FARRA DE CAPELÃES: Pastor Porto entre o sagrado e o profano 19

O que está acontecendo não é apenas simples nomeações de capelães, mas financiamento de “cabo eleitorais”, sobretudo das igreja evangélicas, onde historicamente o governador Flávio Dino, por ser comunista, tem dificuldades de penetração

“Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai”. (Mateus 10:8).

E o governo Flávio Dino (PCdoB) segue abrindo a sua caixa de atrapalhadas sem limites.

A mais nova patacoada, na verdade mais um atentado aos cofres públicos do estado, é a já famosa “farra de capelães”, também conhecida como “Programa Mais Capelães”, que consiste em transformar qualquer policial civil ou militar em capelão ainda que alguns promovidos com a honraria sequer sabem bater continência.

Os defensores da farra saíram da toca para fazer a defesa de tamanha esbórnia eleitoreira com o dinheiro do povo.

Contudo, foi a defensa do Pastor Porto, homem do governo para recrutar, selecionar e indicar para o governador os contemplados para a capelania, que mais a atenção do Blog do Robert Lobato.

Em primeiro lugar, é bom que se diga, Pastor Porto é uma pessoa de e do bem. Mas, como qualquer cristão, não perfeito.

Numa nota em que defende a farra de capelães promovida por Flávio Dino, o Pastor Porto começa afirmando: “Desde Lobão os capelães são nomeados. Nunca houve concurso para eles. São cargos de conança do governante. Lobão, Roseana, José Reinaldo, Jackson Lago e Flávio Dino, todos nomearam capelães”.

Tudo bem,tudo legal, meu caro Porto, mas o que está em discussão não se apenas Flávio Dino nomeou capelães, mas, sim!, a forma e a quantidade abusiva com que acontece no governo que Vossa Reverendíssima participa.

O que está acontecendo de fato não é apenas simples nomeações de capelães, mas financiamento de “cabo eleitorais”, sobretudo das igreja evangélicas, onde historicamente o governador Flávio Dino, por ser comunista, tem dificuldades de penetração. E uma das formas de atrair o rebanho evangélico foi abrir essa temporada de “procura-se capelães”, que chamou não só a atenção da imprensa nacional quanto do Ministério Público.

Voltando à nota do velho e bom Pastor Porto, no final ele arremata: “Quem dera que todos os governadores do Brasil seguissem o exemplo do governador Flávio Dino, e nomeasse padres e pastores para o Sistema de Segurança! É uma ajuda significativa no apoio aos militares, detentos e seus familiares”.

Não há qualquer dúvida de que a a religiosidade e o apoio espiritual fazem bem para o ser humano, pois alimentam a alma. Mas, mais uma vez, não é esse o caso. E tem mais: se os outros 26 governadores seguissem o exemplo do governador Flávio Dino, como advoga o Pastor Porto, levariam mais rapidamente à falência financeira que a maioria dos estados se encontra.

A verdade é que a “farra de capelães” promovida pelo governo é uma vergonha.

Só falta o Palácio dos Leões publicar edital de seleção para a capelania do estado.

Com a assinatura do Pastor Porto.

É impressionante a capacidade de Flávio Dino de macular a imagem de pessoas de bem…

O que Edivaldo Jr., Eliziane Gama e Pastor Porto acham da negativa de Flávio Dino em apoiar a Marcha para Jesus? 6

A se confirmar a negativa do governador Flávio Dino em colaborar com a Marcha para Jesus, será como um soco no estômago na nação evangélica maranhense em geral, e em particular nos “irmãos” aliados políticos Edivaldo Holanda Júnior, Pastor Porto e Eliziane Gama

Leio no blog do colega Diego Emir que o governador Flávio Dino (PCdoB) está negando apoio à Marcha para Jesus, tradicional ato de fé cristã que acontece anualmente e promovido por várias congregações evangélicas no estado (veja aqui).

Trata-se de um evento interdenominacional e demonstra uma comunhão entre as igrejas, proclama o evangelho de Cristo, e marca momentos de celebrações pelos 500 anos da Reforma Protestante.

A se confirmar a negativa do governador Flávio Dino em colaborar com a Marcha para Jesus/2017 será como um soco no estômago na nação evangélica maranhense em geral, e em particular nos “irmãos” aliados políticos Edivaldo Holanda Júnior (PDT), prefeito de São Luis; Pastor Porto (PPS), secretário de Relações Institucionais do Governo e da deputada federal Eliziane Gama (PPS).

Com a palavra os irmãos em Cristo.

Ou “irmãos em Flávio Dino”?