Viva o Museu do Reggae! 8

Trata-se um ambiente que vai proporcionar uma bela viagem no mundo deste que é um movimento que inspira as mais lindas reflexões sobre a vida, o amor, a paz e a própria humanidade

Ademar Danilo será o diretor do Museu do Raggae.

Não terei a ousadia de afirmar que sou um regueiro clássico, do tipo que não perde uma festa ou show de reggae, conhece todos os cantores, compositores e músicos do gênero ou que puxa uma boa marijuana para viajar inspirados nos ensinamos do senhor Jah Rastafari.

Entretanto, o reggae sempre esteve presente na minha. Na verdade desde infância, seja como morador do Bairro de Fátima, moleque nos torrões da Baixada Maranhense ou na juventude nos tempos do Espaço Aberto.

Gosto de ouvir e dançar um bom reggae, principalmente os roots.

Dos clássicos de Bob Marley e de Burning Spear, passando pelo pop de Jimmy Cliff e as pedras de responsa de Eric Donaldson, até os reggaes românticos de Donna Marie, todos de uma forma de outra marcam um pouco da vida de Bob Lobato no tempo e no espaço.

Faço essa introdução, para parabenizar o Governo do Maranhão pela iniciativa de entregar não somente à massa regueira, mas sobretudo à cidadania maranhense, o Museu do Reggae, que acontecerá nesta quinta-feira, 18, a partir das 18h, no Centro Histórico de São Luís.

Trata-se um ambiente que vai proporcionar uma bela viagem no mundo deste que é um movimento que inspira as mais lindas reflexões sobre a vida, o amor, a paz e a própria humanidade. O reggae é isso.

Sem falar que a nossa “Jamaica Brasileira” é merecedora de tudo que o Museu do Reggae vai proporcionar para os “Regueiros Guerreiros”.

O mestre Ademar Danilo é só alegria.

Nada mais merecido!