SAÚDE DA “MUDANÇA”: Irregularidades e perseguições marcam a atual gestão da Maternidade Marly Sarney 17

Chega ao Blog do Robert Lobato informações de várias irregularidades e arbitrariedades que estão acontecendo na atual gestão da Maternidade Marly Sarney, localizada no bairro da Cohab.

Dirigida pelo médico Edson Cunha de Araújo Júnior, filho do deputado neocomunista Edson de Araújo, a maior reclamação, porém, recai sobre o diretor administrativo Andre Gustavo de Oliveira e pelo contador Luis Henrique, que atuava no PAM do Filipinho, no governo Roseana Sarney e agora, pasmem!, atua como chefe da enfermagem da Maternidade Marly Sarney. Ou seja, um contador na função que deveria ser ocupada por profissional com formação em Enfermagem. Aliás, o contador responde a inquérito por desvio de conduta, segundo a fonte deste blog.

A principal reclamação dos profissionais é quanto a perseguição imposta às enfermeiras sobretudo quanto ao remanejamento das mesmas de forma aleatória, sem quaisquer critérios, o que proibido por lei e atenta contra as normas estabelecidas pelo Conselho Regional de Enfermagem Do Maranhão (Coren-MA).

Não bastassem as perseguições à enfermeiras e técnicos em enfermagem, a atual administração da Marly Sarney é negligente com a conservação e limpeza das dependência dessa que é uma das mais antigas unidades de saúde do Maranhão, conforme imagens abaixo.

Há também denúncias de que a única ambulância da Maternidade vive no prego e ainda por cima servindo, quando está em condições para tal, a outra unidade hospitalar.

Em contato com o Coren-MA, o Blog do Robert Lobato foi informado de que a entidade mandará uma comissão de fiscais para levantar as denúncias de assédio moral e perseguições aos profissionais que estariam acontecendo no âmbito da Maternidade Marly Sarney.

Estaremos de olho.

ESPIONAGEM DO GOVERNO: Há motivos para intervenção no estado do MA? 6

Caso não venha uma intervenção federal, que venham observadores de fora do Maranhão para acompanhar o processo eleitoral por estas terras

Setores da oposição ao governo Flávio Dino (PCdoB) entendem que uma intervenção federal no estado do Maranhão se faz necessária tendo em vista os últimos acontecimentos que dão conta do aparelhamento da Polícia Militar para espionar e perseguir adversários políticos.

O fato ganhou repercussão nacional expondo para o país uma faceta até então do conhecimento apenas dos maranhenses, ou seja, que não é de agora que o Palácio dos Leões usa as autoridades policiais para espionar/monitorar opositores.

É verdade que uma intervenção federal poderia dar maior segurança e lisura no processo eleitoral, mas caso não ela não ocorra, é de bom alvitre pelo menos a participação de observadores externos para acompanhar as eleições de 2018 no Maranhão.

A mídia governista, claro, tenta desqualificar uma eventual intervenção com a narrativa fajuta de que se trataria de colocar a polícia de Temer nas ruas maranhenses. Balela!

Uma intervenção seria cirúrgica, apenas na Secretaria de Segurança Pública, que hoje está sob suspeição ampla, geral e irrestrita.

Portanto, há, sim!, razões mais do que necessárias para uma intervenção federal no estado.

E se ela não vier, que venham observadores de fora do Maranhão para acompanhar o processo eleitoral nestas terras.

Caso contrário é possível que tenhamos apenas o governador Flávio Dino como candidato, uma vez que os demais candidatos podem desistir de disputar um pleito marcado pelo medo, pela perseguição e por vícios mais diversos.

É aguardar e conferir.