Professor Hilton Franco errou e reconheceu o erro porque é uma pessoa do bem 8

O professor errou, reconheceu o erro e não pode ser alvo da máquina comunista de moer reputações apenas por ser amigo do deputado Wellington do Curso

Em tempos de redes sociais todo o cuidado é pouco com aquilo que postamos.

Uma brincadeira de mal gosto, uma polêmica mal construída, texto publicado açodadamente etc., pode custar caro para o internauta descuidado.

Em dezembro de 2013, por exemplo,  a relações públicas Justine Sacco, de 30 anos, esperava no aeroporto de Heathrow (Londres) por um voo à Cidade do Cabo, na África do Sul. Pouco antes de embarcar, compartilhou um tuíte com seus 170 seguidores: “Estou indo para a África. Espero não pegar HIV. Brincadeira. Sou branca”.

A jovem nunca imaginou que a sua vida se tornaria um inferno após tão infeliz tuitada!

O tuíte de Sacco foi compartilhado milhares de vezes durante as horas em que ela estava dentro do avião – e enquanto usuários das redes sociais a xingavam e pediam que ela fosse demitida da empresa onde trabalhava, algo que acabou acontecendo. E Sacco só soube de tudo isso quando seu voo pousou.

A história de Sacco é uma das contadas pelo escritor galês Jon Ronson no recém-lançado livro “So You’ve Been Publicly Shamed” (“Então você foi envergonhado publicamente”, em tradução livre), com depoimentos de pessoas que tiveram suas reputações destruídas na internet.

Pois bem. No Maranhão acaba de acontecer algo parecido com o caso da Sacco.

Hilton Franco é professor de rede municipal e estadual de ensino, além do Curso Wellington, especializado em concursos e vestibulares. Aliás, esse torcedor do Moto Clube (ninguém é perfeito) é considerado um dos melhores docentes de Geografia do estado do Maranhão.

O professor, conhecido por ser polêmico nas redes sociais, pisou na bola e disparou uma postagem no Facebook que gerou  uma verdadeira campanha, cujo principal objetivo é liquidar com a sua reputação.

A postagem completamente infeliz do professor foi esta aqui:

Lógico, claro e evidente que, além de infelizes, foram palavras grosseiras usadas por alguém que está longe de ser grosseiro, ainda mais com as mulheres e basta dar uma passada pelas escolas que Hilton Franco leciona para comprovar essa realidade.

No mais, o professor restirou a postagem estúpida, pediu desculpas públicas e publicou uma nota de retratação nas redes sociais.

Contudo, os carniceiros da reputação alheia preferem tripudiar sobre o cara de forma covarde e hipócrita, inclusive usando a mídia amilhada dos Leões para afirmar que Hilton Franco é assessor do deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) o que é uma mentira deslavada e só visa atingir, de revestrés, o parlamentar que é um adversário fidagal do governador Flávio Dino (PCdoB), mas atua com muita lealdade na oposição.

O fato é que o professor Hilton Franco errou, reconheceu o erro e não pode ser alvo da máquina comunista de moer reputações apenas por ser amigo de um deputado da oposição.

Por fim, o Blog do Robert Lobato hipoteca solidariedade à Manuela D’Ávila, que foi agredida na sua condição de mulher por uma declaração infeliz, repito, mas também se solidariza com o amigo Hilton Franco que teve a humildade de reconhecer que cometeu um erro grave, mas ainda assim sofreu (e ainda está sofrendo) toda sorte de bullying cibernético.

Que fique a lição!

“GOGOZADA”: Flávio Dino se enrola ao responder em quem votará para presidente e põe dúvida sobre a candidatura de “Manu” 12

Um verdadeiro “Rolando Lero”.

Assim podem ser interpretadas as respostas do governador Flávio Dino (PCdoB) dadas a uma entrevista concedida nesta segunda-feira, 26, ao jornal Folha de São Paulo.

É de causar espanto os exageros, mentiras, distorções, demagogias, “miguelagens” etc ditas a cada resposta do comunista. São tantas as tapeações que ás vezes dar vontade de rir para não ter que sentar numa calçada e chorar.

O Blog do Robert Lobato não vai nem comentar sobre a frase de efeito, hipocritamente construída, claro, de que a “elite brasileira deveria ter um pouquinho de espírito nacional e menos espírito de Miami”. Mas, a resposta dada pelo governador quando questionado sobre quem votará presidente não pode passar batida. Vejamos.

Folha diz: “O senhor quer o apoio do Lula no Maranhão, mas seu partido tem outra candidatura”.

Flávio Dino comenta: “Há a compreensão de que, no Maranhão, pelo sarneysismo, precisamos fazer uma aliança ampla. Palanque aberto. Ainda tem o Ciro Gomes, o PDT é um aliado nosso”.

A Folha pergunta: “Quem é o melhor?”

Flávio Dino responde: “Os três têm suas virtudes. Não posso dizer em quem eu vou votar porque dá ciúme”.

A Folha provoca: “Não vai votar no seu partido?”.

Flávio Dino desdobra: “Se Manuela estiver na urna, voto nela, claro”.

Ou seja, primeiro o governador diz que não revela em que apoiará para presidente porque se o fizer causa “ciumes” nos partidos e que Maranhão precisa de “uma aliança ampla”, ter ‘um palanque aberto”. Depois é lembrado que o seu partido, o PCdoB, terá candidata a presidente, e só aí o comunista admite que votará nela “se estiver na urna”. Reparem que Flávio Dino põe dúvidas sobre a candidatura da Manuela D’Ávila ao Palácio do Planalto.

É um artista, esse rapaz…

A espantosa economia da comunista Manuela D’Ávila 5

por Eden Jr.*

Faltando aproximadamente 10 meses para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018 é natural que haja um incremento na curiosidade a respeito das propostas econômicas dos principais postulantes ao Planalto. Não que os pré-candidatos devam, necessariamente, compreender perfeitamente as mais sofisticadas questões econômicas. Porém, o eleitorado quer, até mesmo para poder se posicionar, saber o que pensam os pleiteantes sobre temas relevantes da área, e que impactam diretamente em suas vidas. A Reforma da Previdência é mesmo necessária? O ajuste fiscal deve continuar? O Banco Central será independente ou permanecerá autônomo? A Reforma Trabalhista será revista? Haverá uma nova rodada de privatizações? A Reforma Tributária saíra do papel? A responsabilidade fiscal é um princípio inabalável?

A mais nova pré-candidata à Presidência da República, a deputada estadual Manuela D’Ávila (PC do B/RS), em seu discurso proferido no último dia 19 em Brasília, durante o 14° Congresso do Partido Comunista, por óbvio, também abordou diversas questões econômicas. Porém, passaram quase incólumes as controvertidas afirmações da parlamentar gaúcha. Em discurso lido, portanto, sem improvisar, a presidenciável comunista colocou a toda prova princípios da economia.
Manuela falou de um tal tripé macroeconômico (juros, câmbio e inflação) que deve ser gerido e ter “como lógica o desenvolvimento do país e não os interesses do rentismo”. Aqui dois problemas. O primeiro é que o tripé macroeconômico brasileiro, que foi implantado em 1999, no governo Fernando Henrique Cardoso, está assentado sobre três parâmetros: câmbio flutuante, metas de inflação e superávit primário. E o segundo, é desprezar o fato de que, enquanto este tripé foi respeitado, vivemos satisfatórias taxas de crescimento, com inflação controlada. Somente com o desmonte do tripé, na transição do governo Lula para o de Dilma Rousseff, é que mergulhamos numa crise inédita, que associou alta inflacionária, profunda recessão, descontrole das contas públicas e desemprego gigantesco.

A política fiscal de Manuela é esquizofrênica. Tomara que neste quesito não queira pedir conselhos para o seu conterrâneo, o petista Arno Augustin, ex-secretário do Tesouro Nacional, que com suas “pedaladas fiscais” levou o país ao precipício, forneceu o argumento jurídico para o impeachment de 2016 e foi inabilitado, pelo TCU, para exercer funções públicas por oito anos. A deputada esconjura a Emenda Constitucional n° 95/2016 (limitou o crescimento desenfreado dos gastos públicos), ao mesmo tempo em que propõe corte de gastos públicos – para fazer investimentos – e defende a criação de ministério para cuidar da segurança – ação que amplia gastos.
Sobre os investimentos públicos, o IPEA projeta que, desde 2003, este será o pior ano para eles, que alcançarão apenas cerca de 0,4% do PIB. Também é crítica recorrente, que os cortes de despesas recaem sistematicamente sobre os investimentos, pois os recursos estão largamente comprometidos com despesas obrigatórias (previdência e pessoal). Se sentar na cadeira presidencial, Manuela se deparará com um orçamento de cerca de R$ 1,4 trilhão (quase 90% engessado) e verá que para ampliar investimentos, provavelmente terá que cortar outras despesas.

Manuela propugna que “governo comprometido com o desenvolvimento, pode escolher alguns setores industriais para realizar uma política consciente de substituição de importações”. Espera-se que não seja uma reedição da malfadada “política dos campeões nacionais”, que solveu dezenas de bilhões de reais do BNDES para criar, discricionariamente, empresas brasileiras globais, e produziu poucos resultados práticos.

A candidata fala em “juros baixos, que incentivem o investimento produtivo e tornem o crédito barato”. A dificuldade aqui, é que sua aliada, Dilma Rousseff, também entendia que podia baixar os juros “na marra”, sem observar as condições apropriadas. Dilma saiu do governo e nos deixou a mais alta taxa de juros real do mundo.

No melhor estilo Dilma Rousseff, para quem “gasto público é vida”, a camarada Manuela afirmou que no Maranhão “metade da folha do funcionalismo é destinada aos educadores”. Como se a dimensão do gasto público, por si só, e não a eficiência desse, pudesse promover uma revolução educacional. Contudo, consultando-se o portal de transparência do estado, verifica-se que em 2016, dos R$ 4,453 bilhões aplicados em despesa com pessoal (exclusive aposentadorias), R$ 1,789 bilhões (40%) – na melhor das hipóteses – foram para educação (Fundação Nice Lobão, Secretaria de Educação e UEMA). Em 2017, com dados até novembro, esse índice até recuou, para 38%.
Talvez na revelação mais desconexa de seu discurso, a comunista asseverou que “o Brasil pode diminuir o déficit da balança comercial, se investir na indústria da saúde”. Acontece que o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) informa que a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 5,2 bilhões em outubro, o melhor resultado para esse mês em toda a série histórica iniciada em 1989. Aliás, segundo o MDIC, neste ano a nossa balança comercial está superavitária em US$ 58,5 bilhões, bem como foi positiva em 2016 (US$ 47,6 bilhões) e em 2015 (US$ 19,6 bilhões).

Talvez Manuela devesse seguir os passos do “velho outsider”, Jair Bolsonaro, que para evitar seguidos constrangimentos, está tendo lições de economia com um time de especialistas liderado pelo pesquisador do IPEA, Adolfo Sachsida.

*Economista – Mestre em Economia (edenjr@edenjr.com.br)

ELEIÇÕES 2018: O silêncio dos comunistas maranhenses sobre a pré-candidatura presidencial da “Manu”

O silêncio dos comunistas é muito suspeito, até porque não é do perfil deles manterem-se “mudos” em momentos como esse, afinal trata-se de um ato deliberativo do comando nacional do PCdoB

Uma busca pelas redes sociais e nenhum comentário de comunistas maranhenses notórios como o governador Flávio Dino e o seu “homem forte”, secretário Márcio Jerry (Comunicação e Articulação Política), sobre o badalado lançamento da pré-candidatura da deputada estadual Manuela D’Ávila, a “Manu”, para presidente de República pelo PCdoB, partido de Flávio e Márcio, este último presidente estadual da legenda.

O silêncio dos comunistas é muito suspeito, até porque não é do perfil deles manterem-se “mudos” em momentos como esse, afinal trata-se de um ato deliberativo do comando nacional do PCdoB.

Das duas uma: Ou os comunistas maranhenses sabem que a pré-candidatura da “camarada Manu” é só “miguelagem” visando pressionar a direção nacional do PT e o ex-presidente Lula a apoiar a reeleição do governador Flávio Dino; ou realmente o projeto de candidatura própria comunista para presidente é pra valer e, nesse caso, não conta com apoio da fração do partido no Maranhão.

Nem mesmo na sessão desta tarde, na Assembleia Legislativa do Maranhão, os deputados do PCdoB fizeram um esforço para saudar a pré-candidatura da Manuela D’Ávila.

É estranho, não?

ELEIÇÕES 2018: Petistas e comunistas criticam candidatura da “Manu” 6

No Maranhão, petistas também não receberam de bom grado a decisão do PCdoB de lançar candidatura própria a presidente num momento em que Lula está liderando todas asa pesquisas e Manuela D’Ávila, a “Menu” sequer conseguiria se reeleger deputada estadual no seu estado.

O senador Lindbergh Farias (PT/RJ) criticou a candidatura da deputada estadual pelo Rio Grande do Sul, Manuela D’Ávila (PCdoB), à Presidência da República.

Pela rede social do Facebook, o petista afirmou que tem respeito pela comunista e pelo PCdoB, mas entende que a conjuntura exige unidade em tornou da pré-candidatura do ex-presidente Lula.

Tenho muito respeito pelo PCdoB e por Manuela Dávila. Eles têm todo o direito de lançar candidato à presidência. Agora, eu acho um erro. Não estamos em um momento de normalidade democrática. Houve um golpe. Sou contra qq aliança com o PMDB e outros golpistas. Defendo uma aliança do nosso campo de esquerda. Acho que a posição correta seria o PCdoB estar com Lula desde agora defendendo sua candidatura. Só Lula pode parar essa destruição que está acontecendo no país. É por isso que tentam tirar Lula do jogo. É preciso de UNIDADE dos setores de esquerda para garantir a candidatura e a vitória de Lula. Lançar candidatos no nosso campo, infelizmente, passa Idéia de fragilização da candidatura Lula. O caminho correto é apostar na UNIDADE”, postou Lindbergh que, aliás, já foi do PCdoB.

Quem também criticou o voo solo dos comunistas para presidente da República foi o jornalista Eduardo Guimarães, editor do Blog da Cidadania.

Filiado ao PC do B, Eduardo também considera um erro o seu partido enveredar por um projeto próprio para o Planalto. O blogueiro, assim como o senador Lindbergh, postou no Facebook a sua contrariedade com a decisão da cúpula comunista e disse que independente da candidatura da Manuela D’Ávila votará em Lula ou em quem o líder petista indicar.

Por ser filiado ao PC do B, estou sendo cobrado a me posicionar sobre a candidatura do partido a presidente, na pessoa da eminente Manuela D’Ávila. Vou ser bem direto: acho um erro. O PC do B enveredou por esse caminho por conta da cláusula de barreira, mas tenho minhas dúvidas se uma candidatura a presidente vai ampliar suficientemente a representação comunista no congresso. Além de poder vir a não adiantar nada, a decisão ainda divide o campo progressista. Em tempo: meu candidato a presidente é Luiz Inácio Lula da Silva. Ou quem ele indicar”, garantiu.

No Maranhão, petistas também não receberam de bom grado a decisão do PCdoB de lançar candidatura própria a presidente num momento em que Lula está liderando todas asa pesquisas e Manuela D’Ávila, a “Manu”, sequer conseguiria se reeleger deputada estadual no seu estado.

Ontem, por exemplo, o pré-candidato a senador pelo PT, professor Nonato Chocolate declarou ao Blog do Robert Lobato (vide postagem abaixo) que “o PCdoB se sai de Lula e o PT sairá do PCdoB”, numa alusão à possibilidade dos petistas deixarem a base do governo Flávio Dino e partirem para candidatura própria.