CULTURA DO FAZER: Roberto Rocha e Graça Paz apresentam plano de governo do PSDB para o Maranhão

A ideia do tucano é adotar novas práticas na gestão pública que sirvam, inclusive, como referência aos municípios maranhenses. O foco é na eficiência e nos resultados administrativos sem a ideologização do governo, que acaba atravancando o desenvolvimento do estado.

Nesta terça-feira, 21, candidato ao Governo do Estado do Maranhão, Roberto Rocha, e a vice, Graça Paz (PSDB), vão apresentar nas diretrizes gerais do seu Plano de Governo. O evento vai acontecer às 18h, no Palácio Luís XIII, localizado na Avenida Jerônimo de Albuquerque, 22- Alto do Calhau, em São Luís.

O documento intitulado “Caderno de Boas Ideias”, é a síntese das principais propostas básicas que o senador Roberto Rocha desenvolveu em todos os municípios do estado, ao longo de suas atividades parlamentares. A proposta deriva de uma concepção de governo que já vem norteando as ações, projetos e ideias do mandato do senador maranhense e definem uma visão geral que, segundo ele, “devem estar clara para a população maranhense”, no momento em que o ele oferece seu nome para ocupar o mais alto cargo de comando no estado.

Cultura do fazer

Nas visitas que tem feito pelo interior do Maranhão, o candidato Roberto Rocha tem dito que uma vez eleito governador deseja inaugurar uma “cultura do fazer” no estado.

A ideia do tucano é adotar novas práticas na gestão pública que sirvam, inclusive, como referência aos municípios maranhenses. O foco é na eficiência e nos resultados administrativos sem a ideologização do governo, que acaba atravancando o desenvolvimento do estado.

É um pouco dessa “cultura do fazer” que Roberto Rocha apresentará amanhã  para a imprensa e a sociedade em geral ao lado da sua vice Graça Paz e demais aliados da coligação “União e Coragem para fazer um Maranhão melhor”.

ELEIÇÕES 2018: Graça Paz engrandece ainda mais a chapa de Roberto Rocha 10

Eleito governador, Roberto Rocha poderá viajar tranquilo pelo país e pelo mundo em busca de investimentos para o Maranhão que o seu cargo estará bem guardado e resguardado pela lealdade da sua vice.

A deputada estadual Graça Paz é a companheira de chapa do senador Roberto Rocha na condição de candidata à vice-governadora.

A coligação Fazer Diferente Fazer Mais Fazer Melhor, que conta com o PSDB, PMN, PHS, DC, Rede e Podemos, ganha muito com a presença de Graça Paz enquanto vice de Roberto Rocha, ambos do PSDB.

Deputada estadual de quatro mandatos, Maria da Graça Fonseca Paz, é esposa do ex-deputado estadual Clodomir Paz, detentor de 3 mandatos. Ou seja, são sete mandatos de bons serviços prestados aos maranhenses pelo casal através do Poder Legislativo.

Mulher, esposa, mãe, avó, Graça Paz engrandece ainda mais a chapa de Roberto Rocha e com certeza somará muito no curso da campanha.

Pessoa de bem, leal, educada e carismática, Graça Paz é uma vice que todo candidato gostaria de ter.

Ficha limpíssima e de uma postura ética impecável, Graça Paz aceitou o convite feito pelo senador Roberto Rocha e desde ontem, quinta-feira, 16, começaram a marchar unidos pelo Maranhão inciando a campanha pela cidade de Balsas através da Caravana da Esperança.

Eleito governador, Roberto Rocha poderá viajar tranquilo pelo país e pelo mundo em busca de investimentos para o Maranhão que o seu cargo estará bem guardado e resguardado pela lealdade da sua vice.

Claro que os adversários do candidato Roberto Rocha iriam tentar minimizar a escolha de Graça Paz para ser sua vice, faz parte da luta política.

Contudo, qualquer pessoa de boa-fé e de bom-senso sabe que Graça Paz contribuirá muito na campanha Roberto Rocha governador-45 e aproximará o candidato tucano do eleitorado feminino, das mães de famílias, das trabalhadoras e também das chamadas “mulheres do lar”, por que não? Aliás, muitas dessas mulheres que dedicam a vida para cuidar da família, tarefa árdua que só sabe o trabalho que dá quem vivencia.

Enfim, por tudo que Graça Paz representa pessoal e politicamente, Roberto Rocha só tem a ganhar com a sua companheira de palanque.

E o povo maranhense agradece.

ELEIÇÕES 2018: O altruísmo de Waldir Maranhão e a unidade tucana 10

Num estado onde a precarização da política chega a níveis da depravação com lideranças políticas sendo claramente compradas pelo poder estabelecido, o altruísmo de Waldir Maranhão é digno de aplauso e reconhecimento.

O deputado federal Waldir Maranhão acaba de dar uma prova do seu caráter político ao abrir mão da sua candidatura ao Senado Federal pelo PSDB.

Como filiado de mandato, Waldir tinha todo o direito de manter a sua pré-candidatura até a convenção do partido, que foi realizada no último sábado, dia 4.

Contudo, ao sentir que levar a disputa para a convenção comprometeria de morte a unidade partidária necessária para viabilizar o projeto dos tucanos no estado, Waldir Maranhão preferiu sacrificar seu sonho de ser senador da República e se candidatar a mais um mandato de deputado federal.

A decisão do deputado foi elogiada pelo conjunto do PSDB local e também pelo presidente nacional do partido Geraldo Alckmin, que recebeu com a alegria a postura de Waldir – não será surpresa se com uma eventual de vitória de Alckmin ao Palácio do Planalto, Waldir Maranhão vier a ocupar um espaço de destaque no Governo Federal.

Para o presidente estadual do PSDB e pré-candidato a governador, senador Roberto Rocha, a atitude de Waldir Maranhão foi “o ponto de convergência para o partido estar unido e fortalecido no estado”.

Em um estado onde a precarização da política chega a níveis da depravação com lideranças políticas sendo claramente compradas pelo poder estabelecido sem o menor pudor, o altruísmo de Waldir Maranhão é digno de aplauso e reconhecimento.

Pelas redes sociais, Waldir Maranhão divulgou uma “Nota ao povo do Maranhão” onde comunica que vai concorrer a mais um mandato de deputado federal – certamente será um dos deputados mais votos do estado.

Abaixo, a nota do deputado Waldir Maranhão.

 

ELEIÇÕES 2018: Roberto Rocha faz convenção e mostra que outro Maranhão é possível 30

Sem citar os nomes dos seus principais adversários, no caso o governador Flávio Dino (PCdoB) e Roseana Sarney (MDB), Roberto Rocha fez um pronunciamento impecável. Não fulanizou a política, mas foi contundente ao mostrar que o Maranhão continua no atraso não porque é um estado pobre, mas que a “pobreza política é principal causa que coloca o nosso estado sempre na rabeira dos índices socioeconômicos”.

Mais do que a quantidade de pessoas que lotaram a casa de shows Batuque Brasil, ontem, 4, a convenção do PSDB, que tem como pré-candidato ao Governo do Estado o senador Roberto Rocha, foi marcada pela qualidade política nos discursos e propostas ali apresentadas pelos líderes políticos e partidários da Rede, PSDC, PHS, PMN e Podemos.

Entre os pronunciamentos das lideranças que compõem a coligação “Coragem e União para Fazer um Maranhão Melhor”, ficou para a pessoa do agora candidato a governador Roberto Rocha a tarefa de sintetizar tudo o que representa a aliança política que pode levá-lo ao segundo turno das eleições e, por conseguinte, à vitória ao Palácio dos Leões.

Sem citar os nomes dos seus principais adversários, no caso o governador Flávio Dino (PCdoB) e Roseana Sarney (MDB), Roberto Rocha fez um pronunciamento impecável. Não fulanizou a política, mas foi contundente ao mostrar que o Maranhão continua no atraso não porque é um estado pobre, mas porque a “pobreza política é a principal causa que coloca o nosso estado sempre na rabeira dos índices socioeconômicos do país. Mas vou mostrar ao nosso povo que um outro Maranhão é possível”.

Costumo dizer que Roberto Rocha, ao contrário de Flávio Dino, por exemplo, não se acha maior e/ou melhor do que os outros, e muito menos maior do que o próprio Maranhão.

Não! Roberto Rocha não tem ânsia ou desespero de se tornar “liderança nacional” embora seja senador da República e possua o respeito e admiração dos principais quadros da cúpula nacional do seu partido, inclusive do candidato a presidente da República pelo PSDB, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin.

Roberto Rocha é do tamanho certo para o Maranhão.

Cabe como uma luva para o nosso estado.

É a opinião do Blog do Robert Lobato.

ELEIÇÕES 2018: Em instantes a convenção do PSDB que vai oficializar o projeto Roberto Rocha governador-45 6

Daqui a pouco inicia a convenção do PSDB que vai oficializar a candidatura do senador Roberto Rocha ao Governo do Maranhão e do deputado federal José Reinaldo Tavares e do deputado estadual Alexandre Almeida candidatos ao Senado Federal.

Vice e suplentes serão anunciados mais na frente.

ELEIÇÕES 2018: Roberto Rocha sugere desfiliação de Luis Fernando do PSDB

Com a posição de Roberto Rocha em relação ao prefeito Luis Fernando, que é o mais importante do PSDB devido a cidade que administra, é de se supor que o recado cabe a todos os demais prefeitos tucanos que não seguirem o projeto do partido a nível local e nacional

O senador e pré-candidato ao Governo do Maranhão, Roberto Rocha, usou a rede social do Facebook para sugerir que o prefeito de São José de Ribamar, Luis Fernando, se desligue dos quadros do PSDB.

No entendimento de Roberto Rocha, que é presidente estadual do PSDB, o atual gestor de Ribamar perdeu a condição de ser tucano ao declarar apoio à outras candidaturas que não as do partido.

“O destino nos colocou [Roberto Rocha e Luis Fernando] hoje no mesmo partido. Algumas conveniências políticas, no entanto, conduziram o prefeito de Ribamar a declarar apoio a candidaturas fora do campo político do PSDB (…)  O que não é natural é que disso se aproveitem os meus adversários para tentar usar uma biografia respeitada como a de Luis Fernando, para sugerir que me falta apoio dentro do meu próprio partido, que eu represento como senador e presidente estadual. Entendo que para preservar os valores partidários, que não se sobrepõem aos da amizade, cabe ao prefeito desfiliar-se do PSDB”, postou o senador.

Com a posição de Roberto Rocha em relação ao prefeito Luis Fernando, que é o mais importante do PSDB devido a cidade que administra, é de se supor que o recado cabe a todos os demais prefeitos tucanos que não seguirem o projeto do partido a nível local e nacional.

Lamentável, mas é a política como ela é!

A seguir a integra da postagem do senador Roberto Rocha.

A POLITICA E OS AFETOS

A política, se exercida de forma nobilitante, não afasta as amizades, mesmo que afaste os amigos.

Sempre tive o cuidado de não confundir adversários com inimigos, ou aliados com amigos. A vida de cada um de nós, políticos, nos impõe essa distinção de cunho ético.

Tenho grande amizade e respeito pelo prefeito Luis Fernando, de São José de Ribamar. Sua trajetória, como homem público, iniciou-se sob o incentivo de meu pai, Luiz Rocha. Isso consolidou entre nós uma relação de afeto e amizade, que nunca foi turvada pelos caminhos divergentes que eventualmente tomamos na política.

O destino nos colocou hoje no mesmo partido. Algumas conveniências políticas, no entanto, conduziram o prefeito de Ribamar a declarar apoio a candidaturas fora do campo político do PSDB. É normal, é da lógica política do nosso sistema tão fracionado e frágil.

O que não é natural é que disso se aproveitem os meus adversários para tentar usar uma biografia respeitada como a de Luis Fernando, para sugerir que me falta apoio dentro do meu próprio partido, que eu represento como senador e presidente estadual.

Entendo que para preservar os valores partidários, que não se sobrepõem aos da amizade, cabe ao prefeito desfiliar-se do PSDB. Estará, dessa forma, mais à vontade em suas escolhas, evitando assim que uma longa e fraterna amizade seja usada como carniça para alimentar a voracidade do jogo político.

ELEIÇÕES 2018: Estratégia de Alckmin no Nordeste passa por programa concebido por Luis Fernando 2

O ex-governador Geraldo Alckmin: De olho no Nordeste (Foto: Ernesto Rodrigues / Folhapress).

O pré-candidato ao ao Palácio do Planalto pelo PSDB, Geraldo Alckmin, promete adotar programas voltados a crianças de 0 a 6 anos como uma das prioridades do seu programa de governo. Trata-se de uma tentativa de conseguir votos numa região em que o ex-presidente Lula reina: o Nordeste.

Durante ao programa Roda Viva (TV Cultura), exibido na última segunda, 23,  Geraldo Alckmin citou o projeto Criança Feliz, elaborado pelo atual prefeito de São José de Ribamar quando era secretário no governo José Reinaldo.

“Esse programa que eu e o Luis Fernando, prefeito de São José de Ribamar, montamos com apoio de técnicos recrutados por ele, é baseado nos ensinamentos do professor James Reckman, Nobel em Economia e professor de economia da Universidade de Chicago, que preconiza que cuidar das crianças de zero a seis anos desenvolverá o país”, enfatizou o deputado e pré-candidato a senador em recente artigo para o Jornal Pequeno.

A declaração de Geraldo Alckmin mostra que o tucano vai focar no Nordeste durante a campanha e o Maranhão pode ser dar bem com essa estratégia do presidenciável. Aliás, o senador Roberto Rocha (PSDB), pré-candidato a governador, já havia dito que uma vez Alckmin eleito presidente o Maranhão vai ter tratamento diferenciado.

A conferir.

 

Seria melhor para o país se PSDB e PT fossem mais fortes, diz cientista político 4

Para Bruno P. W. Reis, ter partidos muito fracos é um dos problemas da democracia brasileira

O professor de ciência política da UFMG Bruno P. W. Reis em sua casa, em Belo Horizonte (MG) – Alexandre Rezende/Folhapress

Marco Rodrigo Almeida

Ruim com os partidos, pior sem eles.

Na contramão do amplo sentimento de repúdio à classe política tradicional, o cientista político Bruno Pinheiro Wanderley Reis defende que partidos fortes são fundamentais para a longevidade de uma democracia.

Em artigo recente, “Um réquiem para os partidos”, o professor da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) expõe suas preocupações a respeito do declínio, talvez irreversível, da identificação do eleitorado com as legendas em todo o mundo.

Para ele, um dos problemas da democracia brasileira é termos siglas fracas demais.

O declínio dos partidos é um caminho sem volta?

Eu receio que realmente estejamos migrando para um quadro tecnológico que torne toda aquela estrutura meio obsoleta. Toda aquela ideia de militância, diretórios, reuniões.

A democracia pode se tornar mais efetiva nesse quadro de partidos enfraquecidos?

Creio que não. Espero, na verdade, mais instabilidade política. Se o quadro partidário é fluido, e os alinhamentos não são muito dados, as opções estão todas abertas. Seja ganhar a próxima eleição, seja tentar derrubar alguém.

Quando há mais estabilidade partidária, você cria identidades e polarizações mais ou menos estáveis. Há uma elite política comprometida com a manutenção do status quo, o que favorece a estabilidade do regime.

A ironia é que, na visão popular, essa elite política tornou-se o grande alvo a ser abatido, no Brasil e no mundo.

Sim, as pessoas desconfiam dos partidos no mundo inteiro. Essas instâncias burocráticas ficaram pesadas. E com as redes sociais nos habituamos a um certo ativismo social meio imediato. Para que vou ficar enfiado anos a fio em reuniões de diretório e executiva?
Essas manifestações mais fluidas ocasionalmente alcançam seus objetivos, jogam 1 milhão de pessoas numa praça para protestar contra os políticos.
Mas assim como se constituem do nada, evaporam também. Um bom exemplo disso é Junho de 2013.

Retomando o ditado popular: ruim com os partidos, pior sem eles?

Exatamente. É ruim com eles, é fácil ver como tudo isso está aquém de uma idealização da política, mas é preciso tomar cuidado com a ideia de que tudo irá melhorar sem eles. Não, eu acho que ficará pior. Partidos fortes significam um processo decisório na cúpula fortemente conectado com a sociedade, com muito mais capilaridades.

Critica-se muito, aqui e lá fora, a hegemonia dos mesmos partidos, mas o senhor diz que um dos problemas de nossa democracia é ter partidos fracos.

Ao contrário do que dizem, nossos partidos são fracos. Tudo bem que PT e PSDB são mais fortes do que parecem. Não é trivial essa sequência de seis eleições seguidas para a Presidência polarizadas por eles. Mas, nas eleições de 2014, 28 partidos elegeram representantes para a Câmara. Precisamos de tudo isso? Por que PT e PSDB não têm perto de 50% da Câmara cada um deles, restando espaço para mais outros cinco ou seis partidos? Houve relativa decantação nas identidades em torno de PT e PSDB, e o sintoma é a eleição presidencial, mas o sistema eleitoral joga contra a produção de bancadas grandes no Congresso. Precisamos fortalecer nossos partidos. Hoje os maiores têm menos de 15% no plenário [PT tem cerca de 12% da Câmara; PSDB e PMDB, quase 10% cada um].

Seria melhor para o país se PSDB e PT fossem mais fortes no Congresso?

Seria, sem dúvida nenhuma. Isso não ocorre por causa da interação do sistema proporcional de lista aberta [em que as cadeiras obtidas pelo partido ou coligação são atribuídas aos candidatos mais votados] com nosso modelo de financiamento de campanha. Cada estado tem dezenas de cadeiras no Congresso, então temos milhares de candidatos tentando o voto de milhões de eleitores. O partido vai em busca de candidatos que puxam votos, e não necessariamente do candidato em que ele confia. Isso não favorece a identificação nem do ponto de vista do eleitor nem do ponto de vista do representante. Com a lista fechada [modelo no qual os partidos apresentam uma lista de candidatos previamente ordenada e o eleitor vota apenas no partido, e não em candidato], o partido sai da convenção com a chapa. Isso tornaria a campanha ao Congresso mais partidária, pois as legendas terão que articular alguma plataforma coletiva.

E qual o papel do financiamento nesse cenário?

É nosso outro calcanhar de Aquiles, a regra de financiamento. A oferta de dinheiro é extremamente concentrada no Brasil, pois o teto que incide sobre o doador é proporcional à renda. Isso mata o jogo. Se cada pessoa física só pode dar 10% do que ganha, para quem o candidato típico vai pedir dinheiro? Para gente rica. Então temos no Brasil milhares de candidatos disputando meia dúzia de financiadores. Esses financiadores compram, no atacado, influência sobre o sistema decisório inteiro. Então você aperta play por 30 anos e temos uma elite política que bajula as poucas fontes de renda.
O resultado dedutível disso é a Lava Jato. Mas demos um tiro no pé quando aplicamos um remédio judicial a um problema regulatório.

O combate à corrupção aprofundou nossa crise democrática?

Claro que há corrupção, mas forçamos a mão quando o STF admite no julgamento do senador Valdir Raupp (MDB-RO) que doação legal de campanha pode ser prova de crime de corrupção, pode ser propina. Se você desestabiliza o ambiente político em nome do combate à corrupção, você deteriora as condições do combate à corrupção. Publiquei até um artigo chamado “Lava Jato é o Plano Cruzado do combate à corrupção”. Tem essa coisa, oba oba, euforia, vamos prender gente.
Naquela época, tínhamos um problema regulatório sério, uma dinâmica econômica ruim, inflacionária. E aí você prende quem está remarcando preço. É o Plano Cruzado.
Agora é a mesma coisa. Temos um ambiente regulatório ruim para financiamento das campanhas e prendemos quem está operando conforme a música. Não é assim.
Se você desestabiliza o ambiente político em nome do combate à corrupção, você deteriora as condições do combate à corrupção. Precisamos mudar nossas regras. Não podemos deixar, seja Odebrecht, seja João Doria, doar sem limite. Teto para doação deveria ser nominal.

Olhando em retrospeto, muitos dizem que os governos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e de Lula (PT) foram a época de ouro da democracia brasileira.

Eu ando brincando que num certo sentido voltamos ao normal do Brasil, à instabilidade. A cautela que peço às pessoas quando estão muito irritadas é que a vida, de forma geral, melhorou para os pobres e até para quem não era tão pobre no período FHC e Lula.

Então por que há hoje essa percepção de que tudo deu errado?

Primeiro porque veio a crise econômica. Eu brinco que partidos de esquerda não podem se dar ao luxo de ter uma crise econômica. Eles precisam zelar com muito capricho disso.
Lula fez isso, foi um ótimo presidente, mas Dilma Rousseff foi uma péssima presidente. A trombada entre o mercado viciado de financiamento de campanha e os órgãos de controle estava contratada, mas não se sabia quando ia ocorrer. Dilma propiciou a ocasião com um governo inepto.
E talvez o lastro político do período FHC e Lula não fosse tão sólido quanto parecia. Meus colegas falavam que estava tudo ótimo, maravilhoso, que tudo daria certo. Eu já dizia, temos um problema com financiamento de campanha, isso em 2006, 2007.

E quais são os caminhos para fortalecer nossos partidos?

Eu apoio neste momento qualquer coisa que reconcentre a demanda, implantando a lista fechada, e que desconcentre o dinheiro, com um teto de doação nominal. Ninguém poderia doar, sei lá, mais que R$ 50 mil.
Temos de nos orientar para votar em partidos. Se tivéssemos feito isso nos últimos 24 anos, teríamos um sistema muito mais forte agora.
Então não se trata de dizer se PT e PSDB são ruins ou são bons em si mesmos. Eles articulam de fato os polos em que passam os principais conflitos políticos da sociedade. Então devem ser fortes, pois isso vai facilitar o processamento desses conflitos no país.

ELEIÇÕES 2018: A importante declaração de apoio de Ildemar Gonçalves a Roberto Rocha 2

Apoio do ex-prefeito ldemar Gonçalves consolida a força da pré-candidatura de Roberto Rocha na região tocantina que já estava vitaminada com a presença decisiva do ex-prefeito de Imperatriz, o também tucano Sebastião Madeira.

Muito importante a declaração de apoio do ex-prefeito de Açailândia, Ildemar Gonçalves, à pré-candidatura do senador Roberto Rocha (PSDB) ao Governo do Estado.

O ex-prefeito é uma das mais destacadas e fortes lideranças políticas da região tocantina, e no domingo, 22, recepcionou a Caravana da Esperança liderada por Roberto Rocha formanda por pré-candidatos tucanos, além de centenas de lideranças de diversos partidos de Açailândia, Imperatriz e demais cidades da região.

O encontro foi na fazenda Bola Sete (Itinga-Ma), de propriedade Ildemar Gonçalves onde tornou pública e oficial a sua adesão ao projeto de Roberto Rocha governador-45 e apoio aos pré-candidatos ao Senado Federal, Alexandre Almeida e José Reinaldo, ambos do PSDB.

“Sou do PSDB e vou ajudar meus candidatos a governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Meu governador é Roberto Rocha e os senadores são José Reinaldo e Alexandre Almeida. O Estadual e o Federal, nós ainda vamos analisar e ver aqueles que forem mais importantes para nosso partido”, declarou Ildemar.

Roberto Rocha sempre teve uma excelente relação com o município de Açailândia e desde os tempos de deputado federal ajuda com recursos a cidade, ainda mais agora na condição de senador da República. Foram milhões em emendas viabilizados pelo senador à prefeitura administrada pelo PCdoB, partido do governador Flávio Dino.

O fato é que com esse apoio do ex-prefeito ldemar Gonçalves consolida a força da pré-candidatura de Roberto Rocha na região tocantina que já estava vitaminada com a presença decisiva do ex-prefeito de Imperatriz,o também tucano Sebastião Madeira.

ELEIÇÕES 2018: Apoio do “centrão” fortalece Geraldo Alckmin e consequentemente Roberto Rocha 6

Isso porque o simples fato do fortalecimento político e eleitoral de Alckmin significa o fortalecimento de Roberto Rocha, pois Alckmin é Roberto e Roberto é Alckmin. Entendeu, né Manuela D’Ávila?

A se confirmar o acordo do chamado “centrão”, capitaneado por DEM e PP, além do já declarados aliados PTB e PSD, o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) ganha musculatura na campanha rumo ao Palácio do Planalto.

Esse eventual acordo será um fato novo na campanha eleitoral, com potencial para mudar o jogo a favor do pré-candidato tucano.

As esquerdas já acusaram o golpe através da pré-candidata a presidente de mentirinha do PCdoB, Manuela D’Ávia, que pela rede social do Twitter declarou: : “Os partidos do centrão que apoiam Alckmin ocupam vários ministérios e são a espinha dorsal do governo Temer. Esse apoio demonstrou que o tucano é a continuação do governo mais odiado da história do país. Nessas eleições, Temer é Alckmin e Alckmin é Temer.”

O engraçado, não fosse ridículo, é que o PCdoB de Manu estava flertando até dias atrás com o também presidenciável Ciro Gomes (PDT), que por sua vez estava maluco atrás do mesmo centrão que agora a mesma Manu ridiculariza. É a tal “coerência” comunista de todo nosso santo dia.

Roberto Rocha fortalecido

Não há como desconhecer ou ignorar que uma vez selado o acordo centrão/Alckmin a pré-candidatura do senador Roberto Rocha (PSDB) ao Governo do Maranhão vai ser vitaminada ainda que não haja a verticalização, no Maranhão, do arco de alianças costurado pelo presidenciável tucano.

Isso porque o simples fato do fortalecimento político e eleitoral de Alckmin significa o fortalecimento de Roberto Rocha, pois Alckmin é Roberto e Roberto é Alckmin.

Entendeu, né Manuela D’àvila?