Ao invés de sair em solidariedade a Carlos Lula, Flávio Dino deveria pedir desculpas ao secretário da Saúde 10

O senhor, governador, ao invés de sair em solidariedade ao secretário Carlos Lula deveria, sim!, é pedir desculpas ao advogado por tê-lo metido numa grande enrascada ao nomeá-lo para auxiliar um governo que foi tomado por esquemas de corrupção numa área tão sensível como é da Saúde.

A morte do médico Mariano de Castro segue assombrando o governo e governador Flávio Dino (PCdoB).

Rodeada por muito mistérios, o suposto suicídio do operador dos esquemas de corrupção no âmbito da Secretaria de Estado da Saúde (SES) atormenta o Palácio dos Leões que a cada vez que mexe no assunto mais se complica e mais fede.

Pela rede social do Facebook, Flávio Dino resolveu sair em “solideriedade” ao secretário Calos Lula. Disse o comunista:

“Minha solidariedade ao secretário Carlos Lula. Todos sabem que é um jurista sério, honrado, dedicado. Está sendo vítima de vil perseguição pelo coronelismo, por conta do desvario de retornar ao poder de qualquer forma, a qualquer preço. Ainda estamos em abril e essa gente já está nesse desespero, agindo com crueldade, sem respeitar nenhuma lei, sem respeitar ninguém. Acho que vou ter que aumentar minhas cautelas pessoais contra essa máfia sedenta de poder e dinheiro”.

Ora, governador, me compre um bode!

Se há máfia, e realmente há!, é no seu governo e a morte do médico Mariano de Castro é produto dessa máfia! Não tente responsabilizar seus adversários políticos por lamentável tragédia.

Quem tem que aumentar cautelas pessoais contra essa máfia sedenta de poder e dinheiro” são os demais envolvidos no “esquema Dino” dentro da SES como, por exemplo, a ex-secretária-adjunta da Saúde, Rosângela Curado, que corre o risco de ser a próxima vítima dessa história escabrosa e criminosa.

O senhor, governador, ao invés de sair em solidariedade ao secretário Carlos Lula deveria, sim!, é pedir desculpas ao jovem e talentoso advogado por tê-lo metido numa grande enrascada ao nomeá-lo para auxiliar um governo que foi tomado por esquemas de corrupção numa área tão sensível como é da Saúde.

Saia daí, Carlos Lula, enquanto é tempo.

Vá cuidar da sua vida profissional de advogado.

Dá mais futuro!

O governo Flávio Dino é uma mentira que a vaidade dele quer 10

O que era um “Governo de Todos Nós” virou um “Governos de Todos Eles”.

O Blog do Robert Lobato é da tese de que a Operação Pegadores acabou com o governo de Flávio Dino tal como ele se apresentava para a sociedade: honesto e mudancista.

Não adianta culpar o Sarney. A responsabilidade pela crise ética que o governo comunista atravessa tem nome, sobrenome e endereço: Flávio Dino, Praça Pedro II, Palácio dos Leões, Centro.

O que era um “Governo de Todos Nós” virou um “Governos de Todos Eles”.

“Eles”, no caso, são os amigos, amigas, namoradas, amantes, ficantes, pegantes, teúdas e manteúdas da vida. Pelo menos foi que ficou claro com pela Operação Pegadores.

Não é governo de mudanças “caramba” nenhum!

O governo do senhor Flávio Dino é uma mentira que é a vaidade dele quer.

Parodiando o eterno Cazuza, o governo comunista poderia ser resumido mais ou menos assim:

O meu governo é uma mentira
Que a minha vaidade quer
E o do povo, poesia de cego
Você não pode ver

Não pode ver que no meu mundo
Um troço qualquer morreu
Num corte lento e profundo
Entre eu e o povo

O meu governo a gente inventa
Pra se distrair
E quando acaba a gente sabe
Que ele nunca existiu

Esse é o governo de Flávio Dino.

Um governo de mentiras, umas veladas e outras ocultas (ainda).

Mas, 2018 bate às portas.

PS: Desculpa, Cazuza, por te meter nisso.

PEGADORES: Flávio Dino volta a dar pressão na PF sobre a “Lista dos 400” 12

Talvez o comunista saiba que no “Bonde dos 400” tem “fantasmas” de todas as cores partidárias e ideológicas, chegados tanto do atual governo quanto do governo passado, além de “fantasminhas” indicado por magistrados, membros do Ministério Público, Tribunal de Conta do Estado e por aí vai

O governador Flávio Dino (PCdoB) voltou a dar pressão na Polícia Federal para que a instituição apresente a famosa “lista dos tais 400”, também conhecida como “Bonde 400”.

 

“Uma semana e nada da lista dos tais 400 fantasmas na saúde em 2015. E seguem as versões falsas, inventadas, forjadas, manipuladas politicamente pelo grupo Sarney/Murad e asseclas. Querem usar instituições e um império midiático para gerar factoides políticos. Uma vergonhosa perseguição. Mas quem não deve, não teme. É o meu caso. Não vou permitir que façam no Maranhão o que fizeram no Brasil”, esbravejou o comunista pela rede social do Facebook.

Segundo revelações da Polícia Federal, feitas durante coletiva concedida à imprensa que tratou dos fundamentos da Operação Pegadores, há em posse da PF, da Justiça Federal e do Ministério Pública Federal, uma relação com 400 pessoas que recebiam altos salários, sem trabalhar, através de institutos mantidos com recursos da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Informações publicadas no blog Atual 7 (veja aqui), a tal “lista do 400” já estaria em posse do secretário Carlos Lula, comandante da SES, bastando, portanto, que Flávio Dino exija do subordinado o já misterioso documento.

Contudo, Flávio Dino quer receber a “lista dos 400 fantasmas” oficialmente das autoridades responsáveis pela Pagadores.

Talvez porque saiba que no “Bonde dos 400” tem “fantasmas” de todas as cores partidárias e ideológicas, chegados tanto do atual governo quanto do governo passado, além de “fantasminhas” indicado por magistrados, membros do Ministério Público, Tribunal de Conta do Estado e por aí vai.

O fato é que Flávio Dino segue tirando onda com a cara da Polícia Federal e demais instituições responsáveis pela Operação Pegadores.

E só o tempo vai dizer que tem razão…

Técnico da CGU critica narrativa de politização da Operação Pegadores

O secretário Márcio Jerry (Comunicação e Articulação Política) reforçou essa narrativa absurda de que a Pegadores tem conotação política e as digitais de Sarney. Porém, coube ao jornalista Marco D’Eça dar uma bronca daquelas no comunista

O economista Eden Do Carmo Soares Junior criticou a tentativa de setores da imprensa local e nacional em politizar a Operação Pegadores deflagrada ontem, 16, conjuntamente pela Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria Geral da União (CGU).

Pela rede social do Facebook, Eden Júnior publicou um texto intitulado de “Uma postagem canalha” em alusão à um post do blog do Rovai, no site da Revista Fórum, em que o blogueiro sugere que a Operação Pegadores foi uma armação articulada pelo ex-presidente José Sarney (PMDB) para prejudicar o governador Flávio Dino (PCdoB).

“UMA POSTAGEM CANALHA
A operação de ontem (“Pegadores”) foi conduzida por órgãos e servidores sérios, agentes de Estado, concursados, que não servem a este ou àquele governo. Quem pensa que em menos de 10 dias se organiza uma operação como essa, que envolveu CGU, PF, MPF, RF e JF, além de centenas de servidores, para atacar determinado gestor é um inocente, imbecil ou um patife demagogo. Que assumam seus erros, melhorem suas práticas, deem a devida satisfação para a população, mas não queiram destruir a reputação de pessoas e instituições que estão trabalhando por um país melhor. Temos defeitos, mas do partidarismo não sofremos”, postou o economista.

Nesta sexta-feira, 17,o secretário Márcio Jerry (Comunicação e Articulação Política) também reforçou essa narrativa absurda de que a Pegadores tem conotação política e as digitais de Sarney.

Coube, porém, ao jornalista Marco D’Eça dar uma bronca daquelas no comunista afirmando serem um “insulto à Polícia Federal” as declarações do supersecretário feitas no Twitter (veja aqui).

Custa reconhecer os erros e tentar dar a volta por cima?

PEGADORES: Petista cobra posição do PT sobre corrupção no governo Flávio Dino

Evandro Sousa afirmou que mesmo sendo aliado do governo Flávio Dino, o PT deve se posicionar sobre os esquemas de corrupção revelados pela Operação Pegadores.

Dirigente petista Evandro Sousa e a presidente nacional do PT Gleisi Hoffmann

O ex-coordenador da campanhas de Lula e Dilma no Maranhão e dirigente estadual do PT, Evandro Sousa, defendeu que o PT se posicione sobre o mais novo caso de corrupção no governo Flávio Dino (PCdoB) a partir do que foi revelado pela Operação Pegadores, deflagrada pela Polícia Federal na manhã de ontem, quinta-feira, 17.

Segundo o petista, “é preciso o PT dar uma nota sobre a Operação do Polícia Federal [Operação Pegadores] no governo Flávio Dino. Somos aliados, mas temos cobrar investigação e apuração das responsabilidades”.

Além de petista, Evandro Sousa é sindicalista ligado ao setor elétrico, funcionário da Eletronorte e um dos coordenadores da campanha nacional contra a privatização do sistema Eletrobras.

OPERAÇÃO PEGADORES: SES emite nota com “7” pontos para tentar explicar como recursos da pasta foram transformados em sorvete 4

Além do número “7”, outra coisa emblemática nesse caso é nome escolhido pela Polícia Federal ser “Pegadores”. Parece até uma homenagem a alguns membros do governo e da própria SES que são “pegadozinhos” que são danados

Numa nota com “7” pontos, muito emblemático esse número, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) declara que o governo Flávio Dino nada tem a ver com as maracutaias que desviram milhões de reais da pasta por meio de notas frias, segundo ação conjunta da Polícia Federal, Ministério Público Federal, do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal do Brasil, denominada de “Operação Pegadores”, deflagrada na manhã de hoje, 16.

As investigações descobriram que uma sorveteria, isso mesmo!, passou por uma metamorfose ambulante e se tornou, da noite para o dia, em uma empresa técnica especializada na gestão de serviços médicos. Essa empresa foi usada para a emissão de notas fiscais frias, que teriam permitido o desvio de exatos R$ 1.254.409,37.

Dezenas de mandatos de prisão estão sendo cumpridos em São Luís, Imperatriz, Amarante e no município de Teresina (PI).

Entre os presos estaria a ex-secretaria de Saúde do governo Flávio, a odontóloga Rosângela Curado, que em 2016 disputou a prefeitura de Imperatriz com o apoio do governador comunista mas acabou em terceiro lugar naquela eleição.

Além do número “7”, outra coisa emblemática nesse caso é nome da operação escolhido pela Polícia Federal: “Pegadores”. Parece até uma homenagem a alguns membros do governo e da própria SES que são “pegadozinhos” que são danados…

Fiquem, a seguir, com a nota “7” da SES. O Blog do Robert Lobato, claro, voltará ao assunto sobre a Operação Pegadores. Que coisa!

NOTA – Operação Pegadores

Sobre a nova fase de investigação da Polícia Federal, deflagrada nesta quinta-feira (16), no âmbito da Secretaria de Estado da Saúde (SES), o Governo do Maranhão declara que:

1. Os fatos têm origem no modelo anterior de prestação de serviços de saúde, todo baseado na contratação de entidades privadas, com natureza jurídica de Organizações Sociais, vigente desde governos passados.

2. Desde o início da atual gestão, tem sido adotadas medidas corretivas em relação a esse modelo. Citamos:

a) instalação da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), ente público que atualmente gerencia o maior número de unidades de saúde, reduzindo a participação de Organizações Sociais.
b) determinação e realização de processos seletivos públicos para contratação de empregados por parte das Organizações Sociais.
c) aprovação de lei com quadro efetivo da EMSERH, visando à realização de concurso público.
d) organização de quadro de auditores em Saúde, com processo seletivo público em andamento, visando aprimorar controles preventivos.

3. Desconhecemos a existência de pessoas contratadas por Organizações Sociais que não trabalhavam em hospitais e somos totalmente contrários a essa prática, caso realmente existente.

4. Todos os demais fatos, supostamente ocorridos no âmbito das entidades privadas classificadas como Organizações Sociais, e que agora chegam ao nosso conhecimento, serão apurados administrativamente com medidas judiciais e extra judiciais cabíveis aos que deram prejuízo ao erário.

5. A SES não contratou empresa médica que teria sido sorveteria. Tal contratação, se existente, ocorreu no âmbito de entidade privada.

6. Apenas um servidor, citado no processo, está atualmente no quadro da Secretaria e será exonerado imediatamente. Todos os demais já haviam sido exonerados.

7. A atual gestão da Secretaria de Estado da Saúde está totalmente à disposição para ajudar no total esclarecimento dos fatos.