Em nota, petistas voltam exigir vaga na chapa majoritária de Flávio Dino (OU: Unidade no PT ainda está longe) 22

Foi dada tão somente uma trégua, sabe-se lá até quando, ao “canibalismo” que tem marcado o petismo maranhense já por um bom tempo.

Em uma nota à militância petista, que poderia ter sido “dura, mas sem perder a ternura”, lideranças do PT Maranhão optaram apenas pela ternura, digamos.

Assinada pela presidente Nacional do PT, Gleisi Hoffmann; pelo secretário nacional Institucional, deputado federal José Guimarães (CE); pelos presidentes do Diretório Estadual do Maranhão e da Capital, Augusto Lobato e Honorato Fernandes, respectivamente;  pelos membros do Diretório Nacional, Marcio Jardim e Raimundo Monteiro; e ainda pelos deputados José Inácio e Zé Carlos, estadual e federal, respectivamente, a nota ratifica a posição politica tirada em encontro do partido de que aliança pela reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB) somente se o PT tiver vaga garantida na chapa majoritária liderada pelo comunista.

A nota

Mesmo assinada por alguns membros de diferentes correntes, o documento ainda não expressa um quadro unidade partidária como querem fazer crer os chamados “dinopetistas”. Pelo contrário, ela apenas joga, mais pra frente, debates que deverão ser duros entre as forças internas cada uma defendendo aquilo que acha ser mais importante e estratégico para o PT e para os seus projetos enquanto agrupamentos.

No fundamental, a nota é uma vitória da fração da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), liderada principalmente pelo deputado Zé Inácio, pelo ex-presidente estadual do PT Raimundo Monteiro, pelo dirigente Mundico Teixeira, entre outros. Esse setor da CNB que sempre cobrou com firmeza o estabelecido pelo encontro do partido, isto é, presença do PT na chapa majoritária ou nada de aliança com o PCdoB.

Já a ala da CNB representada pelo vereador Honorato Fernandes, a corrente Mensagem ao Partido, do presidente Augusto Lobato e do deputado federal Zé Carlos, e expoentes  governistas como Chico Gonçalves saem fragilizados porque a nota das lideranças petistas não expressam aquilo que defendem de fato: aliança com Flávio Dino de qualquer jeito, com ou sem espaço na majoritária.

Fator Eliziane Gama

A nota das liderança petistas não tocou num ponto nevrálgico que hoje é consiste no “pomo da discórdia” do PT maranhense: a pré-candidatura da deputada federal Eliziane Gama ao Senado na chapa de Flávio Dino.

Pelo que conseguiu apurar o Blog do Robert Lobato, o fator Eliziane Gama não foi tratado porque há uma avaliação, entre os participantes da reunião com a presidente Gleisi Hoffmann, de que a irmã e o seu PPS não ficam na coligação com o PCdoB até o final das convenções partidárias. Será?

Concluindo

Além da firmeza de setores da CNB, que não se deixaram levar pela covardia e benesses palacianas de “coligação a qualquer custo”, do PT ir “pelo beiço”; a posição vacilante de Flávio Dino em defender a candidatura de Ciro Gomes em detrimento a de Lula; e ainda a manutenção das pré-candidaturas de Márcio Jardim e de Nonato Chocolate ao Senado Federal, contribuíram para que saísse uma nota exaltando que “o Partido dos Trabalhadores no Maranhão, definirá sua tática eleitoral, diretamente vinculada a estratégia nacional de eleição do presidente Lula”.

Ainda não há, hoje,16 de maio de 2018, unidade partidária suficiente que garanta ao PT um projeto político-eleitoral mínimo que faça o partido sair maior do que entrou quando resolveu apoiar o governo Flávio Dino.

Foi dada tão somente uma trégua, sabe-se lá até quando, ao “canibalismo” que tem marcado o petismo maranhense já por um bom tempo.

A seguir a íntegra da nota da lideranças petistas.

Em reunião realizada no dia de 15 de março de 2018, na sede do Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores, em Brasília, com a presença da Presidente Nacional do PT, Gleisi Hoffmann, do Secretário Institucional do PT, Deputado Federal (PT/CE) José Guimarães, dos presidentes do Diretório Estadual e da Capital, Augusto Lobato e Honorato Fernandes, dos membros do Diretório Nacional, Marcio Jardim e Raimundo Monteiro e dos Deputados Estadual e Federal José Inácio e Zé Carlos encaminham de comum acordo as seguintes orientações políticas ao conjunto da militância do Partido dos Trabalhadores no Maranhão:

1. Organização imediata da campanha à presidência, do companheiro Lula no Maranhão. Lula livre, Lula Inocente, Lula Presidente;

2. O Partido dos Trabalhadores no Maranhão, definirá sua tática eleitoral, diretamente vinculada a estratégia nacional de eleição do presidente Lula com objetivo de ampliação de suas bancadas parlamentares em nível estadual e federal;

3. Reafirma a aliança política para garantir a reeleição do governador Flávio Dino;

4. A Direção Nacional e Estadual do PT, de forma conjunta, viabilizará diálogos com o PCdoB e o governador Flávio Dino para construir de comum acordo a participação do PT na chapa majoritária (Senado ou Vice) liderada pelo Governador Flávio Dino.

Senadora Gleisi Hoffmann
Presidenta Nacional do Partido dos Trabalhadores

Deputado Federal José Guimarães PT/CE
Secretário Institucional do PT – DN

Augusto Lobato
Presidente Estadual do PT

Vereador Honorato Fernandes
Presidente do PT – São Luís / MA

Deputado Federal José Carlos

Raimundo Monteiro
Membro do Diretório Nacional do PT / MA

Márcio Jardim
Membro do Diretório Nacional do PT / MA

Deputado Estadual José Inácio

A dívida política do PT e do PCdoB com Waldir Maranhão 8

Quando assumiu a presidência da Câmara em decorrência da cassação de Eduardo Cunha, Waldir Maranhão viria protagonizar uma dos mais controversos momentos da história política nacional ao anular o impeachment de Dilma com a orientação política e jurídica de Lula, José Eduardo Cardozo, Orlando Silva e Flávio Dino

Os dois dos principais partidos da esquerda brasileira têm uma dívida política com o deputado federal Waldir Maranhão (Avante).

O PT e PCdoB, através de suas maiores lideranças nacionais, incluindo pesos pesados como o ex-presidente Lula e o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, pelo lado do PT, e o deputado federal Orlando Silva e o governador Flávio Dino, pelo PCdoB, foram avalistas de um acordo histórico que precisa ser devidamente cumprido.

Trata-se de conceder a Waldir Maranhão uma das duas vagas da eleição para o Senado Federal pelo grupo do governador Flávio Dino com o deputado concorrendo ou não pelo PT.

Waldir Maranhão fez tudo o que foi combinado com os petistas e comunistas durante o enfrentamento do processo de impeachment na Câmara dos Deputados.

Para início de conversa, Waldir articulou, sozinho, por dentro do PP, partido a qual era filiado na época, nada menos do que 15 deputados de uma bancada então composta de cerca de 40 parlamentares, embora a maioria desses 15 tenham se acovardado na hora “H” da votação.

Em seguida, quando assumiu a presidência da Câmara em decorrência da cassação de Eduardo Cunha, Waldir Maranhão viria protagonizar um dos mais controversos momentos da história política nacional ao anular o impeachment de Dilma com a orientação política e jurídica exatamente de Lula, José Eduardo Cardozo, Orlando Silva e Flávio Dino.

Tal atitude de Waldir Maranhão lhe custou um verdadeiro massacre pela mídia nacional. Amigos de antes da sua decisão passaram vê-lo pelas costas, perdeu a presidência estadual do PP, correlegionários o abandonaram à própria sorte, enfim, foi um linchamento público de grandes dimensões.

Todavia, nem por tudo isso que foi obrigado a passar, o bravo Waldir Maranhão deixou-se intimidar ou fugiu da raia. Pelo contrário, cumpriu 100% de tudo o que assumiu com os aliados e ainda enfrentou o assédio gigantesco do Palácio do Planalto para deixar o campo da oposição e se unir ao governo Temer.

O fato é que o PT e o PCdoB têm essa dívida política e mesmo moral com Waldir Maranhão.

Pelo que o Blog do Robert Lobato conseguiu apurar,o PT e Lula estão dispostos a cumprir o acordo e fazer de Waldir Maranhão candidato a senador pelo partido ou mesmo fora dele.

O maior óbice ao projeto seria justamente o PCdoB de Flávio Dino.

O mesmo Flávio Dino mentor intelectual da anulação do impeachment assinado pelo então presidente da Câmara dos Deputado, Waldir Maranhão, que pode não deixar barato caso venha a se confirmar o que parece estar se desenhando.

Pelo jeito, Flávio Dino ainda não se deu conta do arsenal bélico de Waldir Maranhão.

Quem avisa amigo é…

PT/MA: Zé Inácio sai em defesa do deputado Zé Carlos 6

Lobato vem conduzindo o PT mais como assessor especial do governador Flávio Dino do que presidente do partido

Segue manifestação do deputado estadual Zé Inácio em solidariedade ao seu companheiro de partido, deputado federal Zé Carlos.

Na verdade é uma espécie e “nota-desagravo” de Inácio às declarações do presidente do PT, Augusto Lobato, que tentou desqualificar a posição de Zé Carlos sobre candidatura própria do PT.

Lobato revela, assim, que vem conduzindo o PT mais como assessor especial do governador Flávio Dino do que presidente do partido.

Confira a nota do deputado Zé Inácio.

Venho a público manifestar solidariedade ao Deputado Federal Zé Carlos (PT/MA), em relação a postura do presidente estadual do PT do Maranhão, Augusto Lobato, que tenta via meio de comunicação, desqualificar o seu posicionamento na conjuntura estadual e nacional.

Destaco que o parlamentar tem legitimidade e total autonomia de se manifestar democraticamente para a militância partidária do seu posicionamento político em relação à conjuntura estadual e nacional.

A relação do PT com o PCdoB, partido do governador, tem sido objeto de reflexões desde o nosso último congresso estadual do PT, e se furtar deste tema é apequenar o PT e o seu papel protagonista nas eleições 2018.

Considero que ao expressar seu sentimento, o Deputado Zé Carlos fala em nome de boa parte da nossa militância petista e dos seus milhares de eleitores.

Respeitamos o posicionamento do Deputado Zé Carlos, único Deputado Federal do PT do Maranhão, que tem pautado seu mandato na luta e na defesa da classe trabalhadora. Por isso, destaco que sua posição política acerca da conjuntura, não deve ser deslegitimada ou desqualificada por nem um dirigente ou militante partidário.

Saudações Petistas,

PT/MA: Quando o Bob Lobato incomoda “dinopetistas”, malandros e porra-loucas 2

Poderia revelar mais traços do mau-caratismo dessa turma, mas aprendi com a minha doce vovó Deliz que: “quem tem vergonha não envergonha os outros”.

A rigor o titular do Blog do Robert Lobato não deveria nem comentar tamanhos despautérios, até porque os elementos que os cometeram não são lá, digamos, gente da melhor referência política, ideológica, ética e, em alguns casos, nem para a moral e os bons costumes.

“De quem ou de que você está falando, Bob”, pergunta o leitor curioso ou leitora curiosa. Explico.

Chegou até o nosso humilde, mas sempre firme Blog do Robert Lobato, um print de um ‘conversê’ desqualificado ocorrido num dos vários grupo do PT no WhatsApp.

Ora, se é um “conversê” desqualificado, evidentemente é protagonizado por pessoas desqualificadas, “Sementes mal plantadas/Que já nascem com caras de abortadas/Pessoas de alma bem pequena/Remoendo pequenos problemas/Querendo sempre aquilo que não têm”, como canta o nosso eterno Cazuza na antológica “Blues da Piedade”.

Os “dinopetistas”, malandros e porra-loucas

Não considero – e jamais admitirei considerar -, que petistas como Pétala Monteiro e Paulo Romão tenham quaisquer autoridades para sequer tentarem avaliar a minha militância de anos no PT, inclusive de dirigente que chegou a vice-presidente e tesoureiro estadual do partido, membro do Diretório Municipal/São Luis, além de um dos quadros do chamado “Campo Majoritário” com inúmeras participações em fóruns nacionais do partido.

E quem são esses agressores e detratores do Bob Lobato? Vamos lá, primeiro as “damas”.

Pétala Monteiro é uma doidinha que quando chegou pelo PT não fazia a menor ideia da dinâmica do partido. Era militante do PSDB, mas andava, na época que nos conhecemos, flertando com a esquerda com o “coração vagabundo” – politicamente falando – dividido entre o PT e o PSB.

Como sempre fui um cara articulado e bem relacionado com pessoas de bem, graças a Deus, sugeri que ela pensasse direitinho mas antes a levaria para conversar com dois amigos, um do PT e outro do PSB. E quem foram esses amigo? Simples, simples: o petista Washington Oliveira, então vice-governador do Maranhão, e o na época socialista Roberto Rocha.

Depois de algumas semanas “pensando”, Pétala escolhe o PT. Está no partido até hoje e até hoje, ao que parece, é apaixonada por mim talvez por nunca ter esquecido das nossas “prosas” e otras cositas más, daí que não me esquece e ao invés de agradecer tudo o que de bom lhe proporcionei, prefere unir-se a outros trastes para me atacar.

Mas, enfim, quem quiser conhecer melhor o perfil e a personalidade da “Petys”, como gosta ser chamada, basta visitar suas redes sociais – mas não vale me xingar depois pela decepção. Rsrsrsrs.

Já o famigerado Paulo Romão, nacionalmente conhecido como “Paulinho da Fapema” em virtude do recebimento, “por fora”, de recursos dessa entidade de amparo à pesquisa no Maranhão, quando era um “faz tudo” na Vice-Governadoria, gestão Roseana Sarney/Washington Oliveira, é apenas um tolo e nunca deixará de sê-lo.

Contudo, tenho que reconhecer, “Paulinho da Fapema” melhorou um pouco a sua conturbada personalidade depois que resolveu “sair do armário” e se encontrar com o seu “eu verdadeiro”. Mas, infelizmente, ainda é um tolo, uma “coisinha”.

Esses são os traços de personalidade dos que me agridem por publicar notícias sobre o PT que chegam ao Blog do Robert Lobato por fontes e companheiros petistas qualificados e de bem.

São “dinopetistas”, na verdade “ex-sarnopetistas”, malandros de toda espécie e porra-loucas. E poderia revelar mais sobre o mau-caratismo dessa turma, mas aprendi com a minha doce vovó Deliz que: “quem tem vergonha não envergonha os outros”.

No mais, como diria Zagalo: “Vocês vão ter que me engolir!”.

PS: Peço desculpas aos leitores pela perda de tempo em dar confiança para essa turma de idiotas. Mas, não o fizesse, não seria o velho e bom Robert Lobato.