ESPECIAL: Projeto Somos Humanos mobilizará o MA em torno de causas sociais e humanitárias 6

O Somos Humanos é mais do que um projeto que contempla uma gama de ações sociais e humanitárias. Trata-se, em primeiro lugar, de uma experiência de vida ou melhor dizendo de SUPERAÇÃO DE VIDA.

Vai de vento em polpa o projeto Somos Humanos.

Idealizado pelo empresário Janderson Landim, o projeto Somos Humanos tem como palavra-chave: TRANSFORMAÇÃO.

O Somos Humanos é mais do que um projeto que contempla uma gama de ações sociais e humanitárias. Trata-se, em primeiro lugar, de uma experiência de vida, ou melhor dizendo, de SUPERAÇÃO DE VIDA.

O projeto chega ao Maranhão como uma ponte de amor ao próximo entre o desejo e a realidade, e tem como objetivo atingir o maior número possível de famílias dos mais de 200 municípios maranhenses que precisam de atenção e cuidado específicos e, que , em muitos momentos, se veem sem saída.

ARTISTAS CONFIRMADOS

Para se ter uma dimensão da grandeza do projeto, na noite de lançamento do Somos Humanos os convidados contarão com a presença de alguns artistas nacionais, tais como: Helen Ganzarolli, Sheila Melo , Carla Dias e Raul Gazola

O lançamento do projeto vai acontecer nos dias 22 e 23 de setembro no HOTEL RIO POTY, em São Luís, e quer contar com sua participação; basta se inscrever no endereço eletrônico www.somoshumanos.net.br e garantir a representação do seu município no evento.

Cada representante vai se tornar embaixador de sua cidade. Será o porta-voz!
Identificando as dificuldades e particularidades da localidade.

Assista ao vídeo abaixo e conheça um pouco mais do projeto Somos Humanos, esse grande empreendimento social, a partir das palavras do próprio idealizador do projeto Janderson Landim. Confira.

VILA NOVA DOS MARTÍRIOS: Prefeitura lança programa Criança Feliz

Prefeita Karla Batista apresenta o programa Criança Feliz em evento bastante concorrido.

Secretaria Municipal de Assistência Social de Vila Nova dos Martírios, realizou evento ontem referente ao programa Criança Feliz, mas uma social de cidadania que tem os seguintes objetivos:

• Promover o desenvolvimento humano a partir do apoio e do acompanhamento do desenvolvimento infantil integral na primeira infância;
• Apoiar a gestante e a família na preparação para o nascimen- to e nos cuidados perinatais;
• Colaborar no exercício da parentalidade, fortalecendo os vínculos e o papel das famílias para o desempenho da função de cuidado, proteção e educação de crianças na faixa etária de até seis anos de idade;
• Mediar o acesso da gestante, de crianças na primeira infân- cia e de suas famílias a políticas e serviços públicos de que necessitem;
• Integrar, ampliar e fortalecer ações de políticas públicas voltadas para as gestantes, crianças na primeira infância e suas famílias.

Foi ofertado as famílias usuárias do Criança Feliz um seminário sobre os cuidados com a primeira infância onde varias questões que envolvem o desenvolvimento das crianças foram abordadas e esclarecidas.

Estiveram presentes no evento a prefeita Karla Batista, vice-prefeita e secretária de Assistência Social Vanusa Cunha, presidente da Câmara Dorisel Lopes, Secretária de Educação Linda Maria, Secretária de Saúde Jane Cruz, Secretário de Meio Ambiente Ancelmo Santos, destaque especial para a presença e o trabalho de toda a equipe técnica da SMAS.

Na sua fala a prefeita Karla Batista parabenizou a todos os envolvidos no programa e destacou a importância de a sua gestão “estar contribuindo para que as políticas públicas cheguem até as famílias do município, colaborando desta forma para o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários”.

A gestora municipal destacou ainda “o grande trabalho de Comitê formado pelas Secretarias de Assistência Social, Saúde e Educação para acompanhamento do programa, comprovando que a intersetorialidade é um instrumento muito eficaz na gestão pública”.

ELEIÇÕES 2018: A grande oportunidade de colocar o MA em primeiro lugar 12

Podemos estar próximo de um cenário que representará o fim, de uma vez por todas, do Maranhão em branco e preto simbolizado na dicotomia perversa do sarneysismo versus antissarneysismo

A conjuntura política local aponta para possibilidades extraordinárias do ponto de vista de colocar o Maranhão em primeiro lugar.

Tudo depende de uma conjunção de fatores, entre os quais inteligência e humildade.

A se confirmar o cenário que desenha no horizonte, com José Reinaldo Tavares, Roberto Rocha, Waldir Maranhão, Eduardo Braide,Sebastião Madeira, Hilton Gonçalo, Josemar Maranhãozinho, Wellington do Curso, Alexandre Almeida, Paulo Marinho Jr., Fábio Gentil, para citar apenas estes, na construção e consolidação de um novo campo político no estado, a chance de derrotar os atuais inquilinos do Palácio dos Leões é real e concreta. Isso sem falar da possibilidade do PT apresentar uma candidatura própria nas eleições de outubro, o que vem se mostrando cada vez mais possível de acontecer.

E mesmo que todos estes atores políticos não estejam juntos já no primeiro turno das eleições, uma vez que é legitimo cada qual ter suas aspirações políticas, teremos um quadro que representará o fim, de uma vez por todas, do Maranhão em branco e preto simbolizado na dicotomia perversa do sarneysismo versus antissarneysismo.

Não está difícil de unir a terceira via no Maranhão ou de pelo menos caminhar dialogando em busca de entendimentos a partir do primeiro turno. Aliás, nunca encontrou-se um ambiente tão propício para isso!

Os nomes estão aí postos a construir uma chapa competitiva, forte e com um projeto verdadeiramente renovador, desenvolvimentista, sustentável, inovador, criativo, empreendedor, enfim, um projeto de Estado, de sociedade e que realmente implante novos tempos no Maranhão, o que não se viu acontecer com a vitória de Flávio Dino em 2014.

As condições estão dadas. O ambiente, repito, é propício para entendimentos em torno de uma agenda qualificada que compreenda as múltiplas potencialidades de um estado como o nosso.

É a hora de colocar o Maranhão em primeiro lugar.

O que esperar do PSDB/MA em 2018 8

Ao contrário das previsões catastrofistas daqueles que queriam ver o PSDB maranhense como mero anexo do Palácio dos Leões e anunciaram uma “debandada do ninho”, o partido ganhará novos quadros políticos importantes entre prefeitos, vereadores, deputados, ex-prefeitos, ex-deputados, intelectuais, profissionais liberais etc.

É comum ouvir-se que o objetivo de um partido é chegar ao poder. Partidos não são fundados para brincar de fazer política ou para servir de “satélite” pra outros partidos.

O PSDB, por exemplo, resolveu dar uma guinada no Maranhão rumo a um projeto próprio de poder, estado, governo e sociedade em 2018.

Ora, nada mais correto para esse que é um dos maiores partidos do país e que, inclusive, tem planos e candidato para chegar ao poder central nas próximas eleições. Logo é imprescindível montar palanque nos estados para fortalecer seu projeto nacional.

Foi a partir desse entendimento que a cúpula nacional do PSDB resolveu fortalecer a legenda no estado tirando-o da órbita do PCdoB, um partido “nanico” se comparado com a sigla do 45, e forjando as condições para que os tucanos tenham candidatura própria ao governo no ano que vem.

O nome para a missão é do senador Roberto Rocha, um tucano de alma e concepção. Aliás, metade da sua carreira política foi exercida no PSDB.

Nesse sentido, 2018 sará um ano de grandes desafios para o tucanato local.

Ao contrário das previsões catastrofistas daqueles que queiram ver o PSDB maranhense como mero anexo do Palácio dos Leões e anunciaram uma “debandada” do ninho, o partido, segundo apurou o Blog do Robert Lobato, ganhará novos quadros políticos importantes entre prefeitos, vereadores, deputados, ex-prefeitos, ex-deputados, intelectuais, profissionais liberais etc.

Nada mais razoável para um partido da grandeza do PSDB ter o seu próprio projeto político-eleitoral. E caberá principalmente a Roberto Rocha e ao ex-prefeito Sebastião Madeira, bem como os demais membros da nova direção, unir o partido de Norte e Sul do Maranhão e conduzirem os rumos da legenda a partir de agora.

Flávio Dino, por sua vez, vai perceber da forma mais dura o que foi ter pedido a outra “asa” do avião que pegou voo em 2014.

É aguardar e conferir.

GOVERNO FLÁVIO DINO: A mudança que não veio 8

Flávio Dino revelou-se apenas mais um político como outro qualquer que o antecedeu, e, em alguns aspectos, até pior. Basta comparar!

Um governo mudancista a gente vê na prática, de forma real e concreta. Os resultados são percebidos a olhos nus sem precisar de muito tempo para que a cidadania sinta que realmente vive novos tempos.

O Ceará é um bom exemplo para entendermos isso.

Não precisou de décadas para que os cearenses percebessem que algo de novo estava acontecendo no estado lá pelos idos dos anos 90. Logo nos primeiros anos de governo Tasso Jereissati (PSDB) era possível perceber as mudanças socioeconômicas em curso, sem falar que o governador não perdia tempo culpando governos passados todo santo dia.

O próprio Maranhão de 1966, com o governo José Sarney, viveu talvez um dos seus melhores momentos em termos de execução de projetos e obras estruturantes tocados por diversas mentes brilhantes, inclusive algumas que estavam fora do estado e foram chamados pelo então governador para ajudar na construção de um “Maranhão Novo”.

No Brasil, mais recentemente, também viu-se os governos do PSDB e do PT implementarem mudança significativas e históricas que melhoraram a vida dos brasileiros em vários setores. Ou seja, os tucano fizeram uma espécie de “revolução burguesa” para em seguida, já o país com bases econômicas sólidas, os petistas fizessem o Brasil dar um grandioso salto na área social durante a era Lula/Dilma.

Já no governo Flávio Dino não é possível ver qualquer traço significativo de mudança, pelo contrário, trata-se de uma gestão tímida, nada de ousado, criativo ou empreendedor. Até mesmo a forma de atrair aliados políticos para a sua base é no do “jeito passado”, se não pior e menos republicano.

O fato é que não há qualquer projeto estratégico de longo prazo de governo, e muito menos de Estado, gerido pelos comunistas.

Nesse sentido, Flávio Dino mostrou-se apenas mais um político como outro qualquer que o antecedeu, e, repito, em alguns aspectos até pior. Basta comparar!

Enfim, o governador maranhense é do tipo de político que ao invés de pensar nas futuras gerações só pensa nas próximas eleições…

O Maranhão precisa de um novo projeto político

É urgente a construção de um novo projeto político e de sociedade para o nosso querido e rico estado. Na verdade mais do que isso: um projeto de vida para o povo maranhense

Não me canso de afirmar que o Maranhão nasceu para dar certo.

Também costumo dizer que no nosso estado é uma espécie de pequeno “Brasil”, pois possui todas as características socioeconômicas e geográficas do país: população pobre, mas trabalhadoras; grande extensão territorial; extraordinário litoral; diferentes ecossistemas; grandes bacias fluviais; extraordinário potencial turístico;  não enfrenta grandes desastres naturais como furacões, tornados etc., enfim, o Maranhão é um Brasil em miniatura com todo aquilo que o nosso país possui de melhor.

Ocorre que ao longo dos anos o Maranhão foi mal compreendido e, principalmente, mal gerido!

De todo período que o estado foi governado pelo grupo Sarney, e suas dissidências, talvez a melhor quadra possa ser considerada justamente os anos do governo de José Sarney, na década de 60.

Depois que Sarney deixou o estado para “ganhar” a República e acumular muito poder em todos os governos, dos militares aos civis, inclusive ele próprio chegando ao posto máximo da nação, paradoxalmente o Maranhão perdeu força e não conseguiu manter o ritmo de crescimento e desenvolvimento inciado pelo chamado “Projeto Maranhão Novo”, do então governador José Sarney.

Nem mesmo durante a era Roseana Sarney, o Maranhão conseguiu imprimir um modelo de desenvolvimento que priorizasse as riquezas e potencialidades do estado. Nessa época foram priorizados projetos que não levaram em conta as reais vocações econômicas locais.

Sem falar que a excessiva “ingerência” do marido Jorge Murad, muitas vezes acabou por atravancar as políticas públicas de fomento uma vez que o todo poderoso “primeiro-damo” tinha a mania confundir interesses maiores do estado com outros menos importantes, por assim dizer.

Do trabalhismo de Jackson Lago ao comunismo de Flávio Dino

Com a vitória de Jackson Lago (PDT) em 2006, brotou uma esperança muito grande no que poderia ser um início de um novo clico desenvolvimentista do Maranhão.

O governo trabalhista de Jackson chegou a apresentar à população um planejamento de longo prazo que tinha metas, objetivos, planos e programas bem definidos. Não fosse o famigerado “golpe judicial” que apeou o líder pedetista do poder, possivelmente o estado estaria em outro patamar no que diz respeito aos seus índices socioeconômicos.

Com a derrubada do governador Jackson Lago, volta novamente Roseana Sarney ao comando do governo prometendo fazer o “melhor governo da minha vida”.

Bem ou mal, a peemedebista conseguiu empreender muitas obras pelo Maranhão, inclusive na capital, tanto que Roseana é considerada a “melhor prefeita” que São Luis já teve. Isso sem falar no programa “Saúde é Vida”, que melhorou consideravelmente os serviços de saúde do estado.

Com a vitória de Flávio Dino (PCdoB) em 2014, aquela mesma esperança por reais mudanças brotada quando da chegada de Jackson Lago ao governo, voltou a ser cultivada no seio do povo maranhense.

Passados quase três anos de governo comunista, porém, o que se vê em curso no Maranhão é um grande projeto de “boas intenções”. Só que não se governa um estado com as complexidades do Maranhão apenas com bases em boas intenções. É preciso muito mais! É preciso resultado!

O governador Flávio Dino não tem um projeto consistente de médio e longo prazo para o nosso estado. O comunista limitou sua gestão a distribuir asfalto para os municípios – asfalto esse de péssima qualidade, diga-se -, entregar ambulâncias obtidas com emendas de deputados federais; distribuir viaturas policiais com verbas federais para prefeitos depois se virarem para manter, inclusive com combustível; furar poços que os prefeitos são obrigados a pagar os projetos e até distribuir fardamento estudantil já no final do ano letivo!

Nesse sentido, a impressão é de que não temos um governador de verdade, mas tão somente um “prefeitão”.

O fato é que Maranhão ainda não conseguiu dar certo. Ainda não foi contemplado com a implantação de um projeto verdadeiramente de desenvolvimento socioeconômico e sustentável!

É urgente, por tanto, a construção de novo projeto político e de sociedade para no nosso querido e rico estado.

Na verdade, mais do que isso: um projeto de vida para o povo maranhense.