A dor de um pai e a força de um filho 24

Há casos e mais casos de pessoas que superam essa doença que Paulo Rocha enfrenta, e se depender da vontade de viver desse jovem rapaz, ele vai vencer esse drama. Se depender também das correntes de orações e energias positivas dos familiares e amigos, sem dúvida alguma Paulinho vai sair dessa!

Quem acompanha de perto o drama familiar enfrentado pelo senador Roberto Rocha aprende muito sobre o sentido da vida.

Em primeiro lugar, é de admirar a forma como Roberto encara a dor de um filho que passa por um momento pra lá de delicado do ponto de vista da saúde.

Sofrendo calado, candidato a governador do Maranhão, o homem público Roberto Rocha nunca tratou abertamente sobre assunto durante a campanha até porque não precisava e de forma alguma iria tentar tirar algum proveito eleitoreiro do estado de saúde do seu filho amado. Aliás, Roberto pensou em desistir da sua candidatura, mas foi desautorizado pelo seu filho Paulinho no leito do hospital. Pensem numa sinuca de bico? (Rsrsr).

“Jamais falaria dessa questão pessoal no período eleitoral, como não falei. Sofri calado. Mas agora, creio que as pessoas merecem e tem o direito de saber, afinal sou Homem público”, desabafou o pai Roberto Rocha.

Mas a dor de um pai é amenizada pela força de um filho.

A força de Paulinho é de admirar!

Há casos e mais casos de pessoas que superam essa doença que Paulo Rocha enfrenta, e se depender da vontade de viver desse jovem rapaz ele vai vencer esse drama. Se depender também das correntes de orações e energias positivas dos familiares e amigos, sem dúvida alguma Paulinho vai sair dessa!

Fica aqui a manifestação de solidariedade e apoio do Blog do Robert Lobato ao pai Roberto Rocha, a mãe Ana Cristina, aos irmãos e todos os familiares de Paulo Roberto Diniz Rocha.

#DeusNoComando

Não é procurando culpados que José Reinaldo vai entender a sua não eleição ao Senado Federal 2

O ex-governador poderia ter aproveitado o seu artigo para fazer um agradecimento a Roberto Rocha, Sebastião Madeira e ao próprio Geraldo Alckmin por acolhê-lo no único partido que restou para que pudesse ser candidato a senador.

Eleição é jogo. E tal como um jogo, quem entra está sujeito a ganhar ou perder.

O ex-governador José Reinaldo Tavares, por exemplo, não tem nada a reclamar da sua longa trajetória na vida pública. Foi quase tudo o que muitos políticos gostariam de ser, inclusive governador e ministro de Estado.

Entretanto, por uma dessas contingências da vida, José Reinaldo não conseguiu coroar a sua história política como queria, qual seja sendo senador da República. E ninguém pode ser considerado culpado por isso. E se tiver alguém com culpa no cartório é o próprio!

No seu último artigo publicado no Jornal Pequeno, Zé Reinaldo faz uma avaliação um tanto quanto equivocada da sua não eleição ao Senado Federal.

O Blog do Robert Lobato não vai entrar no méritos das colocações do ainda deputado federal, mas tão somente ponderar alguns aspectos sobre o que escreveu o nosso valoroso Zé Reinaldo, Senão vejamos.

1. José Reinaldo Tavares reconhece: “há alguns anos que eu seria candidato em uma chapa junto com o governador Flávio Dino. Da fato, o ex-governador embalou esse sonho, mesmo não querendo acordar para a dura realidade de que desde o início do governo comunista ele foi vetado para vários cargos de primeiro escalão no que já poderia ser entendido como uma demonstração clara de que o ex-governador não fazia parte dos planos do governador para 2018.

2. É verdade sim!, que Zé Reinaldo sugeriu que o deputado Eduardo Braide fosse candidato a governador lugar do senador Roberto Rocha, mas naquela conjuntura não teve como Roberto abrir mão do projeto para Braide pelas razões expostas de forma transparente para o Zé. Aliás, o senador chegou até propor de pensar em abrir mão da sua então pré-candidatura, mas para o próprio Zé Reinado por conta da sua biografia.

3. Outra verdade contida no artigo do ex-governador: a candidatura a presidente de Geraldo Alckmin não vingou, fazendo com a que a de Roberto Rocha também não tivesse o resultado esperado, daí “que jogou por terra” as chances de Zé Reinaldo, como ele próprio reconhece. Quem poderia contar com o fator “facada no mito”?

4. José Reinaldo também acerta ao reconhecer que foi deixado para trás por muitos que considerava seus amigos: “quero agradecer aos amigos que me ajudaram a buscar votos. São amigos de verdade, em que posso confiar. Muitos, porém, que sempre estiveram comigo me viraram as costas”, desabafa. Faltou dizer que nem os tais “Encontros da Gratidão” sobreviveram por medo dos idealizadores serem retaliados pelo Palácio dos Leões.

5. Por fim, entre verdades, lamentos e desabados expostos no texto do José Reinaldo Tavares, ele poderia ter aproveitado para fazer um agradecimento a Roberto Rocha, Sebastião Madeira e ao próprio Geraldo Alckmin por acolhê-lo no único partido que restou para que pudesse ser candidato a senador. Mas, ao contrário, num momento em que deveria fazer esse gesto público de reconhecimento a essas lideranças do PSDB, tenta é apontar culpados pelo fraco desempenho nas urnas, quando se realmente houver um culpado, repito, é o próprio. Que o amigo Zé Reinaldo consiga olhar pra frente e continue disposto a lutar por um outro Maranhão.

Fiquem com a íntegra do artigo de José Reinaldo Tavares.

CORAGEM, DETERMINAÇÃO E AMIGOS

José Reinaldo Tavares

O jornalista Benedito Buzar colocou em sua coluna que muita gente não entendeu a minha baixa votação nas últimas eleições. Mas, não é difícil de entender. Vamos aos fatos: a minha eleição para o Senado foi montada em outras premissas. Primeiramente, estava combinada há alguns anos que eu seria candidato em uma chapa junto com o governador Flávio Dino. Acabou não dando certo. Eu não era o candidato dele, como ficou evidente.

Depois, eu e amigos discutimos a possibilidade de uma chapa com Eduardo Braide, com base em pesquisas qualitativas. Quase deu certo, despertou enorme curiosidade e simpatia, levando receio do “novo” a outras candidaturas ditas mais fortes. Isso pesou tanto que fez com que Braide não conseguisse um grande partido, com tempo de televisão, levando-o a não querer se arriscar e acabou que ele, no final, preferiu concorrer a deputado federal. Essa foi a decisão dele.

Depois conversei longamente com Roberto Rocha, sugerindo a ele abraçar a candidatura de Braide no PSDB para depois construir a dele a governador, já que pelo meu modo de entender o momento não era o ideal para sua candidatura ao governo do Estado. Ele não aceitou minhas ponderações e manteve a candidatura. Ali se acabou a chance de termos no Maranhão uma eleição equilibrada ao Governo e ao Senado. Flávio tem sorte, além de ter tido competência para manobrar bem a estrutura disponível e não teve problemas para ganhar e eleger seus candidatos a senador.

Voltando à minha candidatura ao Senado, eu tinha uma chapa montada, politicamente forte, o que me dava uma chance mínima de ganhar. Mas eis que na véspera da convenção, Roberto Rocha, com apoio do partido no estado, resolveu se intrometer em minha chapa, exigindo a retirada do meu primeiro suplente de Caxias, o jovem, muito capaz, Catulé Junior. Como consequência inevitável, perdi Caxias, um dos maiores colégios eleitorais do estado que, com razão, abandonou minha candidatura causando imenso prejuízo político e eleitoral, influenciando negativamente líderes de outros municípios, tirando parte da consistência eleitoral da minha candidatura.

Ao final, as candidaturas do PSDB – tanto a de governador, quanto a de presidente do país – que, naturalmente, seriam puxadoras de voto, caso tivessem expectativa de vitória, não vingaram, o que jogou por terra as minhas chances, já que no estado o PSDB ficou isolado, com uma chapa muito fraca, elegendo apenas um deputado estadual do partido. Madeira, grande líder do nosso partido, sofreu na carne o isolamento a que foi submetido. Com poucos recursos, com apenas trinta segundos de televisão não pude mostrar o muito que fiz pelo Maranhão durante minha vida profissional e política.

Por fim, quero agradecer aos amigos que me ajudaram a buscar votos. Esses são verdadeiros amigos, pois mesmo pressionados decidiram ficar comigo, mesmo conscientes das escassas condições de vitória. São amigos de verdade, em que posso confiar. Muitos, porém, que sempre estiveram comigo me viraram as costas. Coisas da vida.

Uma coisa a meu ver marcou esse pleito. Ninguém discutiu os graves problemas do Maranhão e de sua população. Será que não os conhecem? Nada têm a propor? A eleição foi feita em cima de slogans, promessas e nada mais. Passaram por cima dos graves problemas que impedem o nosso desenvolvimento.

Agora, sem Sarney para culpar, terão que trabalhar duro, com competência, para tirar o Maranhão dos últimos lugares. Caso contrário, como explicar a nossa situação?
Eu fui uma exceção, neste deserto de ideias. Discuti muito as soluções para a pobreza, para a educação, para atração de empresas, para o emprego e o desenvolvimento do estado.

O que se pode esperar? Não sei, sinceramente, me resta torcer para dar certo. Boa sorte aos eleitos e reeleitos, sinceramente.

Obrigado, meus amigos.

Declaração de voto de Roberto Rocha repercute no O Antagonista: “Que o PT e o PSDB ouçam o clamor das ruas e refaçam seus destinos” 14

O tucano Roberto Rocha — derrotado na disputa ao governo do Maranhão, mas com mandato garantido de senador até 2023 — declarou voto em Jair Bolsonaro no segundo turno da corrida presidencial.

Ele escreveu que o Brasil caminha para “tempos ainda incertos, mas a população já deu uma demonstração de que não aceita que o velho continue dominando a política”.

“Manifesto meu voto em Jair Bolsonaro, sem pedir nada em troca. Mas apenas me associar à vontade geral do povo, para que brote o novo dos escombros do velho. E que os derrotados, tanto o PT quanto o PSDB, ouçam o clamor das ruas e refaçam seus destinos.

D’O Antagonista.

Roberto Rocha não tem do que se envergonhar 25

Roberto Rocha não tem do que se envergonhar, pelo contrário: é um filho amado, irmão querido, um pai de família exemplar, avô coruja declarado, amigo leal e um político com ficha, mãos e vida limpas!

“Eleição se ganha, eleição se perde. O que não se pode perder é o conceito”.

Assim costuma resumir o senador Roberto Rocha (PSDB) o resultado de uma eleição.

O tucano fala com a autoridade de quem já ganhou e perdeu eleições, mas nunca perdeu o conceito porque faz política com paixão, idealismo e um romantismo que o faz pagar caro em certas circunstâncias.

Roberto Rocha tem uma virtude que na política que é quase um sentença de morte: fala o que pensa e joga aberto seja qual for o interlocutor.

Não há no Maranhão quem não reconheça a habilidade política de Roberto Rocha. Quem é do ramo sabe que o senador é do ramo.

Em nenhum momento da sua trajetória política, o filho do saudoso governador Luiz Rocha vendeu a alma ao diabo para ganhar as muitas eleições que disputou. Foi deputado estadual ainda muito jovem, três vezes deputado federal, candidato a governador e a senador, e hoje é um dos representantes do Maranhão na Câmara alta do Congresso Nacional.

No Senado Federal, honra o voto que recebeu dos maranhenses em 2014 a cada sessão que participa. Produziu nesses primeiros quatro anos de mandato o que talvez nenhum outro senador maranhense tenha produzido em toda a história das representações maranhenses naquela casa legislativa. “Fazer o bem sem olhar a quem”, ensina.

Não! Definitivamente, Roberto Rocha não tem do que se envergonhar, pelo contrário: é um filho amado, irmão querido, um pai de família exemplar, avô coruja declarado, amigo leal e um político com ficha, mãos e vida limpas!

Homem de posições firmes, em breve senador e presidente estadual do PSDB deverá tomar mais uma decisão política importantíssima na sua vida que é decidir qual o caminho a seguir em relação ao segundo turno da eleição para presidente do Brasil. E seja qual for a decisão, com certeza será pautada, em primeiro lugar, em bases do que é melhor para o nosso estado. É sempre assim que Roberto Rocha age, colocando o Maranhão como centro das suas decisões.

Podem os adversários e pretensos algozes tripudiar, destilar veneno, bílis e o que mais quiserem, pois nada disso abala o cidadão e político Roberto Rocha, cujo sangue sertanejo corre nas veias!

Siga em frente, Roberto. O povo maranhense ainda precisa muito do seu trabalho no Congresso Nacional e precisará em outras frentes de lutas que certamente virão.

E parabéns por mais um netinho que Deus te presenteou nesta quarta-feira, 10 de outubro de 2018.

Ele chega para te dar mais força para enfrentares as intempéries que a vida tem te imposto e também para fazeres muito mais e melhor pelo Maranhão e pelo povo maranhense.

Vida e luta que seguem!

A caminho de votar a favor do Maranhão e do Brasil 18

O Maranhão é muito precioso para se dar um cheque em branco, logo no primeiro turno, para quem já demostrou de que não entendeu a complexidade deste estado.

São 9h11.

Escrevo este post e depois vou para o bairro da Cohab exercer meu direito e dever de cidadão.

Em tempos difíceis para o meu país e meu estado, talvez nunca antes na história, na minha história, estive tão espantado com o clima eleitoral que enfrentamos.

A conjuntura nacional é um horror!

De um lado uma extra-direita que tem como candidato um alguém que brincou de ser candidato sem saber que a brincadeira poderia virar coisa séria e se ganhar a eleição sabe-se lá o que fará com a nação.

No outro extremo, um candidato arrumado de última hora pelo PT em virtude do “capitão” do partido ter sido impossibilitado de entrar na disputa porque encontra-se preso, embora injustamente.

“O teu futuro é duvidoso; Eu vejo grana, eu vejo dor; No paraíso perigoso que a palma da tua mão mostrou”. Esse trecho da música “Bete Balanço”, do saudoso letrista Cazuza, expressa bem este tenebroso momento em que o país atravessa.

Os extremos se encontram em algum lugar. Daqui a pouco devo optar em fugir dessa armadilha extremista!

Para governador do Maranhão estou convencido do meu voto.

Não tenho dúvidas que o melhor para o nosso estado é votar em Roberto Rocha governador-45.

“Ah, Robert Lobato, mas você trabalha com ele”, poderia dizer um algum crítico.

Sim! É verdade que trabalho com Roberto Rocha, mas não seria obrigado a declarar meu voto aqui no blog. Se assim o faço é pela mais completa convicção!

O Maranhão está sob o risco de virar uma espécie de “Coréia do Norte” tropical comanda também por um “gordinho” autoritário e arrogante, só que bem mais alto do que o ditador da Coréia do Norte asiática.

Espero que ainda haja tempo para evitar o pior para o Maranhão.

Espero que você, leitor e eleitor, que ainda não saiu de casa para votar; que está em dúvida sobre quem escolher para governar o Maranhão, pense e reflita com muita tranquilidade sobre o seu voto.

O Maranhão é muito precioso para se dar um cheque em branco, logo no primeiro turno, para quem já demostrou de que não entendeu a complexidade deste estado.

Não vote em quem deseja ser não um governador, mas um imperador!

Um ótimo e abençoado domingo democrático para todos.

#PartiuVotarRobertoRocha-45.

ELEIÇÕES 2018: Desempenho de Roberto Rocha no debate da TV Mirante repercute em todo MA 10

Não há qualquer avaliação minimante séria que possa negar que temos uma candidatura Roberto Rocha-45 antes e depois do debate da TV Mirante.

Na cidade de São Luis não se fala em outra coisa desde o debate da TV Mirante, realizado na última terça-feira, 2, quando o assunto é eleição para governador: o ótimo desempenho do candidato Roberto Rocha (PSDB) no referido debate.

São vários setores da sociedade, na capital e em todos os grande centros do estado, que reconhecem que o tucano não apenas venceu o debate, como se mostrou o mais preparado para governar o Maranhão a partir de 1º de janeiro de 2019.

O “efeito debate da TV Mirante” está fazendo Roberto Rocha conquistar votos dos indecisos, bem como de uma boa parcela dos chamados votos de opinião. Isso é fato!

Não há qualquer avaliação minimante séria que possa negar que temos uma candidatura Roberto Rocha-45 antes e depois do debate da TV Mirante.

Imaginem vocês se tivessem sido realizados outros debates iguais ao da terça-feira…

PULA-PULA: Presidente do PCdoB de Porto Franco abandona Flávio Dino e declara apoio a Roberto Rocha 8

Dejardes Abreu fez duras críticas à gestão do governador comunista e pediu desculpas ao povo maranhense por ter apoiado Flávio Dino em 2014.

Na reta final da campanha, o presidente municipal do PCdoB de Porto Franco, Dejardes Abreu, publicou um vídeo onde pede desculpa à população por ter votado e pedido voto para Flávio Dino e declara voto para Roberto Rocha (PSDB).

“Roberto Rocha é um homem de compromisso, homem de respeito, homem de seriedade que também não ações deste governador que traiu e enganou o nosso povo”.

É o famoso “pula-pula” que acontece no dia do debate da TV Mirante e podendo ter outras ocorrências do tipo até domingo, dia 7.

Confira o vídeo do agora ex-camarada Dejardes Abreu:

OPINIÃO: Por que votar em Roberto Rocha 30

Um voto em Roberto Rocha significa abrir uma janela para um novo horizonte neste estado e para o seu povo, ambos carentes de tudo, inclusive de esperança.

O Maranhão é um estado de grandes potencialidades e de uma riqueza natural comparável ao que temos no Brasil como um todo. Aliás, sempre sustentei que o Maranhão é um “Brasil”, considerando que o estado tem características socioeconômicas e ambientais similares a do nosso país..

Infelizmente, porém, ainda não houve um governante que entendesse o fato de que o Maranhão nasceu para dar certo!

O que sobra de riquezas no nosso estado, falta governo, falta gestão!

Ainda não apareceu um chefe do executivo estadual que efetivamente apresentasse um projeto de Estado que explore, de forma sustentável, as nossas riquezas; pelo contrário, a regra tem sido a explotação da pobreza como forma de manutenção de poder e privilégios para poucos.

O que o Maranhão precisa é de um gestor que compreenda a complexidade do nosso estado. Complexidade esta que não inclui apenas aspectos sociais, culturais e econômicos, mas, sobretudo,políticos!

Por isso, o Blog do Robert Lobato entende que votar em Roberto Rocha é depositar a confiança em alguém que entende do Maranhão; que conhece cada palmo deste chão. Não é exagero afirmar que Roberto Rocha é um especialista quando o assunto é o Maranhão!

Não se trata, portanto, de apenas votar num candidato.

Trata-se de votar em alguém que reúne as condições necessárias para fazer deste estado o que foi feito, por exemplo, no vizinho Ceará.

Trata-se também de votar em quem possui a consciência de que no Maranhão deve ser instituída uma nova cultura política que una o nosso povo e principalmente a classe política, respeitando as diferenças de ideias, ideais e concepção de cada força ou campos políticos.

Um voto contra a cultura do medo e da perseguição que foi implantada no estado desde que Flavio Dino assumiu o poder. Basta ver que ao invés de agregar aliados, o comunista afugentou vários deles que o ajudaram a chegar no Palácio dos Leões e aí estão os inúmeros exemplos!

Um voto em Roberto Rocha é a certeza de que uma nova cultura vai fazer-se presente no Maranhão: a cultura do fazer!

Um voto em Roberto Rocha significa a abertura de uma janela para um novo horizonte neste estado e para o seu povo, ambos carentes de tudo, inclusive de esperança..

Enfim, votar em Roberto Rocha governador-45 é um voto de rebeldia!

É a opinião do Blog do Robert Lobato.