Urbano Santos: Othelino e Josimar de Maranhãozinho recebem demandas da população

Othelino e Josimar de Maranhãozinho disseram que a reunião, com a participação de centenas de pessoas, serviu para ver de perto as demandas da população

O presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto (PCdoB), e o  deputado Josimar de Maranhãozinho (PR) reuniram-se com populares e lideranças comunitárias e políticas de Urbano Santos, no domingo (4), para discutir propostas visando à destinação de obras e serviços que possam melhorar o município.

O encontro foi organizado pelo ex-candidato a prefeito da cidade, Washington do Posto. Othelino e Josimar de Maranhãozinho disseram que a reunião, com a participação de centenas de pessoas, serviu para ver de perto as demandas da população.

“Conversamos com Washington e os participantes sobre as demandas da população. As pessoas falaram dos principais problemas da cidade e o compromisso que firmamos, eu e o deputado Josimar, foi de  tentar ajudar a população por meio de nossa ação parlamentar”, explicou.

Os dois deputados foram recepcionados pelo ex-candidato a prefeito da cidade, que promoveu um grande debate a fim de ouvir da população propostas que possam ser atendidas por meio da atuação parlamentar dos dois.

Aos dois deputados, os moradores e lideranças comunitárias e políticas expuseram problemas trazidos por várias comunidades e bairros, a exemplo de ruas sem asfalto, hospital inacabado e estradas vicinais ruins.

Josimar de Maranhãozinho também disse que pretende ser parceiro do líder político local, sempre levantando a bandeira em defesa de Urbano Santos. Ele garantiu que vai se esforçar para atender às demandas da população local.

Estiveram presentes também dois vereadores locais pela oposição, Romiro Max e Leia Costureira; o presidente da Câmara Municipal da vizinha São Benedito do Rio Preto, Dário Erre, e o prefeito desta cidade, Maurício Fernandes.

Os vereadores enfatizaram a importância do encontro com os deputados e relacionaram vários problemas na cidade, como o sucateamento dos serviços públicos.

Ao falar, Washington do Posto apresentou também uma lista dos problemas enfrentados pela população, principalmente a mais humilde, e os agricultores.

Elogiou Othelino e Josimar, pela disposição de debater com os moradores os problemas que lhes afetam.

Todas as demandas apresentadas pela população são por melhorias e os deputados garantiram que vão imprimir esforços no sentido de atendê-las.

(Da Assessoria)

Roberto Rocha, o pai 6

Quem convive com o dia-a-dia da política frequentemente ouve o mesmo lamento dos políticos, sobre o tempo que a atividade rouba da presença com a família.

“Eu mal vi meus filhos crescerem”, ouvi certa vez de um deputado. É próprio da política não criar uma rotina de vida, estar imerso numa constante vertigem de tarefas que se sobrepõem umas às outras. E tudo se agrava se o político tem que ir para Brasília, cumprir sua jornada semanal como deputado ou senador.

As famílias, por sua vez, adaptam-se a essa presença errática, aos compromissos de última hora, à chegada de visitas em casa, a qualquer momento. Faz parte do jogo.

No entanto, longe de representar um afastamento, essa condição significa, para alguns, um engrandecimento do valor da família como o porto seguro, a fonte mais intensa de proteção pessoal e refúgio das atribulações que a vida pública impõe.

Um desses políticos é o senador Roberto Rocha. Desnecessário lembrar a devoção que guarda ao seu pai. No seu gabinete, em permanente prontidão, está um quadro a óleo do ex-governador Luiz Rocha. Na última semana fui testemunha de uma situação que contrapôs o político e o pai, em condições dramáticas. O senador desembarcou em Brasília para cumprir uma extensa agenda, que incluía a leitura do relatório da CPI do BNDES, já anunciada para a imprensa, a votação que autorizava a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, e a votação do seu projeto da ZEMA – Zona de Exportação do Maranhão. Três assuntos de alta voltagem política.

Mas seu pensamento estava a quilômetros dali. Poucas horas antes de desembarcar em Brasília, chegara a notícia de que seu filho caçula, recuperando-se de uma cirurgia em que teve um rim extraído, em São Paulo, recebera a biópsia com o terrível diagnóstico: câncer, de um tipo raro.

Nessa hora o pai tomou o lugar do senador. Foi o tempo de adiar a sessão da CPI, explicar ao seu partido as razões da ausência na votação e tomar o primeiro avião. Seguiram-se dois dias de angústia para consultas a especialistas e realização de exames mais completos para ver a extensão do quadro. Finalmente, a boa notícia: os exames mostraram que a doença não havia contaminado o organismo, restando encapsulada no tumor já retirado.

Foi assim também, meses atrás, quando seu irmão, Rochinha, teve que passar por delicada cirurgia. Não foi diferente, anos atrás, nos dias finais de seu pai. Nessas horas é claro que a atividade política fica em segundo plano. Ainda assim teve blog publicando post acusando que “teve senador que faltou à votação da intervenção e só volta semana que vem”. É um belo exemplo de, dizendo apenas verdades, não dizer a verdade.

Esse é um dos preços que os políticos pagam pela permanente exposição pública. A difícil arte de preservar seu núcleo familiar das luzes incandescentes da política, ao mesmo tempo jamais negando à família a presença nos momentos de dor ou de alegria.

ELEIÇÕES 2018: A TPE – Tensão Pré-Eleitoral 6

É impressionante como alguns analistas políticos, principalmente da imprensa, ficam afobados em época de eleição como se fosse a primeira que irão cobrir ou participar.

Parece que o mundo vai se acabar, que não há mais nada a fazer, que a “fatura” já está ganha para esse ou aquele candidato, que quem quiser derrotar o adversário que está poder tem correr feito louco atrás de apoios, partidos, políticos etc.

Uma boa prática para acalmar a essa TPE – Tensão Pré-Eleitoral, é respirar fundo e contar até 10, se necessário até 100, conforme o caso.

Mas caso os afetados por uma forte TPE queiram praticar algo mais racional, basta fazer um exercício de retrospecção, uma viagem na linha do tempo das últimas eleições. Dá um pouco mais de trabalho do que respirar fundo e contar até 10 ou até 100, é verdade, mas certamente será mais útil para chegar-se à conclusão básica de que a política tem a sua própria dinâmica e que a realidade de hoje pode ser completamente diferente de amanhã.

“Quem morre de véspera é peru”, ensina o adágio popular.

Fico embasbacado diante certas coisas que leio vinda de gente experiente, “puta velha” do jornalismo político, ou mesmo da política propriamente dita, cair em armadilhas das famigeradas pesquisas “tabajaras”, de factoides de governos, proselitismo de governadores, opiniões de “zap-zapeiros” etc, etc, etc.

A TPE é prejudicial porque leva as pessoas tirarem conclusões precipitadas, equivocadas e completamente aleatórias do momento atual. Isso gera um efeito contrário do desejado, além de poder servir até de gozação para os adversários.

O melhor, repito, é fazer uma retrospectiva das últimas eleições: quem estava liderando a meses das eleições e depois comeu poeira? Quem ganharia no primeiro turno e quando a campanha começou sequer foi para o segundo turno? Quem não tinha partido algum antes das convenções mas depois conseguiu compor uma boa aliança partidária? Quem era o patinho feio da eleição e apurados os votos virou a grande surpresa do pleito? E por aí vai.

Esse tipo de análise é que realmente importa para uma boa projeção de cenários.

Contudo, há os agoniados, os “perus” que morrem de vésperas.

Para estes aquela velha receita, conforme abaixo.

Vamos lá: Respirem fundo! Contem até 100! Agora relaxem…

Ecos da Baixada, literatura e política

Se é verdade que os “gritos” em forma de letras contidos no livro Ecos da Baixada ecoaram pelo Maranhão afora, não é menos verdade que eles precisam ecoar também na política para que possam, além de ser ouvidos, atendidos nos seus legítimos pleitos

Não sei ao certo se a expressão “noite de gala” cabe para expressar o grandioso evento que foi o lançamento do livro Ecos da Baixada, ocorrido ontem, terça-feira, 14, na sede da Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB).

De qualquer forma, foi uma noite histórica para literatura maranhense e para os amantes das coisas simples, mas que dão sentido à vida. Aliás, simplicidade é uma marca do povo baixadeiro.

O livro foi organizado pelo escritor Flávio Braga e reúne textos de 32 coautores, naturais ou vinculados afetivamente à Baixada Maranhense, e conta através de artigos, crônicas, poesias etc, casos e causos referentes esse pedaço de terra que é um dos mais e belos ricos do estado.

No clássico “Os Sertões”, Euclides da Cunha escrevera: “O sertanejo é, antes de tudo, um forte”. Parodiando o imortal da Academia Brasileira de Letras, pode-se afirmar que “O baixadeiro é, antes de tudo, um forte”. Sim, pois viver naquelas brenhas entres rios, lagos e campos precisa ser realmente forte, macho, fêmea!

Há uma sensação de que já passa da hora de apenas escrever, filosofar e poetizar sobre a Baixada Maranhense. É hora do “fazer” pela Região!

E só é possível fazer algo pela Baixada se for através da política, mas política assim, com “P” grande.

Para tanto, os baixadeiros precisam se impor e exigir espaços expressivos nas eleições de 2018, quiçá com candidato a vice-governador ou mesmo a senador. Além, claro, de candidatos a deputado estadual e deputado federal, gente realmente comprometida com a Região e com o seu povo.

Enfim, se é verdade que os “gritos” em forma de letras contidos no livro “Ecos da Baixada” ecoaram pelo Maranhão afora, não é menos verdade que eles precisam ecoar também na política para que possam, além de ser ouvidos, atendidos nos seus legítimos pleitos.

E viva a Baixada Maranhense!

Essa é a palavra de ordem do povo baixadeiro.

Foto oficial com os autores do livro Ecos da Baixada. Bob Lobato presente.

PS: A partir da semana que vem o Blog do Robert Lobato estreia o espaço “Ecos da Baixada” com textos, matérias e informações sobre a nossa querida Baixada Maranhense! Aceita-se colaboração de conteúdos.

500 anos da Reforma Protestante: movimento mudou religião, educação, ética e política 2

Ensaio para o evento Raízes e Legado dos 500 Anos da Reforma Luterana, que ocorrerá no próximo sábado

Via Gaúcha ZH

O marco do movimento foi 31 de outubro de 1517, dia em que Lutero pregou suas teses protestando contra uma série de pontos da doutrina da igreja da época

Martinho Lutero talvez não imaginasse, ao pregar – literalmente, com martelo e prego, na porta da igreja do castelo alemão de Wittenberg – as 95 teses que abalariam as estruturas da Igreja Católica e dividiriam o cristianismo, que suas contestações sobre a religião, tornadas públicas há 500 anos, teriam tanto impacto ainda hoje.

Para os luteranos, a Reforma Protestante levou a mudanças importantes em diversos aspectos da sociedade: além da religião, foco principal da revolta do então jovem monge, transformações na educação, na ética, na política e no trabalho também foram inspiradas pelos ideais protestantes. O marco do movimento foi 31 de outubro de 1517, dia em que Lutero pregou suas teses protestando contra uma série de pontos da doutrina da igreja da época.

— É muito difícil entender o que chamamos de Era Moderna sem a Reforma. Lutero abre um caminho muito amplo que vai conduzir a sociedade rumo às liberdades individuais. A Reforma traz liberdade de consciência ao cidadão, limita as autoridades políticas e religiosas — observa Ricardo Willy Rieth, doutor em história e vice-reitor da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra).

Presidente da Igreja Evangélica Luterana do Brasil (Ielb), o pastor Egon Kopereck sustenta que Lutero foi um dos principais defensores da educação como direito de todos e dever do Estado:

— Lutero lutou muito pelo ensino, tanto que é considerado o pai da educação pública. Ele defendia, há 500 anos, que a partir da educação vem a mudança na sociedade e, assim, dizia para o governo investir mais, criticava o fato de se gastar mais com armamentos do que com escolas. Lutou também pelos direitos sociais, para que todos tivessem o respeito à vida em primeiro lugar.

O pastor Nestor Paulo Friedrich, presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), afirma ainda que a Reforma Luterana deu força à busca pela igualdade:

— A briga de Lutero era para que meninos e meninas tivessem acesso à escola, um desafio semelhante aos que temos ainda hoje em uma sociedade notadamente patriarcal: de lutarmos pelos mesmos direitos para homens e mulheres.

Sem conflitos com a Igreja Católica

Como as contestações do monge provocaram mudanças que ultrapassaram os muros da igreja – ou das igrejas, como passaria a ser a partir da Reforma Protestante —, os luteranos celebram os 500 anos do início do movimento desejando resgatar o legado deixado por Lutero para cristãos e não cristãos. A reforma, com o passar dos séculos, cruzaria também fronteiras, estendendo-se a outros países da Europa, chegando aos Estados Unidos e, mais recentemente, também de maneira significativa, à África e à Ásia.

No Brasil, onde chegou no início do século 19, com os imigrantes alemães, o luteranismo marca presença principalmente nas regiões Sul e Sudeste. Ficam no Rio Grande do Sul, onde se estima que estão mais da metade das pessoas que se identificam como devotas dos ensinamentos de Lutero no país, as sedes nacionais das duas instituições luteranas brasileiras: a IECLB e a Ielb.

Os presidentes de ambas enaltecem ainda um ensinamento que defendem o reforço ainda hoje em muitos lugares: a luta para que políticos, autoridades em geral e todos os cidadãos vivessem de forma honesta, correta, buscando o bem-estar de todos, e não os próprios interesses em primeiro lugar.

— Foi o processo de liberação de um poder que era centralizador, político e religioso. Agora, a Reforma é uma cidadã do mundo, não somente patrimônio das igrejas luteranas — afirma o pastor Friedrich.

Das rusgas de meio milênio atrás com a Igreja Católica, os luteranos garantem que não restou animosidade: as divergências se limitam a entendimentos diferentes, mas que não mais levam ao conflito.

— Hoje vivemos um momento de muita tranquilidade. Temos nossas diferenças de ritual, de prática, de interpretação, mas há uma convivência tranquila, pacífica. Acima de tudo, somos cristãos — destaca o pastor Kopereck.

O que pregou Lutero

Lutero dedicou sua trajetória religiosa, iniciada em 1505, a buscar entender como a clemência de Deus seria alcançada. Viajando a Roma, o jovem monge foi confrontado com o comércio de indulgências, algo então comum em pontos da Europa. A “venda do perdão” era realizada diretamente pela Igreja Católica, em uma época em que enfrentava problemas financeiros e prometia até o regaste de mortos cujos parentes comprassem o a misericórdia divina.

Ao encontrar na Bíblia uma resposta que contradizia esse comércio, Lutero propôs debater o tema e contestou a prática em 95 teses, que foram divulgadas em 31 de outubro de 1517. A atitude repercutiu e, solicitado a se retratar, Lutero concordou em fazê-lo somente se suas teses fossem derrubadas com argumentos bíblicos. Foi expulso da Igreja, dando início a uma reforma que acabou por dividi-la.

As pesquisas e o mercado mostram que não há descolamento entre a política e a economia

A política e a análise política de vez em quando resvalam para o pensamento mágico, no qual a projeção do desejo substitui a realidade. A mais recente expressão disso é a teoria do descolamento entre a economia e a política. A primeira estaria em boa medida protegida das confusões e incertezas da segunda. Os números estariam aí para comprovar. Será?

Qual é a situação da política? Instabilidade micropolítica, mas razoável estabilidade macropolítica. A turbulência atinge sim Michel Temer. Mas, se prevalecer a, no momento, improvável hipótese de a Câmara dos Deputados determinar a saída dele, o governo ficará nas mãos de seu bloco político, que hoje traduz o poder de um bloco histórico pró-liberal na economia.

Com Temer, Maia ou qualquer outro, o governo prosseguiria as privatizações, renegociações tributárias etc, para cobrir despesas correntes e evitar o desastre no curto prazo. O sonho inicial do mercado era Temer equacionar a sustentabilidade de longo prazo da dívida, com uma forte reforma da previdência. Mas, também aqui, o ótimo é inimigo do bom.

Por isso, o mercado vai bem, apesar do noticiário político “trem fantasma”, um susto a cada curva. Mas, o que é “ir bem”? É essencialmente o reflexo da melhora da saúde e da lucratividade das empresas por ganhos expressivos de produtividade, sustentados essencialmente na ainda boa capacidade ociosa e no hoje gigantesco exército de mão de obra de reserva.

Se essa recuperação agrada às fontes tradicionais do jornalismo, não atende porém tanto assim ao desejo dos que o jornalismo costuma ouvir menos. Entre eles 1) os 13 milhões que procuram trabalho e não acham, 2) os que desistiram de procurar, 3) os que acharam, mas para ganhar bem menos e 3) os atingidos por cortes nas políticas públicas. E a todos esses acrescente-se suas famílias.

E temos então a segunda demonstração de não haver descolamento algum entre a economia e a macropolítica: as pesquisas de avaliação de governo e eleitorais. Para quem a economia vai bem, o governo é passável, apesar dos pesares. Para a maioria, nem pensar. E aí a intenção de voto mostra uma recomposição do bloco histórico que elegeu Lula/Dilma em 2006 e 2010.

Pouco a pouco, a má memória do segundo governo Dilma vai sendo diluída na esperança de ter de volta uma gestão baseada na expansão do emprego, do salário e do crédito. Os “de baixo” também têm pensamento mágico, e ele por enquanto garante a resiliência de Lula, apesar das dificuldades do ex-presidente com a Justiça e, portanto, com o noticiário.

Nesta nova fase, o antipetismo buscará refúgio no argumento de que o problema (a ameaça da volta do PT/esquerda) será resolvido com a inelegibilidade de Lula. Será? Nas pulverizadas projeções atuais, o bloco PT/esquerda tem potencial para colocar um nome no segundo turno. É o que diz por sinal o número dos que apoiariam um candidato de Lula.

Como esse quadro poderia ser revertido ou pelo menos amenizado? Um caminho proposto é a solução duvidosa de não apenas tirar Lula da eleição mas impedi-lo de fazer campanha. Mais seguro seria produzir um 2018 com forte expansão de emprego, renda e políticas públicas para os “de baixo”. Um novo 1994, atualizado. Por enquanto, não está visível. Quem sabe?

De tudo isso, fica o paralelo entre a recente história política brasileira e o front franco-alemão na Primeira Guerra Mundial. Muito canhão, muita bomba, muita arma química, muitas mortes. Quando a fumaça desce, os exércitos estão mais ou menos no mesmo lugar. Apesar do alarido e das baixas, os fatos ainda não produziram uma nova relação de forças.

Establishment

Na corrida tucana, desce Dória e sobe Alckmin. Os tucanos têm um desafio: deslocar Bolsonaro e Marina. Parece hoje algo complicado, mas talvez não seja tanto. Em condição normal de temperatura e pressão, o establishment tem gás para colocar um nome no segundo turno. Basta uma adequada campanha de demolição da concorrência.

Assim como o PT, o PSDB (ou algum derivado) terá base social na eleição. Nunca se deve subestimar isso.

(Fonte: www.alon.jor.br)