas em três.

Por não ter conseguido viabilizar um projeto próprio para as eleições 2018, o PT deverá se dividir em ao menos três posição no pleito de outubro.

Oficialmente o partido está na aliança pela reeleição de Flávio Dino (PCdoB), mas haverá petista pedindo e apoiando também as candidatura de Roseana Sarney (PSDB) e Roberto Rocha (PSDB).

Em conversas com militantes e dirigentes petistas fica claro a “tríplice” divisão do PT no estado, numa demonstração de que o partido está longe de se seguir unido em mais uma eleição por estas terras.

Pior que na atual conjuntura, sequer o PT participará de uma chapa majoritária, nem mesmo na liderada por Flávio Dino que apenas vai se utilizar do tempo e do fundo partidário da sigla, como se fosse um “gigolô” político-eleitoral.

De qualquer, e mesmo com todo a força do governo, Flávio Dino terá que amargar o fato do PT em 2018 não se dividir em apenas dois campos políticos como de outras vezes, mas em três.

É a terceira via também movimentando o Partido dos Trabalhadores..

Enfim, é o “triplex” do PT no Maranhão.

ELEIÇÕES 2018: Roberto Rocha aciona CNJ, CNMP e PGR para acompanhamento de processo que declarou Flávio Dino inelegível e ainda para garantir a independência funcional de magistrada 14

O senador pede ainda investigação, via Conselho Nacional do Ministério Público, sobre conduta de promotora de Justiça que pediu o arquivamento do pedido de inlegibilidade do governador e outros políticos mesmo sem “contexto probatório sólido”, no entender de Roberto Rocha.

Numa atitude surpreendente, democrática e necessária em virtude dos rumos que o processo eleitoral de 2018 pode ganhar no Maranhão, o senador Roberto Rocha (PSDB) solicitou, em expediente dirigido à Ministra Carmen Lúcia, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para que “sejam tomadas providências, visando garantir a magistrada Anelise Nogueira Reginato e aos demais juízes que vierem a oficiar na referida ação judicial eleitoral, a independência na atuação de suas atividades judicantes, assim como, que sejam identificados, pela Polícia Federal através de abertura de inquérito, para as providências cabíveis, todos os detratores da referida juíza, que ao que se tomou conhecimento, implementaram até fake news para constrangê-la”.

Segundo o senador tucano. a justificativa de instar o CNJ visa “assegurar a plena autonomia e independência da citada magistrada e de todos os togados que venham a atuar na ação antes identificada, para o exercício judicioso de suas funções, como parcela que são da soberania estatal e do regime democrático e nos termos do previsto no artigo 103-B, § 4º, incisos I e II, da Constituição Federal c/c artigo 4º, incisos I e II, do Regimento Interno do Conselho Nacional de Justiça (RICNJ)”.

Ao se referir a atuação da magistrada Anelise Nogueira Reginato, da 8ª zona eleitoral de Coroatá, Roberto Rocha considerou ser inadmissível que diante do exercício de suas funções, tal integrante da magistratura tenha sido alvo de acusações e ataques pessoais infundados e proferidos, de forma anônima e identificada, através de publicações em redes sociais e de entrevistas de várias autoridades, isso em decorrência da sentença que implementou na referida ação, na tentativa de desqualificá-la e intimidá-la.

“Decorrente do símbolo da transição entre o autoritarismo e a democracia, a Constituição traz a previsão do princípio do juiz natural e da garantia ao devido processo legal a todo indivíduo (artigo 5º, incisos LIII e LIV). Tais normatizações, contudo, somente são passíveis de concretização quando assegurada a independência funcional dos magistrados brasileiros, o que é ensejado por meio do exercício da atividade judicial de forma imparcial e livre de quaisquer pressões, ameaças e interferências voltadas à aniquilação da motivada convicção do julgador”, argumentou o senador.

“Se qualquer jurisdicionado não está satisfeito com uma eventual decisão judicial que lhe foi desfavorável, tem todo o direito de recorrer e não de tentar desqualificar uma autoridade do Poder Judiciário”, arrematou.

ESCALADA DE ATAQUES

A juíza Anelise Nogueira Reginato tem sido vítima de uma escalada de ataques de aliados políticos do governador Flávio Dino (PCdoB), bem como da mídia alugada pelo Palácio dos Leões, desde que teve a coragem de decretar a inelegibilidade do comunista por abuso de poder político nas eleições de 2016.

Além do chefe do executivo maranhense, o ex-secretário Márcio Jerry, presidente estadual PCdoB, também foi declarado inelegível, e ainda decretada a cassação e inelegibilidade do prefeito e do vice de Coroatá, Luis Filho (PT) e Domingos Alberto (PSB), respectivamente.

Com essa iniciativa do senador Roberto Rocha, as eleições no Maranhão devem ganhar maior segurança política, jurídica e institucional, diferentemente do que aconteceu em 2016, quando governador desdenhou, menosprezou e subestimou as instituições praticando um verdadeiro festival de abuso de poder político pelo estado afora.

É aguardar e conferir.

“Minha régua não é a ideológica, mas a da eficiência”, diz Roberto Rocha 12

Em entrevista exclusiva ao O Imparcial, o senador Roberto Rocha, candidato ao governo do estado,fala sobre eleição,rompimento com Dino, o legado do pai, entre outros assuntos. Confira:

Para o senador Roberto Rocha. 53, candidato a governador pelo PSDB. a disposição de concorrer ao Palácio dos Leões visa enfrentar a cultura política que está a raiz não apenas do nosso atraso, mas na capacidade de encontrar saídas”.

Pergunto sobre o legado do pai, Luiz Rocha, como governador do Maranhão, entre 1983/86, ele lembrou que, mesmo “contra tudo e todos,resolveu criar as condições para o desenvolvimento agrícola do sul do Maranhão, hoje principal polo de agronegócio”.

Sobre o rompimento com o governador Flávio Dino, de quem foi aliado em 2014, cuja eleição resultou no apoio do atual governador, Roberto Rocha disse que tem a ver com o fato de que “nem mesmo um comunista arrojado ele é”.

Entre cinco pontos básicos de seu plano de governo, cita o Projeto da Zona de Exportação, a Zema, de sua autoria no Senado, que pode mudar a curva de crescimento do Estado, “colocando o Maranhão como um importante hub (um entreposto comercial) de escala mundial”.

Confira a íntegra da entrevista:

O que faz o senhor querer ser governador do Maranhão

Não me conformo em ver o Maranhão submetido à uma dicotomia falsa, estéril e inútil que reduz um estado rico a uma política tacanha entre sarneístas e antisarneístas. O Maranhão pode mais. O Maranhão é muito maior do que esse samba de uma nota só em que se transformou nosso estado e que consome toda a nossa energia política e institucional. Quero ser governador para enfrentar essa cultura política que hoje está na raiz não apenas do nosso atraso, mas da nossa incapacidade de formular saídas. Estamos condenados, como se vivêssemos o mesmo dia todos os dias, alternando pessoas sem alternar práticas e ideias.

O fato de ser filho de um ex-governador (Luiz Rocha), o estimula a sentar na mesma cadeira no Palácio dos Leões?

Me motiva, naturalmente, mas consciente de que ele viveu em outra época, com outros desafios.

Qual o legado do governador Luiz Rocha que o senhor pretende trazer de volta para a administração do governo?

O legado da cultura do fazer. A visão de futuro. Quem poderia imaginar, quando ele, contra tudo e todos resolveu criar as condições para o desenvolvimento agrícola do sul do Maranhão, que ao fim de alguns anos essa ação visionária viria a dar frutos, a ponto de hoje sustentar o PIB do Maranhão?

O senhor pode definir – resumidamente – cinco pontos relevantes de suas propostas?

O Projeto da Zona de Exportação, a ZEMA, que pode mudar a curva de crescimento do Estado, colocando o Maranhão como um importante hub (um entreposto comercial)de escala mundial. O traçado de um novo plano rodoferroviário voltado para superar imensos gargalos logísticos que perduram até hoje. A expansão do microcrédito que, juntamente com uma forte política de capacitação profissional irá preparar o nosso povo para uma nova cultura empreendedora.

O forte estímulo à criação de arranjos produtivos de alta tecnologia, conjugados com centrais de abastecimento e portos secos, para estimular regiões com vocação produtiva.

Uma política industrial ousada, sem interdições ideológicas, para atrair investimentos nacionais e estrangeiros.

O que falta para o Maranhão sair da condição de estado mais pobre do Brasil?

Falta deixar de explorar politicamente a pobreza para explorar economicamente a riqueza. Nenhum estado do Brasil reúne melhores condições para liberar as forças empreendedoras do que o nosso Maranhão.

Qual foi a sua contribuição mais importante, como senador, para tentar “arrancar” o Estado da situação em que a metade da população depende do Bolsa Família para sobreviver?

Foi a formulação do projeto da ZEMA, que parte da premissa de que nossa condição social só será enfrentada com desenvolvimento econômico. É falacioso achar que combateremos a pobreza com ações mitigadoras, que são essenciais mas não atacam o problema na raiz. Não existe o dilema entre dar o peixe e ensinar a pescar. Ambos são necessários. Mas é preciso que o governador não aja como uma espécie de prefeito estadual, e sim como um líder capaz de desenhar um projeto de transformação econômica e social para o estado, projetando o Maranhão para o país e para o mundo.

O seu rompimento com o governador Flávio Dino tem a ver com o fato de ele ser “comunista” do PCdoB e o senhor ser tucano do PSDB, mesmo tendo se afastado do partido por uma temporada?

Não. O meu afastamento tem a ver com o fato de que nem mesmo um comunista arrojado ele é. Temos a visão muito mais aberta, por exemplo, do eurocomunismo, que superou dogmas que pareciam intransponíveis. Já aqui no nosso Maranhão, o comunismo ainda é feito de interdições, suspeitas contra o capital privado, desrespeito à propriedade, criminalização do lucro, sentido de construção de hegemonia política, arcaico e excludente. Isso tudo foi afastando, não só a mim, mas a vários companheiros que estiveram juntos em 2014.

Caso o senhor seja eleito, aproveitaria quais programas do atual governo?

Qualquer programa que esteja dando bons frutos. Minha régua não é a ideológica, mas a da eficiência.

Concorrendo pelo PSDB, qual dos candidatos presidenciáveis poderiam atrapalhar os planos de eleição do ex-governador Geraldo Alckmin – Lula (Fernando Haddad), Jair Bolsonaro ou Ciro Gomes?

O que atrapalha não são os adversários, que estão fazendo parte do legítimo jogo da Política. O que atrapalha é a criminalização da política, que não permite discernir as evidentes qualidades de experiência e moderação que distinguem o candidato do PSDB.

Hoje o Brasil revive questões fundamentais nestas eleições – ser de direita, de esquerda ou de centro –, o senhor, ideologicamente, se identifica mais com qual desses lados?

Não são lados, são posições relativas. É claro que o PSDB, desde a origem, se situa no campo da socialdemocracia, que defende valores claros de respeito à livre iniciativa, pluralismo político, valor social do trabalho e tantos outros que precisam ser resgatados nos dias de hoje.

Como o senhor avalia o fato de o Grupo Sarney tentar voltar ao poder, depois de tantas décadas sem resolver um dos problemas fundamentais, a pobreza?

O grupo Sarney só está alimentando essa pretensão devido ao fracasso do governo Flavio Dino. Se o governo atual tivesse sido bem sucedido, não haveria a menor possibilidade do grupo Sarney ao menos sonhar em retomar o controle do poder no Maranhão. É contra essa triste escolha, entre um passado que não quer passar e um futuro que já nasce velho, que eu me insurjo. É por isso que eu estou trazendo para estas eleições um proposta radicalmente diferente, para oferecer ao nosso povo.

Em 2016, Roberto Rocha já havia alertado para o abuso de poder de Flávio Dino 4

As declarações do senador na época ajudam entender um pouco a decisão da juíza Anelise Nogueira Reginato, que no início desta semana pediu a impugnação da candidatura de Flávio Dino tornando-o inelegível justamente por abuso de poder político.

“Sinal vermelho para o Natal”.

Esse foi o título de uma postagem publicada pelo senador Roberto Rocha, em outubro de 2016, na rede social do Facebook.

No texto, parlamentar tucano já denunciava o abuso de poder político praticado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) para vencer as eleições municipais daquele ano.

“O governador Flávio Dino fez um esforço muito grande nestas eleições, a ponto de quase pintar o Palácio dos Leões de vermelho”, escreveu na época.

As declarações do senador, que é candidato ao Governo do Maranhão, ajuda entender um pouco a decisão da juíza Anelise Nogueira Reginato, que no início desta semana pediu a impugnação da candidatura de Flávio Dino tornando-o inelegível para as eleições de 2018 justamente por abuso de poder político, ou seja, uso da máquina administrativa para beneficiar eleitoralmente os candidatos apoiados pelo Palácio dos Leões.

Fiquem com a íntegra das palavras de Roberto Rocha:

SINAL VERMELHO PARA O NATAL

Governo é governo, partido é partido.

Nenhum partido no Brasil consegue chegar ao governo sozinho, porque não tem 50% + 1. Para isso, precisa fazer alianças.

Mesmo o PT e o PSDB, com a presidência da República, tiveram que fazer coligações.

Eleito, o governante não pode governar para metade mais um, ou seja, para sua coligação. Ele tem que governar para todos.

Desta forma, não se pode confundir governo com coligação. Muito menos, governo com partido.

Esse é o atalho mais fácil para um fracasso administrativo, pois quando o governante confunde governo com partido, ele também passa a confundir partido com Estado. É o começo do fim!

O pensamento de certa ‘esquerda’, tributário dessa lógica, costuma fazer essa confusão, fruto de interditos ideológicos e de uma auto proclamada superioridade moral.

O país viveu isso com o PT, e o governo caiu.

A população sofre os duros efeitos dessa psicopatologia política, mas, neste domingo, deu o troco nas urnas.

No Maranhão, o governador Flávio Dino, do PC do B, fez um esforço muito grande nestas eleições, a ponto de quase pintar o Palácio dos Leões de vermelho.

Ao contrário do que pregou em sua posse, soltou os leões para rugirem com estridência, Maranhão adentro.

Assim mesmo, saiu da campanha menor do que entrou.

Em dezembro, o sinal vermelho poderá acender para os servidores públicos. Infelizmente, caso aconteça, será um péssimo agouro para as dezenas de prefeitos neo-comunistas que no mês seguinte tomam posse alimentados pela esperança de virtuosas parcerias.

ELEIÇÕES 2018: O altruísmo de Waldir Maranhão e a unidade tucana 10

Num estado onde a precarização da política chega a níveis da depravação com lideranças políticas sendo claramente compradas pelo poder estabelecido, o altruísmo de Waldir Maranhão é digno de aplauso e reconhecimento.

O deputado federal Waldir Maranhão acaba de dar uma prova do seu caráter político ao abrir mão da sua candidatura ao Senado Federal pelo PSDB.

Como filiado de mandato, Waldir tinha todo o direito de manter a sua pré-candidatura até a convenção do partido, que foi realizada no último sábado, dia 4.

Contudo, ao sentir que levar a disputa para a convenção comprometeria de morte a unidade partidária necessária para viabilizar o projeto dos tucanos no estado, Waldir Maranhão preferiu sacrificar seu sonho de ser senador da República e se candidatar a mais um mandato de deputado federal.

A decisão do deputado foi elogiada pelo conjunto do PSDB local e também pelo presidente nacional do partido Geraldo Alckmin, que recebeu com a alegria a postura de Waldir – não será surpresa se com uma eventual de vitória de Alckmin ao Palácio do Planalto, Waldir Maranhão vier a ocupar um espaço de destaque no Governo Federal.

Para o presidente estadual do PSDB e pré-candidato a governador, senador Roberto Rocha, a atitude de Waldir Maranhão foi “o ponto de convergência para o partido estar unido e fortalecido no estado”.

Em um estado onde a precarização da política chega a níveis da depravação com lideranças políticas sendo claramente compradas pelo poder estabelecido sem o menor pudor, o altruísmo de Waldir Maranhão é digno de aplauso e reconhecimento.

Pelas redes sociais, Waldir Maranhão divulgou uma “Nota ao povo do Maranhão” onde comunica que vai concorrer a mais um mandato de deputado federal – certamente será um dos deputados mais votos do estado.

Abaixo, a nota do deputado Waldir Maranhão.

 

ELEIÇÕES 2018: Roberto Rocha faz convenção e mostra que outro Maranhão é possível 30

Sem citar os nomes dos seus principais adversários, no caso o governador Flávio Dino (PCdoB) e Roseana Sarney (MDB), Roberto Rocha fez um pronunciamento impecável. Não fulanizou a política, mas foi contundente ao mostrar que o Maranhão continua no atraso não porque é um estado pobre, mas que a “pobreza política é principal causa que coloca o nosso estado sempre na rabeira dos índices socioeconômicos”.

Mais do que a quantidade de pessoas que lotaram a casa de shows Batuque Brasil, ontem, 4, a convenção do PSDB, que tem como pré-candidato ao Governo do Estado o senador Roberto Rocha, foi marcada pela qualidade política nos discursos e propostas ali apresentadas pelos líderes políticos e partidários da Rede, PSDC, PHS, PMN e Podemos.

Entre os pronunciamentos das lideranças que compõem a coligação “Coragem e União para Fazer um Maranhão Melhor”, ficou para a pessoa do agora candidato a governador Roberto Rocha a tarefa de sintetizar tudo o que representa a aliança política que pode levá-lo ao segundo turno das eleições e, por conseguinte, à vitória ao Palácio dos Leões.

Sem citar os nomes dos seus principais adversários, no caso o governador Flávio Dino (PCdoB) e Roseana Sarney (MDB), Roberto Rocha fez um pronunciamento impecável. Não fulanizou a política, mas foi contundente ao mostrar que o Maranhão continua no atraso não porque é um estado pobre, mas porque a “pobreza política é a principal causa que coloca o nosso estado sempre na rabeira dos índices socioeconômicos do país. Mas vou mostrar ao nosso povo que um outro Maranhão é possível”.

Costumo dizer que Roberto Rocha, ao contrário de Flávio Dino, por exemplo, não se acha maior e/ou melhor do que os outros, e muito menos maior do que o próprio Maranhão.

Não! Roberto Rocha não tem ânsia ou desespero de se tornar “liderança nacional” embora seja senador da República e possua o respeito e admiração dos principais quadros da cúpula nacional do seu partido, inclusive do candidato a presidente da República pelo PSDB, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin.

Roberto Rocha é do tamanho certo para o Maranhão.

Cabe como uma luva para o nosso estado.

É a opinião do Blog do Robert Lobato.

ELEIÇÕES 2018: Roberto Rocha sugere desfiliação de Luis Fernando do PSDB

Com a posição de Roberto Rocha em relação ao prefeito Luis Fernando, que é o mais importante do PSDB devido a cidade que administra, é de se supor que o recado cabe a todos os demais prefeitos tucanos que não seguirem o projeto do partido a nível local e nacional

O senador e pré-candidato ao Governo do Maranhão, Roberto Rocha, usou a rede social do Facebook para sugerir que o prefeito de São José de Ribamar, Luis Fernando, se desligue dos quadros do PSDB.

No entendimento de Roberto Rocha, que é presidente estadual do PSDB, o atual gestor de Ribamar perdeu a condição de ser tucano ao declarar apoio à outras candidaturas que não as do partido.

“O destino nos colocou [Roberto Rocha e Luis Fernando] hoje no mesmo partido. Algumas conveniências políticas, no entanto, conduziram o prefeito de Ribamar a declarar apoio a candidaturas fora do campo político do PSDB (…)  O que não é natural é que disso se aproveitem os meus adversários para tentar usar uma biografia respeitada como a de Luis Fernando, para sugerir que me falta apoio dentro do meu próprio partido, que eu represento como senador e presidente estadual. Entendo que para preservar os valores partidários, que não se sobrepõem aos da amizade, cabe ao prefeito desfiliar-se do PSDB”, postou o senador.

Com a posição de Roberto Rocha em relação ao prefeito Luis Fernando, que é o mais importante do PSDB devido a cidade que administra, é de se supor que o recado cabe a todos os demais prefeitos tucanos que não seguirem o projeto do partido a nível local e nacional.

Lamentável, mas é a política como ela é!

A seguir a integra da postagem do senador Roberto Rocha.

A POLITICA E OS AFETOS

A política, se exercida de forma nobilitante, não afasta as amizades, mesmo que afaste os amigos.

Sempre tive o cuidado de não confundir adversários com inimigos, ou aliados com amigos. A vida de cada um de nós, políticos, nos impõe essa distinção de cunho ético.

Tenho grande amizade e respeito pelo prefeito Luis Fernando, de São José de Ribamar. Sua trajetória, como homem público, iniciou-se sob o incentivo de meu pai, Luiz Rocha. Isso consolidou entre nós uma relação de afeto e amizade, que nunca foi turvada pelos caminhos divergentes que eventualmente tomamos na política.

O destino nos colocou hoje no mesmo partido. Algumas conveniências políticas, no entanto, conduziram o prefeito de Ribamar a declarar apoio a candidaturas fora do campo político do PSDB. É normal, é da lógica política do nosso sistema tão fracionado e frágil.

O que não é natural é que disso se aproveitem os meus adversários para tentar usar uma biografia respeitada como a de Luis Fernando, para sugerir que me falta apoio dentro do meu próprio partido, que eu represento como senador e presidente estadual.

Entendo que para preservar os valores partidários, que não se sobrepõem aos da amizade, cabe ao prefeito desfiliar-se do PSDB. Estará, dessa forma, mais à vontade em suas escolhas, evitando assim que uma longa e fraterna amizade seja usada como carniça para alimentar a voracidade do jogo político.