VERMELHOS DE RAIVA: Comunistas se incomodam como termo “PCdoBozo” 8

Pela rede social do Twitter, o deputado federal Orlando Silva (PCdoB/SP), que ganhou notoriedade depois que usou cartão corporativo para  comprar tapioca quando era ministro dos Esportes, ao invés de explicar a incoerência em se aliar com o PSL para eleger Rodrigo Maia, preferiu atacar/desdenhar

É, meus caros leitores, parece que “bulinaram” legal os comunistas pelo Brasil afora. Explica-se.

Como pegou mal à beça a adesão do PCdoB à candidatura bolsonarista de Rodrigo Maia (DEM) para presidente da Câmara dos Deputados, setores da esquerda brasileira não perdoaram a postura do partido.

E como as redes sociais são “terra de ninguém”, apareceram vários memes zoando o fato do PCdoB se alinhar ao PSL para eleger Maia presidente da Câmara, uma vez que o parlamentar do Rio de Janeiro é o principal fiador das reformas “neoliberais” proposta pelo governo Jair Bolsonaro.

Entre os memes que viralizou na internet, o que mais irritou os comunista foi este aqui:

Trata-se, como se pode ver, de uma imagem que transforma a marca PCdoB em “PCdoBozo”, numa alusão à alcunha “Bozo”, dada pelas esquerdas a Bolsonaro.

Pela rede social do Twitter, o deputado federal Orlando Silva (PCdoB/SP), que ganhou notoriedade depois que usou cartão corporativo para  comprar tapioca quando era ministro dos Esportes, ao invés de explicar a incoerência em se aliar com o PSL para eleger Rodrigo Maia, preferiu atacar/desdenhar o PT. Assim:

“Espetacular! A blogosfera petista chama o Partido Comunista do Brasil de partido comunista do bozo. Tudo isso porque o PCdoB decidiu diferente dos petistas. Espetacular! Nem precisa desenhar…agora vem os robôs, digitais e de arte e osso, pro ataque. E a história vai pro ralo…”, postou.

E para completar a patacoada comunista ampla, geral e irrestrita, o deputado federal eleito Márcio Jerry, presidente estadual do PCdoB, também conhecido como “Pedra no Sapato” (entenda aqui), reforçou as palavras de Orlando Silva através de um comentário no post do “camarada” paulista. Veja:

“E petistas que concordam com o apoio a Rodrigo Maia na lógica da disputa interna da Câmara também são convertidos a Bolsonaro ? Ah, me compre um bode..”, comentou Jerry sem citar nomes de quais petistas concordam com o “apoio a Rodrigo Maia”.

Como se pode ver, o incômodo dos comunistas é evidente com o termo “PCdoBozo”.

Fazer o quê, né?

PS: O editor deste blog avisa que, por motivo de viagem, pode demorar na atualização das postagens. Desde já, agrademos a compreensão dos nossos leitores e parceiros. Valeu!

PSL e PCdoB unidos em torno de Rodrigo Maia 4

O alinhamento do PCdoB à candidatura de Maia, segundo o deputado paulista Orlando Silva, seria para evitar um “isolando fatal”, argumento que não convence muita gente das esquerdas, principalmente do PSOL e do PT.

Não obstantes os discursos radicalizados entre os dois partidos, um contra o outro, o PCdoB e o PSL do presidente Jair Bolsonaro estarão juntos e misturados na eleição para a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados.

Os comunistas do PCdoB resolveram somar fileiras em apoio a Rodrigo Maia (DEM) para presidente da Câmara (o PDT de Ciro Gomes já havia aderido ao candidato do Palácio do Planalto).

O alinhamento do PCdoB à candidatura de Maia, segundo o deputado paulista Orlando Silva, seria para evitar um “isolando fatal”, argumento que não convence muita gente das esquerdas, principalmente do PSOL e do PT.

O fato é que setores importantes da esquerda brasileira, seja por tática, oportunismo ou “boquinhas” diversas, resolveram apoiar a candidatura de Rodrigo Maia, que será o grande fiador das reformas do governo Bolsonaro.

Reformas essas consideradas pelo PCdoB como reacionárias, antipopular, antissocial, anticlasse trabalhadora e todos mais.

“É o jeito ‘PseudoB’ de ser”, como diria o ex-deputado e jornalista Milton Temer.

Vida e luta que seguem.

FLÁVIO DINO: “O deputado Waldir Maranhão teve a coragem que poucos tiveram. Tem meu respeito.” 6

Uma sequência de tweets do governador Flávio Dino postados na época que Waldir Maranhão acatou a tese do “jurista” Flávio Dino, não deixa qualquer sombra de dúvida de que o comunista não só convenceu o então ex-presidente da Câmara a anular o impeachment da Dilma, como tinha mesmo um acordo de fazê-lo seu candidato a senador.

Muitos governistas, aliados dos comunistas e também a imprensa alugada com prazo determinado para terminar no dia 31/12/2018, tentam desqualificar a insistência do deputado federal Waldir Maranhão em fazer com que o governador Flávio Dino (PCdoB) cumpra o acordo firmado com o parlamentar de tê-lo como um dos seus candidatos a senador.

O acordo existe e foi fechado na época que Waldir era o então presidente da Câmara dos Deputados e aceitou acatar uma “tese jurídica” do governador maranhense de que era perfeitamente legal anular o impeachment da presidente Dilma.

A sequência de tweets do governador Flávio Dino, postados na época que Waldir Maranhão acatou a tese do “jurista” Flávio Dino e que o Blog do Robert Lobato reproduz a seguir, não deixa qualquer sombra de dúvida de que o comunista não só convenceu o ex-presidente da Câmara de anular o impeachment, como havia mesmo um acordo político com o aliado. Confira.

Graças a Deus ainda estão vivos o Lula, Dilma, José Eduardo Cardozo, Orlando Silva, Ricardo Capeli, entre outros que agora são cobrados pela história.

A dívida política do PT e do PCdoB com Waldir Maranhão 8

Quando assumiu a presidência da Câmara em decorrência da cassação de Eduardo Cunha, Waldir Maranhão viria protagonizar uma dos mais controversos momentos da história política nacional ao anular o impeachment de Dilma com a orientação política e jurídica de Lula, José Eduardo Cardozo, Orlando Silva e Flávio Dino

Os dois dos principais partidos da esquerda brasileira têm uma dívida política com o deputado federal Waldir Maranhão (Avante).

O PT e PCdoB, através de suas maiores lideranças nacionais, incluindo pesos pesados como o ex-presidente Lula e o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, pelo lado do PT, e o deputado federal Orlando Silva e o governador Flávio Dino, pelo PCdoB, foram avalistas de um acordo histórico que precisa ser devidamente cumprido.

Trata-se de conceder a Waldir Maranhão uma das duas vagas da eleição para o Senado Federal pelo grupo do governador Flávio Dino com o deputado concorrendo ou não pelo PT.

Waldir Maranhão fez tudo o que foi combinado com os petistas e comunistas durante o enfrentamento do processo de impeachment na Câmara dos Deputados.

Para início de conversa, Waldir articulou, sozinho, por dentro do PP, partido a qual era filiado na época, nada menos do que 15 deputados de uma bancada então composta de cerca de 40 parlamentares, embora a maioria desses 15 tenham se acovardado na hora “H” da votação.

Em seguida, quando assumiu a presidência da Câmara em decorrência da cassação de Eduardo Cunha, Waldir Maranhão viria protagonizar um dos mais controversos momentos da história política nacional ao anular o impeachment de Dilma com a orientação política e jurídica exatamente de Lula, José Eduardo Cardozo, Orlando Silva e Flávio Dino.

Tal atitude de Waldir Maranhão lhe custou um verdadeiro massacre pela mídia nacional. Amigos de antes da sua decisão passaram vê-lo pelas costas, perdeu a presidência estadual do PP, correlegionários o abandonaram à própria sorte, enfim, foi um linchamento público de grandes dimensões.

Todavia, nem por tudo isso que foi obrigado a passar, o bravo Waldir Maranhão deixou-se intimidar ou fugiu da raia. Pelo contrário, cumpriu 100% de tudo o que assumiu com os aliados e ainda enfrentou o assédio gigantesco do Palácio do Planalto para deixar o campo da oposição e se unir ao governo Temer.

O fato é que o PT e o PCdoB têm essa dívida política e mesmo moral com Waldir Maranhão.

Pelo que o Blog do Robert Lobato conseguiu apurar,o PT e Lula estão dispostos a cumprir o acordo e fazer de Waldir Maranhão candidato a senador pelo partido ou mesmo fora dele.

O maior óbice ao projeto seria justamente o PCdoB de Flávio Dino.

O mesmo Flávio Dino mentor intelectual da anulação do impeachment assinado pelo então presidente da Câmara dos Deputado, Waldir Maranhão, que pode não deixar barato caso venha a se confirmar o que parece estar se desenhando.

Pelo jeito, Flávio Dino ainda não se deu conta do arsenal bélico de Waldir Maranhão.

Quem avisa amigo é…