ELEIÇÕES 2018: E se Flávio Dino não apoiar José Reinaldo para senador? 14

Um rompimento definitivo entre Flávio Dino e José Reinaldo poderá fazer estragos na vida política dos dois ainda aliados. A questão é saber quem sairia somente ferido e quem sairia morto dessa guerra de titãs

Há quem ainda acredita que o governador Flávio Dino (PCdoB) não vai deixar o deputado federal José Reinaldo Tavares (sem partido) na beira da estrada eleitoral de 2018 e o apoiará no seu projeto de candidato a senador da República.

Porém, há aqueles que já veem o ex-governador como carta fora do baralho quando o assunto são os dois nomes de Flávio Dino para o Senado Federal.

Um já estaria com o apoio garantido pelo governado comunista: o deputado federal Weverton Rocha, presidente/dono do PDT.

O segundo nome ainda é uma incógnita e muito provavelmente só saberemos quem será o felizardo lá pelo mês de abril ou maio – a tese deste humildade blogueiro é que teremos uma surpresa tirada da “manga” do governador. A conferir.

Mas, e se Flávio Dino não apoiar o ex-governador José Reinaldo quais seriam as consequências dessa decisão?

Em primeiro lugar, estaríamos diante de uma decisão de coragem do governador que é considerado na classe política maranhense, e mesmo na sociedade em geral, como uma “criatura” inventada por Zé Reinaldo. Portanto, seria mais um clássico acontecimento da criatura virar-se contra o criador.

Em segundo lugar, Flávio Dino poderia carregar durante toda a campanha uma fama desgraçada de “traidor”,alguém “malvado”, “frio” e “calculista” politicamente. Se tal fama vai colar não é possível afirmar com 100% de certeza, mas o risco é grande.

Em terceiro lugar, que tipo de José Reinaldo se apresentaria ao Maranhão após ser rejeitado pelo seu pupilo? Surgiria alguém abatido por uma traição inimaginável e vitimizado ou estaríamos diante de um político disposto a partir para o enfrentamento e furioso com um desejo incontrolável de derrotar o governador no seu projeto de reeleição?

O Blog do Roberto Lobato não duvida, lógico, que Flávio Dino possa deixar Zé Reinaldo pelo meio do caminho eleitoral de 2018, mas prefere apostar que o comunista não correria tamanho risco de produzir, às vésperas das eleições, um inimigo com a experiência e trajetória de José Reinaldo Tavares.

Para quem enfrentou José Sarney depois de décadas de relacionamento de quase irmãos, enfrentar um Flávio Dino que Zé Reinaldo conheceu “ontem” seria fichinha para o ex-governador.

O fato é que um rompimento definitivo entre Flávio Dino e José Reinaldo poderá fazer estragos na vida política dos dois ainda aliados.

A questão é saber quem sairia somente ferido e quem sairia morto dessa guerra de titãs.

Façam as suas apostas…

ELEIÇÕES 2018: Fábio Macedo deve deixar o PDT e seguirá “para onde Zé Reinaldo for” 2

Um eventual rompimento de Fábio Macedo com Weverton Rocha é um prejuízo medonho para o “Maragato” no seu projeto de senador. Aliás, a família Macedo já teria vaga garantida na primeira suplência de senador na chapa José Reinaldo Tavares

É cada vez mais crítica a relação do deputado estadual Fábio Macedo com o deputado federal Weverton Rocha, ambos do PDT, sendo que o segundo é presidente estadual do partido.

Pelo que apurou o Blog do Robert Lobato, Fábio Macedo está fulo da vida desde o momento que foi rejeitado por Weverton na sua pretensão de disputar a presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão.

“Não sei como o presidente do meu partido me tira do jogo como Weverton fez. Ele sabia que queria disputar a presidência da Assembleia, pois havia um acordo entre nós. Se eu tivesse em outro partido acho que não aconteceria isso. Vou deixar o PDT e adianto que meu senador é José Reinaldo e vou para o partido que ele for”, disse o deputado em frente de outros presentes.

Um eventual rompimento de Fábio Macedo com Weverton Rocha é um prejuízo medonho para o “Maragato” no seu projeto de senador. Aliás, a família Macedo já teria vaga garantida na primeira suplência de senador na chapa José Reinaldo Tavares.

O fato é que Fábio Macedo dificilmente concorrerá a um segundo mandato de deputado pelo PDT de Weverton Rocha.

É aguardar e conferir.

ELEIÇÕES 2018: Flávio Dino planta vento em relação a José Reinaldo. E quem planta vento… 6

Observadores da cena política avaliam que a tática do governador é levar com a barriga a pré-candidatura de José Reinaldo ao Senado e em cima da hora, caso não seja o escolhido, o ex-governador encontrar dificuldades de voltar a concorrer a reeleição de deputado federal

O governador Flávio Dino (PCdoB) parece não perceber que pode estar caminhando para o precipício eleitoral em 2018.

O Blog do Robert Lobato poderia muito bem ficar de camarote apenas olhando a débacle política do comunista e não escrever este post que pode acabar ajudando-o a desfazer a lambança que está em curso em relação à disputa pelo Senado Federal dentro do grupo governista. Mas a esta página cabe, entre outras coisas, analisar conjunturas e cenários políticos, logo não importa se as análises ajudam ou atrapalham quem quer que seja. O que importa é debate democrático. Então vamos lá.

Como bem sabe o Maranhão inteiro, Flávio Dino já escolheu o seu primeiro candidato a senador.

O agraciado com tamanha honraria foi o deputado federal Weverton Rocha, que com o PDT no bolso e uma faca em punho, obrigou o governador a anunciar de forma bastante antecipada o apoio à candidatura do pedetista, ainda que tenha gente que garante que Flávio não acredita que o “Maragato” chegue muito longe com o seu projeto de senador.

Pois bem. Desde que Flávio Dino se viu eleito resolveu afastar antigos amigos e aliados de campanha, e conduzir sozinho a política do governo. Aí só perdeu. Perdeu Roberto Rocha, perdeu Madeira e o PSDB, perdeu Eduardo Braide, perdeu Wellington do Curso, perdeu Hilton Gonçalo e muitos outros.

Agora, o comunista corre o sério e mortal risco de perder aquele que jamais poderia se dar o luxo de perdê-lo: o ex-governador e atual deputado federal José Reinaldo Tavares (ainda no PSB).

É que Flávio Dino reuniu, nesta semana, a imprensa amiga do Palácio do Leões e afirmou que o somente no mês de maio de 2018 irá anunciar o segundo nome de senador na sua chapa.

Alguns observadores da cena política, porém, avaliam que a tática do governador é levar com a barriga a pré-candidatura de José Reinaldo ao Senado e em cima da hora, caso não seja o escolhido, o ex-governador encontrar dificuldades de voltar a concorrer a reeleição de deputado federal. A mesma leitura serve para a também para a deputada Eliziane Gama (PPS).

“Flávio Dino acha que José Reinaldo e Eliziane Gama estarão tão fracos politicamente lá por volta de abril e maio do ano que vem que só lhes restarão a opção de apoiá-lo. Será mesmo? Eles, na verdade, estarão com ódio do governador e virarão terríveis inimigos. Aqui vai um conselho ao governador, que não pediu : Se prometeu a Waldir Maranhão apoiá-lo para senador, por que não o confirma? Daria uma bela chapa: Flávio, Weverton e Maranhão. Por que não?”, provocou uma liderança governista do interior com forte credibilidade na classe política.

Enfim, está claro que o governador Flávio Dino está plantando vento quando o assunto é a eleição de senador no seu grupo político, principalmente em relação a José Reinaldo.

E quem planta vento, como bem ensina a sabedoria popular, colhe tempestade.

É aguardar e conferir.

ELEIÇÕES 2018: Márcio Jerry como suplente de senador de Bira do Pindaré???? 2

Flávio Dino precisa de um senador “para chamar de seu” e nenhum dos pré-candidatos a senador lançados até agora, ligados ao Palácio dos Leões, pode ser considerado dessa forma, e  único que poderia sê-lo, o ex-governador José Reinaldo (ainda no PSB), é relaxado pelo comunista

Leia nota publicada na coluna Estado Maior, do jornal O Estado do Maranhão, edição desta segunda-feira, 30. Volto em seguida.

Alternativa
O governador Flávio Dino tenta criar uma alternativa para evitar que o seu principal auxiliar, Márcio Jerry, seja candidato a deputado federal em 2018.
Ele tenta encontrar formas de fazer do deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) um dos candidatos a senador em sua chapa,com Jerry de primeiro suplente.
Assim, garantiria um futuro mandato para o auxiliar e ainda o teria como coordenador de campanha no ano que vem.

Comigo novamente
Não é de hoje que há rumores de que o governador Flávio Dino (PCdoB) pensa em sacrificar o projeto “Márcio Jerry deputado federal”.

Além de ser considerado um candidato “muito pesado” eleitoralmente, a candidatura do homem forte do governo incomoda aliados da base que já estão no mandato ou outros candidatos de maior densidade eleitoral que poderiam somar mais no projeto de reeleição de Flávio Dino.

Contudo, Márcio Jerry avalia que sua candidatura de deputado federal é viável e mesmo necessária para o fortalecimento político não só do seu chefe, mas principalmente do PCdoB – em recente conversa com o titular deste blog, Jerry disse ser perfeitamente plausível ser candidato e ao mesmo tempo coordenador da campanha de Flávio Dino em 2018.

Quanto ao deputado estadual Bira do Pindaré (ainda no PSB) ser candidato ao Senado Federal, bom, isso é uma possibilidade real uma vez que Flávio Dino precisa de um senador “para chamar de seu” e nenhum dos pré-candidatos a senador lançados até agora, ligados ao Palácio dos Leões, pode ser considerado dessa forma, e  único que poderia sê-lo, o ex-governador José Reinaldo (ainda no PSB), é relaxado pelo governador comunista.

Procurado pelo Blog do Robert Lobato se gostaria de comentar a nota da coluna Estado Maior, o secretário Márcio Jerry limitou-se a dizer: “Apenas o óbvio: especulação criativa e ficcional. Sem menor sentido.

Vale aguardar e conferir.

Em artigo, advogado analisa ingratidão de Flávio Dino com José Reinaldo Tavares 3

A depender da gratidão comunista, José Reinaldo Tavares poderá ter que contentar-se em ser vice de Flávio Dino ou, quiçá, suplente de senador de Weverton Rocha.

Ganhou boa repercussão na classe política o texto da lavra do advogado Abdon Marinho intitulado “POLÍTICA E GRATIDÃO”, publicado no seu site.

Marinho analisa a possível traição do governador Flávio Dino (PCdoB) em não apoiar a candidatura do ex-governador e atual deputado federal José Reinaldo Tavares, a quem o comunista deve a sua carreira política.

“Se tem alguém que merece ser candidato pelo grupo que está no poder esse alguém é o ex-governador. E se tem alguém que lhe deve essa vaga de senador, esse alguém é o atual governador do Maranhão”, diz o advogado em determinado trecho do artigo.

O Blog do Robert Lobato já escreveu alguns posts sobre o fato de Flávio Dino estar empurrando Zé Reinaldo com a barriga e não declarar, de uma vez por todas, que o ex-governador contará com o seu apoio.

Contudo, a impressão que passa, infelizmente, é que Zé Reinaldo escolheu Flávio Dino como o seu grande e principal projeto político em detrimento a si mesmo, e agora colhe os frutos amargos dessa escolha, pelo menos até aqui.

A depender da gratidão comunista, José Reinaldo Tavares poderá ter que contentar-se em ser vice de Flávio Dino ou, quiçá, suplente de senador de Weverton Rocha.

É aguardar e conferir.

Fiquem com a íntegra do artigo de Abdon Marinho.

POLÍTICA E GRATIDÃO

Infelizmente os apelos dos textos não foram atendidos. Quase diariamente, ainda hoje, setores da mídia – que sabemos comem nos coches do palácio –, atacam o ex-governador com os epítetos mais baixos, inclusive, chamando-o de traidor.

ALGUÉM teria dito, que se a gratidão já habitou a casa da política, foi por tão pouco tempo que não deixou lembrança.

Outro dia, uma matéria no blog do jornalista Robert Lobato, dando conta, segundo o ex-deputado federal e constituinte, Haroldo Sabóia, que o governador do Maranhão, Senhor Flávio Dino, colocara o deputado federal e postulante ao Senado da República, José Reinaldo Tavares, na “geladeira”, pus-me a refletir sobre a frase com a qual inicio o texto.
Segundo o desabafo do ex-deputado constituinte, os Leões já teriam fechado questão em torno do primeiro nome na disputa pelo Senado Federal e, os demais, entre eles o ex-governador, iriam para o “murro”, pela segunda vaga na chapa.

Até ler o manifesto indignado do ex-deputado, não me passara pela cabeça tal coisa. Mesmo as denúncias de que as dependências do Palácio dos Leões estariam sendo usadas como comitê informal de campanha, ou que estariam em supostas sociedades, pouco ortodoxas, no setor de comunicação, creditava dever-se ao estilo extremamente audacioso do suposto preferido, que manifestação expressa do chamado “núcleo duro” do governo.

Ainda a mídia subterrânea impingindo ao ex-governador os mais cruéis adjetivos, dentre os quais, o de “traidor”, segundo dizem, por inspiração palaciana e ainda as diversas tentativas de “enquadramento” ao parlamentar, me fez perceber qualquer ato de deslealdade por parte dos atuais inquilinos em relação àquele.

Vou além, nunca passou pela minha cabeça que não fosse o ex-governador José Reinaldo, o candidato com vaga “cativa” na chapa governista, ficando os demais para a disputa da segunda vaga. Mesmo porque, como dizia antigo aforismo, antigüidade é posto.

E, não, apenas, por isso, o ex-governador, como é por todos sabidos, mesmos pelos mais ingratos, foi essencial para o quadro político que temos hoje.
Não sou eu que digo isso, é a história.

A primeira vez que falei com o ex-governador foi na antiga residência de verão, em São Marcos, corria o ano de 2006, há onze anos, portanto.

Apesar de nunca termos tido qualquer contato anterior, tratou-nos – a mim e a meu sócio –, como se fôssemos velhos conhecidos. Como não poderia deixar de ser, já na contagem regressiva para as eleições, trocamos impressões sobre o quadro politico. Ele achava que o ex-ministro Edson Vidigal seria o alçado para o segundo turno para disputa com a candidata Roseana Sarney. Opinei que achava mais fácil o Jackson Lago, por conta da militância mais aguerrida.

Naquela oportunidade, muito além do frenesi pela disputa majoritária, uma coisa me chamou a atenção: o extremo otimismo com que ele falava da candidatura do ex-juiz Flávio Dino, tratando-a como se fosse o fato mais relevante daquela eleição.

Falava com um certo brilho no olhar, uma espécie de empolgação “paternal”, antevendo o sucesso do filho. Acredito, já tinha como certo a vitória dele para a Câmara e que seria o candidato ao governo no pleito seguinte, 2010.

O resto da história é de todos conhecida. Como previ, Jackson lago foi o “aprovado” para o segundo turno, e lá conseguiu a vitória memorável sobre a candidata Roseana Sarney, para celebrar a data, o ex-governador, fez inaugurar num bairro popular da capital, a escola 29 de outubro, na Cidade Operária, uma homenagem singela.

Depois, Jackson Lago foi cassado pela Justiça Eleitoral – menos pelo que fez e mais pelos erros estratégicos cometidos –, e Roseana Sarney, assumindo o governo (e por conta dele), sagrou-se vitoriosa na eleição de 2010.

O sonho de Zé Reinaldo de ver o seu “favorito” eleito governador só foi concretizado em 2014. E, desde 2015, o que mais se comenta nas rodas políticas são os maus-tratos sofrido por ele patrocinados pelos subterrâneos dos Leões.

Em determinado momento, as agressões pareceram-me tão ofensivas que tomei a liberdade de escrever um texto cujo título foi: “Respeitem o Zé”, resgatando um pouco da história política do estado é o papel assumido pelo ex-governador.

Infelizmente os apelos dos textos não foram atendidos. Quase diariamente, ainda hoje, setores da mídia – que sabemos comem nos coches do palácio –, atacam o ex-governador com os epítetos mais baixos, inclusive, chamando-o de traidor.

Nunca os levei muito a sério porque a história está aí a comprovar: poucos dos que o atacam – na verdade, nenhum –, chegaram, pelo menos perto, do que fez o ex-governador pela alternância de poder no Maranhão. Muitos dos que estão encastelados no poder, usufruindo o que devem, e o que não lhes pertencem, assim estão, graças ao apedrejado.

Nestes onze anos, em troca a tudo que fez pelo projeto da alternância de poder, Zé Reinaldo teve mais dissabores que reconhecimento.

Em 2010, para ajudá-lo na eleição ao Senado Federal, lançaram cinco candidatos para as duas vagas; em 2014, fizeram mais, ele teve que abrir mão da candidatura em nome dos acordos e pactos maiores para eleição do governador.

Mas, apesar do retrospecto, não dei crédito a informação de o que o ex-governador José Reinaldo Tavares, estaria, mais uma vez, sendo preterido na disputa para o Senado, colocado na geladeira, como disse o ex-deputado Haroldo Sabóia, e que teria de ir para o “murro”, na sublegenda governista, caso queira ser candidato.

Não bastasse isso, os ataques rotineiros que sofre por parte da mídia “amilhada” pelo governo que ajudou a eleger.

Caso isso se confirme será algo, realmente, estupefaciente.

Se tem alguém que merece ser candidato pelo grupo que está no poder esse alguém é o ex-governador. E se tem alguém que lhe deve essa vaga de senador, esse alguém é o atual governador do Maranhão.

São duas vagas para o Senado Federal, o mínimo que o governador deveria ter feito – desde o primeiro dia que assumiu – era chamar os seus dizer: – um dos meus candidatos a senador em 2018 é José Reinaldo, se “matem” aí pela segunda indicação.
Era é o mínimo que deveria ter feito. Ato contínuo a isso, proibir a campanha sórdida que agentes do governo e seus xerimbabos têm feito contra o ex-governador.

Aprendi com meu saudoso pai – com sua sabedoria de analfabeto –, que lealdade não é favor, e, sim, dever. Todos estes que ficaram mais de 50 anos esperando para chegarem ao poder, têm o dever de lealdade com o ex-governador José Reinaldo, se não honrarem, merecerão, com maior razão, o adjetivo com o qual lhe brindam quase que diariamente. Uns mais que os outros.

A atual quadra política maranhense me traz uma outra lembrança.

Certa vez indaguei a um amigo e cliente do grupo Sarney: — Fulano, você pensa muito parecido conosco, por que não vem somar com a gente nesta eleição?
Respondeu-me: — Abdon, meu amigo, não faço isso porque tenho muito menos medo de Sarney que de “vocês”.

O ex-governador José Reinaldo, caso se confirme o que está desenhado, será a personificação viva do que me disse este amigo.

Abdon Marinho é advogado.