Estranhas coincidências editoriais entre a mídia de Sarney e a de Dino 24

Coincidências que vão além da política e das questões eleitorais.

Quem acompanha a cobertura da imprensa política maranhense já deve ter percebido algumas, digamos, coincidências editoriais entre a mídia ligada ao grupo do ex-presidente Sarney (MDB) e a ligada ao grupo do governador Flávio Dino (PCdoB), inclusive, claro, na blogosfera.

Entre tais coincidências pode-se destacar uma principal: colocar o senador Roberto Rocha (PSDB) como alvo de ataques diretos, indiretos e críticas infundadas.

Pré-candidato a governador, Roberto tem defendido publicamente uma eleição com vários candidatos, incluindo Roseana Sarney (MDB) e Eduardo Braide (PMN), à sucessão de Flávio Dino como forma de tirar o Maranhão da dicotomia maléfica para o estado entre “sarneysistas” e “antissarneysistas”, cenário que só interessaria, em tese, aos comunistas, mas que curiosamente passou a ser defendido também até por editoriais do jornal O Estado do Maranhão, de propriedade do clã Sarney.

Contra o senador Roberto Rocha utilizam, tanta a imprensa sarneysista quanto a dinista, o discurso de que o tucano não será candidato porque não tem grupo político, não agrega partidos, não tem dinheiro/estrutura de campanha e por aí vai.

O engraçado é que em 2014 essa narrativa sequer era cogitada, e Roberto acabou sendo o principal engenheiro da aliança política e eleitoral que resultou na sua vitória ao Senado Federal e de Flávio ao Governo do Maranhão.

O fato é que parece haver uma espécie de aliança tácita entre setores da imprensa dos “dois lados da ponte” para tentar enfraquecer ou quiçá desconstruir a imagem do pré-candidato Roberto Rocha.

São coincidências, diga-se de passagem, que vão além da política e das questões eleitorais.

Mas, isso é assunto para outra postagem…

Roberto Rocha tem participação destacada em reunião da bancada do PSDB com o governador Alckmin 8

Deputados e senadores tucanos se reuniram em uma galeteria em Brasília – Maria Lima / Agência O Globo.

O senador Roberto Rocha teve participação destacada durante uma roda de conversa entre deputados e senadores tucanos com o governador Geraldo Alckmin, em uma galeteria de Brasília, ontem, 6.

Segundo reportagem da jornalista Maria Lima (O Globo), as conversas entraram pela madrugada traçando cenários positivos da sua campanha eleitoral com o ex-presidente Lula fora do páreo.

Na conversa, o senador Roberto Rocha aconselhou Alckmin sobre a necessidade de ter a percepção sobre os dois Brasis que existem: o da metade para baixo do mapa que é azul, e o da metade para cima que é vermelho e onde está o Maranhão. Disse que da metade para baixo Alckmin já tem os 20% necessários para chegar ao segundo turno, mas é preciso que consiga penetrar na parte vermelha do mapa, onde programas como Bolsa Família e Luz para todos têm um peso muito grande.

“Seu desafio é entrar na parte vermelha da metade para cima do mapa, ter a percepção desses dois Brasis, disse Roberto Rocha.

O tucano maranhense é pré-candidato a governador e trabalha para formar uma amplo e forte palanque para o seu candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin.

E isso tem tirado o sono de muita gente por estas terras onde cantam os sabiás…

VITÓRIA DO MEARIM: Roberto Rocha ajuda ações da gestão de Dídima Coelho

Atendendo solicitação da prefeita Dídima Coêlho (PMDB), o senador Roberto Rocha (PSDB) conseguiu viabilizar junto à Associação do Produtores Rurais do Maranhão, uma Escavadeira Hidráulica que já está em plena operação fazendo a drenagem do Igarapé do Puraqueú que corta a cidade.

Esse serviço de limpeza do leito do Igarapé é de fundamental importância para a cidade uma vez que vai evitar a inundação de bairros centrais de Vitória do Mearim.

A Prefeita Didima Coelho determinou que, além do Igarapé do Puraqueú, o Igarapé da Bucanha também será drenado nos trechos assoreados, o que significa maior produção de peixe.

Em do povo vitoriense, a gestora Dídima Coêlho agradeceu mais essa ação parlamentar do senador Roberto Rocha.

Confira o vídeo do início dos trabalhos no Igarapé do Puraqueú.

EDUCAÇÃO: Projeto de Lei do senador Roberto Rocha cria a Universidade Federal Maranhão do Sul 8

Goiás, Piauí, Mato Grosso, Pará e Maranhão poderão contar com a criação de mais uma universidade federal em seus territórios. A instituição dos centros universitários está prevista em projetos de lei em análise no Senado em 2018. As propostas preveem o desmembramento de unidades de universidades federais já existentes e, no caso do estado do Maranhão, a construção de um novo espaço de ensino superior.

Apresentado no fim de dezembro de 2017, o PLS 505/2017, do senador Roberto Rocha (PSDB),  cria a Universidade Federal do Maranhão do Sul. Se aprovado, o novo espaço universitário será construído no município de Imperatriz (MA). Segundo o autor da proposta, a instalação da universidade proporcionará maior apoio tecnológico para a cadeia produtiva local. A matéria aguarda designação de relator na CE.

“O setor produtivo se concentra nessa região [Maranhão do Sul] que não é amparada com os recursos necessários para esse desenvolvimento, inclusive na questão acadêmica de formação de jovens talentos que contribuirão ainda mais para o desenvolvimento local”, argumenta Roberto Rocha.

A transferência de campi universitários para a constituição de cinco novas universidades federais foi assinada em 2016 pela ex-presidente Dilma Rousseff. O objetivo exposto pelo governo foi o de interiorizar o ensino superior e democratizar o acesso à universidade pública.

IFMA DE CAXIAS

Outra ação louvável do senador Roberto Rocha diz respeito à  emenda, de aproximadamente 4,8 milhões de reais, que foi destinada pelo parlamentar maranhense Roberto Rocha ao IFMA Campus Caxias para construção de nova biblioteca e teatro.

A emenda foi garantida pelo senador maranhense Roberto Rocha, em visita ao Campus em julho de 2017. Os recursos serão destinados à construção de uma nova biblioteca e um teatro.  A atual biblioteca tem uma área de 190,5 m2, acomodando um acervo em 26 estantes de dupla face, 05 estantes simples em um espaço de aproximadamente 47 m² de acervo. Sua área destinada à consultas e estudo individual é 90,3 m2 e ao processamento técnico é de 7,53 m². Suas duas salas de estudo em grupo têm 15,06 m², comportando até 12 pessoas. De acordo com o projeto, a nova biblioteca será seis vezes maior que atual, ocupando um espaço de 1.149 m² e acomodará 37 estantes de dupla face, com 18 mesas para estudos e 18 terminais de pesquisas com computadores. O espaço para catalogação será de 49,66 m2 e de atendimento passará a ser de 49.66 m2. Haverá ainda um espaço para administração de 24.37m². O destaque na nova biblioteca será a construção de um auditório com capacidade para 50 pessoas, numa área de aproximadamente 100 m².

Para o professor Raimundo Nonato Assunção Filho, chefe do departamento de ensino, a consolidação dessa emenda vai facilitar a oferta de novos cursos e uma melhoria na avaliação dos cursos já ofertados. “Uma nova biblioteca será essencial para o desenvolvimento do ensino, pesquisa e pesquisa, pois irá aliar-se ao aprendizado teórico que a leitura facilita. Além disso, a biblioteca é um item essencial na avaliação realizada pelo MEC dos cursos superiores.”

O professor também destaca que o teatro e a biblioteca são espaços de uso por toda comunidade caxiense. “Eles serão fundamentais para que continuemos realizando um ensino de qualidade, porque vai dar todo o aporte didático e pedagógico para que os professores consigam realizar o seu trabalho. Além disso, toda população será beneficiada, visto que são espaços abertos ao público da cidade”, avalia.

Dona Francinele de Oliveira Xavier Martins dos Santos, mãe da aluna Maria Catarina Oliveira Martins dos Santos, acredita que a nova biblioteca será importante na formação de técnica em Agroindústria de sua filha. “Disponibilizando esse novo ambiente, o IFMA estimula o hábito de leitura, o que desperta novas ideias e atitudes para os futuros profissionais.”

O diretor-geral, João da Paixão Soares, recebeu a notícia com muito entusiasmo. “Foi uma união de esforços entre toda a nossa equipe e políticos da região. Agradecemos ao Senador Roberto Rocha pela atenção dedicada ao Instituto, em especial ao nosso Campus. Essa emenda parlamentar é um recurso importante para o fortalecimento do Campus Caxias, pois temos somente sete anos de fundação e esses recursos serão fundamentais para atuação do instituto em prol da educação profissional e tecnológica de Caxias e região”, destaca o diretor. Ele complementa que “ao fazer essa destinação, o senador investe no futuro de centenas de jovens e adultos que o IFMA Campus Caxias atende, garantindo, dessa forma, qualidade de vida para as futuras gerações”, pontua. As informação são do IFMA de Caxias.

ELEIÇÕES 2018: Senador Roberto Rocha volta defender a presença de Lula como candidato 6

O senador tucano faz parte da corrente de pensamento que avalia que o PSDB pode derrotar o PT nas urnas com ou sem Lula. Daí que entende que deixar o petista fora das eleições pela via judicial pode ter um efeito contrário e, ao invés de enfraquecer o lulopetismo, acaba por fortalecê-lo.

Sempre muito firme e convicto nas suas posições e opiniões políticas, o senador Roberto Rocha (PSDB) voltou a defender a participação de Lula nas eleições de 2018 como candidato a presidente da República.

O tucano usou a rede social do Facebook para reproduzir uma postagem que havia feito ainda em julho de 2017.

“A saída da crise exige legitimidade plena. O ex-presidente Lula, mais que candidato, é símbolo de corrente política. Sua presença na campanha de 2018 é exigência democrática. (republicado, original de julho de 2017)”, postou.

Roberto Rocha faz parte da corrente de pensamento que avalia que o PSDB pode derrotar o PT nas urnas com ou sem Lula. Daí que entende que deixar o petista fora das eleições pela via judicial pode ter um efeito contrário e, ao invés de enfraquecer o lulopetismo, acaba por fortalecê-lo.

Pré-candidato a governador, Roberto Rocha vem articulando uma ampla frente de centro que possa fazer um contraponto qualificado entre o sarneysismo e comunismo, e superar essa dicotomia que tanto interessa ao projeto de reeleição de Flávio Dino (PCdoB).

A tendência é que muitos partidos que atualmente estão na base do governo comunista migrem para o palanque tucano liderado pelo senador Roberto Rocha, uma vez que o governador de São Paulo e pré-candidato a presidente da República, Geraldo Alckmin, terá muita influência nas costuras das alianças nos estados.

A conferir.

Palácio do Leões ainda não assimilou a perda do PSDB para o Roberto Rocha 12

Vários textos produzidos nas masmorras dos Leões dão uma narrativa catastrófica para o presente e futuro do PSDB no estado. “Debandada de prefeitos”, “revoada de lideranças”, saída em massa de filiados” etc., são alguns dos prognósticos

Pelo que tem produzido em termos de releases e divulgado nos blogs de “aluguéis camaradas”, dá para concluir que o Palácio dos Leões ainda não assimilou a baixa do PSDB, que saiu da órbita do vice-governador Carlos Brandão, onde o partido servia tão somente enquanto “satélite” do PCdoB, e passou para o comando do senador Roberto Rocha que, agora, sim, passará a ser um partido digno da grandeza que o é, independente de gostar-se ou não da sigla.

Vários textos produzidos nas masmorras dos Leões dão uma narrativa catastrófica para o presente e futuro do PSDB no estado. “Debandada de prefeitos”, “revoada de lideranças” “saída em massa de filiados” etc., são alguns dos prognósticos dados ao partido sob o comando de Roberto Rocha. Aos blogs de “aluguéis camaradas”, lógico, cabem reproduzir a mentira na melhor tática nazista de que “uma mentira repetida mil vezes se torna verdade”.

Ocorre que os mesmos releases oficiais repassados aos tais “blogs camaradas” não conseguem citar quem são as dezenas, centenas, milhares, quem sabe milhões de tucanos que irão deixar o PSDB a partir da chegada de Roberto Rocha no partido.

Contrariando essas perspectivas, o que observar-se é o desejo de muitos continuarem no tucanato local e outros tantos filiarem à legenda a exemplo de quadros como ex-primeira-dama Clay Lago, o vice-prefeito Paulo Marinho Júnior, o ex-deputado Rubem Brito, o ex-prefeito Léo Costa, deputada Graça Paz, prefeito Hilton Gonçalo, vereador Estevão Aragão, entre outras filiações de quadros e lideranças do Sul do Maranhão que estão sendo coordenadas pelo ex-prefeito Sebastião Madeira.

O desespero do grupo governista é tamanho que tenta, por exemplo, associar a ação do senador Roberto Rocha em prol aos municípios cortados pela Ferrovia Carajás, e associados ao Consórcio Intermunicipal Multimodal (CIN), à filiação dos seus respectivos prefeitos ao PSDB e os mesmos teriam recusado. Coisa de maluco beleza!

Uma análise minimamente honesta seria suficiente para chegar à conclusão de que o senador Roberto Rocha ajuda vários municípios administrados por prefeito de diferentes partidos, inclusive muitos deles que têm compromisso de votar na reeleição de Flávio Dino (PCdoB).

Porém, pedir uma análise honesta para os “blogs camaradas” parece que é pedir muito!

Ainda mais quando algumas senhas ficam sob a posse de gente grande da Secom, segundo comenta-se…

ELEIÇÕES 2018: Flávio Dino e suas dificuldades com os “Roberto” 2

Se depender de alguns “Roberto” o governador Flávio Dino não terá vida fácil rumo ao pretenso segundo mandato ao Palácio dos Leões

O governador Flávio Dino (PCdoB) não ter lá muita sorte com os “Roberto”, seja local ou nacionalmente.

No plano nacional, dois “Roberto” não toleram o comunista maranhense por razões basicamente políticas e ideológicas.

Roberto Freire, presidente nacional do PPS, tem problemas históricos com o comunismo do PCdoB. Logo nunca foi fácil a sua relação com Flávio Dino, ainda que a deputada federal Eliziane Gama, do mesmo partido do Roberto, faça de tudo para agradar o chefão comunista e tentar arrancar um apoio dele ao seu projeto de candidata ao Senado Federal.

Ao que tudo indica, o PPS de Roberto Freire deverá seguir com o PSDB de Geraldo Alckmin para presidente da República, daí que é muito pouco provável que o partido esteja no palanque da reeleição de Flávio Dino uma vez que os tucanos terão o seu próprio palanque de governador e, por conseguinte, o mesmo de Alckmin.

Outro “Roberto” que não dá refresco para o governador do Maranhão é o presidente nacional do PTB, o polêmico Roberto Jefferson.

Crítico ácido do comunismo e das ideologias de esquerda em geral, Roberto Jefferson teve papel central no imbróglio da indicação/contraindicação do deputado federal Pedro Fernandes para o Ministério do Trabalho.

Jefferson, que parece ter jogado uma casca de banana para parlamentar maranhense que, primeiro demonstrou-se “surpreso” pela tal indicação, para logo em seguida demonstrar “perplexidade” com suposto veto, não dá qualquer sinal de que deseja ver o PTB no arco de aliança com o PCdoB.

Por fim, um outro “Roberto” que pode dar muita dor de cabeça para Flávio Dino é o seu ex-aliado nas eleições de 2014, o atual senador Roberto Rocha (PSDB).

Eleitos juntos numa aliança que propunha um “pacto geracional” para derrotar o grupo Sarney, Roberto e Flávio estão rompidos principalmente em virtude da falta de habilidade política do comunista, que desde a eleição do seu colega para o Senado Federal passou a vê-lo como adversário e logo tratou de criar um ambiente para o distanciamento.

O resultado dessa postura de Flávio Dino foi a perda do PSDB e a consequente candidatura de Roberto Rocha ao governo do Maranhão este ano, uma candidatura que promete debates homéricos e definitivos entre o comunista e o tucano.

Como se pode ver, se depender de alguns “Roberto” Flávio Dino não terá vida fácil rumo ao pretenso segundo mandato ao Palácio dos Leões.

É aguardar e conferir.

O dia que Chico Leitoa foi injusto com Roberto Rocha 26

Sinceramente é muito triste estar vivo para ver duas pessoas que até pouco tempo se respeitavam e se gostavam tanto terminar rompendo de forma tão agressiva e raivosa.

Conheci o ex-prefeito e ex-deputado Chico Leitoa (PDT) sendo amigo e companheiro do hoje senador Roberto Rocha (PSDB). Não só ele, mas também o seu filho Luciano Leitoa (PSB), atual prefeito de Timon.

Justamente por conhecê-los de “outros carnavais” é que recebi com surpresa um artigo virulento da lavra de Chico Leitoa em que o alvo é Roberto Rocha. Não só fiquei surpreendido como triste por ler palavras tão duras e injustas.

Ao contrário do que muitos possam achar, penso que Chico Leitoa não escreveria um artigo com sangue nos olhos apenas para agradar o governador Flávio Dino. Não! Isso não faz o estilo do pedetista.

Na humilde avaliação deste blogueiro, o que temos ali são palavras de um pai em defesa de um filho. Só isso levaria o velho e bom Chico Leitoa a tamanho e desproporcional ataque contra um amigo, ou ex-amigo, como seja.

Poderia aqui fazer um histórico dos bons momentos que construíram juntos Chico Leitoa e Roberto Rocha.

Coisas como Chico ter assumido, por causa de Roberto Rocha, o mandato de deputado federal em 1998 quando, covarde e injustamente, era acusado de assassinato de um radialista; Ou como em 2000, quando Chico foi candidato a prefeito e contou com ajuda política e estrutural para a sua campanha via Roberto Rocha; Ou como em 2002, quando mais uma vez Roberto ajudou a família Leitoa, desta feita contribuindo com a eleição do Luciano para deputado federal; Tem ainda o episódio de 2006, quando o então governador José Reinaldo e o ex-candidato a governador Edson Vidigal tomaram a reeleição do Luciano, apoiando a então prefeita Socorro Waquim, cujo esposo Sétimo foi eleito deputado federal no lugar de Luciano, mas Roberto ficou do lado dos Leitoa; Tem ainda o episódio de 2008, quando Roberto Rocha faz uma intervenção no PSDB de Timon para o partido coligar com Luciano; e mais recentemente em 2012, quando mais uma vez Roberto leva o PSDB para coligar com o atual prefeito de Timon.

Alguém pode dizer: “Ah, Bob Lobato, mas o grupo político do Chico Leitoa também sempre apoiou e ajudou Roberto Rocha em Timon e região, então estão eles estão quites”.

Sim, é verdade! Por isso mesmo a tristeza de alguém que é amigo tanto da família Leitoa quanto do Roberto Rocha.

Sinceramente é desolador estar vivo para ver duas pessoas que até pouco tempo se respeitavam e se gostavam tanto terminar rompendo de forma tão agressiva e raivosa.

Coisas da política? Pode ser!

Mas não há crise que obrigue um político perder o bom senso e respeito pelos outros, por mais que esteja com o sentimento do ressentimento no coração.

Um feliz 2018 para Chico Leitoa, Roberto Rocha e suas famílias.

São os sinceros votos do Blog do Robert Lobato.