Bira a um passo de ser anunciado pré-candidato a senador de Flávio Dino 8

Caso não haja essa reviravolta na decisão do PBS nacional em não seguir com o PSDB, Bira do Pindaré pode ficar tranquilo quanto ao anúncio por Flávio Dino de que será o “segundo nome” do comunista a senador

Se não houver uma reviravolta na decisão do PSB de não apoiar o PSDB nas eleições de 2018 para presidente da República e preferir se manter no campo das esquerdas, o deputado estadual Bira do Pindaré deverá ser anunciado como o “segundo nome” do governador Flávio Dino (PCdoB) ao Senado Federal.

O Blog do Robert Lobato coloca o segundo nome entre aspas porque na verdade, caso se confirme a posição do PSB nacional até as convenções, Bira será o primeiro e principal nome dos comunistas a senador.

Ocorre que o PSB tem candidatos a governador em vários estados onde a relação local com os tucanos não é somente boa, mas vital para os projetos socialistas.

Distrito Federal, Espirito Santo, Pernambuco e mesmo São Paulo são alguns dos casos onde a relação PSB/PSDB são importantes para os socialistas.

Nesse sentido, é possível uma reavaliação da posição do PSB tirada congresso nacional do partido no último final de semana.

Mas, caso não haja essa reviravolta, Bira do Pindaré pode ficar tranquilo quanto ao anúncio de que será o seu “segundo nome” a senador de Flávio Dino.

Para o desespero de Weverton Rocha (PDT) e a irmã Eliziane Gama (PPS).

SENADO 2018: Bira leva vantagem sobre Eliziane Gama no quesito preferência de Flávio Dino 2

Embora esteja com o papo de que será candidato a deputado federal, em verdade Bira quer e trabalha para concorrer a senador da República e conta com a preferência do governador comunista

O governador Flávio Dino (PCdoB) trabalhou horrores para viabilizar o nome do deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) a prefeito de São Luis nas eleições de 2016, mas encontrou dificuldades porque o senador Roberto Rocha (PSDB) jogou água no chope do comunista ao lançar para a disputa do executivo municipal o também deputado estadual Wellington do Curso (PP) – na época Roberto era do PSB e seu filho, o então vereador da capital Roberto Júnior, compôs a chapa com Wellington na condição de vice.

De 2016 pra cá, Bira passou a fazer parte dos planos estratégicos do Palácio dos Leões para eleições majoritárias e atualmente é o nome que Flávio Dino deseja ver como candidato ao Senado Federal não como o “segundo nome”, mas o primeiro e principal. A depender do comuna-mor, Bira tomará posse no cargo de senador em fevereiro de 2019.

A deputada federal Eliziane Gama (PPS) não tem a menor chance de ser a candidata governista ao Senado caso Bira consiga resolver sua vida partidária, que hoje depende dos rumos que o PSB tomar em março.

Se a legenda socialista continuar sob o atual comando nacional, Bira será o senador de Flávio Dino sem qualquer sombra de dúvida. Se mudar de comando e ficar com o vice-governador paulista Márcio França, aí o deputado terá que reavaliar o rumo partidário, mas continua sendo o nome prioritário do governador.

Flávio Dino nunca escondeu de ninguém que não confia politicamente em Eliziane Gama e já disse isso a vários interlocutores.

Já Bira não está nem aí para o azar da irmã, que em 2016 abriu mão de filia-se ao PSB a convite do senador Roberto Rocha para concorrer a prefeita de São Luis justamente para agradar o deputado com o argumento de que ele ajudou na sua campanha à prefeitura em 2012, quando terminou em terceiro lugar com 13,81% dos votos.

Essa sua lealdade a Bira em 2016, custou à Eliziane Gama um amargo quarto lugar numa eleição que iniciou liderando todas as pesquisas com cenários em que ganhava logo no primeiro turno. Ao abrir as urnas daquele pleito a nossa irmã obteve minguados 6, 19% dos votos.

Enfim, embora esteja com o papo de que será candidato a deputado federal, em verdade Bira quer e trabalha para concorrer a senador da República e conta com a preferência de Flávio Dino.

E assim o pré-candidato a deputado federal e a senador vai fazendo jus à alcunha de “Bira Quero-quero”

ELEIÇÕES 2018: Neto Evangelista também cotado para vice de Flávio Dino 30

Ainda que esteja focado na sua reeleição de deputado estadual, Neto Evangelista é um dos nomes cotados para ser o próximo vice de Flávio Dino, não somente porque é bem articulado politicamente e muito carismático, mas também por ser reconhecidamente um dos melhores secretários do Governo do Maranhão e, sobretudo, leal ao governador

O final de semana foi marcado pela notícia de que o secretário de Educação, Felipe Camarão, estaria pronto para filia-se ao DEM para disputar as eleições de 2018 como candidato a vice-governador ou senador na chapa liderada por Flávio Dino (PCdoB).

Ocorre que outro secretário de Estado também é cotado para ser vice do atual governador do Maranhão.

Segundo apurou o Blog do Robert Lobato, o deputado estadual licenciado Neto Evangelista estaria nos planos do governador Flávio Dino para uma eventual composição na chapa majoritária na condição de vice.

Neto Evangelista ainda está filiado ao PSDB, mas provavelmente deixará o partido porque os tucanos terão candidato próprio ao governo cujo nome é o do senador Roberto Rocha.

Atual comandante da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), Neto Evangelista já teria recebido convites para se filar ao PTB, Solidariedade, PPS, PSB e mesmo no DEM. Chegou a ser ventilado que a direção do PRB teria convidado o secretário para se filiar a este partido, mas em conversa com este blogueiro Neto negou tal convite.

No PSB

Observadores atentos da cena política local garantem que o convite de filiação de Neto Evangelista no PSB é mesmo para que ele seja o vice de Flávio Dino. O problema nesse particular é que a legenda socialista está em disputa interna entre o pessoal de Pernambuco, que atualmente controla o partido, e pessoal de São Paulo, cujo nome principal para presidir a sigla do “40” é o vice-governador paulista Márcio França.

Está prevista para março a definição da nova direção e do novo presidente do PSB.

Caso o escolhido seja Márcio França, aí Neto Evangelista poderá encontrar dificuldades para entrar nos quadros do partido, uma vez que, nessa situação, os socialistas tendem apoiar a candidatura de Roberto Rocha.

O fato é que Neto Evangelista ainda que esteja focado na sua reeleição de deputado estadual contando com apoios de peso como os prefeito Hilton Gonçalo (Santa Rita) e Luis Fernando (São José de Ribamar), é um dos nomes cotados para ser o próximo vice de Flávio Dino, não somente porque é bem articulado politicamente e muito carismático, mas também por ser reconhecidamente um dos melhores secretários do Governo do Maranhão e, sobretudo, leal ao governador.

É aguardar e conferir.

Alckmin diz que apoiará só um nome ao governo de SP

Ao mostrar que irá chancelar apenas um nome, Alckmin mexe no cenário eleitoral; seu vice, Márcio França (PSB), será candidato em 2018; o PSDB também quer lançar um nome; aliados acreditavam que o governador apoiaria as duas campanhas

Via 247

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, convocou um grupo de aliados de diversos partidos para uma reunião antes da virada do ano. Regada a pizza, a reunião serviu para sinalizar que a montagem dos palanques estaduais só vai deslanchar depois que o PSDB formalizar seu nome na disputa ao Planalto, e que o arranjo começará por SP. A novidade é que Alckmin só apoiará um nome como seu sucessor ao governo do Estado.

Ao mostrar que irá chancelar apenas um nome, Alckmin mexe no cenário eleitoral. Seu vice, Márcio França (PSB), será candidato em 2018. O PSDB também quer lançar um nome. Aliados acreditavam que o governador apoiaria as duas campanhas. O prefeito de São Paulo, João Dória e o senador José Serra despontam como opções tucanas. Doria convidou deputados estaduais do PSDB para um café no dia 16 de janeiro – o prefeito quer criar a sensação que há unanimidade no PSDB em torno do seu nome.

Já França é dirigente do PSB. Um eventual apoio a Alckmin para a Presidência dependeria da reciprocidade em SP. Ou seja, se fechar com o vice, Alckmin pode levar o suporte do PSB para a campanha presidencial.

ELEIÇÕES 2018: O Solidariedade está no jogo e dá pressão em Flávio Dino 4

O Solidariedade é um dos partidos que Flávio Dino terá muito trabalho para fazer com que se mantenha na sua base, pois assim como o DEM, PPS, PTB e PSB, o partido de Simplício Araújo tem projeto nacional diferente do PCdoB e tende a apoiar candidatura de Geraldo Alckmin a presidente da República

O Solidariedade, partido presidido no Maranhão pelo secretário de Estado Simplício Araújo (Indústria e Comércio), está no jogo da sucessão do governador Flávio Dino (PCdoB) e demostra não aceitar ser tratado como mero coadjuvante no processo.

Em conversa com o Blog do Robert Lobato, Simplício afirmou ser pra valer a reivindicação do seu partido em ocupar uma vaga no chapa majoritária liderada pelo governador comunista.

“O Solidariedade tem crescimento real e quadros para pleitear a vaga. Não abrimos mão de forma alguma de participar da majoritária. Ajudamos a construir este projeto e temos que garantir nomes que possam ajudar verdadeiramente a reeleição do governador Flavio Dino e contribuir com este novo momento político no Brasil”, afirmou.

O Solidariedade é um dos partidos que Flávio Dino terá muito trabalho para fazer com que se mantenha na sua base, pois assim como o DEM, PPS, PTB, PSB, entre outros, o partido de Simplício Araújo tem projeto nacional diferente do PCdoB e tende a apoiar candidatura de Geraldo Alckmin a presidente da República.

Geraldo, como se sabe, é do PSDB, mesmo partido do senador Roberto Rocha, candidato a governador do estado em 2018.

Para bom entendedor, meia palavra basta…

ELEIÇÕES 2018: Sem garantia de vitória, atual Diretório Nacional do PSB adia Congresso para março de 2018

Adiar o Congresso Nacional do PSB para o ano que vem pode ter sido um tiro no pé da atual direção do partido.

O Diretório Nacional do PSB decidiu, na terça-feira (26), pelo adiamento do Congresso Nacional do partido, com a consequente prorrogação dos mandatos dos membros do colegiado e da Comissão Executiva Nacional.

Previsto para acontecer no próximo mês de outubro, agora o congresso será realizado somente nos dias 1,2 e 3 de março de 2018. A manobra é vista por setores do PSB como um sinal de que os socialistas de Pernambuco, que controlam a legenda atualmente, não sentiram firmeza de que levariam a melhor e acharam por bem adiar esse que é o maior fórum de deliberação partidária.

Pernambuco X São Paulo

Há uma disputa entre os estados de São Paulo e Pernambuco pelo controle nacional do PSB. O vice-prefeito paulista Márcio França é favorito para presidente da partido e isso pode explicar o adiamento do Congresso.

Ocorre que em março de 2018, França muito provavelmente deve assumir o governo de São Paulo porque o governador Geraldo Alckimin (PSDB) se afastará do cargo para percorrer o país como pré-candidato a presidente da República, o que fortalecerá ainda mais o socialista. Ou seja, adiar o Congresso Nacional do PSB para o ano que vem pode ter sido um tiro no pé da atual direção do partido.

Com consequências diretas na sucessão do governador Flávio Dino.

Mas isso é assunto para outra postagem…