SAÚDE: O governo Flávio Dino e volta das “procissões de ambulâncias” 8

O governador ainda acho o máximo sair distribuindo ambulâncias a torto e a direito para as prefeituras sem estruturar o sistema estadual de saúde nos municípios, não sabendo que está apenas estimulando o caos nos hospitais da capital como corajosamente denunciou o médico Alan Roberto Costa Silva.

Paciente deita no chão no Socorrão I, em São Luís — Foto: Douglas Pinto/TV Mirante.

O médico Alan Roberto Costa Silva, que trabalha na emergência do Hospital Djalma Marques, o “Socorrão I”, criticou prefeituras do interior e o governo do estado devido a situação crítica pela qual passa o hospital do Centro de São Luís.

Nesta quinta-feira (13), foram flagrados pacientes lotando os corredores em macas e um homem, com um curativo na cabeça, estava deitado no chão do hospital. A situação é tão grave que o médico informou que quarto pacientes morreram nos corredores esperando por cirurgia, sendo três nessa quarta e um nas primeiras horas de quinta.

As informações estão em matéria publicada no site de noticias G1 Maranhão e atestam o estado de falência em que se encontra o sistema de saúde do estado sob o governo de Flávio Dino (PCdoB).

Na matéria, o médico Alan Roberto Costa Silva culpa o governo comunista pelo estado crítico dos atendimentos tanto no Socorrão I quanto no Socorrão I, afirma que a culpa não do município e fala também em desmonte da saúde.

“O problema dos Socorrões I e II não é São Luís, mas é sim o interior do estado e mais recentemente um verdadeiro desmonte que o governo do estado está fazendo na saúde, e o município é que está sofrendo as consequências. Estamos à beira, realmente, de um colapso” (…)  , disse o médico.

Médico culpa prefeituras e governo por superlotação no Socorrão 1.

A atual situação do sistema de saúde remete aos tempos em que havia no Maranhão as famigeradas “procissões de ambulâncias”, ou seja, com a saúde no interior do estado não funciona e os município não contam com o apoio do governo, os prefeitos encaminham os enfermos para São Luis fazendo que unidades de saúde como os Socorrões fiquem superlotadas.

E o pior é que o governador acha o máximo sair distribuindo ambulâncias a torto e a direito para as prefeituras sem estruturar o sistema estadual de saúde nos municípios, não sabendo que está apenas estimulando o caos nos hospitais da capital como corajosamente denunciou o médico Alan Roberto Costa Silva.

Ambulâncias estacionada no pátio do Palácio dos Leões prontas para as “procissões”.

Deu no DO: Decreto do governo Dino minimiza decisão judicial

Além dos aspectos jurídicos levantados em relação ao polêmico Decreto, há componentes políticos uma vez que o ato governamental dá super poderes à SEPLAN.

“Está decretado: No Maranhão o Poder Executivo está acima do Poder Judiciário”.

Assim um conhecido operador do direito maranhense resumiu o teor de um Decreto assinado pelos governador Flávio Dino, de 30 de novembro de 2018, e publicado no Diário Oficial do Estado do Maranhão, edição de 3 de dezembro de 2018.

É que no texto do referido Decreto fica estabelecido, já no seu artigo 1ª, que: “A implantação de qualquer vantagem oriunda de decisão judicial será cumprida mediante existência de dotação orçamentária e financeira atestada pela Secretaria de Estado de Planejamento e Orçamento – SEPLAN”. E encerra com artigo 2º que determina: “A Secretaria de Estado da Gestão, Patrimônio e Assistência dos Servidores – SEGEP e demais órgãos, uma vez intimados deverão encaminhar previamente a qualquer outro ato, a citada intimação para consulta à SEPLAN e à Procuradoria-Geral do Estado – PGE.”.

Na opinião do jurista, que questionou a legalidade do Decreto de Flávio Dino é como se o governador mandasse dizer que não cumpre decisão judicial, estivesse acima de tudo e de todos, inclusive dos demais poderes, e questionou ainda se o presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA), desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos, irá aceitar o que ela considera uma “submissão imposta pelo governador”.

“O teor desse decreto é como se o governador dissesse que não cumpre decisão judicial, que está acima de tudo e de todos, enfim, que os demais poderes estão abaixo de dele. O presidente do TJ-MA vai aceitar essa submissão imposta pelo governador? O Poder Judiciário está agora, com base nesse decreto, abaixo do Poder Executivo”, assegurou ao Blog do Robert Lobato o jurista que preferiu não se identificar “por quanto”.

Além dos aspectos jurídicos levantados em relação ao polêmico Decreto, há componentes políticos uma vez que o ato governamental dá super poderes à SEPLAN, já que todas as demais secretaria de Estado terão que encaminhar as intimações para a pasta, hoje comandada pela senhora Cynthia Celina de Carvalho Mota Lima.

O teu governo é uma mentira, que a tua vaidade quer. Ou: Desculpa-me, Cazuza 8

O teu governo é uma mentira
Que a tua vaidade quer
E o povo, numa poesia cega
Não pode ver

Não pode ver que no teu mundo
Um governo qualquer morreu
Num corte lento e profundo
Entre você e a realidade concreta

O teu governo só inventa
Pra te distrair
E quando acaba a gente sente
Que ele nunca existiu

O teu governo
Você inventa
O teu governo
Você inventa

Te ver não é mais tão bacana
Quanto a semana passada
Você nem arrumou a casa
Parece que fugiu da realidade

Na verdade, ficou tudo fora de lugar
Café sem açúcar, dança sem par
Você podia parar dessa comunicação nada
romântica

O teu governo você inventa
Pra te distrair
E quando acaba a gente sabe
Que ele nunca existiu

O teu governo
Você inventa
Inventa
O teu governo
Você inventa

Só que nunca existiu.

PS: Parodiando a bela canção “O nosso amor a gente inventa”, do eterno Cazuza, a quem peço desculpas.

“Minha régua não é a ideológica, mas a da eficiência”, diz Roberto Rocha 12

Em entrevista exclusiva ao O Imparcial, o senador Roberto Rocha, candidato ao governo do estado,fala sobre eleição,rompimento com Dino, o legado do pai, entre outros assuntos. Confira:

Para o senador Roberto Rocha. 53, candidato a governador pelo PSDB. a disposição de concorrer ao Palácio dos Leões visa enfrentar a cultura política que está a raiz não apenas do nosso atraso, mas na capacidade de encontrar saídas”.

Pergunto sobre o legado do pai, Luiz Rocha, como governador do Maranhão, entre 1983/86, ele lembrou que, mesmo “contra tudo e todos,resolveu criar as condições para o desenvolvimento agrícola do sul do Maranhão, hoje principal polo de agronegócio”.

Sobre o rompimento com o governador Flávio Dino, de quem foi aliado em 2014, cuja eleição resultou no apoio do atual governador, Roberto Rocha disse que tem a ver com o fato de que “nem mesmo um comunista arrojado ele é”.

Entre cinco pontos básicos de seu plano de governo, cita o Projeto da Zona de Exportação, a Zema, de sua autoria no Senado, que pode mudar a curva de crescimento do Estado, “colocando o Maranhão como um importante hub (um entreposto comercial) de escala mundial”.

Confira a íntegra da entrevista:

O que faz o senhor querer ser governador do Maranhão

Não me conformo em ver o Maranhão submetido à uma dicotomia falsa, estéril e inútil que reduz um estado rico a uma política tacanha entre sarneístas e antisarneístas. O Maranhão pode mais. O Maranhão é muito maior do que esse samba de uma nota só em que se transformou nosso estado e que consome toda a nossa energia política e institucional. Quero ser governador para enfrentar essa cultura política que hoje está na raiz não apenas do nosso atraso, mas da nossa incapacidade de formular saídas. Estamos condenados, como se vivêssemos o mesmo dia todos os dias, alternando pessoas sem alternar práticas e ideias.

O fato de ser filho de um ex-governador (Luiz Rocha), o estimula a sentar na mesma cadeira no Palácio dos Leões?

Me motiva, naturalmente, mas consciente de que ele viveu em outra época, com outros desafios.

Qual o legado do governador Luiz Rocha que o senhor pretende trazer de volta para a administração do governo?

O legado da cultura do fazer. A visão de futuro. Quem poderia imaginar, quando ele, contra tudo e todos resolveu criar as condições para o desenvolvimento agrícola do sul do Maranhão, que ao fim de alguns anos essa ação visionária viria a dar frutos, a ponto de hoje sustentar o PIB do Maranhão?

O senhor pode definir – resumidamente – cinco pontos relevantes de suas propostas?

O Projeto da Zona de Exportação, a ZEMA, que pode mudar a curva de crescimento do Estado, colocando o Maranhão como um importante hub (um entreposto comercial)de escala mundial. O traçado de um novo plano rodoferroviário voltado para superar imensos gargalos logísticos que perduram até hoje. A expansão do microcrédito que, juntamente com uma forte política de capacitação profissional irá preparar o nosso povo para uma nova cultura empreendedora.

O forte estímulo à criação de arranjos produtivos de alta tecnologia, conjugados com centrais de abastecimento e portos secos, para estimular regiões com vocação produtiva.

Uma política industrial ousada, sem interdições ideológicas, para atrair investimentos nacionais e estrangeiros.

O que falta para o Maranhão sair da condição de estado mais pobre do Brasil?

Falta deixar de explorar politicamente a pobreza para explorar economicamente a riqueza. Nenhum estado do Brasil reúne melhores condições para liberar as forças empreendedoras do que o nosso Maranhão.

Qual foi a sua contribuição mais importante, como senador, para tentar “arrancar” o Estado da situação em que a metade da população depende do Bolsa Família para sobreviver?

Foi a formulação do projeto da ZEMA, que parte da premissa de que nossa condição social só será enfrentada com desenvolvimento econômico. É falacioso achar que combateremos a pobreza com ações mitigadoras, que são essenciais mas não atacam o problema na raiz. Não existe o dilema entre dar o peixe e ensinar a pescar. Ambos são necessários. Mas é preciso que o governador não aja como uma espécie de prefeito estadual, e sim como um líder capaz de desenhar um projeto de transformação econômica e social para o estado, projetando o Maranhão para o país e para o mundo.

O seu rompimento com o governador Flávio Dino tem a ver com o fato de ele ser “comunista” do PCdoB e o senhor ser tucano do PSDB, mesmo tendo se afastado do partido por uma temporada?

Não. O meu afastamento tem a ver com o fato de que nem mesmo um comunista arrojado ele é. Temos a visão muito mais aberta, por exemplo, do eurocomunismo, que superou dogmas que pareciam intransponíveis. Já aqui no nosso Maranhão, o comunismo ainda é feito de interdições, suspeitas contra o capital privado, desrespeito à propriedade, criminalização do lucro, sentido de construção de hegemonia política, arcaico e excludente. Isso tudo foi afastando, não só a mim, mas a vários companheiros que estiveram juntos em 2014.

Caso o senhor seja eleito, aproveitaria quais programas do atual governo?

Qualquer programa que esteja dando bons frutos. Minha régua não é a ideológica, mas a da eficiência.

Concorrendo pelo PSDB, qual dos candidatos presidenciáveis poderiam atrapalhar os planos de eleição do ex-governador Geraldo Alckmin – Lula (Fernando Haddad), Jair Bolsonaro ou Ciro Gomes?

O que atrapalha não são os adversários, que estão fazendo parte do legítimo jogo da Política. O que atrapalha é a criminalização da política, que não permite discernir as evidentes qualidades de experiência e moderação que distinguem o candidato do PSDB.

Hoje o Brasil revive questões fundamentais nestas eleições – ser de direita, de esquerda ou de centro –, o senhor, ideologicamente, se identifica mais com qual desses lados?

Não são lados, são posições relativas. É claro que o PSDB, desde a origem, se situa no campo da socialdemocracia, que defende valores claros de respeito à livre iniciativa, pluralismo político, valor social do trabalho e tantos outros que precisam ser resgatados nos dias de hoje.

Como o senhor avalia o fato de o Grupo Sarney tentar voltar ao poder, depois de tantas décadas sem resolver um dos problemas fundamentais, a pobreza?

O grupo Sarney só está alimentando essa pretensão devido ao fracasso do governo Flavio Dino. Se o governo atual tivesse sido bem sucedido, não haveria a menor possibilidade do grupo Sarney ao menos sonhar em retomar o controle do poder no Maranhão. É contra essa triste escolha, entre um passado que não quer passar e um futuro que já nasce velho, que eu me insurjo. É por isso que eu estou trazendo para estas eleições um proposta radicalmente diferente, para oferecer ao nosso povo.

ELEIÇÕES 2018: A importante declaração de apoio de Ildemar Gonçalves a Roberto Rocha 2

Apoio do ex-prefeito ldemar Gonçalves consolida a força da pré-candidatura de Roberto Rocha na região tocantina que já estava vitaminada com a presença decisiva do ex-prefeito de Imperatriz, o também tucano Sebastião Madeira.

Muito importante a declaração de apoio do ex-prefeito de Açailândia, Ildemar Gonçalves, à pré-candidatura do senador Roberto Rocha (PSDB) ao Governo do Estado.

O ex-prefeito é uma das mais destacadas e fortes lideranças políticas da região tocantina, e no domingo, 22, recepcionou a Caravana da Esperança liderada por Roberto Rocha formanda por pré-candidatos tucanos, além de centenas de lideranças de diversos partidos de Açailândia, Imperatriz e demais cidades da região.

O encontro foi na fazenda Bola Sete (Itinga-Ma), de propriedade Ildemar Gonçalves onde tornou pública e oficial a sua adesão ao projeto de Roberto Rocha governador-45 e apoio aos pré-candidatos ao Senado Federal, Alexandre Almeida e José Reinaldo, ambos do PSDB.

“Sou do PSDB e vou ajudar meus candidatos a governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Meu governador é Roberto Rocha e os senadores são José Reinaldo e Alexandre Almeida. O Estadual e o Federal, nós ainda vamos analisar e ver aqueles que forem mais importantes para nosso partido”, declarou Ildemar.

Roberto Rocha sempre teve uma excelente relação com o município de Açailândia e desde os tempos de deputado federal ajuda com recursos a cidade, ainda mais agora na condição de senador da República. Foram milhões em emendas viabilizados pelo senador à prefeitura administrada pelo PCdoB, partido do governador Flávio Dino.

O fato é que com esse apoio do ex-prefeito ldemar Gonçalves consolida a força da pré-candidatura de Roberto Rocha na região tocantina que já estava vitaminada com a presença decisiva do ex-prefeito de Imperatriz,o também tucano Sebastião Madeira.

GOLPE?: Mesmo com assinaturas suficientes para registro de pré-candidatura, Augusto Lobato dá zignal em Aníbal Lins 10

Lobato não aceitou o registro alegando que ela estava no mesmo documento dos pré-candidatos ao Senado Márcio Jardim e Adriana Oliveira, e que as inscrições deveriam ser individuais. Puro zignal!

Foi tensa a reunião da executiva estadual do PT, realizada nesta sexta-feira, 13.

O bicho pegou na hora da apresentação dos registros das pré-candidaturas ao governo e ao Senado Federal.

Embora o pré-candidato a governador Aníbal Lins tenha conseguido um número mais do que o necessário para o registro, o presidente Augusto Lobato não aceitou o registro alegando que ela estava no mesmo documento dos pré-candidatos ao Senado Márcio Jardim e Adriana Oliveira, e que as inscrições deveriam ser individuais. Puro zignal!

Segundo apurou o Blog do Robert Lobato, Augusto Lobato fez um discurso aflito, quase chorando e implorando pela unidade partidária em torno da aliança com o PCdoB, mas não conseguiu sensibilizar a companheirada já que o caso do Maranhão deve ser resolvido pela direção nacional do partido.

De qualquer forma, na segunda-feira, 16, Aníbal Lins e seus apoiadores voltarão à sede do PT e, finalmente, será registrada a sua pré-candidatura ao governo do Maranhão.

Dessa vez individualmente, como deseja o presidente do PT e assessor especial de Flávio Dino, mestre Augusto Lobato.

MARANHÃO: Quatro anos de governo fake 26

Há farto material suficiente para escrever um livro de mil páginas e mostrar o quanto o governo Flávio Dino é fake, mentiroso e se alimenta de mentira, no que nos leva a crer que mentir engorda.

Como estão na moda esses termos usados nas redes sociais, o Blog do Robert Lobato resolveu usar a expressão “governo fake” para definir o governo do senhor Flávio Dino (PCdoB).

Trata-se de um governo que mente o tempo todo, todo tempo.

Mente quando diz que está revolucionando a educação através do Escola Digna, quando na verdade apenas faz reformas e pinta escolas não havendo qualquer preocupação com a qualidade do ensino e a valorização do magistério, basta ver a reclamação da maioria dos professores que se submete à omissão do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma).

Mente quando diz que está mudando a segurança pública, quando o que se vê é um mar de sangue sem fim na capital e no interior; mente quando diz que aumentou o efetivo policial, omitindo que “3.000 novos policiais” em verdade são em substituição aos aposentados, mantendo a média do número herdado do governo anterior.

Mente ao afirmar que a saúde vai bem quando na verdade o setor está sucateado faltando equipamentos, materiais básicos, medicamentos, pacientes morrendo nos Macrorregionais como ocorreu recentemente em Imperatriz, funcionários sem receber salários e quando recebem sempre atrasados, municípios padecendo sem receber repasse para os hospitais enquanto empresas como a GERIR deixou rombo de mais de 27 milhões ao erário estadual; mente quando diz que vai criar faculdade de Medicina da UemaSul mesmo sabendo que existe a Portaria número 328, do Ministério da Educação, que proíbe a instalação de novos cursos de Medicina no país desde 5 de abril de 2018; e tudo isso sem falar nos esquemas de corrupção que abalaram as estruturas da atual gestão da SES sob o comando do advogado Carlos Lula, conforme revelou operação da Polícia Federal, e no recente vexame, para o governo, de ser obrigado a ver o juiz Guilherme Valente Sousa, da Comarca de Chapadinha, determinar o sequestro de mais de R$ 1 milhão das contas do Estado do Maranhão para a retomada das obras de construção do Centro de Hemodiálise daquele município.

Mente quando diz que o estado está saneado fiscal e financeiramente mesmo com todas as evidências que mostram exatamente o contrário, como é caso do aumento de despesas com pessoal, meses sem pagar fornecedores, abuso no aumento de impostos atacando principalmente o caixa das empresas mais frágeis, inclusive comerciantes do interior; o ataque aos recursos da Previdência para pagar programas eleitoreiros como o Mais Asfalto, ameaçando a aposentadoria do funcionalismo estadual, ou ainda quando compromete os recursos do Fundo de Participação do Estado para pagar empréstimos e mais empréstimos.

Mente quando diz que criou um ambiente de “mudança” na política maranhense, mesmo diante à realidade cruel que denuncia a intensificação da cultura do medo no estado, da perseguição a adversários políticos, à imprensa, á liberdade de expressão e até mesmo a prefeitos e deputados aliados que são obrigados ajoelhar-se se quiserem ao menos uma migalha do Palácio dos Leões, cujo atual inquilino prometeu de pés juntos, em discurso de posse, que os tais leões “nunca mais vão rugir para o povo”. Mas o que se vê é o confisco de motos e carros na capital e no interior para atender a fúria arrecadatória da Fazenda Pública. Ou seja: os leões nunca rugiram tanto para o povo maranhense quanto nesse atual governo!

Enfim, há farto material suficiente para escrever um livro de mil páginas e mostrar o quanto o governo Flávio Dino é fake, mentiroso e se alimenta de mentira, no que nos leva a crer que mentir engorda. Aliás, vou pensar seriamente em escrever um livro sobre esses quatros anos que abalaram, negativamente, o Maranhão.

O título será o mesmo deste post: “Maranhão: Quatro anos de governo fake.”

Aceita-se patrocinadores para a obra.

ELEIÇÕES 2018: PT mantém pré-candidaturas ao governo e ao Senado 6

E o jogo de pressão e contrapressão entre o PT e o PCdoB segue a toda prova.

Nesta quarta-feira, 11, o sindicalista Aníbal Lins protocolou junto ao Diretório Estadual do PT, na pessoa do presidente Augusto Lobato, documento em que reitera a sua pré-candidatura a governador e aguarda resposta de um outro documento este encaminhado a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, com cópia para o ex-presidente Lula (reveja aqui).

“Protocolei agora com Augusto Lobato, reiterando minha pré candidatura e confirmando que estou regularmente filiado ao partido e por isso muito à vontade para provocar o debate a respeito dessas teses, que estão no meu manifesto inicial”, disse Aníbal Lins ao Blog do Robert Lobato.

Além da pré-candidatura de Aníbal Lins ao governo, o professor Márcio Jardim também resolveu manter a sua pré-candidatura ao Senado Federal e articula apoio junto à cúpula nacional petista para se viabilizar.

Na semana passada, correu notícias sobre suposta desistência de Márcio Jardim do projeto de senador, mas o professor não só garante que mantém a pré-candidatura como divulgou documento comprobatório da sua desincompatibilização, conforme print abaixo.

A aliados mais próximos, Márcio Jardim tem dito que covardia não tem morada no seu coração e que poderia ainda estar no governo com bom salário e numa condição confortável. O pré-candidato lembra ainda que ficou por mais de 2 anos na condição de primeiro suplente de deputado federal no primeiro mandato de Lula, mas nunca fez qualquer movimento para assumir de qualquer jeito – o primeiro suplente foi Washington Oliveira, atual conselheiro do TCE-MA, que assumiu o mandato no lugar do então titular do cargo Remi Trinta.

De fato, em 2002 Márcio Jardim obteve cerca de 20 mil votos para deputado federal, o que para época foi uma votação extraordinária para um jovem petista que fez campanha sem qualquer estrutura material ou financeira.

A verdade é que o PT mantém não apenas a pré-candidatura ao governo de Aníbal Lins, mas também ao Senado Federal com Márcio Jardim e a simpática e brava Adriana Oliveira, presidente da CUT-MA, que é bancada pelo que está sendo chamado de “Comando do TCE”.

Mas isso é assunto para outra postagem.

Em tempo: O professor Nonato Chocolate desistiu da pré-candidatura a senador depois de aceitar o convite do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) para assumir a Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa).

ELEIÇÕES 2018: Flávio Dino avisa que sem o PT na coligação com o PCdoB petistas terão cargos tomados 15

Isso significa que até “dinopetistas” como Chico Gonçalves (Direitos Humanos), Lawrence de Melo (MOB) e até o próprio Augusto Lobato, que é assessor especial do governador, deverão entregar seus postos

O governador Flávio Dino (PCdoB) já deixou claro para o presidente estadual do PT, Augusto Lobato, que se o partido não coligar pela reeleição do comunista os petistas perderão todos os cargos, sinecuras e penduricalhos que têm no âmbito do Governo do Estado.

Isso significa dizer que não vai adiantar apenas a fração “dinopetista” brigar pela coligação com o PCdoB: o PT terá que seguir com os comunistas de qualquer jeito mesmo não tendo qualquer espaço na chapa majoritária.

Segundo apurou o Blog do Robert Lobato, candidatura própria, chapa camarão e coisas do tipo, nada disso vai garantir os cargos nem mesmo aos mais dos leais e fiéis “dinopetistas”: todos terão seu cargos tomados para que o Palácio dos Leões possa usá-los para atrair novos aliados.

Petistas como Chico Gonçalves (Direitos Humanos), Lawrence de Melo (MOB) e até o próprio Augusto Lobato, que é assessor especial do governador, deverão todos entregar seus postos ao chefe.

Resumo da opereta: ou o PT vai pelo beiço com o PCdoB ou nadica de nada de cargos, sinecuras e penduricalhos no “Governo de Todos Nós”.

A regra é clara!