A PM KÁTIA DA SILVA SASTRE: Vilã ou heroína? 28

Entre outras mães, filhas e inocentes que correram risco naquele fatídico dia, o desfecho do ocorrido foi melhor para as pessoas de bem.

A PM Kátia da Silva Sastre, do estado de São Paulo, protagonizou um dos eventos mais comentados na imprensa, na sociedade e, claro, nas redes sociais, neste final de semana.

À paisana, a PM reagiu a um assalto na cidade paulista de Suzano e disparou contra o assaltante, que morreu no hospital. O meliante já tinha passagem pela polícia, inclusive com acusação de ocultação de cadáver.

O ato da policial dividiu opiniões à esquerda e à direita do espectro politico nacional.

Pela lado das esquerdas, a ação da policial foi algo desumano, arriscado (pois colocou outras vidas em perigo) ou “uma carnificina”, como exagerou a colunista Nathalí Macedo no artigo “A mãe PM que matou um ladrão em Suzano e a espetacularização da irresponsabilidade”, publicado no site Diário do Centro do Mundo.

Já para os direitistas, a PM Kátia Sastre agiu corretamente mostrando que “ladrão bom é ladão morto” e coisas do tipo.

De uma forma ou de outra, esse episódio foi trágico em todos os aspectos.

Em primeiro lugar, revelou o quanto nós, cidadãos, pais e mães de famílias, nossos filhos etc.,  estamos vulneráveis à ações de marginais que não tem qualquer empatia pela vida alheia.

Em segundo lugar, serviu para mostrar o quanto também vivemos numa sociedade totalmente dividida entre os que ainda acreditam nas leis enquanto instrumentos para punir marginais e aqueles que defendem que justiça pode ser feita com as próprias mãos.

Em terceiro lugar, o evento mostra ainda como a sociedade está carente à procura de heróis e/ou heroínas, uma vez que não acredita mais no Estado enquanto ente que pode resolver os problemas que lhe afligem no cotidiano, como é o caso da falta de segurança nas cidades independente do tamanho delas – antes, apenas os grandes centros urbanos padeciam com a insegurança, atualmente qualquer cidade pelo Brasil afora está à mercê da marginalidade.

Mas, respondendo ao questionamento que dá titulo a este post, ou pelo menos tentando respondê-lo, penso que a brava policial militar Kátia da Silva Sastre não é nem vilã e nem heroína. Trata-se de tão somente uma cidadã que fez aquilo para o qual foi treinada, qual seja defender seus concidadãos. Agiu de forma não apenas corajosa, mas com muita competência e preparo técnico.

Se a mídia glamorizou o episódio isso é uma outra questão. E nesse particular tanto a mídia de direita quanto a de esquerda cometeram e cometem seus excessos.

Por fim, mas do qualquer coisa, Kátia da Silva Sastre, ou simplesmente PM Sastre, agiu como mãe quando estava se preparando para participar com a filha de um homenagem ao Dia das Mães.

Só isso já a coloca na condição, se não de heroína, na condição de uma “super mãe”.

Entre outras mães, filhas e inocentes que correram risco naquele fatídico dia, o desfecho do ocorrido foi melhor para as pessoas de bem.

EDUARDO BRAIDE: “É grave usar a Polícia Militar como instrumento de perseguição política” 16

O deputado e pré-candidato a governador fez uma contundente crítica ao governo comunista do senhor Flávio Dino

O deputado estadual e pré-candidato a governador Eduardo Braide (PMN) partiu pra cima do governador Flávio Dino (PCdoB).

Por meio da rede social no Facebook, Braide criticou com contundência o que considera perseguição do governo comunista a opositores políticos e denunciou o uso da Polícia Militar do Maranhão como instrumento dessa perseguição.

Na mesma postagem, o deputado afirma que a mudança proposta na campanha de 2014 e anunciada por Flávio Dino no discurso de posse “ficou só na promessa”.

Onde o Governo Flávio Dino quer chegar com tanta perseguição? Que o governador é autoritário, todo Maranhão já sabe. Mas é preciso dar um basta a esse tipo de prática que já beira a insanidade. Um governador deve ter é o controle dos atos de seu governo – que está precisando e muito – e não das ações de seus opositores políticos. O mais grave é usar a Polícia Militar como instrumento nessa perseguição, prática que deveria ter acabado junto com a ditadura. Pra quem afirmou no seu discurso de posse que os leões do palácio nunca mais iriam rugir contra o povo, o que vemos é que a mudança tão falada ficou só na promessa. O povo maranhense merece ser livre de verdade!”, postou o deputado.

De fato é tudo muito grave o que acontece no Maranhão sob o mandarinato de Flávio Dino, ainda mais com a transformação das nossas instituições policiais órgão de dominação política na melhor tradição da “KGB” stalinista.

Mas isso é assunto para outra postagem.

Concurso da PM: Wellington cobra bom senso do Governador Flávio Dino e solicita que provas continuem sendo em janeiro

Sem justificativa alguma, o Governo do Estado do Maranhão, por meio das instituições competentes, retificou, mais uma vez, o edital de concurso da Polícia Militar do Maranhão. As provas, antes previstas para o dia 28 de janeiro, agora acontecerão no dia 17 de dezembro. Foi contra essa situação que o deputado Wellington do Curso (PP) recebeu centenas de reclamações e se posicionou ao cobrar “bom senso” por parte do Governador Flávio Dino (PC do B).

Ao encaminhar a solicitação, que foi feita em caráter de urgência, o deputado Wellington mencionou inúmeros fatores que mostram que a alteração de data prejudicará muitas pessoas.

“Aja com bom senso, Governador! Primeiro: por que mudaram a data agora de forma repentina? Onde está o planejamento do Governo do Estado? Vocês não o fizeram antes de lançar o edital? Por que tanta desorganização? Segundo: mudaram e não deram justificativa alguma para a população. As provas, agora, acontecerão 43 dias antes do previsto. Foi feita uma mudança, mas, mudança para prejudicar? Como fica a situação dos homens e mulheres que programaram seus estudos para a prova que seria em janeiro? Terceiro: entre as fases de inscrição e aplicação de provas os candidatos terão apenas 21 dias. Onde está a razoabilidade? Quarto: por que tanta pressa? Não quero acreditar que querem fazer desse concurso um objeto eleitoreiro. Senhor Governador, Vossa Excelência prejudicará homens e mulheres que sonham em ingressar na Polícia Militar do Maranhão. Em nome dos candidatos, solicitamos que mantenha a data da prova em janeiro, conforme divulgação inicial no edital. Seja coerente, já que não tem planejamento! Não prejudique a população”, disse o professor e deputado Wellington.

A solicitação do deputado Wellington foi encaminhada, em caráter de urgência, e deve ser respondida ainda nos próximos dias.

DESORGANIZAÇÃO

Inicialmente, as inscrições do concurso estavam previstas para começarem no dia 16 de outubro, o que não aconteceu. Posteriormente, a data da prova foi definida para o dia 21 de janeiro. Por meio de outra retificação, alteraram a data para o dia 28 também do mês de janeiro. Agora, de forma repentina e já na 4ª retificação do edital, as provas serão aplicadas com 43 dias de antecedência, isto é, no dia 17 de dezembro, prejudicando inúmeros maranhenses que programaram seus estudos de acordo com o Edital divulgado e todo remendado.

Deputado Wellington volta a cobrar idade de 35 anos para todos os candidatos no concurso da PM

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) voltou a cobrar uma resposta do Governador Flávio Dino quanto à ampliação da idade máxima de 30 para 35 anos no concurso da Polícia Militar do Maranhão. A solicitação de vários maranhenses foi apresentada pelo deputado Wellington há mais de duas semanas e, até o presente momento, o Governo segue se omitindo diante da solicitação de homens e mulheres que sonham em ingressar na Polícia Militar.

Ao justificar a cobrança, o deputado Wellington destacou a necessidade de se estabelecer a idade única, amparando-se assim em fundamentos legais, e não a distinção de 35 anos para Oficial (tenente) e 30 anos para Praça (soldado).

“Há mais de 02 semanas, eu levei à Assembleia Legislativa a solicitação de candidatos que sonham em ingressar nos quadros da Polícia Militar do Maranhão, mas que serão prejudicados caso a idade de 35 anos permaneça sendo apenas para os cargos de nível superior. Tanto o estatuto da PM quanto a Medida Provisória, que alterou o estatuto, estabelecem uma idade única para a formação de Oficiais, Sargentos e Soldados PM, QOPM e QOPM Fem. Se é assim, por que o Edital não impõe 35 anos tanto para os praças quanto para os oficiais? Os candidatos do concurso da PM aguardam a resposta, Governador. Continuaremos na luta para que o Princípio da Igualdade, estabelecido na Constituição Federal, seja respeitado e para que haja isonomia no tratamento de todos os candidatos que sonham em integrar a Polícia Militar do Maranhão”, afirmou o deputado Wellington.