ELEIÇÕES 2018: Do que reclama o coronel Monteiro? 4

Ao invés de lamentar o desfecho dado pelo seu partido, o coronel Monteiro deveria aceitar o fato de que o PHS e o PMN sozinhos não iriam a lugar algum. E, ao invés de desanimar, “reconhecer a queda, levantar, sacodir a poeira e dar a volta por cima”, como ensina o poeta

O pré-candidato do PHS ao Governo do Estado, coronel Monteiro, descobriu da pior maneira que política não é para principiantes, ainda no Maranhão.

Por alguns instantes, o oficial do Exército acreditou mesmo que seria candidato a governador se apresentando como um outsider das eleições de 2018, uma espécie de Bolsonaro maranhense. Não deu!

Ao divulgar um vídeo onde afirma que sua candidatura foi “podada” e que “o mecanismo é muito pesado”, o coronel revelou de forma até inocente, coitado, que não é do ramo e que entrou num território que é um verdadeiro campo de guerra, mas não do tipo que estudou nos cursos de formação do Exército.

Ora, ao invés de lamentar o desfecho dado pelo seu partido, o coronel Monteiro deveria aceitar o fato de que o PHS e o PMN sozinhos não iriam a lugar algum. E, ao invés de desanimar, “reconhecer a queda, levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima”, como ensina o poeta.

De qualquer forma, coronel Monteiro afirma que não vai sair da luta. Será?

CANDIDATURA BRAIDE: Não basta ter vontade, não basta participar. Não basta ser candidato, tem que ter “Gelol” 6

No caso de Braide, por “Gelol” entenda-se partido, coligação, tempo de tevê, estrutura para candidatos proporcionais e recursos financeiros para rodar esse imenso estado.

Ninguém da oposição ao governo fake de Flávio Dino tem dúvidas da importância de uma candidatura como a do deputado estadual Eduardo Braide (PMN) para o processo eleitoral de 2018 no Maranhão.

É importante em todos os sentidos: político, eleitoral, democrático e inclusive pedagógico, uma vez que uma eventual candidatura Braide ao governo estimularia, no futuro, mais jovens a entrarem na política e praticar efetivamente a cidadania sendo ou não candidatos.

Da parte deste humilde blogueiro, a tranquilidade é total quando o assunto é Eduardo Braide. Talvez o Blog do Robert Lobato tenha sido o primeiro a reconhecer que parlamentar faria uma boa campanha para prefeito em 2016 por conta das suas qualidades mais proeminentes: ótimo orador, preparado politicamente e bom de debate. Não deu outra, o homem foi parar no segundo turno e por pouco não mandou Holandinha de volta pra casa.

Eis que dois anos depois de quase virar prefeito de São Luis, e só não virou por conta de uma vaidade pueril que lhe custou a vitória, Braide volta agora com o vontade de ser governador. Um direito pra lá de legítimo, diga-se!

A questão fundamental para o projeto Braide governador-33 está no título deste post: “Não basta ter vontade, não basta participar. Não basta ser candidato, tem que ter “Gelol”.”

Lembram daquela propaganda lá pelos idos dos nos 80 de autoria do genial Duda Mendonça que dizia: “Não basta ser pai, tem que participar. Não basta ser remédio, tem que ser Gelol”? Pois é.

No caso de Braide, por “Gelol” entenda-se partido, coligação, tempo de tevê, estrutura para candidatos proporcionais e recursos financeiros para rodar esse imenso estado e produzir bons programas eleitorais. Lembrando que nestas eleições de 2018 os candidatos terão como única fonte de recursos financeiros o Fundo Eleitoral dos partidos. Caixa dois não só virou crime como agora dá cadeia, conforme a legislação eleitoral vigente.

Inteligente, o deputado Eduardo Braide tem consciência de tudo isso e o seu drama é justamente ter vontade, querer participar, ser candidato, mas não ter o “Gelol”.

O fato, repito, é que a candidatura Braide é muito importante na luta política para tirar o Maranhão desse cenário “branco e preto” que só interessa a quem está atualmente no poder, ou seja, Flávio Dino.

Contudo, caso o “Gelol” não venha para Braide, que o jovem e promissor político maranhense se apresente ao exército daqueles que realmente desejam superar uma triste página da história recente da política do Maranhão marcada, sobretudo, por mentiras e perseguições.

É com você, meu caro Braide!

Fiquem com o inesquecível e emocionante comercial da Gelol.

ELEIÇÕES 2018: A verdade sobre José Reinaldo e o PSDB 42

Pelo que o Blog do Robert Lobato tem apurado, não há qualquer óbice, seja no plano local ou nacional, para a filiação de José Reinaldo ao PSDB. O que existe é a condição para que o deputado se enquadre no que já existe de concreto no partido, ou seja, o projeto Roberto Rocha governador-45 e Geraldo Alckmin presidente-45

Em época de pré-campanha é também aberta a temporada de especulações, fofocas, chutes, intrigas, fuxicos políticos etc. Mas também há espaço para informações factuais.

Pois bem. O que há de fato nas movimentações do deputado federal José Reinaldo Tavares em torno do PSDB? O parlamentar, sem partido, deseja mesmo filiar-se à sigla tucana? O que o motiva entrar nos quadros do PSDB? E como fica o deputado estadual Eduardo Braide nesse contexto?

O Blog do Robert Lobato vai tentar responder aos questionamentos acima. Vamos lá.

De fato José Reinaldo tem manifestado desejo de entrar no PSDB após ser passado pra trás, mais uma vez, pelo governador Flávio Dino (PCdoB) que confiscou o DEM, presidido pelo deputado federal Juscelino Rezende, e travou a filiação do ex-governador no partido.

Desprezado e humilhado pelo DEM e pelo governador, Zé Reinaldo percebeu que só teria uma opção partidária para viabilizar o seu projeto de candidatura ao Senado Federal: o PSDB.

Isso porque de todos os chamados grandes partidos os que não estão sob o controle do Palácio dos Leões estão com o grupo Sarney. Logo sobra apenas o partido do 45 para José Reinaldo, já que nessa altura do campeonato pré-eleitoral fazer um caminho de volta para Flávio Dino ou para José Sarney seria o deputado cometer haraquiri.

PROJETO NACIONAL E LOCAL DO PSDB

Entretanto, José Reinaldo quer entrar no PSDB apaixonado por uma tese, qual seja a de fazer com que o partido apoie a candidatura de Eduardo Braide (PMN) ao governo do Maranhão. E é aí que porca torce o rabo. Explico.

O PSDB no Maranhão é presidido pelo senador Roberto Rocha que é pré-candidato a governador atendendo a um chamamento da cúpula nacional tucana, inclusive do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que é presidente do partido e pré-candidato a presidente da República nas eleições de 2018.

Ora, como é que pode caber na cabeça do meu amigo José Reinaldo Tavares ser possível querer entrar no PSDB e “chegar chegando” para mudar um projeto local que já está em curso e totalmente articulado com projeto nacional do partido? Não dá, né?

Pelo que o Blog do Robert Lobato tem apurado, não há qualquer óbice seja no plano local ou nacional para a filiação de José Reinaldo ao PSDB. O que existe é a condição para que o deputado se enquadre no que já existe de concreto no partido, ou seja, o projeto Roberto Rocha governador-45 e Geraldo Alckmin presidente-45.

Atendendo e entendendo a essa realidade, Zé Reinaldo não somente tem filiação garantida nos quadros tucanos como é o senador do partido. Só que o tempos está passando…

“E quanto a Eduardo Braide, Bob?”, pergunta o leitor que pensou que havia esquecido de tratar desse particular.

Bom, a situação de Braide não é muito diferente do caso do deputado José Reinaldo.

Pelo que o Blog do Robert Lobato tem de informação, as portas do PSDB também estariam abertas para o jovem e talentoso político Eduardo Braide desde que igualmente entenda o contexto partidário atual com Roberto Rocha governador-45 e Geraldo Alckmin presidente-45.

Se entender isso, Braide pode ser o principal candidato a deputado federal da coligação e sair gigante da eleição, embora não precise, necessariamente, deixar o seu PMN, basta coligar com o PSDB.

Essa é verdade dos fatos.

O resto são intrigas e fuxicos de governistas e sarneysistas que trabalham desesperadamente pela divisão da terceira via.

Ufa!

VÍDEO: Cauteloso, Eduardo Braide evita afirmar que é pré-candidato a governador 8

O parlamentar também negou que tenha sido convidado por Roseana Sarney (MDB) para ser vice da ex-governadora, mas admitiu que tem conversado com vários partidos.

O deputado estadual Eduardo Braide (PMN) concedeu entrevista ao programa Maranhão Acontece (TV Guará), apresentado pela jornalista Bianka Nogueira.

Na entrevista, o ex-candidato a prefeito de São Luis nas eleições de 2016, quando ficou em segundo lugar, Eduardo evitou afirmar categoricamente que irá disputar a sucessão do governador Flávio Dino (PCdoB) em 2018. O deputado preferiu usar da cautela, que de fato, neste momento de pré-campanha, é o mais recomendável.

“Ninguém é candidato de si mesmo. É claro que eu preciso de uma aliança partidária, da vontade do povo e isso as pesquisas já demonstrado, pois em todas elas o nosso nome tem aparecido em terceiro lugar. Mas uma candidatura ao governado do estado não depende só do candidato, mas admito que reunidas todas as condições tenho a disposição de concorrer a governador”, afirmou.

Eduardo Braide defendeu, porém, uma “inovação” da política maranhense, que o estado pode ser bem melhor e diferente do que é hoje. O parlamentar também negou que tenha sido convidado por Roseana Sarney (MDB) para ser vice da ex-governadora, mas admitiu que tem conversado com vários partidos.

Confira a íntegra da entrevista com Eduardo Braide.

ELEIÇÕES 2018: Eduardo Braide está no jogo e pode disputar o governo filiado em partido “grande” 12

Os articuladores desse movimento são dois deputados maranhenses, um estadual e outro federal, e mais um senador de outro estado, mas do mesmo partido dos parlamentares do Maranhão.

Engana-se quem pensa que o deputado estadual Eduardo Braide (PMN) já tenha desistido de disputar um cargo majoritário nas eleições de 2018.

Segundo apurou o Blog do Robert Lobato, a uma intensa movimentação de bastidores que visa convencer Eduardo a concorrer ao Governo do Estado. E não seria pelo PMN, mas por outro partido com mais tempo no horário eleitoral de rádio e tevê. Um partido “grande”.

Os articuladores desse movimento são dois deputados maranhenses e mais um senador por outro estado, mas do mesmo partido dos parlamentares do Maranhão.

Segundo um observador que acompanha de perto essas articulações, “a ideia é convidar o deputado Braide para o nosso partido para concorrer ao governo já que ele pode surpreender como ocorreu na disputa pela prefeitura de São Luis em 2016 e de repente ir para o segundo e ganhar a eleição. Além de ajudar o nosso partido eleger deputados estaduais e federais”.

O Blog do Robert Lobato procurou Eduardo Braide para tratar do assunto, mas não obteve um feedback do parlamentar.