Flávio Dino, o sabido, e a “Pedra no Sapato”

Vai ficando claro que Flávio Dino continuará dando uma de “tigrão” contra o governo Bolsonaro pelas redes sociais, enquanto parte da sua bancada, inclusive a “Pedra no Sapato“, farão o papel de “gatinhos”.

O governador Flávio Dino (PCdoB) vive chamando o presidente Jair Bolsonaro para o ringue político. Até aqui tem sido ignorado pelo “capitão”.

A tática do comunista é criar um ambiente em que seja visto, nacionalmente, como um dos principais opositores ao novo presidente do país não importando a sua condição de chefe do Executivo de um dos estados mais pobres da Federação que depende muito do Governo Federal.

Porém, ao mesmo tempo que Flávio Dino insiste em polemizar com Jair Bolsonaro pelas redes sociais, estimula a sua bancada no Congresso Nacional para fazer gestos e embaixadas lá para as bandas do Esplanada dos Ministérios e mesmo no Palácio do Planalto.

Foi o que ocorreu, por exemplo, na semana passada quando parte da bancada federal e o então governador em exercício, Carlos Brandão (PRB), fizeram uma agenda com o ministro de Infraestrutura, Tarcísio Freitas.

Na comitiva, ninguém menos do que o homem forte do governo Flávio Dino, o deputado federal eleito e presidente estadual do PCdoB, Márcio Jerry, autointitulado a “pedra no sapato de Bolsonaro”, doravante simplesmente a “Pedra no Sapato”.

Nesse sentido, vai ficando claro que Flávio Dino continuará dando uma de “tigrão” contra Bolsonaro via redes sociais, enquanto seus parlamentares no Congresso Nacional, inclusive a “Pedra no Sapato”, farão o papel de “gatinhos”. Tudo combinado com o comunista-mor.

Sabido esse Flávio Dino, não é mesmo?

Só que sabedoria demais pode fazer mal à saúde.

Inclusive à saúde do Estado do Maranhão…

PSL: Partido do presidente Bolsonaro caminha para unidade no MA 6

O PSL deu início a um processo de entendimento interno que deve incluir outras lideranças de peso do partido como é o caso da ex-candidata à governadora Maura Jorge e do ex-vereador por São Luis, Fábio Câmara.

A depender de uma produtiva agenda entre o presidente estadual do PSL, vereador Chico Carvalho, e o médico Allan Garcês, o partido do presidente Jair Bonsonaro caminhará unido pelos próximos anos no Maranhão.

Em encontro realizado entre dos dois líderes, ontem, terça-feira, 8, o tom foi de entendimento e conciliação interna para fortalecer o partido no estado.

Para o experiente Chico Carvalho, que está no PSL há exatos 17 anos, dono de nada menos do que 7 mandatos de vereador da capital, deve seguir firme no comando do partido com a missão de buscar outros quadros para consolidar a unidade necessária para que a sigla chegue robusta em 2020, para as eleições municipais, e, claro, para 2022 quando haverá eleições gerais.

“No que depender de mim o PSL estará unido e fortalecido no Maranhão para enfrentarmos as lutas que se aproximam, sobretudo em 2020 e em 2022. Trabalharemos para ter uma boa chapa de vereadores nas eleições municipais na capital e no interior, e não podemos descartar projetos majoritários em várias cidades, inclusive em São Luis. Mas a prioridade agora é unir o PSL e defender o governo do presidente Jair Bolsonaro”, defendeu Chico Carvalho.

“Temos tudo para fazer do PSL um grande partido no estado”

O médico Allan Garcês, que acaba de ser nomeado para o importante cargo de Diretor de Departamento de Articulação Interfederativa da Secretaria Executiva do Ministério da Saúde, segue na mesma linha de raciocínio defendendo a unidade partidária.

Allan Garcês é uma das lideranças da nova geração de políticos que surge no Maranhão e nas eleições de 2018 conseguiu obter mais 20 mil votos para deputado federal, feito conseguido basicamente com a força da militância do PSL e de movimentos sociais ligados ao partido e ao projeto do “capitão.

Ao Blog do Robert Lobato, o médico afirmou estar convencido de que “termos tudo para fazer do PSL um grande partido no estado, mas para isso a unidade interna será de fundamental importância. Espero que o projeto coletivo prevaleça sobre as questões de egos e vaidades pessoais”.

Pela rede social do Twitter, Allan Garcês, fez o registro da agenda com Chico Carvalho em Brasília.

“Pondo fim nas especulações e tentativas de criar discórdia entre lideranças no PSL-MA, eu e Chico Carvalho nos encontramos hoje [ontem, 8] em Brasília e selamos pacto de unidade partidária pelo Maranhão. Espero que a esquerda entenda que não conseguirá destruir a direita no nosso Estado”, tuitou.

O fato é que o PSL deu início a um processo de entendimento interno que deve incluir outras lideranças de peso do partido, como é o caso da ex-candidata à governadora Maura Jorge e do ex-vereador por São Luis, vereador Fábio Câmara.

É aguardar e conferir.

Uma herança maldita da ditadura militar que precisa ser superada

Entre muitas heranças malditas deixadas pela ditadura militar, penso que esse preconceito contra os militares, a desconfiança com as nossas forças armadas e o menosprezo pelos nosso símbolos nacionais são as mais marcantes.

Há um artigo, na verdade uma trilogia, de autoria do saudoso cientista e professor da UnB, Bautista Vidal, intitulado “Os paradoxo do regime militar”.

Li as três partes do artigo na revista Princípios, uma publicação ligada do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), no início da década de 90.

Na trilogia, Bautista Vidal explora de forma brilhante as contradições do regime comandado pelos militares a partir de golpe de 1964 em que “apesar do entreguismo daqueles governos, o nacionalismo de alguns setores militares conseguiu se manter (…) O regime militar não se constituía num sistema monolítico, sua ação dependia dos atores envolvidos”.

Trago este assunto à tona por conta da formação do governo Jair Bolsonaro possuir vários militares no primeiro escalão na condição de ministros, o que tem sido motivo de críticas de setores da sociedade incluindo parte da imprensa.

Ora, o próprio presidente é militar e lógico que era de se esperar que as forças armadas fossem prestigiadas no seu governo.

Ocorre que o regime militar produziu uma herança maldita na sociedade como se num fenômeno que pode ser explicado na teoria junguiana do inconsciente coletivo.

Essa herança seria um preconceito contra os militares e a todo que a eles se refere. Até mesmo os símbolos nacionais, como nossa bandeira e próprio hino nacional, antes orgulhos da nação, passaram a ser, quando não ignorados, minimizados pois remetem aos tempos da ditadura.

Superando preconceitos

Com o advento do governo Bolsonaro, os símbolos nacionais deverão ser resgatados naquilo que representam enquanto orgulho da nação e do povo brasileiro, e isso não é nada de ruim, pelo contrário.

Um país que não respeita ou se envergonha dos seus símbolos nunca será uma nação de verdade, forte e soberana. Basta ver que países como Estados Unidos, Inglaterra, China, Cuba, Japão etc, têm orgulho dos seus símbolos nacionais no que estão corretíssimos!

Enquanto isso no Brasil há uma espécie de paranoia, um medo sem sentido porque há militares na cúpula do Governo Federal. Já li até que há no Brasil, sob Bolsonaro, uma “ditadura civil-militar”. Quanta loucura!

Enfim, entre muitas heranças malditas deixadas pela ditadura militar, penso que esse preconceito contra os militares, a desconfiança com as nossas forças armadas e o menosprezo pelos nosso símbolos nacionais são as mais marcantes.

Caso o novo governo consiga fazer com que a sociedade supere essa herança maldita e desperte entre nós o orgulho de sermos brasileiros já prestou um bom serviço para a nação.

É isso!

O PT e o governo Bolsonaro: Uma reflexão 4

Fazer oposição sistemática e cega a um governo que promete fazer algumas reformas que o Brasil precisa não é algo inteligente da parte do PT. Basta lembrar dos anos 90 quando o partido de Lula boicotou projetos importantes implementados pelo governo FHC, inclusive o Plano Real, mas que anos depois viria tirar proveito para fazer a revolução social no país durante os governos Lula e Dilma.

A eleição presidencial de 2018 colou o PT na oposição ao atual governo federal sob o comando de Jair Bolsonaro.

Ocorre que não é somente o resultado eleitoral que empurra o PT para fazer oposição, mas principalmente as linhas e concepções políticas e ideológicas que separam o partido das posições do atual presidente.

Todavia, o PT não é mais aquele partido dos anos 80/90 quando basicamente a sua tarefa estratégica era de fazer oposição aos governos de então e pautar temas caros à sociedade como justiça social, inclusão, combate à fome, fortalecimento da cidadania, entre outros que historicamente foram negligenciados pelas elites deste país. Foi nesse contexto que o partido cresceu e se tornou o que é hoje.

O PT passou 14 anos no poder central da República e sabe o quanto é difícil gerir um país com as complexidades do Brasil. A experiência adquirida durante todo esse tempo que foi governo obriga o petismo ao menos dialogar com o atual governo quando estiver em jogo projetos de interesse do país e do Estado brasileiro.

Fazer oposição sistemática e cega a um governo que promete fazer algumas reformas que o Brasil precisa não é algo inteligente da parte do PT. Basta lembrar dos anos 90 quando o partido de Lula boicotou projetos implementados pelo governo FHC, inclusive o Plano Real, mas que anos depois viria tirar proveito para fazer a revolução social no país durante os governos Lula e Dilma. Ou seja, o governo FHC fez reformas que jamais o PT as fariam se tivesse vencido quaisquer das eleições que disputou antes de 2002.

Da mesma forma, o PT pode tirar proveito das reformas que estão sendo propostas pelo governo Bolsonaro caso o partido volte ao poder daqui a quatro anos, por que não?

Fazer oposição, repito, é uma exigência das urnas que foi imposta ao PT, porém não significa que isso deve ser feita de forma irresponsável e burra.

É a opinião do Blog do Robert Lobato.

O governo Jair Bolsonaro e a hora da verdade 2

O presidente Jair Bolsonaro e seu seu governo não vão demorar para descobrir que lua de mel de novos governos são efêmeras. 

Tudo muito bonito, organizado e emocionante, principalmente o momento protagonizado pela primeira-dama Michele Bolsonaro ao discusar em libras, a posse do presidente Jair Bolsonaro dá início a um outro momento político não somente para o país, mas para a sua própria trajetória do capitão.

Daqui em diante é Bolsonaro mostrar para que veio e colocar o seu programa de governo em curso para que possa apaziguar o clima político nacional, manter a estabilidade econômica, atrair investimentos internacionais, incrementar a microeconomia com reformas estruturantes, principalmente com uma reforma tributária que dê um basta a esse sistema tributário atual sacana que penaliza o povo, trava economia, impede geração de mais empregos e concentra renda.

O desafio do novo presidente é mostrar que pode ser mais do que um presidente da República, mas, sobretudo, um estadista que coloque os interesses do país acima de questiúncula políticas, partidárias, ideológicas e mesmo das suas próprias concepções sobre temas que não podem, e nem devem, ser resolvidos na base de “canetadas”, mas a partir do debate democrático com o Congresso Nacional e setores organizados da sociedade.

O presidente Jair Bolsonaro assume o comando do país com grande apoio popular, com a confiança do mercado, com o interesse de grandes países e vários conglomerados privados internacionais de investirem no Brasil.

Por outro lado, Bolsonaro vai ter que enfrentar uma oposição barulhenta e sistemática que não lhe dará um dia de trégua seja no planalto, seja na planície – sem falar de setores da grande imprensa que não vão lá muito com a cara e a postura do “mito”.

De qualquer forma, o momento é de acreditar no país! Que vamos continuar trilhando nos marcos da democracia, do Estado de Direito, da liberdade de expressão e que a instituições serão cada vez valorizadas e fortalecidas.

O presidente Jair Bolsonaro e seu seu governo não vão demorar para descobrir que lua de mel de novos governos são efêmeras.

É quando chega a hora da verdade.

Sorte ao novo presidente do Brasil e ao povo brasileiro.

“A indicação dele foi por mérito”, diz Roberto Rocha ao site O Antagonista sobre indicação de Fábio Gondim para Ministério

“A indicação dele foi por mérito. Meu gabinete perde um excelente servidor, mas o país ganha um extraordinário técnico.”

O site de notícias O Antagonista anunciou, no início da tarde desta quinta-feira,20, post intitulado “Cotado para ser o ‘número 2’ de Minas e Energia se candidatou pelo PT em 2014”.

A postagem foi uma alusão a eventual nomeação do ex-secretário de Planejamento no governo Roseana Sarney (MDB) e atual chefe de gabinete do senador Roberto Rocha (PSDB), Fábio Gondim, para assumir posto de destaque no Ministério de Minas e Energia.

Após a publicação do post, O Antagonista fez uma outra nota com declarações do senador maranhense sobre a indicação de Gondim, que o Blog do Robert Lobato reproduz na íntegra. Confira:

“A indicação dele foi por mérito”

Mais cedo, registramos que o consultor legislativo Fábio Gondim, cotadíssimo para ser o “número 2” do Ministério de Minas e Energia no governo de Jair Bolsonaro, tem no currículo, por exemplo, o fato de ter sido candidato a deputado federal, em 2014, pelo PT no Maranhão.

Atualmente, Gondim é chefe de gabinete do senador Roberto Rocha, do PSDB, que disse o seguinte a O Antagonista, dando como certa a indicação do funcionário:

“A indicação dele foi por mérito. Meu gabinete perde um excelente servidor, mas o país ganha um extraordinário técnico.”

Rocha acrescentou que Gondim foi chefe da consultoria de orçamento do Senado e entrou na política após ter sido apresentado por José Sarney à sua filha Roseana, de quem foi secretário no Maranhão.

“Ele fez o ajuste das contas do governo do Maranhão e, ao final, o estado foi reconhecido pela melhor gestão fiscal do país. Tanto que a Roseana pegou 4 bilhões de reais de empréstimo no BNDES.”

ELEIÇÕES 2020: Allan Garcês trabalha para ser o nome de Bolsonaro em São Luis 4

Allan Garcês está se movimentando com olhos voltados para as eleições municipais de 2020. E mais: trabalha para ser o nome de Bolsonaro para prefeito de São Luis, se conseguirá ou não é outra história.

O médico Allan Garcês (PSL) tem projeto político em mente como todos sabemos, inclusive foi candidato a deputado federal nas eleições de 2018 saindo das urnas com cerca de 20 mil votos. Ocorre que ele está longe de querer ficar estacionado em 2018.

Convidado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para integrar a equipe de transição do governo, Allan ficou ainda mais em evidência e ganhou o noticiário local com abordagens positivas a sua imagem, mas, claro, também houve quem não gostou da notícia e fez do médico alvo de ataques, alguns considerados até injustos.

O fato, e contra os fatos podemos até correr deles, mas não podemos nos esconder porque eles não encontram, é que Allan Garcês está se movimentando com olhos voltados para as eleições municipais de 2020. E mais: trabalha para ser o nome de Bolsonaro para prefeito de São Luis, se conseguirá ou não é outra história.

Lógico que tudo mundo muito cedo quando o assunto é a eleição de 2020, mas o tempo urge e nenhum dos pretendentes a sucessor do prefeito Edivaldo Júnior vai ficar parado. Entre os quais Allan Garcês, que nesta quinta-feira ganhou o reconhecimento, em forma de artigo, da lavra do também médico João Bentivi, que o Blog do Robert Lobato reproduz a seguir. Confira.

A quem Allan Garcês incomoda?

Não falo de “qualquer alan ou de um alan qualquer”, falo de Allan Quadros Garces. Essa afirmação não guarda nenhum demérito a ninguém, mas serve para ressaltar que o cidadão, motivo desse artigo, é um ser humano diferente.

O conheço há muitos anos e tivemos a oportunidade de juntos trabalharmos, quer na atividade médica específica, quanto no magistério superior, na medicina, além da convivência pessoal e familiar. Foi e é uma salutar experiência.

Cidadão de respeito, pai de família exemplar, médico competente e professor dedicado, Allan Garces tem as qualidades que merecem ser elogiadas e na pior das hipóteses, se alguém não desejasse reconhecer essas qualidades, pelo menos um silêncio de respeito à verdade.

Não foi o que aconteceu.

Allan Garces nunca se submeteu a pusilanimidade e subserviência e isso lhe rendeu inimigos poderosos e, por serem poderosos, as perseguições se avolumaram.

Demitido tanto da rede se saúde municipal e estadual, Allan não se deixou abater e quando a candidatura do Bolsonaro nem era uma hipótese, transformou-se no maior ícone da direita maranhense, pagando o alto preço por esse posicionamento. Essa posição não guardava nenhum tipo de interesse subalterno, mas a convicção de que teria que haver mudança.

No momento que o deputado Bolsonaro se torna vitorioso, os olhos se voltaram céleres para o Allan. Quando ele é chamado para ser um colaborador da transição, a preocupação e a inveja campearam por inúmeras mentes. As razões são interessantes.

Allan é independente, correto, competente, honesto, trabalhador e não deve favores aos chefes e chefetes de nossa província. A sua importância como principal líder da direita maranhense não foi um milagre, nem indicação: foi trabalho, sangue, suor e lágrima. Sou testemunha.

Allan tem um belo futuro político. Seus mais de 20 mil votos foram seus, sérios, honestos e sem sombras de fraudes e poderio econômico. O incômodo que causa, portanto, tanto é na turma de esquerda, vinculada ao governador Dino, como dentro do seu próprio arraial, no chamado “fogo amigo”, que nada tem de amigo.

A mim, dentro da minha experiência e respeito para com o Allan, só resta torcer para que ele seja reconhecido, nesse novo momento político de nossa pátria. Caso pudesse falar com o presidente Bolsonaro, dir-lhe-ia: presidente, o Allan é um dos seus, trate-o com tal, ou seja, trate-o na altura do seu merecimento.

Isso não é favor, mas o reconhecimento do mérito, uma das diretrizes de novo governo.

A quem Allan incomoda? Não vou nominá-los, mas não são bons brasileiros.

Tenho dito.