ELEIÇÕES 2020: Enquete para prefeito já está no ar. Conheça quem é quem 1

(Post atualizado às 20h58 para fazer o seguinte reparo: Na verdade o recordista de votos nas eleições de 2018 para deputado federal foi Josemar do Maranhãozinho (PR) e não Eduardo Braide, que em verdade foi o mais votado de São Luis e não no estado todo) – A enquete Em quem você votaria para prefeito de São Luis em 2020?já está no ar.

Conforme o Blog do Robert Lobato anunciou ontem, apresenta-se um breve perfil de cada nome que conta na enquete para o leitor saber quem é quem no processo, muitos deles com chances reais de serem mesmo candidatos a prefeito da capital maranhense em 2020. Vamos lá.

Adriano Sarney (PV) – Economista, empresário, administrador e deputado estadual de segundo mandato, Adriano é filho do ex-deputado federal e ex-ministro Sarney Filho, portanto, neto do ex-presidente José Sarney. É uma das principais, se não a principal aposta do grupo Sarney para o futuro, que pode ser dar logo em 2020 como candidato a prefeito de São Luis. Na Assembleia Legislativa tem sido uma das poucas vozes de oposição ao governo Flávio Dino. O deputado obteve 4.977 voto em São Luis na eleição de 2018 de um total de 50.679 votos.

Alan Garcês (PSL) – Médico, natural de Belém (PA), Alan Garcês foi um dos primeiros apoiadores e organizadores, no Maranhão, do movimento em torno da candidatura do agora presidente eleito Jair Bolsonaro. Polêmico, o médico vez e outra está envolto a controvérsias seja na Ufma, onde é professor no curso de Medicina, ou na sociedade, quando ganhou notoriedade com divulgação de vídeos nas redes sociais atacando o PT e as esquerdas em geral. Alan Garcês atualmente integra a equipe de Transição de Governo indicado pelo próprio Jair Bolsonaro. Em 2018 foi candidato a deputado federal e teve 20.288 votos, sendo que 8.303 deles em São Luis.

Astro de Ogum (PR) – Atual presidente da Câmara Municipal de São Luis, já está no segundo mandato à frente da casa, o vereador Martiniano Moreira Leite, popular Astro de Ogum, já anunciou que será “candidato de qualquer jeito”. Ligado à cultura e ao mundo dos “santos”, Astro já detém quatro mandatos de vereador e em 2016 foi eleito com 9.703 votos.

Duarte Júnior (PCdoB) – Eleito deputado estadual com surpreendentes 65.144, dos quais 46.685 somente em São Luis, o advogado Duarte Júnior soube fazer bom uso da máquina do Procon-MA, do qual foi presidente até se licenciar para concorrer às eleições, e também das mídias em geral, tanto as redes sociais quanto da imprensa convencional. Pode ser considerado um “homem de mídia”. Se conseguir apoio do seu partido, Duarte Júnior pode ser dar trabalho aos adversários em 2020.

Eduardo Braide (PMN) – Recordista de votos nas eleições de 2018 na cidade de São Luis, o deputado Eduardo Braide desponta atualmente como um dos nomes favoritos para prefeito em 2020. Sua meteórica ascensão política se deu em virtude de se tornar a “zebra” na eleição para prefeito de São Luis em 2016, quando surpreendeu meio mundo da política ao chegar ao segundo turno daquele pleito com uma estrutura mínima de campanha e sem tempo no horário eleitoral. Mesmo assim, por pouco não derrotou o atual prefeito Edivaldo Júnior. Consagrou-se o deputado federal em 2018 com 189.843 votos, destes 131.553 somente em São Luis, a maior votação da capital.

Eliziane Gama (PPS) – Atual mandatária do cargo de deputada federal, Eliziane Gama já foi deputada estadual por duas vezes e também por duas vezes disputou a prefeitura de São Luis: em 2012, quando chegou em terceiro lugar; e em 2016 quando de favorita acabou amargando um quarto lugar com apenas 6.19% dos votos válidos. Dois anos depois, como uma “Fênix”, Eliziane ressurge das cinzas e elege-se senadora da República com 1.539.916 votos, sendo que 227.856 em São Luis, o que a torna uma potencial candidata à prefeita em 2020.

Empresário Janderson Landim (Sem partido) – Eis uma novidade que surge entre os possíveis candidatos a prefeito de São Luis. Empresário bem sucedido, Janderson Landim é o que costuma-se chamar de outsider da política, embora sempre esteve próximo dela e dos políticos na condição de marqueteiro. Aliás, marqueteiro bem sucedido dentro e fora do Maranhão. Janderson tem a convicção de que a gestão pública deve dar resultado tal como uma empresa, com a diferença que o lucro da gestão pública são os bons serviços prestados à população. É com essa concepção da política e dos negócios públicos que o empresário deverá se apresentar em 2020 como candidato a prefeito de São Luis.

Fábio Câmara (PSL) – Ex-vereador de São Luis, Fábio Câmara disputou uma vaga para a Assembleia Legislativa do Maranhão obtendo 14.838 votos, todo conquistas a partir do seu trabalho nas comunidades mais carentes. Na capital foram 10.520 votos, superando muitos nomes da política tradicional maranhense e ludovicense. Em 2020, Fábio assegura que estará na disputa pela sucessão de prefeito Edvaldo Júnior e aposta em concorrer pelo mesmo PSL do presidente eleito Jair Bolsonaro.

Felipe Camarão (DEM) – No comando da Secretaria de Educação desde março de 2016, o procurador federal Felipe Camarão se tornou uma espécie de “coringa” do governador Flávio Dino e por pouco não foi o seu vice nas eleições de 2018 ou mesmo deputado estadual. Publicamente, o secretário nega que tenha planos eleitorais em mente, mas, de repente, pode aparecer com aquela clássica história: “Eu não quero, mas se o povo quiser…”. Tudo vai depender da conjuntura até 2020 e principalmente dos planos de Flávio Dino para o seu grupo político.

Ivaldo Rodrigues (PDT) – Pedetista histórico, vereador licenciado, atual secretário de Governo da Prefeitura de São Luis, Ivaldo Rodrigues é um dos nomes que o PDT tem na “manga” para lançar nas eleições municipais daqui a dois anos. Militante social e político desde a juventude, vereador atuante, Ivaldo ganhou maior popularidade e também prestígio político com o advento da “Feirinha de São Luis”, idealizada e coordenada por ele. Por ser do PDT, mesmo partido do prefeito, pode ajudar no projeto do líder trabalhista em 2020. Já no terceiro mandato de vereador, Ivaldo Rodrigues foi eleito com 5.115 votos em 2016.

Márcio Jerry (PCdoB) – Querido e odiado em um só tempo, o presidente estadual do PCdoB foi eleito deputado federal com 134.223 votos, uma boa votação, mas aquém do que poderia obter na condição de segundo “homem forte” do Palácio dos Leões abaixo apenas do governador Flávio Dino. Márcio Jerry nunca tratou da possibilidade de ser candidato a prefeito de São Luis, até pela responsabilidade que possui na condição de presidente do seu partido, de líder político ligado ao grupo governador e agora na condição de deputado federal. Foram 17.246 votos em São Luis. Márcio Jerry pode não ser carismático a ponto de virar candidato a prefeito de São Luis, por outro lado é um erro crasso os adversários subestimarem a capacidade política do comunista. Com certeza as eleições de 2020 passará por Márcio Jerry.

Neto Evangelista (DEM) – Uma das mais promissoras lideranças da nova geração de políticos maranhenses, o deputado estadual reeleito Neto Evangelista é um homem afeto a desafios. E deixou isso claro quando aceitou o convite do governador Flávio Dino para deixar o seu mandato de deputado estadual e assumir a gigantesca Secretaria de Desenvolvimento Social. Neto tirou de letra o exercício do cargo de secretário da Sedes, tornando-se um dos melhores secretário do atual governo do Maranhão, se não o melhor. Em 2018 obteve 49.480 votos, destes 12.510 em São Luis. A passagem pela Sedes credencia Neto Evangelista a tentar viabilizar um projeto mais ambicioso que é ser prefeito de São Luis. Mas, até 2020, há muito chão pela frente.

Pedro Lucas Fernandes (PTB) – Outra grata liderança da nova geração de políticos do Maranhão, o vereador por São Luis Pedro Lucas Fernandes teve uma excelente votação para deputado federal elegendo-se com 111.538 votos, boa parte deles divididos entre o seu trabalho exercido na Câmara Municipal e o legado do seu pai, o ainda deputado federal Pedro Fernandes. Um dos vereadores com maior prestígio tanto com o prefeito Edivaldo quanto o governador Flávio Dino, Pedro Lucas saiu das urnas de 2018, em São Luis, com 32.825 votos, nada mal para quem entrou recentemente na política. Com certeza é um nome que deve crescer até 2020.

Wellington do Curso (PSDB) – Considerado de longe um dos deputados estaduais mais atuantes, propositivos, assíduos e pontuais da Assembleia Legislativa do Maranhão, o empresário Wellington do Curso teve a sua excelente atuação parlamentar reconhecida pelo povo maranhense que o reelegeu com 24.950 votos, 17.328 votos só na capital São Luis. Incansável, Wellington deverá ser a principal voz da posição ao Palácio dos Leões na próxima legislatura. Em 2016, disputou a eleição de prefeito de São Luis ficando em terceiro lugar com 19.80% votos válidos, o que corresponde a exatos 103.951 votos. Portanto, Wellington do Curso é uma “foto” que pode reaparecer as urnas em 2020.

Zé Inácio (PT) – “Baixadeiro da Gema”, petista histórico desde os tempos de estudante, Zé Inácio é atualmente o único deputado petista com assento na Assembleia Legislativa do Maranhão e continuará sendo a partir de fevereiro de 2019. Defensor de causas dos trabalhadores do campo e da cidade, direitos humanos e minorias em geral, Zé Inácio tem pautado o seu mandato também com apresentação de bons projetos para a sociedade. Além da experiência no parlamento, Zé Inácio possui experiência administrativa relevante, como ex-delegado Regional do Desenvolvimento Agrário e ex-superientende estadual do Incra, ambos exercidos nos governos Lula e Dilma. Zé Inácio tem defendido o debate sobre candidatura própria do PT à prefeitura de São Luis, e com certeza deverá ser um nome que o partido apreciará dentro do calendário eleitoral próprio do PT.

PS: A cada seis mesesm até as eleições municipais de 2020, o Blog do Robert Lobato fará enquetes atualizando com novos nomes que forem surgindo.

SENADO 2018: Márcio Jardim declara apoio a Weverton Rocha, “mas sem emprego na Prefeitura” 16

O argumento de Márcio que votará no candidato pedetista porque a segunda candidata do governo, a também deputada federal Eliziane Gama (PPS) é “golpista”, não passa de balela, até porque o que não faltará no palanque comunista de Flávio Dino é “golpista”. Aliás, é “golpista” que engancha.

Márcio Jardim é do bem, boa gente.

Mas, infelizmente, se perdeu!

Jovem militante petista, lulista, conheci Márcio nas escadaria de uma sede do PCdoB no início da década de 90. Mas, infelizmente, repito, se perdeu!

Não se sabe por qual motivo Márcio Jardim, de hora para outra, recuou nas críticas políticas ao governo Flávio Dino. Ex-pré-candidato ao Senado Federal, o petista foi duro em vários momentos com a posição do Palácio dos Leões em não aceitar que o PT fizesse parte da chapa majoritária ao lado do PCdoB.

Flávio Dino, como todos sabem, se impõe pelo medo e parece viver com mandatos de prisão debaixo do braço para intimidar que ousa desafiá-lo politicamente. A “KGB” local vive de dossiês e de bisbilhotar a vida alheia como forma de intimidação.

Ao declarar apoio ao candidato a senador Weverton Rocha, o bravo Márcio Jardim não apenas macula a sua biografia, como jogou na lata do lixo muitas das suas palavras enquanto dirigente e ex-pré-candidato petista nas muitas vezes que disse ter sido excluído dos planos dos Leões.

Ora, se ele próprio não serviu como candidato a senador por que agora é obrigado a declarar apoio a um candidato de outro partido? Quer dizer que Márcio Jardim não pode, mas Weverton Rocha pode? Que coisa!

O argumento de que vota no candidato pedetista porque a segunda candidata do governo, a também deputada federal Eliziane Gama (PPS) é “golpista”, não passa de balela! Até porque o que não faltará no palanque comunista de Flávio Dino é “golpista”. Aliás, é golpista que engancha.

Se por um lado a irmã errou politicamente em apoiar o impeachment da presidente Dilma, por outro lado dá um banho em Weverton Rocha quando o quesito é ética e retidão política.

Mas, para Márcio Jardim, isso é pouco.

Prefere se queimar dando apoio público ao nosso querido “Maragato”.

Mesmo “sem emprego na Prefeitura”, numa clara alusão a outro ex-pré-candidato petista a senador que mandou o projeto político para os ares e virou secretário de Holandinha.

E assim caminha o PT no Maranhão.

Até quando?

Santa Rita: Prefeitura resgata manifestações culturais e valoriza personagens locais no Carnaval 2018

Com o intuito de resgatar a cultura popular de Santa Rita, o prefeito Hilton Gonçalo determinou que a Secretaria municipal de Cultura, promova homenagens especiais aos nomes que marcaram a cidade. E esse ano, o escolhido foi o saudoso Raimundo dos Santos Gouveia, mais conhecido como, Raimundo Prego, responsável por muitas festas e por incorporar ao carnaval da cidade o hábito de usar a fantasia de fofão.

Raimundo Prego usou o seu personagem, o Fofão, e conquistou as crianças da época com sua máscara de gorila, o que se eternizou como protagonista de uma historia que durou décadas, lembrada até hoje por pessoas que vivenciaram aquele momento.

Essa foi uma das propostas de campanha apresentadas por Hilton Gonçalo. Na época, ele prometeu resgatar as manifestação culturais locais.

A ideia de retratar o passado desse artista popular com o tema Fofão de Ouro partiu do secretário municipal de cultural, Didi Muniz, que buscou aprofundar a vida pregressa de Raimundo Prego ouvindo relatos de familiares, em seguida apresentou a proposta ao prefeito Hilton Gonçalo que de imediato recebeu o aval do gestor.

“Mais do que justo homenagear essa pessoa que tanto contribuiu para a cultura do nosso município”, disse Didi Muniz.

Quem foi Raimundo Prego?

Nascido em 16 de outubro de 1922, Raimundo Prego, como era conhecido, tem seu registro de nascimento no povoado Centrinho – na época, pertencente ao município de Rosário-MA. Filho adotivo do casal Apolinário Damásio Gouveia e Joana Santos Gouveia, Raimundo teve que lutar por sua subsistência ainda criança, e aos 12 anos vendia leite para os vizinhos.

Em 1955 conheceu Dona Raimunda e dessa união, nasceram 8 filhos. A família de costume muito simples vivia de forma tranquila e Raimundo Prego, vendo a família crescer, se viu obrigado a mudar para capital São Luís, na busca de novas oportunidades de emprego, e assim sustentar a família.

Já na capital, Raimundo conseguiu emprego na Rede Ferroviária Federal (RSSFA) e durante anos alimentou a fornalha da “Maria Fumaça” que fazia a linha São Luís / Teresina – tão cantada por João do Vale! Foi nesse interim, que Raimundo se tornou boêmio, conheceu os encantos da noite, e nessas noitadas aumentou a prole, chegando a ter mais 26 filhos.

Grande devoto de Nossa Senhora da Conceição, fazia todos os anos o festejo da Santa no mês de dezembro no antigo povoado São Bernardo (hoje Ilha das Pedras) em Santa Rita. Mas a maior alegria de Raimundo era o período carnavalesco, era no carnaval que Raimundo Prego vestia o manto sagrado do fofão e saia pelas ruas e povoados de Santa Rita, traduzindo em sua genial performance, a verdadeira essência do carnaval de rua.

Vestido de fofão, Raimundo Prego enriqueceu a cultura das cidades de São Luís, São José de Ribamar e Santa Rita, em especial Carema. Há quem diga que “aquele fofão era mais amável do que feio… Trazia mais alegria do que medo” palavras de quem ouviu com carinho as histórias de saudoso negão.

Mas no dia 19 de outubro de 1994 a boneca caiu da mão do fofão, a máscara deu lugar ao rosto frio e olhos fechados e o manto sagrado do fofão, ocupou o vazio de uma gaveta fria. Naquele dia, o generoso coração de Raimundo Prego parou e deixou o carnaval em lágrimas. Seu legado foi seguido por seus filhos e até os dias atuais, o sangue cultural de Raimundo corre quente nas veias da família.

Graças a Raimundo Prego e muitos outros, a cultura de Santa Rita hoje é rica, e pode com orgulho trazer para os dias atuais a imagem de um grande ícone, a quem devemos reverenciar no império de momo.

ELEIÇÕES 2018: Entenda o que está por trás do suposto interesse de Edivaldo pela vice de Flávio Dino 8

A manobra teria a ver com o desempenho do deputado federal Weverton Rocha (PDT) nas pesquisas internas para senador.

O Blog do Robert Lobato descobriu o que está por trás do repentino “interesse” de Edivaldo Holanda Junior (PDT) pelo posto de vice-governador de Flávio Dino (PCdoB) em 2018. A informação veio à tona ontem, por meio de um graduado blogueiros de paletó.

Segundo o escriba, que integra a assessoria do prefeito, aliados de Edivaldo Júnior já estariam “empolgados” com a tal possibilidade, que abriria a possibilidade do PCdoB assumir de vez a Prefeitura de São Luís com a ascensão do vice Júlio Pinheiro.

“Mas Bob, o PDT então teria duas vagas na chapa majoritária dinista ou o deputado federal Weverton Rocha estaria fora da disputa de senador?”, pode perguntar aquele leitor esperto.

Pois bem. Esta é a senha para desvendar o que estaria por trás dessa articulação subterrânea, meu atento leitor.

Segundo um audacioso “leão do palácio”, daqueles que não arredam o pé na defesa de Flávio Dino, a manobra teria a ver com o desempenho do deputado federal Weverton Rocha (PDT) nas pesquisas internas para senador.

Quem explica o próprio “leão do palácio” (com edição):

“Bob, sentindo uma dificuldade em eleger-se para o Senado Federal, já que ele teve acesso à pesquisas nada animadoras, Weverton Rocha começou a construir o plano B, de forma a demarcar espaço e afastar possíveis interessados no lugar de Carlos Brandão, já considerado fora da disputa pela vice. Se não viabilizar-se para a disputa por uma das vagas do Senado Federal, o “Maragato” quer ser vice-governador e, para isso, já mandou o prefeito guardar seu lugar, pois vai que o projeto “Weverton – senador 2018″ não dê certo, né?”, disse via WatsApp.

Em tempo: Em entrevista ontem ao famigerado programa sorvete, agora transmitido pela Mais FM, Edivaldo não negou a articulação. Enrolou, enrolou, deu “zignal”, mas manteve suspense sobre sua indicação para vice de Flávio Dino.

Para bom entendedor…