SÃO LUIS: Bustos dos escritores maranhenses retornam à Praça do Pantheon!​ 2

Um dos principais cartões postais da capital maranhense, os bustos dos grandes vultos da nossa Literatura haviam sido retirados antes da reforma da praça iniciada anos atrás, quando eles estavam vandalizados ou caindo aos pedaços.

O prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) celebrou, via redes sociais, a volta dos bustos escritores e poetas maranhenses à Praça do Pantheon.

Um dos principais cartões postais da capital maranhense, os bustos dos grandes vultos da nossa Literatura haviam sido retirados antes da reforma do logradouro iniciada anos atrás, quando eles estavam vandalizados ou caindo aos pedaços.

“Os monumentos ​já foram recolocados em seus locais de origem, proporcionando a ludovicenses e turistas a oportunidade de apreciar, conhecer e relembrar as contribuições ​de ​cada um​ ​deles à literatura”, postou o prefeito.

As reformas da Praça do Pantheon são financiadas pelo Governo Federal através do IPHAN em parceria com a Prefeitura de São Luis, e, segundo apurou o Blog do Robert Lobato, é possível que o presidente Michel Temer envie um representante para inauguração das reformas tanto da praça quanto da Rua Grande.

O fato é que, finalmente, o povo ludovicense receberá de volta a Praça do Pantheon novinha em folha.

A cidadania e a memória dos nossos grandes e imortais escritores agradecem.

Ecos da Baixada, literatura e política

Se é verdade que os “gritos” em forma de letras contidos no livro Ecos da Baixada ecoaram pelo Maranhão afora, não é menos verdade que eles precisam ecoar também na política para que possam, além de ser ouvidos, atendidos nos seus legítimos pleitos

Não sei ao certo se a expressão “noite de gala” cabe para expressar o grandioso evento que foi o lançamento do livro Ecos da Baixada, ocorrido ontem, terça-feira, 14, na sede da Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB).

De qualquer forma, foi uma noite histórica para literatura maranhense e para os amantes das coisas simples, mas que dão sentido à vida. Aliás, simplicidade é uma marca do povo baixadeiro.

O livro foi organizado pelo escritor Flávio Braga e reúne textos de 32 coautores, naturais ou vinculados afetivamente à Baixada Maranhense, e conta através de artigos, crônicas, poesias etc, casos e causos referentes esse pedaço de terra que é um dos mais e belos ricos do estado.

No clássico “Os Sertões”, Euclides da Cunha escrevera: “O sertanejo é, antes de tudo, um forte”. Parodiando o imortal da Academia Brasileira de Letras, pode-se afirmar que “O baixadeiro é, antes de tudo, um forte”. Sim, pois viver naquelas brenhas entres rios, lagos e campos precisa ser realmente forte, macho, fêmea!

Há uma sensação de que já passa da hora de apenas escrever, filosofar e poetizar sobre a Baixada Maranhense. É hora do “fazer” pela Região!

E só é possível fazer algo pela Baixada se for através da política, mas política assim, com “P” grande.

Para tanto, os baixadeiros precisam se impor e exigir espaços expressivos nas eleições de 2018, quiçá com candidato a vice-governador ou mesmo a senador. Além, claro, de candidatos a deputado estadual e deputado federal, gente realmente comprometida com a Região e com o seu povo.

Enfim, se é verdade que os “gritos” em forma de letras contidos no livro “Ecos da Baixada” ecoaram pelo Maranhão afora, não é menos verdade que eles precisam ecoar também na política para que possam, além de ser ouvidos, atendidos nos seus legítimos pleitos.

E viva a Baixada Maranhense!

Essa é a palavra de ordem do povo baixadeiro.

Foto oficial com os autores do livro Ecos da Baixada. Bob Lobato presente.

PS: A partir da semana que vem o Blog do Robert Lobato estreia o espaço “Ecos da Baixada” com textos, matérias e informações sobre a nossa querida Baixada Maranhense! Aceita-se colaboração de conteúdos.